Um dia desses estava no meu carro com meus filhos e deparei-me com um jovem senhor puxando por uma cordinha um carrinho muito bem manufaturado feito de garrafas Pet. Veja a foto ao lado (clique para ampliá-la). O moço contou-me que estava desempregado e morando embaixo de uma ponte com sua família. Não sei se isso foi mais um argumento e “malandragem” para ajudá-lo a vender seu produto através de sentimentalismos ou é fato real. Mas o que importa mencionarmos é a habilidade e criatividade deste artesão nato.
O brasileiro tem mesmo uma criatividade fantástica! Sabemos que isso se passa também em outros países da America latina e em muitos outros lugares do mundo, contudo é evidente que nos países que possuam o capitalismo como forma de governo haverá mais possibilidades do homem desenvolver sua criatividade e postura empreendedora como é nesse caso do senhor do carrinho de garrafas Pet.
Notamos que para esse artesanato foram utilizadas pelo menos 7 ou 8 garrafas Pet, elas devem ter sido localizadas, recolhidas, limpas e manufaturadas com ferramentas simples, não se usou cola nem outros produtos a não ser as próprias garrafas Pet.
Imaginemos agora se um homem como esse é treinado, faça cursos de artesanato etc. Seria verdadeiramente um ápice. Não há duvida que nossas habilidades são potencializadas quando treinamos, quando estudamos mais, quando fazemos cursos, assistimos a palestras, enfim enquanto nos aperfeiçoamos. Logo, fazer cursos, treinamentos e assistir a palestras elevam nossas habilidades às alturas.
Há quem diga que já sabe tudo e que não precisa treinar, pois não tem o que aprender. Para esses eu sugiro a velha frase do grande filósofo Sócrates: “Só Sei que Nada Sei”. Quem pensa que tudo sabe na verdade não está pronto pra aprender e, portanto nada sabe…
Quando identificamos nossas habilidades e podemos procurar desenvolve-las, devemos fazê-lo, dessa maneira alcançamos o nosso máximo. Façamos nossos trabalhos sempre com amor, devemos desenvolver nossa criatividade e principalmente colocar em prática nosso potencial. Há muito potencial adormecido, há muita gente que sabe, mas pensa que não sabe, esse é o extremo do falso sábio aquele que pensa que tudo sabe. Aquele com excesso de humildade ou timidez não externa seu potencial perde oportunidades e deixa de compartilhar seu potencial com a humanidade.
Não podemos e nem devemos fazer isso. Não compartilhar é um ato de egoísmo, é “pensar” só em nós e guardar nossas habilidades pra que? Se um grande poeta não escreve e não compartilha seus textos o que se passará? Ninguém saberá e ninguém terá oportunidade de refletir com esse texto… Da mesma maneira uma bela voz que se oculta, um mágico que não se apresenta, um palhaço que não atua, etc.
Nós só vivemos depois que “acordamos”, enquanto estamos “sonhando” estamos dormindo…
Acorde! Exponha-se! Acredite em você! Desperte teu potencial! Não tenha vergonha, o mundo não é dos envergonhados é dos caras-de-pau, que diga o “Vivo” Pinóquio…
Abraços do Benito Pepe
Por que estou publicando Aqui? Por que Publicar Aqui?
Related posts:
- A Fábula do Pescador e o Homem de Negócios. Procure Prosperar, mas Viva a Vida Agora!
- O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?
- Tempo é uma questão de Priorização
- Como conseguir mais tempo ou administrar melhor o meu tempo?
- O Melhor Aprendizado é através da Prática ou da Teoria?
- Quatro Cegos e a Avaliação de um Elefante. Como cada um o vê?
- Veja alguns Destaques das 200 publicações. Parabéns ao Site: Benito Pepe!
