<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Universo</title>
	<atom:link href="http://www.benitopepe.com.br/tag/universo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.benitopepe.com.br</link>
	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 13:56:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 01:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1643</guid>
		<description><![CDATA[Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no "Sacrum Comercium", a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de "selo do reino dos céus". À Dama Pobreza clamam os menores: "Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!" (SC 21,22).


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)'>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tau-com-nos.jpg" title="" class="shutterset_singlepic129" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/129__160x120_tau-com-nos.jpg" alt="tau-com-nos" title="tau-com-nos" />
</a>
</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>Veja a primeira parte deste texto, clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Continuando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal da Cruz Vitoriosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor:<span id="more-1643"></span></p>
<p style="text-align: justify;">reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no &#8220;Sacrum Comercium&#8221;, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de &#8220;selo do reino dos céus&#8221;. À Dama Pobreza clamam os menores: &#8220;Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!&#8221; (SC 21,22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU e a Bênção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco se apropriou da bênção deuteronômica, transcreveu-a com o próprio punho e deu a Frei Leão: &#8220;Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a tua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz. Irmão Leão; o Senhor te abençoe!&#8221; Sob o texto da bênção, o próprio Frei Leão fez a seguinte anotação: &#8220;São Francisco escreveu esta bênção para mim, Irmão Leão, com seu próprio punho e letra, e do mesmo modo fez a letra TAU como base&#8221;. Assim, Francisco, num profundo momento de comunicação divina, com delicadeza paternal e maternal, abençoa seu filho, irmão, amigo e confidente. Abençoar é marcar com a presença, é transmitir energias que vêm da profundidade da vida. O Senhor te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>O TAU e a Cura dos Enfermos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relato de alguns milagres, conta-se que Francisco fazia o sinal da cruz sobre a parte enferma dos doentes. Após ter recebido os estigmas no Monte Alverne, Francisco traz em seu corpo as marcas do Senhor Crucificado e Ressuscitado. Marcado pelo Senhor, imprime a marca do Senhor que salva em tudo o que faz. Conta-nos um trecho das Fontes Franciscanas que um enfermo padecia de fortes dores; invoca Francisco e o santo lhe aparece e diz que veio para responder ao seu chamado, que traz o remédio para curá-lo. Em seguida, toca-lhe no lugar da dor com um pequeno bastão arrematado com o sinal do TAU, que traz consigo. O enfermo ficou curado e permaneceu em sua pele, no lugar da dor, o sinal do TAU (cf. 3Cel159). O Senhor identifica-se com o sofrimento de seu povo. Toma a paixão do humano e do mundo sobre si. Afasta a dor e deixa o sinal de Amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A Cor do TAU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU, freqüentemente, é reproduzido em madeira, mas quando, pintado, sempre vem com a cor vermelha. O Mestre Nicolau Verdun, num quadro do século XII, representa o Anjo Exterminador que passa enquanto um israelita marca sobre a porta de sua casa um TAU com o Sangue do Cordeiro Pascal que se derrama num cálice. O Vermelho representa o sangue do Cordeiro que se imola para salvar. Sangue do Salvador, cálice da vida! Em Fontecolombo, Francisco deixou o TAU grafado em vermelho. O TAU pintado na casula de Frei Leão no mural de Greccio também é vermelho. O pergaminho escrito para Frei Leão no Monte Alverne, marca em vermelho o Tau que assina a bênção. O Vermelho é símbolo da vida que transcende, porque se imola pelos outros. Caminho de configuração com Jesus Crucificado para nascer na manhã da Ressurreição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usar o TAU é lembrar-se do Transcendental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente usa o Tau. Não é um amuleto, mas um sacramental que nos recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir, progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: Cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, <strong>saudar a todos com a Paz e o Bem</strong>. Usar o TAU é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o TAU é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Tau deve ser sinal de espiritualidade, deve ser um sinal de que aquele que o usa é uma pessoa que vive a intenção de permanecer em constante conversão e mudança de vida, em vontade firme de se tornar nova criatura; deve ser sinal de que aquele que o ostenta é uma pessoa que busca a sua salvação e de todos os homens na cruz de Jesus Cristo; deve ser um sinal de que aquele que o traz é uma pessoa que vive e esforçar-se por ser pobre, por se despojar e desprender dos bens terrenos para se enriquecer dos valores das bem-aventuranças: o Reino de Deus, a paz, a mansidão, a fraternidade universal, a misericórdia e o perdão, o respeito pela criação, a alegria, a partilha de bens, a luta pela justiça e a paixão por Jesus Cristo pobre, Crucificado e Ressuscitado.<a href="http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/12.htm#_ftn1"><em> </em></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro Tau franciscano é aquele todo de madeira, sem nenhum tipo de apetrecho fixado a ele (crucifixo, foto, desenho&#8230;), também não é aquele feito de aço ou outro metal (ouro, pratas, etc.). Ele também precisa ter o cordão com os três nós. Esse entendimento vem da época de Francisco, pois ele usava apenas um Tau de madeira preso a um cordão com os três nós. Tudo que difere disso faz com que eles não sejam “verdadeiros TAUs franciscanos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entende-se que o melhor Tau não é o comprado, mas aquele que nós ganhamos de alguém, pois essa pessoa reconhece em nós os três nós&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relembrando o Sinal bíblico usado pelo profeta Ezequiel:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Chamou o Senhor Deus o homem vestido de linho branco, que trazia à cintura os instrumentos de escriba e lhe disse: percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com um <strong>“T”</strong> na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.” (Ez 9,3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">Todo aquele que tinha sido assinalado com o “T” foi poupado do extermínio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Papa Inocêncio III (1160-1216) explica o sentido do Tau: “Tem a forma de Cruz<a title="cruz salvação Jesus Cristo calvário" href="http://cantodapaz.com.br/blog/2007/01/27/ninguem-te-ama-como-eu-martin-valverde/"></a>; quem o traz consigo, vive sua fé.”</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, <strong>o Tau é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de penitência e conversão interior;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de dor pelos pecados do mundo;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recordação de nosso batismo; nossa marca de Filhos de Deus;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de salvação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco selava o que escrevia com o Tau, para significar a densidade do Amor de Deus, concretizado na Cruz de Cristo, sinal de Salvação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração de São Francisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Senhor<strong>!</strong> Fazei de mim um instrumento da vossa paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ódio, que eu leve o amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver discórdia, que eu leve a união.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver erro, que eu leve a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver desespero, que eu leve a esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver trevas, que eu leve a luz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ó Mestre</strong>, fazei que eu procure mais:</p>
<p style="text-align: justify;">consolar, que ser consolado;</p>
<p style="text-align: justify;">compreender, que ser compreendido;</p>
<p style="text-align: justify;">amar, que ser amado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é dando que se recebe.</p>
<p style="text-align: justify;">É perdoando que se é perdoado.</p>
<p style="text-align: justify;">E é morrendo que se vive para a vida eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Glorioso São Francisco</em><em>, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: cancaonova.com</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Termino com uma oração que tem afinidade com a questão da horizontalidade humana e a verticalidade na busca em Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">“Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com as realidades do Céu, fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós a nossa humanidade. Por Cristo nosso Senhor. Amém”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)'>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 00:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1639</guid>
		<description><![CDATA[O TAU está além de uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao " T " na língua portuguesa. O Tau é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. O Divino e o humano. 
