Sumário, Bibliografia e Referências Bibliográficas do Texto “Filosofia e Cosmologia: A Physis e o Thauma Sempre Presentes”

Observo aos leitores que nem todos os tópicos apresentados abaixo estão com o mesmo título como foi publicado neste Site, no entanto publico aqui da maneira como está contida na monografia em si.

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Considerações Finais do texto “Filosofia e Cosmologia: A Physis e o Thauma Sempre Presentes”

Entre outras análises da história do pensamento, podemos meditar que só teríamos consciência que existimos, no sentido mais profundo da palavra, através dos estudos da fenomenologia ou fenomenólogos. Da mesma maneira só poderíamos ter consciência de nossa origem cósmica através dos estudos da astronomia e da cosmologia.

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O Esquecimento do Ser mencionado por Heidegger. E na Astronomia o Esquecimento do Céu

A tarefa declarada de Ser e Tempo é a de determinar o sentido do ser, Heidegger diz que este ser foi esquecido; o mundo ocidental o esqueceu. Mas Heidegger conforme nos lembra Reale e Antiseri (2006, p.208) se vê em aporia, pois “a análise do ser-aí, isto é daquele ente privilegiado que se propõe a pergunta sobre o sentido do ser, não revela o sentido do ser e sim o nada da existência”.

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Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu antes e hoje

Neste capítulo vamos sucintamente esclarecer os termos e as definições de fenômeno e fenomenologia através de alguns autores desta corrente filosófica, como Husserl e principalmente Martin Heidegger; e fazer uma analogia entre o esquecimento do Ser tratado por Heidegger no seu livro: Ser e Tempo e a Astronomia, ou melhor, o esquecimento ou desconhecimento desta nossa origem Cósmica. Ao falarmos de fenomenologia não poderíamos deixar de citar Edmund Husserl que foi o mestre de Heidegger e para quem este dedica o seu livro Ser e Tempo.

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As influências da Astronomia e a quebra de paradigmas na Modernidade

Estávamos no centro do universo, éramos os seres mais importantes do universo, todos os corpos celestes: o sol, a lua, os planetas, tudo girava em torno de nós e portanto não havia dúvidas, nós éramos mesmo os benditos do cosmos. Esta concepção como dissemos foi “quebrada”, invalidada com Copérnico e o heliocentrismo; desta forma nós passamos a saber que não estávamos no centro deste universo, mas que éramos mais um “corpo” aí junto com os outros girando em torno do sol …

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A retomada do racionalismo na Idade Moderna e a Influência na (da) Ciência: especialmente a Astronomia/física

Na idade moderna, tivemos o renascimento de uma cultura greco-romana que teve e ainda tem grande influência em todo o mundo ocidental. Dentre elas gostaríamos de destacar a retomada do racionalismo em nossa cultura, que de certa forma esteve adormecido por um longo tempo; e que não cabe aqui questionarmos se foi benéfico ou não ao mundo moderno e nem mesmo à contemporaneidade, principalmente no que tange ao racionalismo científico.

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A Astronomia de Aristóteles

Pode-se ver como uma das diferenças entre Platão e Aristóteles o fato de que o segundo promove uma desmatematização da filosofia e da natureza em detrimento do valor que seu mestre Platão dava à matemática. Segundo nos lembra Zingano, Aristóteles diria que:

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