Tags: Administração, Gestão Empresarial, Palestras, Treinamento de Equipes







junho 26th, 2010 at 11:17 PM
[...] meu texto “A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica” Clique [...]
junho 29th, 2010 at 11:16 AM
Por falar em criatividade do povo brasileiro, quero deixar meu blog, para ser analizado, para que dê uma opinião, uma contribuição ao aperfeiçomento e críticas ao que estiver errado e o que pode ser substituído. O blog é: http://www.olhandoouniverso.blogspot.com
Ou simplesmente “olhando o universo”
julho 1st, 2010 at 10:42 PM
Olá Alberto, o teu tema é muito bom; quanto ao teu blog, acho que ele poderia ter mais páginas ou seja está muito longo, procure por as postagens com resumos e o famoso leia mais…
Abraços do Benito Pepe
setembro 12th, 2010 at 4:58 PM
Meu querido amigo; Eu comparo a habilidade a sabedoria, que até certo ponto não precisa de cultura para serem desenvolvidas. Todos nós somos dotados de inteligência, cabe a cada um desenvolver o seu potencial. O povo Nodestino são verdadeiros artistas em matéria de artesanato, principalmente as mulheres rendeiras, que com suas almofadas e um objeto chamado chamado bilro, fazem verdadeiras maravilhas em renda, isto sem contar com o artesanato em palhas de carnaubeiras, onde são tecidas uma grande variedades de peças para várias finalidades, se você subir um pouco pelas cidades ribeirinhas do rio São Francisco, vamos encontrar verdadeiras obras primas,dos artesão de carrancas, e peças de barro que são feitas pelos oleiros, que vão alem da imaginação.A criatividade em Minas Gerais dispensa comentário, com as obras do grande escultor ALEIJADINHO.Não podemos deixar de citar a criação e habilidade dos carnavalesco na ornamentação das alegorias das escolas de samba. No interior do País vamos encontrar verdadeiros tesouros esculturais criado pelos nossos indigenas. Eu creio que se fosse criado uma forma de cada um desenvolver especificamente aquilo que o sujeito tem adormecido na sua mente, a habilidade e a criatividade ultrapassavam a barreira da imaginação, não só do Brasileiro como tambem outros povos.N.B. O meu comentário não é para estudantes de grandes centros de ensino, que se formam em engenharia, e outros tipos de ciências. São para pessoas que pouco estudaram,porem tem grandes poderes de demostrar suas habilidades e criatividades, no entanto, tem preguiça de ativar suas inteligências adormecidas, preferem viver ociosos, à mostrar suas capacidades. Mais uma vez um forte abraço do seu amigo.
setembro 14th, 2010 at 3:20 PM
Olá meu grande camarada, os teus comentários estão elevando o nível do meu site eheh, Continue assim!! Bem, quanto a questão da criatividade do brasileiro é issmo mesmo que você falou, só vou acrescentar a questão de fazer aquilo que se gosta. Podemos notar facilmente que aqueles que fazem aquilo que gostam em suas atividades, além de eles viverem mais felizes fazem melhor o serviço. Costumo sempre lembrar o futebol, por ser tão próximo do brasileiro, aquele menino que tem talento e sorte de conseguir entrar em um time de futebol, vai ser jogador profissional, fazer o que gosta e ainda ganhar dinheiro com isso. É claro que quando agente toma algo que fazemos com prazer e o fazemos profissionalmente, surgem responsabilidades, tarefas e atribuições que muitas vezes não nos são agradáveis, mas fazem parte do contexto, é, por exemplo, o caso da concentração no futebol. Ou o caso da responsabilidade por um grupo de pessoas para quem viaja por prazer, no entanto faz isso profissionalmente, etc.
A criatividade do ser humano é fantástica, sua paixão uma maravilha e seu trabalho é o seu trabalho, mas como dizia o poeta Gonzaguinha: “A vida é o trabalho e sem o seu trabalho se morre, se mata, não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz”
Feliz do homem que usa sua criatividade e sua potencialidade com prazer e com renda…
Abraços do Benito Pepe
novembro 24th, 2010 at 11:54 PM
Boa Noite, Benito!!!. Como vc, vê,a descoberta da logosofia, em torno do micróbio psicológico? Gostaria de saber sua opinião, pois eu não considero palpável a definição em torno da explicação dada. Analiso que ficou distante da lógica, o discernimento logosófico, deixando de lado a função instintiva do ser humano.
novembro 25th, 2010 at 6:48 PM
Olá José Brígido, obrigado pela visitação repetida no meu site/blog. Bem, eu precisaria entender qual é o contexto que você questiona este ponto (logosófico) em relação à “criatividade humana” tratada neste meu texto acima?