O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (www.franciscanos.org.br), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)'>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tau.jpg" title="" class="shutterset_singlepic128" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/128__160x120_tau.jpg" alt="tau" title="tau" />
</a>
 </strong>O TAU está além de<strong> </strong>uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao &#8221; <strong>T</strong> &#8221; na língua portuguesa. O <strong>Tau</strong> é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o <strong>Céu</strong> e a <strong>Terra</strong>. O Divino e o humano.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (<a href="http://www.franciscanos.org.br/">www.franciscanos.org.br</a>), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.<span id="more-1639"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Linguagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego. O mundo judaico e, conseqüentemente, a linguagem bíblica mostram a busca do transcendente. É preciso colocar o Deus da Vida como centro da história. É a nossa verticalidade,  isto é, o nosso voltar-se para o Alto. O mundo grego nos ensinou a pensar e perguntar pelo sentido da vida, do humano e das coisas. Descobrir o significado de tudo é pisar melhor o chão, saber enraizar-se. É a nossa horizontalidade. A Teologia é, e a Filosofia também pode ser serva da fé e do pensamento. Quem sabe onde está, parte para voos mais altos. É como o galho de pessegueiro, cortado em forma de TAU é usado para buscar veios d&#8217;água. Ele vibra quando a fonte aparece cheia de energia. Coloquemos o TAU na fonte de nossas palavras!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU, o cordão e os três nós</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos: <strong>obediência</strong>, <strong>pobreza</strong>, <strong>pureza de coração</strong>. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é <strong>valor de quem sabe colocar tudo em comum</strong>. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é <strong>a coragem da partilha</strong>. <strong>Ser puro de coração é ser transparente</strong>, <strong>casto</strong>, <strong>verdadeiro</strong>. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel aos seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há certos sinais que revelam uma escolha de vida. O TAU, um dos mais famosos símbolos franciscanos, hoje está presente no peito das pessoas num cordão, num broche, enfeitando paredes numa escultura expressiva de madeira, num pôster ou pintura.</p>
<p style="text-align: justify;">Que escolha de vida revela o TAU? Ele é um símbolo antigo, misterioso e vital que <strong>recorda tempo e eternidade.</strong> A grande busca do humano querendo tocar sempre o divino e este vindo expressar-se na condição humana. Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! <strong>Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo.</strong> Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. Francisco de Assis o atualizou e o   imortalizou. Ele não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal bíblico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe somente um texto bíblico que menciona explicitamente o TAU, última letra do alfabeto hebraico, Ezequiel 9, 1-7: &#8220;Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem&#8221;. O TAU é a mais antiga grafia em forma de cruz. Na Bíblia é usado como ato de assinalar. Marcar com um sinal, é muito familiar na Bíblia. Assinalar significa lacrar, fechar dentro de um segredo, uma ação. É confirmar um testemunho e comprometer aquele que possui o segredo. O TAU é selo de Deus; significa estar sob o domínio do Senhor, é a garantia de ser reconhecido por Ele e ter a sua proteção. É segurança e redenção, voltar-se para o Divino, sopro criador animando nossa vida como aspiração e inspiração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Idade Média</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vimos o significado salvífico que a letra hebraica do TAU recebe na Bíblia. Mas <strong>o TAU </strong>tem<strong> </strong>também um significado extrabíblico, bastante divulgado na Idade Média: perfeição, meta, finalidade última, santo propósito, vitória, ponto de equilíbrio entre forças contrárias. A sua linha vertical significa o superior, o espiritual, o absoluto, o celeste. A sua linha horizontal lembra a expansão da terra, o material, a carne. O TAU lembra a imagem do sustentáculo da serpente bíblica: clavada numa estaca como sinal da vitória sobre a morte. Uma vitória mística, isto é, nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É cruz vitoriosa, perfeição, salvação, exorcismo. Um poder sobre as forças hostis, um talismã de fé, um amuleto de esperança usado por gente devota sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU do Penitente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco de Assis viveu em um ambiente no qual o TAU estava carregado de uma grande riqueza simbólica e tradicional. Assumiu para si a marca do TAU como sinal de sua conversão e da dura batalha que travou para vencer-se. Não era tão fácil para o jovem renunciar seus sonhos de cavalaria para chegar ao despojamento do Crucificado que o fascinou. Escolhe ser um cavaleiro penitente: eliminar os excessos, os vícios e viver a transparência simples das virtudes. Na sua luta interior chegou a uma vitória interior. Um homem que viveu a solidão e o desafio da comunhão fraterna; que viveu o silêncio e a canção universal das criaturas; que experimentou incompreensão e sucesso, que vestiu o hábito da penitência, que atraiu vidas, encontrou um modo de marcar as paredes de Santa Maria Madalena em Fontecolombo, de assinar cartas com este sinal. De lembrar a todos que o Senhor nos possui e nos salva sob o signo do TAU.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Franciscano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU franciscano atravessa oito séculos sendo usado e apreciado. É a materialização de uma intuição. Francisco de Assis é um humano que se move bem no universo dos símbolos. O que é o TAU franciscano? É <strong>Verdade</strong>, <strong>Palavra</strong>, <strong>Luz</strong>, <strong>Poder</strong> e <strong>Força da mente</strong> direcionada para um grande bem. Significa lutar e discernir o verdadeiro e o falso. É curar e vivificar. É eliminar o erro, a mentira e todo o elemento discordante que nega a paz. É unidade e reconciliação. Francisco de Assis está penetrado e iluminado, apaixonado e informado pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade. É um batalhador incansável da Paz, o Profeta da Harmonia e Simplicidade. É a encarnação do discernimento: pobre no material, vencedor no espiritual. Marcou-se com este sinal da luz, vida e sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Como Ideal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1.200 prelados, 412 bispos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9, 1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU, vibrante de cuidado, ternura e misericórdia aprendida de seu Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU nas Fontes Franciscanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os biógrafos franciscanos nos dão testemunhos da importância que São Francisco dava ao TAU: &#8220;O Santo venerava com grande afeto este sinal&#8221;, &#8220;O sinal do TAU era preferido sobre qualquer outro sinal&#8221;, &#8220;O recomendava, freqüentemente, em suas palavras e o traçava com as próprias mãos no rodapé das breves cartas que escrevia, como se todo o seu cuidado fosse gravar o sinal do TAU, segundo o dito profético, sobre as fontes dos homens que gemem e lutam, convertidamente a Jesus&#8221;, &#8220;O traçava no início de todas as suas ações&#8221;, &#8220;Com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas&#8221; (cf. LM 4,9; 2,9; 3Cel 3). Assim Francisco vestia-se da túnica e do TAU na total investidura de um ideal que abriu muitos caminhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/" target="_blank"><strong>Veja a segunda parte deste texto clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)'>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Religião Versus Ciência</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 01:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1464</guid>
		<description><![CDATA[Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas. 


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/15/o-caminho-para-deus-e-a-verdade-quando-se-fala-em-religiao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Caminho para Deus e a Verdade quando se Fala em Religião'>O Caminho para Deus e a Verdade quando se Fala em Religião</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/ciencia_versus_religiao.jpg" title="" class="shutterset_singlepic98" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/98__160x120_ciencia_versus_religiao.jpg" alt="ciencia_versus_religiao" title="ciencia_versus_religiao" />
</a>
Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria dias, a quem se devem os créditos da compilação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas.<span id="more-1464"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de apresentar a questão consiste em afirmar que a religião trata de causas originais e a ciência das imediatas. O cientista pode crer em Deus e, todavia, ser um ótimo biólogo; apenas encara os fatos e princípios da Biologia como outras tantas manifestações da obra divina. No laboratório, sua conduta pode ser apropriada à situação científica e, na igreja, adequada à situação religiosa sem qualquer incongruência. Tal atitude é perfeitamente natural; todavia sabemos de muitos grandes cientistas que foram homens pios, ao passo que muitos outros foram ateus, e sabemos, também, que muitos deles, pios e ímpios, tiveram grandes problemas com a religião organizada justamente devido aos seus pontos de vista científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parte, a raiz do problema é a seguinte; a linha divisória entre o conhecido e o ignoto é inconstante. O que ainda ontem era, ignorado, hoje é conhecido. Ainda não há muito tempo, a origem do homem sobre a terra era ignorada pelo intelecto humano. A crença religiosa preencheu a lacuna com a “narrativa precisa” dessa origem. Tal narrativa foi aceita por ter sido encarada como uma revelação divina. Entretanto, a investigação científica começou a levar a origem terrestre do homem para o domínio dos fatos. Foi então que surgiu um sério conflito. O cientista não podia aceitar a narrativa religiosa como absolutamente verídica, sobretudo para a ciência. Tal situação criou uma tensão entre ele e o leigo comum e as autoridades religiosas. Enquanto a linha divisória entre o conhecido e o ignoto for assim inconstante, ou, em outras palavras, enquanto a ciência continuar a progredir, existirá sempre o conflito entre religião e ciência. Nenhuma das duas será destruída por esse choque, pois quando a religião perde uma batalha limita-se a bater em retirada para níveis mais elevados.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideologia religiosa torna-se cada vez mais imprecisa, mais e mais filosófica, cada vez menos antropomórfica. Transfere-se do fundamental para o liberal, do dogma para a filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">A outra raiz do conflito reside no fato de que a ciência, da mesma forma que qualquer outra instituição organizada, possui uma fé própria. Desenvolve hábitos de atitudes espirituais e éticas diferentes das que prevalecem nas religiões tradicionais. A procura científica da verdade empírica como o mais elevado objetivo a ser atingido é exatamente o oposto da procura religiosa da verdade não-empírica. O cientista desenvolve um ceticismo inerente sobre as asserções relativas à existência, sem levar em conta a identidade do seu autor. Assim está sempre inclinado a encarar com algum ceticismo as afirmações sobre a natureza do paraíso, a vida após a morte, o mal do pecado, a ocorrência dos milagres e o caráter revelador da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">A religião afasta-se desse ceticismo pela reinterpretação das suas  asserções, tornando-as simbólicas e alegóricas, e não literais. Falo, também, salientando a importância dos sentimentos religiosos para com as crenças religiosas. Entretanto nunca se entrega. O mais sério conflito entre religião e ciência surge quando a própria religião é submetida a análise cientifica. Dependente, como é da fé subjetiva, a religião murcha como uma folha diante da chama quando enfrentada pela atitude científica. Assim o homem que vai a igreja sem a ideia da adoração, mas com a intenção de analisar as causas do comportamento que observa, achar-se-á incompatibilizado com a ocasião. Encontrar-se-á na mesma posição daquele que assiste a um jogo de futebol, não com a intenção de apreciar o jogo, mas, sim, com a de observar os estranhos gritos e atitudes da multidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos os integrantes da multidão assumissem a mesma atitude não haveria qualquer entusiasmo, nenhum interesse. A análise sistemática é o oposto do entusiasmo coletivo. Se o público em geral, levasse a cabo uma análise da conduta religiosa lançando mão dos instrumentos sistemáticos da pesquisa, seria a morte da religião. Desnecessário dizer que tal hipótese é improvável. A maior parte dos cientistas tentará analisar todas as coisas antes de interessar-se pela religião, e a maioria dos leigos nem sequer pode compreender a exposição do problema. O que passa por ser estudo religioso é, em geral, a história da doutrina religiosa, e não a explicação cientifica do comportamento religioso propriamente dito.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sociedade Humana de Kingsley Davis da Editora Fundo de cultura.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/15/o-caminho-para-deus-e-a-verdade-quando-se-fala-em-religiao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Caminho para Deus e a Verdade quando se Fala em Religião'>O Caminho para Deus e a Verdade quando se Fala em Religião</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Itália e o Renascimento</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1457</guid>
		<description><![CDATA[A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no Quattrocento (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento'>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Renascimento uma Visão Geral'>Renascimento uma Visão Geral</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/duomo-firenze.jpg" title="" class="shutterset_singlepic96" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/96__160x120_duomo-firenze.jpg" alt="duomo-firenze" title="duomo-firenze" />
</a>
A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no <em>Quattrocento</em> (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.<span id="more-1457"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1401 foi realizado naquela cidade um concurso para a confecção das portas em bronze do batistério de San Giovanni, no qual o vencedor foi Ghiberti. O pagamento dessas obras escultóricas e arquitetônicas e a decoração dos palácios, igrejas e monastérios ficou a cargo de ricas famílias de comerciantes e dignitários, entre as quais se destacou a dos Medici.</p>
<p style="text-align: justify;">O iniciador da pintura renascentista foi Masaccio. A monumentalidade de suas composições e o naturalismo de suas obras fazem dele uma figura essencial da pintura do século XV, como se pode apreciar nos afrescos da capela Brancacci.<br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51300"></a>Contemporâneos de Masaccio foram fra Angélico, pintor idealista de cenas religiosas, e Paolo Uccello, preocupado com os escorços (figuras em posturas oblíquas ao plano da obra artística) e as perspectivas. À segunda metade do século XV, auge da tendência pictórica racionalista e investigadora, pertenceram Piero della Francesca, que se sentiu atraído pelo valor da luz como elemento expressivo, e Sandro Botticelli, com quem triunfou um estilo sinuoso e refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento ou <em>Cinquecento</em> floresceu entre 1490 e 1527, ano em que Roma, que substituíra Florença como centro artístico, foi saqueada pelas tropas imperiais de Carlos V. O período contou com três figuras de primeira magnitude: Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael. Cada um desses artistas personificou um aspecto peculiar desse momento: Da Vinci foi o arquétipo do homem renascentista, um gênio solitário que se interessou pelas facetas múltiplas do conhecimento; Michelangelo encarnou o poder criador e concebeu vários projetos inspirando-se no corpo humano como veículo essencial para a expressão de emoções e sentimentos; e Rafael exemplificou o espírito clássico da harmonia, da beleza e da serenidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Da Vinci, autor da &#8220;Gioconda&#8221; (ou &#8220;Mona Lisa&#8221;) e da &#8220;Última ceia&#8221;, tenha sido reconhecido em sua época como um grande artista, seu constante e profundo interesse no conhecimento da anatomia humana, do mecanismo do vôo das aves e da estrutura interna de animais e plantas não lhe permitiu produzir uma obra pictórica extensa. Os primeiros exemplos escultóricos de Michelangelo, como o &#8220;David&#8221;, revelam uma grande habilidade técnica que lhe permitiu mais tarde curvar suas figuras de forma helicoidal, explorando as possibilidades expressivas da anatomia humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que tenha se iniciado como escultor, sua obra mais conhecida é o gigantesco afresco da abóbada da capela Sistina, na qual combinou a teologia cristã e a filosofia neoplatônica. Rafael, que na juventude sofreu a influência de Da Vinci e Michelangelo, distinguiu-se por sua preferência pela harmonia e clareza clássicas, características que podem ser apreciadas em uma de suas obras mais célebres, &#8220;Escola de Atenas&#8221;. Nesse trabalho, um afresco para o Vaticano, representou juntos, em conversa tranqüila, diversos filósofos, artistas e homens de ciência, tanto da antiguidade como seus contemporâneos, dispostos em um cenário colossal de características greco-latinas.<br />
O criador do <em>Cinquecento</em> arquitetônico foi Donato Bramante, que chegou a Roma em 1499. Sua primeira obra-prima foi o pequeno templo de são Pedro em Montorio, de planta centralizada, semelhante à dos templos circulares clássicos. O papa Júlio II escolheu Bramante para edificar a nova basílica de São Pedro, de gigantescas proporções, que deveria substituir a igreja paleocristã do século IV. O projeto só foi completado muito tempo depois da morte de Bramante e dele participaram artistas como Rafael e Michelangelo, que desenhou a enorme cúpula.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/48459"></a>Em Veneza, onde Antonello da Messina havia introduzido o óleo, técnica própria do norte da Europa durante o século XV, sucedeu-se uma série de pintores brilhantes &#8212; Giorgione, Ticiano, Tintoretto, Veronese &#8212; com os quais chegou ao seu esplendor máximo a escola veneziana, cujas características são o colorido, a luz vaporosa, a sensualidade e os temas pagãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Difusão da arte renascentista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51302"></a>Fora da Itália difundiram-se com certa rapidez as novidades estéticas italianas graças às viagens de artistas à Itália e à difusão proporcionada pela invenção da imprensa. Embora na arquitetura demorassem um pouco a se impor os critérios renascentistas, devido à permanência do gótico, na escultura e sobretudo na pintura chegaram a se destacar artistas extraordinários. No norte da Europa, onde ficara famoso o esplendor da escola gótica flamenga, minuciosa e de ricos cromatismos graças ao emprego do óleo, destacaram-se o gravador e pintor alemão Albrecht Dürer, que conjugou o estilo clássico renascentista com o gótico germânico com grande habilidade, e o flamengo Pieter Brueghel o Velho, interessado na reprodução de cenas da vida cotidiana não isentas de ironia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51298"></a>Na Espanha, a arte do Renascimento foi muito mais religiosa do que nos demais países da Europa, fruto do espírito da Contra-Reforma, e alcançou seu maior brilhantismo com a arquitetura austera de El Escorial, obra de Juan de Herrera y Gutiérrez de la Vega e com a obra de El Greco, que se caracteriza por figuras alongadas, de marcante espiritualidade, uma técnica livre e uma gama de cores e brilhos de origem veneziana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Literatura</strong><br />
