Você está onde você “está”?

Em nossos dias e desde início deste século XXI podemos escolher “estar” aonde queremos estar, mesmo que não seja onde estejamos de fato. Mas como se dá isso? Isso é bom? Vamos pensar um pouco…

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A Aprendizagem e a Gestão de Equipes

A aprendizagem requer acima de tudo apurar as informações e os conhecimentos tácitos e transforma-los em conhecimentos explícitos. Além do mais a aprendizagem verdadeira e prática demonstra modificação no comportamento, seja organizacional ou social. E o desejável é que essas modificações comportamentais se apresentem de maneira positiva, no entanto transbordamos o que apreendemos, seja ele qual for o aprendizado.

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Curso de Filosofia e Astronomia por Benito Pepe

Dentre os Cursos Apresentados por Benito Pepe temos um muito Especial chamado: “A Filosofia e a Astronomia Instâncias em que o Deslumbramento Aparece”.

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Sumário, Bibliografia e Referências Bibliográficas do Texto “Filosofia e Cosmologia: A Physis e o Thauma Sempre Presentes”

Observo aos leitores que nem todos os tópicos apresentados abaixo estão com o mesmo título como foi publicado neste Site, no entanto publico aqui da maneira como está contida na monografia em si.

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O Esquecimento do Ser mencionado por Heidegger. E na Astronomia o Esquecimento do Céu

A tarefa declarada de Ser e Tempo é a de determinar o sentido do ser, Heidegger diz que este ser foi esquecido; o mundo ocidental o esqueceu. Mas Heidegger conforme nos lembra Reale e Antiseri (2006, p.208) se vê em aporia, pois “a análise do ser-aí, isto é daquele ente privilegiado que se propõe a pergunta sobre o sentido do ser, não revela o sentido do ser e sim o nada da existência”.

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Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu antes e hoje

Neste capítulo vamos sucintamente esclarecer os termos e as definições de fenômeno e fenomenologia através de alguns autores desta corrente filosófica, como Husserl e principalmente Martin Heidegger; e fazer uma analogia entre o esquecimento do Ser tratado por Heidegger no seu livro: Ser e Tempo e a Astronomia, ou melhor, o esquecimento ou desconhecimento desta nossa origem Cósmica. Ao falarmos de fenomenologia não poderíamos deixar de citar Edmund Husserl que foi o mestre de Heidegger e para quem este dedica o seu livro Ser e Tempo.

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As influências da Astronomia e a quebra de paradigmas na Modernidade

Estávamos no centro do universo, éramos os seres mais importantes do universo, todos os corpos celestes: o sol, a lua, os planetas, tudo girava em torno de nós e portanto não havia dúvidas, nós éramos mesmo os benditos do cosmos. Esta concepção como dissemos foi “quebrada”, invalidada com Copérnico e o heliocentrismo; desta forma nós passamos a saber que não estávamos no centro deste universo, mas que éramos mais um “corpo” aí junto com os outros girando em torno do sol …

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