A ignorância e uma benção?

Será que a ignorância é mesmo uma benção? muitos vão dizer que sim, que a ignorância é uma benção. Será? Vamos pensar juntos! É verdade que muitos afirmam esta “jaculatória” e dizem: – deixa eu ficar com a minha ignorância eu estou bem assim.

Eu particularmente não acho que a ignorância seja uma benção, no entanto é verdade que não procurar saber e pensar doe menos, isso é fato.

Assista ao Vídeo em que falo sobre este tema, logo abaixo desta introdução.

Viver com futilidades e sem maiores pretensões e curtindo a vida sem pensar muito e em quase nada a não se como ganhar dinheiro para sobreviver e poder curtir a vida, faz sofrer menos, sim sofre-se ainda quando pensa-se maneira de ganhar para sobreviver…

Mas tem gente que nem isso pensa, ou porque já nasceu com condições financeiras para viver toda uma vida neste planeta sem precisar lutar por sua sobrevivência e riqueza ou porque chegou em um ponto que não quer mais pensar, pois já alcançou uma vida financeira tranquila e o resto agora não interessa mais…

Eu conheci alguns intelectuais, pessoas que estudaram muito e conseguiram uma vida financeira tranquila, e que depois disso largaram todos os estudos e não se preocuparam mais em saber, muito pelo contrário preferiam viver a ignorância que a felicidade lhe proporciona, bebendo, viajando, curtindo e sem pensar muito.

É a ignorância é uma benção para o ignorante que não sabe o sabor do saber…

Sem dúvida muito filósofos sofrem e sofreram por buscar o saber, aliás isso é a filosofia amor ao saber filos – amizade, amor e sofia – saber… daí filos a sofia ou amor ao saber…

O maior problema não é o saber e buscar o saber, mas pretender que os outros saibam se eles não quiserem não vão buscar o saber.

É… o saber é para poucos, e poucos são os que se deliciam com o saber ainda que saibam que sofrem por saber. Mas é como subir ao alto de uma montanha, a busca pelo saber nos faz sofrer é dura é dolorosa como a saída da caverna de Platão, mas nos faz feliz ao descobrir ou ao poder admirar a beleza que se encontra ao alcançar um ponto de vista que poucos conseguem porque desistem logo da escalada, ou da trilha para chegar lá no alto.

Um exemplo pessoal foi minha subida ao pico da tijuca, um dos pontos mais altos da cidade do Rio de Janeiro, e com uma vista maravilhosa, acima do Cristo Redentor e do pão de Açúcar.

A ignorância nos faz preguiçosos, poucos querem o esforço para alcançá-la, é mais fácil ficar ali largado no sofá ou tomando uns drinques na piscina do que buscar conhecimento.

Muitos o buscam de maneira instrumental, ou seja, como um saber que funcionará com um instrumento uma ferramenta para sobreviver, poucos o buscam por consumo ou seja o saber pelo saber sem saber para que….

Links para alguns dos textos em que falo sobre este tema:

Sócrates e o Aprendizado, aprendendo a aprender com Sócrates.

Sócrates: “Só sei que nada sei”

A Alegoria da Caverna de Platão – Livro VII da República –

Do mito à filosofia – um dos maiores exemplos no mundo ocidental na busca pelo saber, será tema de um próximo vídeo, então se inscreva e ative o sininho para saber da Novas Publicações.

Assista a este Vídeo diretamente no YouTube, clique aqui!

Ou o assista aqui mesmo…

 

Ah deixa o “joinha” (isso ajuda muito) e comenta o que você achou deste pensamento.

Abraços, Benito Pepe

Benito Pepe

Administrador, Filósofo, Astrônomo Amador, Colunista, Palestrante, Instrutor e Professor Universitário. Tem formação acadêmica em: Administração de Empresas, com pós-graduações em: Administração estratégica de empresas; Marketing; Filosofia Contemporânea; e Filosofia Antiga. Publica seus textos sobre Filosofia, Astronomia, Administração, Marketing, Religião e Assuntos da Atualidade, além de um Papo geral.

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