Ao lado das artes plásticas, a literatura italiana viveu uma época proto-renascentista personificada por Dante Alighieri, contemporâneo de Giotto. Sua obra mais representativa, a <em>Divina comédia</em>, pertencia à Idade Média por sua construção e suas idéias, mas sua visão subjetiva e sua poderosa expressividade a aproximavam do Renascimento. Petrarca e Boccaccio também pertenceram ao período literário que precedeu o Renascimento, por seus estudos do latim e seus escritos em língua vernácula.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento foi representado na Europa por indivíduos notáveis como o francês François Rabelais, o português Luís de Camões, o italiano Ludovico Ariosto e o britânico Christopher Marlowe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong><br />
Também a música alcançou um enorme desenvolvimento no Renascimento, época na qual triunfou a música vocal polifônica, conjunto de várias vozes e instrumentos formando um todo harmonioso, e a profana, exemplificada no madrigal. O coro da capela Sistina, do Vaticano, que participava dos serviços religiosos oficiados pelo papa, atraiu músicos e intérpretes vocais de toda a Itália e até mesmo do norte da Europa. Entre seus membros destacaram-se os compositores Josquin des Prés e Giovanni Pierluigi da Palestrina, mestre da polifonia religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento'>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Renascimento uma Visão Geral'>Renascimento uma Visão Geral</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 13:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1454</guid>
		<description><![CDATA[O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Renascimento uma Visão Geral'>Renascimento uma Visão Geral</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/reforma.jpg" title="" class="shutterset_singlepic95" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/95__160x120_reforma.jpg" alt="reforma" title="reforma" />
</a>
O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.<span id="more-1454"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A atitude de Lutero não foi um fato isolado nem circunstancial e sim a resposta a uma época de crise. A Reforma coincidiu com um profundo descontentamento econômico, o desprestígio da hierarquia eclesiástica, a propagação de correntes místicas, os contínuos conflitos bélicos e uma desorientação espiritual generalizada. Era evidente, sobretudo para o clero germânico, a necessidade de uma reforma que devolvesse à igreja a essência do cristianismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O luteranismo, que rechaçava ainda a autoridade do papa, a maioria dos sacramentos e o culto à Virgem e defendia a livre interpretação da Bíblia e a prioridade da fé sobre os atos como meio de salvação, não tardou a propagar-se por todo o norte e centro da Europa, sobretudo entre a nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação católica teve como seu primeiro protagonista o imperador Carlos V , obstinado na luta contra os protestantes e na busca da unidade religiosa. Apesar da vitória imperial na batalha de Mühlberg em 1547, o resultado final foi a assinatura da Paz de Augsburgo em 1555, que confirmou a ruptura entre católicos e protestantes. A Igreja Católica buscou, além disso, combater a Reforma mediante a chamada Contra-Reforma, movimento de reação que se apoiou no Concílio de Trento (1545-1563) e na Companhia de Jesus. O concílio reafirmou os dogmas católicos atacados por Lutero, fortaleceu a hierarquia eclesiástica e estimulou o ensino da religião. Por sua vez, a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada em 1534 pelo espanhol Ignácio de Loyola, propôs-se a difundir, sob as ordens do papa, a doutrina católica por todo o mundo; para tanto, os jesuítas realizaram um amplo e abrangente trabalho educativo, por meio da criação de inúmeras escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A era dos grandes inventos e descobrimentos geográficos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51299"></a>O anseio pelo conhecimento e o espírito científico do homem renascentista, cujo melhor protótipo foi Leonardo da Vinci, provocaram uma verdadeira revolução. Difundiram-se e aperfeiçoaram-se inventos orientais como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da imprensa, atribuída ao alemão Johannes Gutenberg, que aperfeiçoou os sistemas medievais de impressão com a criação dos tipos ou caracteres metálicos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da cartografia, os avanços na arte da navegação, o conhecimento da bússola, o desaparecimento das rotas comerciais das caravanas para o Oriente, devido à presença dos turcos otomanos, e o espírito dinâmico e curioso do homem moderno foram fatores que se conjugaram para tornar possíveis os grandes descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, nos quais espanhóis e portugueses tiveram papel preponderante.</p>
<p style="text-align: justify;">As explorações portuguesas, incentivadas pelo Infante D. Henrique o Navegador, foram protagonizadas por Bartolomeu Dias, que chegou até o cabo das Tormentas (posteriormente cabo da Boa Esperança), no sul da África; Vasco da Gama, que alcançou a costa da Índia; e Pedro Álvares Cabral, que no ano de 1500 descobriu o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os espanhóis, por sua vez, exploraram mais o Atlântico, pois pretendiam chegar às Índias pelo oeste, convencidos da esfericidade da Terra. O pioneiro dessas explorações foi Cristóvão Colombo, que realizou quatro viagens às terras que acreditava serem a Índia e que constituíam um novo continente. O dia 12 de outubro de 1492, quando a primeira expedição de Colombo desembarcou nas novas terras, é considerado a data do descobrimento da América. A partir de então e durante todo o século XVI os espanhóis, seguidos dos franceses, britânicos e portugueses, lançaram-se ao descobrimento de novas terras: Hernán Cortés conquistou o império asteca, Vasco Núñez de Balboa chegou até o mar do Sul (posteriormente oceano Pacífico), Francisco Pizarro dominou o império inca, Álvar Núñez Cabeza de Vaca percorreu o sul do que seriam os Estados Unidos e Juan Sebastián Elcano conseguiu completar a primeira circunavegação da Terra, iniciada por Fernão de Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte do Renascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista alcançou sua expressão máxima nas artes plásticas. Tratava-se de uma arte baseada na observação do mundo visível e em uma série de princípios matemáticos e racionais, como equilíbrio, harmonia e perspectiva. Pouco a pouco foram sendo substituídas as expressivas formas góticas por novas linhas em conformidade com os modelos da antiguidade clássica. Nas mãos de homens como Leonardo da Vinci, a arte não foi apenas uma forma de plasmar a beleza, mas também um aspecto do conhecimento, um meio de explorar a natureza e demonstrar a realização dos descobrimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem da arte renascentista encontra-se na Itália e foi precedida por uma fase proto-renascentista, o <em>Trecento</em>, que se estendeu do final do século XIII até o fim do século XIV, estimulada pelo espírito cultural franciscano. O exemplo de são Francisco de Assis incentivou diversos poetas e artistas italianos a valorizarem a natureza. As obras do mais destacado pintor do <em>Trecento</em>, Giotto, revelam um novo estilo pictórico preocupado mais com o espaço, os volumes e a penetração psicológica dos personagens do que com as linhas decorativas e as composições hieráticas de seus predecessores como Cimabue, Duccio di Buoninsegna e Simone Martini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong><strong> </strong></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Renascimento uma Visão Geral'>Renascimento uma Visão Geral</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Renascimento uma Visão Geral</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1449</guid>
		<description><![CDATA[A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento'>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/renascimento-monalisa.jpg" title="" class="shutterset_singlepic93" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/93__160x120_renascimento-monalisa.jpg" alt="renascimento-monalisa" title="renascimento-monalisa" />
</a>
