O Sentido da Existência

Texto copilado e enviado por J.M. Dias: O PENSAMENTO do século XXl reencontra os problemas tradicionais da filosofia não mais dispostos no rigor da ordem clássica, ou mesmo na hierarquia rígida do ideário positivista. A incorporação da experiência histórica fortaleceu o sentido concreto da presença dos fatos e enfraqueceu a pretensão às verdades eternas. Com isso, a filosofia tornou-se menos ciosa das prerrogativas do pensamento puro e mais atenta à complexidade do mundo, atravessando pela contingência e pela liberdade. É nesse contexto que nascem as filosofias da existência.

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Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos…

Por fim não podemos deixar de evidenciar que a filosofia de Hegel lançou as bases para a maior parte das tendências filosóficas e ideológicas que vieram depois, tais como o marxismo, o existencialismo e a fenomenologia. Por exemplo, o desenvolvimento da dialética mediante a substituição da ideia pela matéria foi uma tese central no pensamento de Karl Marx. Não é exagero afirmar, portanto, que a obra de Hegel implantou um quadro de referências indispensáveis para a compreensão das abordagens filosóficas posteriores.

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O idealismo Lógico

Com o idealismo absoluto de Hegel, o idealismo fenomênico kantiano alcança logicamente o seu vértice metafísico. Hegel fica fiel ao historicismo romântico, concebendo a realidade como vir-a-ser, desenvolvimento. Este vir-a-ser, porém, é racionalizado por Hegel, elevado a processo dialético como mencionamos acima; e este processo dialético não é um movimento a quo adi quod, e sim um processo circular, emanentista.

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Dialética Hegeliana

Hegel foi o maior expoente do “idealismo alemão”, que, como decorrência da filosofia kantiana, e em oposição a ela, fato que começou com Fichte e Schelling, desenvolve muito de seu pensamento. Esses dois pensadores tinham procurado tratar a realidade como baseada num só princípio, para superar o dualismo de sujeito e objeto, estabelecido por Kant, segundo o qual só era possível conhecer a aparência fenomenológica das coisas, não sua essência.

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Hegel os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade

Através deste trabalho de pesquisa sobre a vida, obra e a filosofia de Hegel pretendo mostrar uma panorâmica sobre esse grande filósofo que teve como base de seu pensamento a Filosofia Grega Antiga (especialmente Heráclito e Parmênides); a Filosofia Clássica (principalmente Aristóteles) e a Filosofia dos Modernos (entre eles, Descartes, Spinoza, Kant, Holderlin, Schiller, Fichte e Schelling).

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