Preciso também esclarecer que não sou conhecedor da logosofia, vendo ela apenas como um estudo relativamente novo e que não faz parte dos currículos a níveis acadêmicos, no entanto não desprezo nenhum tipo de conhecimento, respeitando, portanto, todos os pensamentos tanto os vulgares, os religiosos, os filosóficos e os científicos. Mas me desculpe, não entendo nada de logosofia. Conto com a tua ajuda para eu entender esse assunto…
Abraços do Benito Pepe
novembro 26th, 2010 at 1:29 AM
Assim como Pasteur um dia comoveu o mundo científico, ao
demonstrar a existência dos micróbios físicos por detrás das
epidemias que assolavam povos inteiros, a Logosofia faz agora
outro tanto, ao assinalar os agentes extrafísicos que, por detrás
das ações boas e más de homens e povos, existem e atuam
como verdadeiros “micróbios” psicológicos.
Estamos falando dos pensamentos, apresentados agora como
entidades animadas autônomas, que podem num instante
passar de uma mente para outra.
Pela primeira vez, portanto, após séculos de reclusão nas
sombras do ignoto, foi concedido aos pensamentos um lugar
proeminente, ao serem tratados como corresponde à realidade
de sua existência.
Foi a sabedoria logosófica que iluminou tão curioso como
prodigioso acontecimento, permitindo ao homem conhecê-los
e identificá-los em seus impulsos e tendências.
A Logosofia, ao expor seus conhecimentos,
apresenta o que se refere aos pensamentos
como um dos mais transcendentes e de vital
importância para o homem
Quando se fala de pensamento, é comum
confundi-lo com a razão, a mente,
a inteligência, a reflexão, a imaginação,
etc., como se tudo tivesse a mesma função,
e até são muitos os casos em que se
toma uma coisa por outra, sem distinção
alguma.
Apesar de filósofos e sábios, tanto da
Antiguidade como da idade moderna e
contemporânea, haverem exercido a faculdade
de pensar, nenhum deles jamais
atribuiu vida própria aos pensamentos,
nem declarou que pudessem reproduzir-
se nem ter atividades dependentes e
independentes da vontade do homem.
A experiência no campo logosófico
mostra que os pensamentos, à semelhança
do que ocorre com as pessoas,
têm atuações próprias. Assim sendo, podem
chegar à mente de um homem e
exercer ali uma determinada influência,
às vezes sem que a consciência desse homem
perceba isso.
Trata-se de entidades animadas autônomas,
que podem passar num instante de
uma mente para outra, sendo necessário
que toda pessoa aprenda a diferençar os
que são próprios dos alheios, a repelir
os maus e ficar com os bons. Mas não se
deve crer que essa seleção seja tão fácil,
nem que baste simplesmente querê-lo:
há pensamentos que são pouco menos
que donos da vida, e o homem se submete
a eles mansamente, pois costumam
ser mais fortes que sua vontade.
No caso dos pensamentos negativos, os
conhecimentos da Logosofia atuam como
verdadeiros “antibióticos” mentais,
eliminando esses “micróbios” psicológicos
que fazem a infelicidade humana.
Com atuações próprias, como as pessoas
Ao falar sobre os pensamentos como
entidades individuais, a Logosofia fixa
o caráter especificamente celular deles
e até apresenta à observação a semelhança
que existe, nos seus respectivos
campos de ação, entre os pensamentos
e as células propriamente ditas, como
“organismos viventes”.
Estudando-se a vida, a atividade, a procriação,
etc., dos pensamentos, ver-se-á
que, comparados às células fisiológicas,
eles procedem mais ou menos de
forma análoga.
“Não sou capaz de matar uma mosca!”
“Não vou esta noite ao teatro”, pensa
o homem.