A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.<span id="more-1449"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como Renascimento designa-se o poderoso movimento artístico e literário que surgiu na Itália dos séculos XV (<em>Quattrocento</em>) e XVI (<em>Cinquencento</em>), irradiando-se depois para a Europa ao norte dos Alpes, promovendo em toda parte um pronunciado florescimento da arquitetura, escultura, pintura e das artes decorativas, da literatura e da música e um novo enfoque da política. Embora hoje também se fale, metaforicamente, em renascenças na história da civilização egípcia antiga ou da chinesa, trata-se na verdade de um fenômeno específico da civilização européia moderna que, malgrado o intervalo da Idade Média, nunca esqueceu suas bases na civilização greco-romana da antiguidade, da civilização &#8220;clássica&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado a princípio por eruditos e historiadores como um ressurgimento da cultura clássica depois de um amplo declínio medieval, mais tarde o termo adquiriu também uma série de conotações políticas, econômicas e até religiosas. Embora, de modo geral, o movimento tenha sido considerado como de total oposição ao período medieval, alguns historiadores tendem a ver o Renascimento mais como um processo evolutivo do que uma ruptura profunda, pois diversas manifestações renascentistas foram identificadas já no início do século XII. Entre esses prenúncios destacaram-se a redução da influência da Igreja Católica e do Sacro Império Romano-germânico, o surgimento das cidades-estados, o desenvolvimento das línguas nacionais e o início do desmoronamento das estruturas feudais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Historiografia </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi Jules Michelet quem, no século XIX, incorporou em definitivo a expressão Renascimento à terminologia histórica. Entretanto, a idéia de um renascer cultural encontra-se nos próprios humanistas dos séculos XII, XIV e XVI, que a definem enfaticamente. Em oposição ao que consideram ser as trevas medievais, exaltam os novos tempos, em que ressurgem as letras e as artes. Petrarca orgulha-se de haver feito renascer os estudos clássicos, esquecidos por muitos séculos. Bocaccio atribui a Dante o ressurgimento da poesia e a Giotto, o renascer da pintura. Lorenzo Valla<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/44741"></a>, em <em>Elegantiae lingua latinae</em> (1471; <em>Elegâncias do latim</em>), proclama que &#8220;a pintura, a escultura e a arquitetura, depois de prolongada e profunda degeneração, em que chegaram quase a morrer com a própria cultura, renascem e revivem agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É, porém, com a obra do artista e historiador de arte Giorgio Vasari que o termo <em>rinascita</em> define a renovação artística dos séculos XIII a XIV, de Giotto a Michelangelo. Descreve Vasari &#8220;a vida, as obras, o talento artístico e as vicissitudes dos que fizeram ressuscitar as artes já envelhecidas&#8221;. E acrescenta: &#8220;Quem contemplou a história da arte em sua ascensão e em seu declínio compreenderá mais facilmente o sucesso de seu renascimento [<em>della sua rinascita</em>] e da perfeição a que tem chegado em nossos dias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos na definição historiográfica do período registraram-se no século XVIII com o racionalismo, quando se formulou a antítese entre a Idade Média (caracterizada como um período que não se regia pela razão) e o Renascimento. Além disso, alguns homens de letras, como o francês Voltaire e o britânico Edward Gibbon, começaram a considerar a queda de Constantinopla, em 1453, como um fato de valor transcendental para o Ocidente, uma vez que tal acontecimento permitiu um conhecimento mais profundo da cultura greco-latina. Outro historiador britânico, William Roscoe, em seu livro <em>The Life of Lorenzo de Medici</em> (1795; <em>A vida de Lourenço de Medici</em>), demonstrou pela primeira vez o papel primordial exercido no início do século XVI por Florença, vista como a &#8220;nova Atenas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No século XIX sistematizaram-se os estudos sobre o Renascimento. Michelet estabeleceu, em <em>L&#8217;Histoire de la Renaissance</em> (1855; <em>A História do Renascimento</em>), a expressão para designar uma determinada época cultural e histórica. É característica, nessa fase, a total identificação de Renascimento e humanismo: este, tendo desenterrado os tesouros artísticos e literários da antiguidade greco-romana, é considerado a base do Renascimento, da criação das obras de arte novas pelo aproveitamento das lições gregas e romanas. Essa identificação ainda inspira a mais influente de todas as obras sobre o Renascimento, a de Jacob Burckhardt.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemporâneo de Michelet, o grande historiador Burckhardt escreveu <em>Die Kultur der Renaissance in Italien</em> (1860;<em> A cultura do Renascimento na Itália</em>), no qual considerou que a arte renascentista foi o ponto mais alto atingido pela produção cultural da Europa moderna, pois atingiu o meio-termo feliz entre o primitivismo ingênuo da Idade Média e a exaltação artificial do barroco. Pelo estudo do sereno equilíbrio dos gregos, os artistas do Renascimento teriam conseguido o mesmo equilíbrio entre realismo e idealismo: uma nova arte clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Burckhardt, essa vitória não se limita à arquitetura, à escultura e à pintura. O Renascimento descobriu o mundo exterior, que a Idade Média cristã havia exorcizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriu a beleza física do homem e da mulher. Descobriu, no centro desse mundo novo, o grande indivíduo. Homens como Leon Battista Alberti, Leonardo da Vinci e Michelangelo são gênios universais, grandes artistas, grandes poetas e grandes cientistas ao mesmo tempo. O Renascimento teria sido a mais &#8220;genial&#8221; de todas as épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo descoberto o mundo, o Renascimento também quis dominá-lo pela inteligência. Não dispondo ainda das ciências naturais e matemáticas, de Galileu e Descartes, pretendeu realizar sua ambiação pela magia, pelos estudos cabalísticos de Pico della Mirandola e pela astrologia, em que acreditava mais que na religião cristã. O ponto de vista estético dominava até a política: os &#8220;tiranos&#8221; como Giangaleazzo Visconti e Lourenço de Medici em Florença e o rei Ferrante em Nápoles transformaram seus estados em obras de arte, cientificamente administrados. Maquiavel escreveu-lhes a teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pelas façanhas desse individualismo, o Renascimento pagou um alto preço: a decadência moral. A Itália do século XVI afigura-se aos historiadores um país de criminosos inteligentíssimos. A autobiografia do ourives e escultor Benvenuto Cellini, um dos documentos mais característicos da época, descreve a vida de um homem genial e sem nenhum escrúpulo. O próprio Burckhardt, humanista pouco cristão, sente um calafrio ao falar de Maquiavel, e olha com horror fascinado os crimes de César Borgia. Posteriormente, no século XX, surgiram numerosos estudos sobre a arte do período, como os de Erwin Panofsky, André Chastel e Rudolf Wittkower.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/08/o-renascimento-e-a-retomada-do-racionalismo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Renascimento e a Retomada do Racionalismo'>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/a-italia-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Itália e o Renascimento'>A Itália e o Renascimento</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/14/reforma-contra-reforma-e-o-renascimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento'>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/13/renascimento-uma-visao-geral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Caminho para Deus e a Verdade quando se Fala em Religião</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/15/o-caminho-para-deus-e-a-verdade-quando-se-fala-em-religiao/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/15/o-caminho-para-deus-e-a-verdade-quando-se-fala-em-religiao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 00:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1362</guid>
		<description><![CDATA[Vamos pensar e refletir um pouquinho sobre o porquê das diversas denominações religiosas e da divisão até mesmo dentro do Cristianismo. Sabemos que há milhares de religiões espalhadas pelo mundo a fora. As proporções são mais ou menos as seguintes: 


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Religião Versus Ciência'>Religião Versus Ciência</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/28/dia-de-finados-2-de-novembro-saudades-sim-tristeza-nao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dia de Finados, 2 de Novembro. Saudades sim! Tristeza não!'>Dia de Finados, 2 de Novembro. Saudades sim! Tristeza não!</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/labirinto-da-vida.jpg" title="" class="shutterset_singlepic80" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/80__160x120_labirinto-da-vida.jpg" alt="labirinto-da-vida" title="labirinto-da-vida" />
</a>
Este texto que segue foi recomposto por mim, mas é um tema originário do amigo José Maria dias a quem devo os créditos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos pensar e refletir um pouquinho sobre o porquê das diversas denominações religiosas e da divisão até mesmo dentro do Cristianismo. Sabemos que há milhares de religiões espalhadas pelo mundo a fora. As proporções são mais ou menos as seguintes:<span id="more-1362"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>1. Cristãos, </strong>perfazem um total de <strong>2,2 bilhões de seguidores</strong> no mundo, se baseia na vida e nos ensinamentos de <strong>Jesus Cristo</strong> narrada por seus discípulos, os ensinamentos estão basicamente no <strong>Novo Testamento</strong> da <strong>Bíblia Sagrada</strong>. Todavia os Cristãos, seguidores de Cristo, estão divididos em denominações diferentes. São elas: <strong>1</strong>.<strong>1.</strong> <strong>Católicos</strong> com mais ou menos a metade de todos os Cristãos, algo como <strong>1,1 bilhão de seguidores</strong>; os <strong>Ortodoxos</strong> estão focados no oriente, são eles <strong>católicos russos</strong> e a <strong>católicos ortodoxos</strong>, ambos têm afinidade com a Igreja Católica Apostólica Romana. <strong>1.2</strong>. <strong>Protestantes</strong> <strong>Evangélicos</strong> em uma quantidade de aproximadamente <strong>33.600 denominações diferentes</strong> totalizam a outra metade, ou seja, <strong>1,1 bilhão</strong>. Juntos, Católicos e Protestantes <strong>perfazem 33%</strong> de pessoas seguidoras da doutrina Cristã no mundo, os outros 66% estão divididos entre outras religiões não cristãs.</p>
