O Seu trabalho lhe dá Prazer? Você faz o que gosta de fazer?

O Seu trabalho lhe dá Prazer?

Você faz o que gosta de fazer?

Em um mundo cada vez menor e em que a passagem do tempo se apresenta mais rápida, se torna imprescindível trabalhar com prazer. Muitos entendem o termo “trabalho” com sentido pejorativo e assim o encaram como um fardo pesado que fora imposto aos seres humanos pelo pecado original. Compreendo que não devemos ver o trabalho dessa maneira. Então: O Seu trabalho lhe dá Prazer? Você faz o que gosta de fazer?

Você faz o que gosta de fazer?

O nosso trabalho deve ser algo prazeroso, algo que nos recompense enquanto Seres Humanos, algo que nos Satisfaça Verdadeiramente. Nossas atividades laborais devem nos proporcionar momentos agradáveis e precisam ser atividades que gostemos de comentar até mesmo em ocasiões de folga. Se o teu “trabalho” é assim, bacana você está vivendo a felicidade em sua vida, caso contrário repense o que você está fazendo o quanto antes.

Muita gente escolhe a sua profissão exclusivamente pelo salário ou rendimento que pensa conseguir com ela, isso é horrível. Falo isso por experiência própria ainda que eu não tenha escolhido a atividade que tomou grande parte de minha vida, mas que a vida me levou a seguir, e embora não me arrependa de minhas experiências não gostaria de repeti-las, prefiro tomar novos rumos e Viver mais Feliz.

Será que você vive?

“Viver” uma profissão sem fazer aquilo que se ama, não é viver, é ser escravo na vida e do dinheiro. Quem vive assim só “vive” quando não está trabalhando. E há um problema aí, nosso “tempo de trabalho” (jornada de trabalho) e em função dela, desde a hora em que acordamos e começamos a nos arrumar, pegamos o transporte, cumprimos nosso horário de atividades laborais e retornamos ao nosso lar é normalmente o maior tempo que “gastamos” de nossa vida, algo como 12 horas, somando-se às 8 horas de sono, nos restam 4 horas pra Viver…

Vamos dar um exemplo. Uma pessoa que acorda às 6 horas, se arruma, toma seu café rapidamente e sai de casa às 6:30 horas para começar a trabalhar às 8 horas e cumpre seu horário até às 17 horas, chegando em casa novamente lá para às 18:30 horas, o que é relativamente comum, teve uma jornada inteira dedicada ao trabalho, considerando-se apenas o tempo de jornada e o de locomoção, de 12 horas, o que corresponde a metade das 24 horas que temos pra viver por dia.

Essa mesma pessoa exemplificada acima, precisa repor suas energias para voltar a trabalhar no dia seguinte e, portanto tem que dormir em média 8 horas por noite, então vamos somar as 12 horas dedicadas e em função do trabalho mais as 8 horas de sono totalizando 20 horas, o que mostra que sobra 4 horas para a pessoa assistir um pouco de TV, ler um livro, ficar com seus filhos entre tudo o mais que ela possa fazer em 4 horas, com um detalhe, via de regra essa pessoa estará bem cansada e não pode fazer bem nenhuma atividade prazerosa.

Consideração final

E então? Você está fazendo em sua atividade laboral algo que lhe dá prazer? Você faz o que gosta de fazer? O Seu trabalho lhe dá Prazer?

Se suas respostas são positivas, ótimo! Você deve ser uma pessoa Feliz, caso contrário mude o quanto antes, pois a vida passa rápido, e se você viver somente em função dos finais de semana e das férias você viverá mais tempos infelizes do que tempos felizes. Então para concluir responda a estas duas perguntas: O Seu trabalho lhe dá Prazer? Você faz o que gosta de fazer? Volte às reflexões acima e faça sua análise…. E Feliz Tempo Novo!!

Abraços do Benito Pepe

Benito Pepe

Administrador, Filósofo, Astrônomo Amador, Colunista, Palestrante, Instrutor e Professor Universitário. Tem formação acadêmica em: Administração de Empresas, com pós-graduações em: Administração estratégica de empresas; Marketing; Filosofia Contemporânea; e Filosofia Antiga. Publica seus textos sobre Filosofia, Astronomia, Administração, Marketing, Religião e Assuntos da Atualidade, além de um Papo geral.

