A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo

Quando falamos em relacionamento estamos nos referindo a troca de informações, experiências, prazeres e dificuldades, entre tantas e tantas outras situações que o relacionamento nos propiciam. Quando se fala de Relacionamento Empresarial não é diferente. Marcello Pepe, criou o Relaciono exatamente para isso, a fim de que empresários pudessem se reunir e criar grupos de relacionamentos,  grupos estes que estão se espalhando pelo Brasil, onde se debate e troca-se experiências. Além disso, com o tempo, vai se conquistando uma confiança mútua e a “rede de trabalho” vai sendo tecida paralela e progressivamente.

Nessas reuniões sempre há algum tema para Debate e Reflexão, um deles fala sobre a questão do Tempo. Vamos ver uma pequena estória e um apanhado do debate sobre este tema.

O Lenhador sem Tempo

Um caçador saiu para o seu dia de lazer e, ao entrar na floresta, encontrou um forte lenhador que tentava derrubar uma árvore. Ele passou o dia todo caçando e, ao retornar para o seu hotel, passou novamente pelo lenhador, que ainda continuava tentando derrubar a mesma árvore.

O caçador percebeu que o machado utilizado pelo lenhador não estava afiado.

Disse, então, ao lenhador:

– por quê você não Afia esse Machado?

O lenhador lhe respondeu:

– Não posso. É mais uma atividade para fazer e eu não tenho tempo.

Bem, amigo leitor,  o que você diria quanto a esta questão do tempo?

Vejamos uma síntese de alguns dos comentários:

* Sucessoorganização. Precisamos saber utilizar e organizar o nosso tempo…

* Com nosso tempo bem administrado e dedicado ao cliente (tanto aos externos quanto aos internos), podemos customizar melhor nossos produtos e serviços a fim de, além de atender bem nossos clientes, poder encantá-los.

* Comentou-se também sobre o exemplo Americano em que se pergunta para os amigos e familiares: – como foi o teu dia? o que você fez hoje?

Com isso se pode refletir a utilização do nosso tempo, de dia para dia, analisando-se o que temos feito do nosso tempo, esse bem tão precioso.

* Uma dica quanto ao Afiar o Machado é, faça pesquisas, esse tempo é ganho ao não se desperdiçar, “custo”, “esforço” e  “tempo”, esse é um processo de racionalização, ou seja um caminho que nos proporcionará economia de custo, esforço e tempo.

* Precisamos cuidar da Saúde: Física, Familiar, Intelectual (espiritual), Social (no sentido de responsabilidade social) e Financeira.

Bem amigo leitor,  esta é uma síntese muito sucinta do debate, é preciso estar presente para usufruir profundamente dos assuntos, é como falar da cor Vermelha sem nunca poder vê-la, o “cego” nunca poderá saber como é esta ou outras cores… mas se você enxerga, veja as cores, veja o seu tempo.

Há pessoas que dizem que não têm tempo livre para mais nada a não ser para as atividades que já fazem no dia a dia. Quanto a isso eu dou um pequeno exemplo para mostrar-lhe que você tem tempo sim, basta ver o que você está priorizando… por exemplo se você soubesse agora mesmo que em um supermercado próximo à sua casa, ou seu trabalho, está havendo uma promoção que dura uma hora, ou seja dentro de um tempo hábil e possível para você chegar ao mercado,  e essa promoção é: Venha ao mercado “Tal” e ganhe agora mesmo um vale compras no valor de R$ 100.000,00 para você gastar no que quiser e quando quiser. Você iria até o mercado? Você acharia o tempo para ir lá? Lembro que é algo certo (não é um concurso). Você vai não é mesmo? Onde está o teu Valor, aí está o teu Coração e o Teu Tempo.

Abraços do Benito Pepe

Sobre a questão do tempo leia também este artigo:

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Benito Pepe

Administrador, Filósofo, Astrônomo Amador, Colunista, Palestrante, Instrutor e Professor Universitário. Tem formação acadêmica em: Administração de Empresas, com pós-graduações em: Administração estratégica de empresas; Marketing; Filosofia Contemporânea; e Filosofia Antiga. Publica seus textos sobre Filosofia, Astronomia, Administração, Marketing, Religião e Assuntos da Atualidade, além de um Papo geral.

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Taci
11 anos atrás

Olá Benito!
Parabéns pelo texto, vou tomar a liberdade de acrescentar alguns elementos à ele ..

Somos muito diferentes em diversos aspectos, mas uma delas que bem nos diferencia é estar pautado em frente à duas decisões.Um primeiro grupo de pessoas são aquelas que fazem e o segundo grupo são aquelas que “pensam em fazer”.Aqui não está em questão o que deve ser feito, pelo contrário, cada um ordena suas decisões baseadas no que, naquele determinado contesto, é coerente ser feito. E sim, a questão do por quê de algumas pessoas não realizarem o que melhor lhes caberia, guiando-se então para as afirmações de fuga, onde uma delas é o “não ter tempo”.
O processo lógico da realidade, ressaltando ainda seus diferentes contextos, possibilitam a visão de um todo. É nessa base que produzimos todo o nosso conhecer ou melhor a aceitação de um determinado conhecimento. É muito coerente nos utilizarmos desta base para tomarmos decisões, porém ela não se forma somente de um raciocínio puro; mas pelo contrário, na interação com as “bases externas” de conhecimento(por isso o papel da interação).É neste contesto de possibilidades que faremos os melhore julgamentos, sabendo analisar e ordenar logicamente toda e qualquer informação, de uma forma em que ela possa se tornar validada, mesmo que temporariamente.Sendo que o mundo dos homens é uma construção de sistemas lógicos que nos cercam.
Quando enxergamos as possibilidades(premissas) de uma forma geral, poderemos melhor optar, visando à um objetivo agora claro.O que ocorre é que muitas pessoas não conseguem ver as coisas “do alto” (como um todo; início, meio e fim).Sendo assim, seus pilares são conseqüentemente bambos. Agora me diga, por que alguém faria um esforço para realizar algo que não está convencido de que realmente é importante? A questão é exatamente esta, quem não pode ver o todo( da realização de algo) nem tem condições de escolher, e quem o vê, certamente o prioriza. Pois ele passa a ter sentido ele é aceito como tal, pelo fato de seus meios ou processos serem justificáveis perante o objetivo final. Sendo que uma pessoa em seu estado “natural” irá concretizar (uma forma de dar consistência ao objetivo), o que mais lhe for exato. Ou não?.Então não adianta dizer que muitas pessoas não encontram tempo para fazerem o que acreditam, elas simplesmente não acreditam totalmente, e por isso não o priorizam.Tempo,(claro que depois de suprido as necessidade básica de sobrevivência, como o trabalho para a alimentação..)quando encontramos a noção dele e de tudo que por nós poderia ser desempenhado, o agarramos mesmo escondido entre as muralhas da modernidade.

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