Vem-lhe, porém, um pensamento à
mente, recordando-lhe uma peça interessante
que vai estrear; busca o
jornal para se informar a que horas
começa e, esquecendo o que pensou
primeiro, vai solícito, levado pelo
pensamento que influenciou seu
ânimo, sentar-se na plateia, como
se nada tivesse acontecido.
“A partir de hoje não farei mais isso”,
diz aquele que, como o jogador,
o alcoólatra, etc., cai na armadilha
do vício; mas os pensamentos
afins voltam, com maior violência,
a excitá-lo e induzi-lo a continuar
na mesma vida.
“Não sou capaz de matar uma mosca!”, exclama
o bom homem que, um dia, num arrebato
de indignação, ergue a mão e mata
quem o ofendeu.
Mas… seria a razão a que atua em cada uma
destas circunstâncias? Ou talvez a consciência?
Ou o sentimento?
“Não sejamos ingênuos, por Deus!”, haveria
de dizer Voltaire, “crendo que essas coisas
nós as fazemos em são juízo!”
Por outro lado, nada de pôr a culpa no destino.
E, por não ser ele quem se compraz em
brincar assim com a vida humana, pois seria
uma insensatez pensar tal coisa, devemos admitir
que, mais perto de nós, algo atua com
diligência e rapidez, e esse algo não pode ser
outra coisa que os pensamentos.
Verdadeiras potências do espírito
Admitamos, então, que são eles, os
pensamentos – não no conceito
ambíguo e errôneo que a generalidade
tem deles, mas sim tais quais
eles são na realidade – quem impera
no mundo mental em que vivemos.
Se não nos preparamos para
buscá-los, descobri-los e dominálos,
não seremos outra coisa senão
joguetes de suas hábeis manobras,
e nessas condições não poderemos
esperar nunca o desfrute de uma
verdadeira felicidade.
A diferenciação que fazemos entre a função
de pensar e os pensamentos é extremamente
necessária para o ordenamento das atividades
da inteligência e, sobretudo, para que se
possa ter uma visão clara a respeito de como
o ser deve se comportar no emprego das próprias
opiniões e juízos.
Por estas e tantas outras razões, estudadas todas
elas pela Logosofia, os pensamentos são
os agentes essenciais da existência humana.
Superados, convertem-se em verdadeiras potências
do espírito.
“Pensamento” é diferente de “pensar”
Com o aprendizado desses conhecimentos,
não perigará jamais o equilíbrio
nem a estabilidade psicológica do indivíduo.
Defendido dos desagradáveis enredos
próprios dos estados mentais inferiores,
ele saberá esgrimir melhor suas
defesas contra o complicado jogo dos
pensamentos que povoam os ambientes
que frequente, sem temer os perigosos
enlaces com as ideias enganosas e os
pensamentos vulgares.
O princípio consciente do conhecimento
da vida radica na distinção, pelo ser
humano, entre os pensamentos e a função
de pensar, o que pode acontecer já
na infância. Ao fazer essa distinção, a criança
ou o adulto se põe em condições
de perceber, dentro de si, os movimentos
dos pensamentos como entes autônomos
que antes dominavam a mente,
dando a falsa noção de que se usava a faculdade
de pensar.
E precisamente nessa distinção entre
mente e pensamento, entre a função de
pensar e a ação de entidades autônomas,
está, segundo a Logosofia, o ponto de
partida para o conhecimento da psicologia
humana, para o conhecimento de
si mesmo, que implica, também, o conhecimento
do próprio espírito.
novembro 26th, 2010 at 1:34 AM
Caro Amigo!!! O titulo é, A estupenda descoberta dos “micróbios psicologicos”, particularmente, achei não atenuante com a lógica. O ser humano é dotado de razão e instinto.
novembro 26th, 2010 at 9:15 PM
Olá José Brígido é bastante interessante, esta logosofia, mas preciso repetir que não faz parte dos meus estudos e nem dos meus objetivos para o momento. Quem sabe no futuro.
De qualquer maneira achei pertinente.
Obrigado pela dica e ensinamento.
Abraços do Benito Pepe