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jose maria dias
8 anos atrás

Meu caro Benito, para mim o maior problema é a pessoa saber distinguir trabalho de emprego. O trabalho muitas vezes bate à porta das pessoas, e estas vão pensar se aceita ou não realiza-los, já o emprego é algo disputado por curriculum vitae, concursos, e porque não dizer apadrinhamento, aí é onde mora o “X” do problema. Existem aquelas pessoas que são polivalentes, ou seja, faz qualquer tipo de trabalho, e as vezes com perfeição em tudo que fazem. Ora! só se faz alguma coisa com perfeição, se aquilo for feito com dedicação e prazer.
Eu pessoalmente acho que o emprego exige muito mais das pessoas, do que aquelas que realizam trabalhos profissionais variados,por sua própria conta. O emprego exige horário pontual para a entrada no serviço, o patrão muitas vezes não quer saber se o transito estava engarrafado, se o metrô enguiçou etc.. Vamos que uma pessoa por motivo qualquer tenha tido uma noite mal dormida, brigado com a mulher ou vice-versa, e chegue ao serviço de mal humor, fatalmente o seu dia não vai ser de trabalho com prazer, principalmente se a pessoa não tiver exercendo aquilo que realmente gosta de fazer, ou seja, esteja na profissão errada. Eu confesso a você que já fiz varias coisas nesta vida para sobreviver, e confesso que a que mais gostei de fazer, é exatamente a que faço atualmente APOSENTADO Graças A Deus. um Abraço do amigo J.M.dias

8 anos atrás

Bela Profissão em? Aposentado amigo JM Dias! Mas você pelo que conheço não é um aposentado inativo… e é isso que importa!
Abraços, Benito Pepe

7 anos atrás

Professor Benito, parabéns pela reflexão. Se todos pudessem refletir sobre suas palavras antes de se candidatarem as vagas que o mercado oferece, não teríamos um alto índice de rotatividade. O grande problema é que as pessoas hoje escolhem suas profissões pelo retorno financeiro, e não pelo prazer ou habilidade. Hoje há mais emprego/ trabalho que profissional qualificado, e isso faz com que as empresas abram mão de processos seletivos mais exigentes, contratando uma mão de obra barata e pouco eficiente. Li o comentário do JM, e não concordo quando diz que “o patrão muitas vezes não quer saber se o transito estava engarrafado, se o metrô enguiçou etc.. Vamos que uma pessoa por motivo qualquer tenha tido uma noite mal dormida, brigado com a mulher ou vice-versa”, pois os estudos mostram que há uma evolução na área de Recursos Humanos, e o gestor hoje oferece o melhor tratamento aos seus funcionários para que produzam com qualidade. Além do mais, essa história de problemas no metrô, trem ou trânsito acontece 1 ou 2 vezes por mês, logo, não há necessidade de punição. Ainda sobre o comentário acima, o bom profissional, mesmo sendo ser humano, deve saber separar os problemas pessoais dos profissionais. Enfim, sua abordagem foi perfeita, e acho que deve ser disseminada.

7 anos atrás

Olá Fernando Tojal, obrigado pelo comentário.

Esse fato “dinheiro X prazer” é de fato um grande dilema na vida de muitas pessoas. Muitos buscam trabalhar com o que dá mais “grana” pensando em gastar com o lazer e prazeres da vida, mas esquecem que passam a maior parte do seu tempo de vida no trabalho, logo se conseguir um trabalho prazeroso estará em um “lazer e em um prazer” por mais tempo… e ainda terá mais tempo para o Lazer em si e outros prazeres….

Abraço, Benito Pepe

AJ-Atilon Junior
7 anos atrás

Boa noite Professor Benito, primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo belíssimo trabalho aqui, bem como por onde passas. Tive a oportunidade de conhece-lo e estou desfrutando dos seus ensinamentos, que estou desde já agregando e repassando-os, tanto em minha vida profissional como na vida pessoal. Lembrei do texto acima, quando foi sua matéria em sala de aula, onde revelo que até agora acoa este assunto em minha mente. Agora mesmo ao escrever isto, foi devido vir de uma reunião, onde utilizei os ensinamentos do Sr nas questões de Sentimento, Emoções e Entusiasmo, onde me renderam elogios ao final da reunião. Grande abraço para o Sr e sucesso sempre!
AJ-Atilon Junior
Guia de Turismo/Instrutor Esportes Radicais
Atleta Profissional de Ciclismo e Mountain Bike
Consultor Analista Administrativo e Contábil

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