A retomada do racionalismo na Idade Moderna e a Influência na (da) Ciência: especialmente a Astronomia/física

Na idade moderna, tivemos o renascimento de uma cultura greco-romana que teve e ainda tem grande influência em todo o mundo ocidental. Dentre elas gostaríamos de destacar a retomada do racionalismo em nossa cultura, que de certa forma esteve adormecido por um longo tempo; e que não cabe aqui questionarmos se foi benéfico ou não ao mundo moderno e nem mesmo à contemporaneidade, principalmente no que tange ao racionalismo científico.

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A Astronomia de Aristóteles

Pode-se ver como uma das diferenças entre Platão e Aristóteles o fato de que o segundo promove uma desmatematização da filosofia e da natureza em detrimento do valor que seu mestre Platão dava à matemática. Segundo nos lembra Zingano, Aristóteles diria que:

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A Física e a Astronomia de Aristóteles

Continuando o que vínhamos falando no capitulo anterior, trataremos agora sucintamente da physis ou “física” de Aristóteles. Como estamos evidenciando, o estudo da Physis não é levantado só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários períodos da filosofia e da ciência: desde os pré-socráticos; depois volta no período clássico, momento que abordaremos neste capítulo; em seguida o estudo da physis renasce na modernidade, trataremos desse período no próximo capítulo; e por fim ressurge na contemporaneidade com a física quântica, falaremos da atualidade nos capítulos finais.

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A Cosmologia e a Astronomia

Tivemos no que tange a Astronomia um grande passo para o que viria a ser a Cosmologia – diferentemente da cosmogonia – que não é uma ciência; aquela já é uma ciência, pois a estudamos com teorias e observações, estamos procurando causalidades lógicas, ordem e organização, pautamo-nos na matemática. Estamos abertos às críticas, justificadas.

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Do Mito à Filosofia, o caso da Cosmologia

Pretendemos neste capítulo discorrer sobre a passagem do mito à filosofia e a participação que a astronomia/cosmologia tem nesse processo, tendo em vista que os primeiros filósofos eram voltados à natureza ou a physis como veremos.

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Filosofia e Cosmologia: A Physis e o Thauma Sempre Presentes

Publico agora partes da minha monografia apresentada na Especialização Lato Sensu em Filosofia Antiga pela PUC-Rio, cujo título é: “Filosofia e Cosmologia: A Physis e o Thauma Sempre Presentes”. Começamos pela introdução.

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O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis

Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no “Sacrum Comercium”, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de “selo do reino dos céus”. À Dama Pobreza clamam os menores: “Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!” (SC 21,22).

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