<p style="text-align: justify;"> Assim “apenas” 1/3 do Planeta é de Cristãos e estão concentrados em sua grande maioria no mundo ocidental, principalmente na Europa, América, Austrália e África do Sul.  A maioria dos religiosos no mundo, os outros 2/3 são de <strong>não-cristãos</strong>. De qualquer maneira <strong>Cristãos</strong> e <strong>mulçumanos</strong> são monoteístas, ou seja, acreditam em um único Deus. Estes perfazem aproximadamente 53% do Planeta religioso.</p>
<p style="text-align: justify;">  <strong>2</strong>. <strong>Islamismos</strong> (Mulçumanos) com aproximadamente 20% da população mundial. É uma das religiões que mais cresce no mundo atualmente. É também um sistema que monitora a política, a economia e a vida social. <strong>Seu livro sagrado é o</strong> <strong>Alcorão</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"> Outro fato que ocorre no mundo é que ele, quase sempre esteve dividido. Em época recente do pós-guerra tivemos dois blocos: os Capitalistas liderados pelos EEUU, e os Socialistas ou Comunistas liderados pela Rússia ou antiga União Soviética. Agora temos um embrião em desenvolvimento muito acelerado que germina nova divisão: o <strong>mundo ocidental</strong>, <strong>Cristão</strong> e o <strong>mundo oriental Mulçumano</strong>, ambos monoteístas. Será que o Deus mulçumano não é o Deus dos Cristãos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3</strong>. <strong>Hinduísmo</strong>, com quase um bilhão de fiéis, é a <strong>terceira maior religião</strong> e a mais velha do mundo. A religião <strong>se baseia em textos</strong> <strong>como os Vedas, os Puranas, o Mahabharata e o Ramayama. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>4. Religiões Chinesas </strong>com ½ bilhão de seguidores.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>5</strong>. <strong>Budismo</strong> com quase ½ bilhão de fies. De maneira similar ao Cristianismo, seus discípulos escreveram acerca de suas realizações e ensinamentos para que seus posteriores fiéis pudessem conhecê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"> 6. <strong>Judaísmo:</strong> teve início na Palestina, ainda no século XVII a.C., seu patriarca é Abraão. Atualmente só possuem 14 milhões de seguidores no mundo. O judaísmo é a Religião que “deu origem” ao Cristianismo. Os primeiros Cristãos, em sua maioria, eram Judeus.</p>
<p style="text-align: justify;"> 7. <strong>Religiões Espíritas e/ou Afro-descendentes. </strong>Poderíamos incluir aí também as religiões ameríndias e outras afins. Há também um número bem grande de seguidores destas religiões no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Agora vamos lembrar o que diz a mais recente constituição do Brasil de 1988. No Art. 5, parágrafo VI, reza o seguinte, <strong>&#8220;É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e suas liturgias&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Temos que refletir outra questão: será que a nossa religião Cristã é a única correta? As outras denominações pelo mundo a fora estão todas equivocadas? Bem, além desse questionamento e reflexão gostaria de lembrar que nós, do mundo ocidental, somos na imensa maioria Cristãos, seja lá de qual dos milhares de denominações formos&#8230;  Lembrando ainda que a cada dia surge uma “seita” nova se dizendo cristã. Outro fato é que esse mundo que se diz Cristão defronta-se com um paradoxo: <strong>cria leis e normas não cristãs</strong>. Para ver mais sobre este tema leia o texto: “<span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/18/o-mundo-que-se-diz-cristao-e-suas-leis-nao-cristas/" target="_blank"><strong>O mundo que se diz Cristão e suas leis não cristãs</strong>”.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos avante, este mundo “do lado de Cá” quer impor suas normas e leis e religião ao “mundo de lá”. Será que isso está correto? Quando impusemos nossa religião, aos índios, aos africanos escravizados na América por nós cristãos e aos povos da América latina como os descendentes dos Incas, etc. Estávamos certos em fazê-lo? Ainda mais pela força? Daí surge um dos motivos do Sincretismo religioso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Gostaríamos agora, para completar este texto, de ouvir você nosso leitor que terá o livre arbítrio de se manifestar, sobre o que é, e como ou porque surgiram as várias religiões, e se são os verdadeiros caminhos para a vida eterna. Sabemos que cada religião tem o seu “sacerdote”, que prega sua doutrina litúrgica de acordo com sua “Bíblia” ou seu “livro sagrado”. É bom lembrar que cada “livro sagrado” correspondente a uma religião, e muitas vezes têm seu conteúdo particular para ser pregado de acordo com sua doutrina. Afinal, de qual delas provém o verdadeiro caminho para Deus? Será que este caminho é único, só há uma opção?</p>
<p style="text-align: justify;"> Todos os fiéis que seguem uma religião vão em busca de lenitivos para sua alma e soluções para seus problemas, além de  procurar o caminho para sua salvação eterna &#8211; referimo-nos às religiões e crenças que pregam a vida eterna. Os Cristãos, por exemplo, vão dizer que o caminho é um só, Jesus Cristo. “Eu Sou o Caminho a Verdade e a Vida, Ninguém vem ao Pai se não por mim”. Disse Jesus. No entanto cada religião diz que há um caminho, e há uma metodologia a ser seguida. Pense bem! Se o principal objetivo dos “Sacerdotes” que pregam as <strong>diversas palavras</strong> fosse tão somente a salvação, por que então as diferentes religiões e/ou denominações não fazem as pazes e trabalham juntas? E por que os Cristãos, que estão divididos entre milhares de denominações espalhadas pelo mundo a fora e ensinam que o verdadeiro caminho é o Senhor Jesus Cristo,  Não estão em unidade? Por que há tanta separação entre os próprios Cristãos? E por que nós cristãos nos julgamos o único caminho para Deus?</p>
<p style="text-align: justify;"> NB: FAÇA SEU COMENTARIO RESPEITANDO O QUE DIZ O ART. 5 da constituição.</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a></span></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Religião Versus Ciência'>Religião Versus Ciência</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/28/dia-de-finados-2-de-novembro-saudades-sim-tristeza-nao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dia de Finados, 2 de Novembro. Saudades sim! Tristeza não!'>Dia de Finados, 2 de Novembro. Saudades sim! Tristeza não!</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/15/o-caminho-para-deus-e-a-verdade-quando-se-fala-em-religiao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Das Estações do Ano a Primavera é uma das mais Belas</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/09/12/das-estacoes-do-ano-a-primavera-e-uma-das-mais-belas/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/09/12/das-estacoes-do-ano-a-primavera-e-uma-das-mais-belas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 00:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Equinócio]]></category>
		<category><![CDATA[Estações]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1303</guid>
		<description><![CDATA[Dia 22 de Setembro às 07h30min PM no ano de 2010, em uma Quarta-feira, teremos mais um Equinócio, ou seja, o dia com a mesma duração da noite. Este fato é cíclico.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Primavera a estação das Flores'>Primavera a estação das Flores</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O tempo está passando mais rápido?'>O tempo está passando mais rápido?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano'>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/estacoes.jpg" title="" class="shutterset_singlepic76" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/76__160x120_estacoes.jpg" alt="estacoes" title="estacoes" />
</a>
Dia 22 de Setembro às 07h30min PM no ano de 2010, em uma Quarta-feira, tivemos mais um <strong>Equinócio</strong>, isto é, o dia com a mesma duração da noite. Este fato é cíclico, ou seja, se repete todo ano como ocorre com todas as demais estações: Verão, Outono e Inverno. Sendo que os equinócios são na Primavera e no Outono. Enquanto que no Verão e no Inverno não temos um equinócio e sim um <strong>Solstício</strong> que é quando há o dia mais longo do ano, como é o caso do Verão, ou o dia mais curto e, portanto, a noite mais longa do ano como ocorre no solstício de Inverno. <span id="more-1303"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que enquanto no hemisfério Sul é Primavera no hemisfério Norte é Outono, depois a próxima estação lá no hemisfério “superior” será Inverno e no hemisfério “inferior” será o tão esperado Verão que os brasileiros tanto amam.  Neste artigo vou falar um pouco das <strong>Estações do Ano</strong>, para ler especialmente sobre a Primavera veja meu outro texto: <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank">Primavera a Estação das Flores. (clique aqui!)</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estação do ano é um dos quatro períodos de três meses em que se costuma dividir o ano, segundo critérios astronômicos estabelecidos em função da posição da Terra com relação ao Sol. Distinguem-se, tradicionalmente, quatro grandes estações &#8211; primavera, verão, outono e inverno, associadas às diferentes atividades agrícolas, condições meteorológicas e costumes sociais que regem a vida na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Excetuando-se os trópicos, a característica essencial do ciclo das estações é um movimento pendular da temperatura entre uma máxima e uma mínima. As outras diferenças entre as quatro estações são subordinadas às alterações de temperatura. Assim, somente as estações extremas possuem características próprias. Se a divisão quádrupla das estações não estivesse tão demarcada no espírito popular, primavera e outono seriam considerados simples períodos de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano coincide com a sucessão de quatro estações, que se repetem periodicamente, a partir das mesmas datas.<strong> </strong>Denomina-se <strong>ano sideral</strong> o período de tempo transcorrido entre dois alinhamentos sucessivos do Sol e da Terra com uma estrela distante. Esse intervalo compreende 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 9,54 segundos, ou <strong>365,2564 dias solares médios</strong> &#8211; indicadores cronológicos mais precisos que os calculados por observações diretas da posição do Sol, pois sua medida é feita com referência a um corpo imaginário dotado de movimento regular. No entanto, o dia civil universalmente aceito e com o qual estão sincronizados os relógios de todo o mundo é definido pela observação diária do Sol (ano solar ou tropical).</p>
<p style="text-align: justify;">A Terra gira em torno do Sol e descreve em seu movimento uma elipse quase circular, cujo achatamento, ainda que pouco acentuado, adquire importância especial na determinação dos pontos astronômicos do espaço que marcam o início das estações. O Sol está num dos focos da elipse. Os dois pontos extremos chamam-se <strong>periélio</strong> (o mais próximo do Sol) e <strong>afélio</strong> (o mais distante).</p>
<p style="text-align: justify;"> A data que corresponde à posição da Terra no periélio é conhecida no hemisfério sul como solstício de verão (de inverno no hemisfério norte). Coincide aproximadamente com o início da estação, em 22 ou 23 de dezembro, que é o dia mais longo do ano no hemisfério sul (e o mais curto no hemisfério norte).</p>
<p style="text-align: justify;">A Terra passa pelo afélio pouco depois do início do inverno austral (verão boreal), que ocorre em 21 ou 22 de junho, o dia mais longo do ano no hemisfério sul (e o mais curto no hemisfério norte).</p>
<p style="text-align: justify;">As datas intermediárias, conhecidas como equinócios, marcam o início da primavera (22 ou 23 de setembro, no hemisfério sul; 20 ou 21 de março, no hemisfério norte), e do outono (20 ou 21 de março, no sul; 22 ou 23 de setembro, no norte).</p>
<p style="text-align: justify;">A variação da duração dos dias (mais longos no verão) e das noites (mais longas no inverno) durante o ano se deve ao fato de que o eixo em torno do qual a Terra realiza sua rotação não é perpendicular à direção de seu deslocamento em torno do Sol (plano orbital). O eixo da Terra mantém, em relação ao plano orbital, uma inclinação relativamente constante de 23<sup>o</sup> 27&#8242;, o que faz os raios solares incidirem mais perpendicularmente em um hemisfério do que no outro durante seis meses por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclinação da Terra no espaço é permanente, mas, com relação ao Sol, aparentemente se inverte ao passar pelos extremos da elipse. Os pontos equinociais marcam a mudança das estações frias para as quentes, ou vice-versa. O fenômeno tem várias conseqüências, entre as quais se destacam as diferenças de estados climáticos entre os dois hemisférios (o verão austral coincide com o inverno boreal). Outras conseqüências são a aparente variação da posição do Sol no céu, que surge sobre o horizonte em pontos diferentes, nas mesmas horas, ao longo do ano, e a diferente duração dos dias e das noites durante o ano, especialmente notável nos pólos.</p>
<p style="text-align: justify;">As noites de inverno nos países escandinavos, por exemplo, são praticamente contínuas. Durante pequenos intervalos, o sol brilha, fraco, quase sobre o horizonte. No verão, ocorre o famoso efeito conhecido como noites brancas ou sol da meia-noite &#8211; quando o astro permanece visível durante as 24 horas do dia ou se oculta por apenas algumas horas. Nos equinócios, o dia e a noite duram exatamente doze horas cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regiões muito próximas da linha do equador, onde a variação térmica e a da incidência do Sol ao longo do ano é pequena, o critério para definição das estações são os períodos de seca e de chuva. Na Índia, por causa das monções, alternam-se três estações: uma fria e seca, de dezembro a fevereiro; uma quente e seca, de março a meados de junho; e uma chuvosa, de meados de junho a novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">O ciclo das estações tem conseqüências para a vida na Terra. As modificações climáticas se devem mais à inclinação do eixo terrestre do que à variação da distância da Terra ao Sol, de efeitos imperceptíveis mesmo nos pontos mais extremos da trajetória elíptica da translação.</p>
<p style="text-align: justify;"> A duração relativa dos dias e das noites influi nas condições meteorológicas predominantes em cada região. A atmosfera fica mais tempo exposta às radiações solares no verão do que no inverno, e o mesmo acontece com o mar, cuja temperatura aumenta o suficiente para provocar correntes oceânicas. Entretanto, o alto calor específico da água (quantidade de calor necessária para elevar em um grau Celsius a temperatura de um grama de água) faz do mar um imenso moderador térmico, que impede a queda acentuada da temperatura no inverno e o aumento excessivo no verão.</p>
<p style="text-align: justify;">A influência do mar na suavização das estações diminui nas terras mais continentais, cujo clima seco tende a provocar grandes diferenças entre as temperaturas máximas e mínimas. A função do mar como acumulador de calor, além disso, retarda os efeitos de fatores diversos sobre os índices de temperatura. Assim, as temperaturas extremas do ano não acontecem durante os solstícios, mas algumas semanas depois.</p>
<p style="text-align: justify;">A umidade, a pressão atmosférica e, em conseqüência, as precipitações, tanto em forma de chuva como de neve, se repetem periodicamente, em especial em determinadas estações típicas para cada região. Os ventos de monções representam também um claro exemplo de mudanças atmosféricas características das mudanças de estação. Sua formação se deve a uma descompensação nos fenômenos de resfriamento ou aquecimento da terra e do mar que, ao ocorrerem muito rapidamente, provocam ventos fortes e períodos de chuva ou de seca.</p>
<p style="text-align: justify;">Os animais mais evoluídos regulam seus ciclos vitais biológicos de acordo com as diferentes estações, ao longo das quais adequadamente distribuem suas principais atividades. A busca de alimentos se intensifica ou atenua segundo as condições climáticas e se adapta à época mais favorável para a manutenção das crias. Alguns animais hibernam durante a época fria, e quase todos experimentam mudanças de maior ou menor importância em seu metabolismo, para se adaptarem ao ambiente de cada estação.</p>
<p style="text-align: justify;">As plantas denunciam, de maneira mais acentuada, as particularidades térmicas de umidade ou de insolação características de cada estação. A primavera está associada ao período de floração e o outono à queda das folhas das árvores. Em determinados climas, a perda de umidade das florestas durante o verão aumenta perigosamente o risco de incêndios.</p>
<p style="text-align: justify;">A agricultura ajusta cada uma de suas fases ao período mais propício, que varia conforme o produto, o que em muitos casos possibilita obter mais de uma colheita por ano. Qualquer alteração de monta na data prevista para o início das manifestações climáticas correspondentes à estação em curso pode perturbar gravemente o desenvolvimento da lavoura.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança das estações afeta também o comportamento dos indivíduos. Alguns doentes mentais reagem de forma muito clara a essas alterações. O clima, associado à estação, provoca estados de ânimo que afetam grupos sociais inteiros. Diversos costumes, atitudes sociais e de trabalho estão relacionados com as estações do ano. O calor excessivo e as temporadas de chuvas torrenciais ou de nevascas podem recomendar a adoção de medidas reguladoras das diferentes atividades humanas: redistribuição de horários de trabalho, suspensão das aulas, adequação dos serviços públicos etc. Daí que surge também o horário de Verão em muitos países.</p>
<p style="text-align: justify;">As estações amenas, nem tão quentes, nem tão frias, são, via de regra, as mais agradáveis&#8230; Portanto feliz Primavera.</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Enciclopédia Barsa. </em></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Primavera a estação das Flores'>Primavera a estação das Flores</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O tempo está passando mais rápido?'>O tempo está passando mais rápido?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano'>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/09/12/das-estacoes-do-ano-a-primavera-e-uma-das-mais-belas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Relatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1271</guid>
		<description><![CDATA[Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso status quo, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/07/31/o-que-e-a-felicidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Que é a Felicidade?'>O Que é a Felicidade?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/felicidade.jpg" title="" class="shutterset_singlepic71" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/71__160x120_felicidade.jpg" alt="felicidade" title="felicidade" />
</a>
Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso <em>status quo</em>, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.<span id="more-1271"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um de nós dá uma desculpa pelo motivo de sua “atitude insatisfatória” no presente. Por exemplo, uns vão dizer que é melhor gastar viajando ou fazendo isso ou aquilo do que gastar com médicos e com sua saúde. Outros vão dizer, fulano viveu a vida toda e tudo que construiu ficou aí, pois não viveu a vida, só pensou em trabalho, trabalho e mais trabalho. Outros ao contrário vão pensar: é melhor eu poupar e guardar meu dinheiro para um momento difícil em que eu possa precisar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem sua desculpa, seja ela para gastar ou para guardar. O que quero enfatizar não é a desculpa que usamos para fazer algo, mas sim a desculpa que damos para deixar de fazer algo que nos satisfaçam, desde que evidentemente seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando estamos em um estado de felicidade e/ou alegria devemos evitar mexer na situação. Para isso lembremo-nos de uma equipe de futebol. Quando o time está ganhando não deve ser mexido, como dizem: “Time que ganha não se mexe”. É claro que se houver necessidade de mexer no time, seja por contusão, por expulsão etc., aí não tem jeito, mas esteja certo que vai mudar o <em>status quo, </em>e então mexemos na “alegria” do momento. O que virá não se sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Devemos distinguir Alegria de Felicidade. Para um melhor entendimento destes termos vou dizer que entendo Alegria como algo mais passageiro, um fato, algo que <strong>nos dê</strong> alegria momentânea. Por exemplo, um momento com amigos batendo “papo”, um churrasco ou uma festa é normalmente um momento alegre. Embora muitos vão dizer isso é a Felicidade, eu prefiro chamar a Felicidade de algo mais duradouro. Essa é a distinção que quero fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um dos grandes problemas da humanidade contemporânea no mundo ocidental é a vida frenética e desenfreada, sempre estamos dizendo que não temos tempo pra nada. Aliás, quem não tem tempo para a Vida não tempo para Viver. Para uma completa felicidade é preciso ter o tempo para plantar, o tempo para colher e o tempo para “curtir” a terra, descansar, enfim re-viver, tanto a terra como nós mesmos, aí está o segredo da Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Precisamos sair da Rotina. Sempre achei que a rotina “come” o nosso tempo, mas alguns vão dizer há uma contradição entre sair da rotina e não mexer no time que está ganhando, então vou dizer: Saia da Rotina, mas sem mexer no Time. Como fazer isso?</p>
<p>Vejamos uma mensagem extraída do livro “O Mensageiro”:</p>
<p>Arranje um tempo para trabalhar.<br />
É o preço para alcançar a vitória.</p>
<p>Arranje um tempo para meditar.<br />
É a fonte da força.</p>
<p>Arranje um tempo para brincar.<br />
É o segredo da juventude.</p>
<p>Arranje um tempo para ler.<br />
É o fundamento para o saber.</p>
<p>Arranje um tempo para a devoção.<br />
Ela limpa o pó mundano dos nossos olhos.</p>
<p>Arranje um tempo para os amigos.<br />
Eles são a fonte da felicidade.</p>
<p>Arranje um tempo para amar.<br />
O amor é o maior sacramento da vida.</p>
<p>Arranje um tempo para sonhar.<br />
Os sonhos levam nossa alma até as estrelas.</p>
<p>Arranje um tempo para sorrir.<br />
É o meio para aliviar as cargas que temos que levar.</p>
<p>Arranje um tempo para planejar.<br />
Aí, então, terá tempo para as nove coisas acima.</p>
<p style="text-align: justify;"> Espero que esta pequena mensagem possa te ajudar, ela me ajudou muito e sempre me ajudará, pois defendo a Ideia do Sair da Rotina como meu <em>status quo,</em> dessa maneira e é assim para mim: Buscar dividir o tempo com atividades e lazeres diversificados. Mas se para você teu <em>status quo </em>é diferente e você está feliz com ele não o mude, não mexa no time, entende? Time que ganha não se mexe! Mas se teu time não está ganhando mexa nele, mude seus hábitos, crie atividades diferentes das que você faz hoje, busque novas amizades, isso não significa que você deve abandonar as antigas, não! A não ser que sejam “amizades” que não te acrescentam nada e nunca te acrescentaram&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto que quero enfatizar é a tal da “felicidade” relativizada. Essa é uma felicidade por inveja, ou seja lá o nome que queiramos dar. Quando estamos comparando o nosso <em>status quo </em>com os de outras pessoas, estamos relativizando nossa vida, aliás é isso o que o sistema capitalista mais aprecia, isso gera <strong>competitividade</strong>, <strong>concorrência</strong>, <strong>consumismo</strong> etc. Esse é o motor do capitalismo, sem isso o sistema não funcionaria pois gerar-se-ia uma “<strong>acomodação</strong>” e posterior “<strong>assimilação</strong>” tanto nas empresas quanto no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para justificar esse argumento vou mencionar uma pesquisa feita nos Estados Unidos, o maior símbolo do capitalismo na atualidade. A pesquisa perguntou a diversas pessoas o que elas prefeririam: ganhar 50.000,00 dólares por ano enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ganhassem 25.000,00 dólares, ou ganhar 100.000,00 dólares enquanto as demais pessoas próximas ganhariam 200.000,00 dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                                                                </p>
<p style="text-align: justify;">Você imagina qual foi a imensa maioria das respostas? Isso mesmo a grande maioria preferiria ganhar menos, desde que esse menos fosse o dobro dos seus visinhos. Isso é “Felicidade” relativizada e está pautada na Inveja, ou seja lá o nome que você queira dar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Caro amigo leitor se não nos <em>pré-ocuparmos</em> em relativizar nossa Felicidade, se dividirmos o nosso Tempo como na mensagem acima, se não pensarmos em mudar o nosso <em>Status Quo</em>, quando em Felicidade.. Então estou certo estaremos e Seremos Felizes. A alegria é Estar&#8230; A Felicidade é Ser!</p>
<p> Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/12/22/feliz-natal-feliz-aniversario-o-nascimento-e-a-vida-de-jesus-cristo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!'>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/07/31/o-que-e-a-felicidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Que é a Felicidade?'>O Que é a Felicidade?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 22:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[ser vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=872</guid>
		<description><![CDATA[Que a Vida é algo “Maravilhoso”  acho que não se questiona muito. Na sua imensa maioria os seres vivos defendem a sua vida e a querem prorrogar ao máximo, seja por instinto ou racionalmente, queremos viver mais e mais&#8230;  se a Vida é uma Dádiva ou um Acaso, pouco Caso faz para muitos, mas quanto [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/05/16/o-apolineo-e-o-dionisiaco-%e2%80%93-apolo-e-dioniso-em-nietzsche-a-perda-da-proximidade-com-a-natureza-que-tinha-o-homem-antigo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Apolíneo e o Dionisíaco – Apolo e Dioniso em Nietzsche: a perda da proximidade com a Natureza que tinha o homem antigo'>O Apolíneo e o Dionisíaco – Apolo e Dioniso em Nietzsche: a perda da proximidade com a Natureza que tinha o homem antigo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?'>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/em-defesa-do-planeta-2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic34" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/34__160x120_em-defesa-do-planeta-2.jpg" alt="em-defesa-do-planeta-2" title="em-defesa-do-planeta-2" />
</a>
Que a Vida é algo “Maravilhoso”  acho que não se questiona muito. Na sua imensa maioria os seres vivos defendem a sua vida e a querem prorrogar ao máximo, seja por instinto ou racionalmente, queremos viver mais e mais&#8230;  se a Vida é uma Dádiva ou um Acaso, pouco Caso faz para muitos, mas quanto ao Ocaso, aí preocupa a tantos “humanos”.<span id="more-872"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Neste texto não vou argumentar as ideias: Dádiva ou Acaso. Esse tema pode ser lido no meu texto, “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank">A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a>” o que pretendo aqui é polemizar a Relação do homem com a natureza em épocas passadas e a diferença que ocorre a partir da modernidade, e a sua preocupação com o Ocaso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O homem há poucos milhares de anos atrás tinha um convívio e harmonia com a natureza que poderíamos dizer que ele sentia-se parte da natureza, o ser humano contemplava aquela Natureza e até a reverenciava. Ele, ainda que intuitivamente,  sabia que fazia parte desse Todo que os gregos antigos diziam:  <em>physis</em>. O homem, a natureza, os deuses gregos, tudo era imanente ao <em>cosmos. </em>Dessa maneira sabia-se que um estava ligado ao outro,  nasceram juntos, eram irmãos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje quando falamos e pensamos na natureza, muitas vezes nos vemos refletindo quanto aos animais, as florestas, o ar com sua “quantidade certa” de oxigênio respirável para o ser humano, a água, etc. Mas será que estamos pensando na Natureza, na ecologia no sentido amplamente planetário ou será que estamos pensando em nós mesmos? Bem, que nós somos os seres vivos que mais influíram na Natureza, em todos os tempos do planeta, parece algo verdadeiro. Nós não só influímos na natureza como a transformamos, a modificamos, a exploramos como se fosse algo exclusivamente posto aqui para Nós esses animais onipotentes e egocêntricos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Portanto se faz necessário que esses animais onipotentes façam alguma coisa para não deixar escapar a Sua Fonte de Vida. É óbvio que quem transforma e/ou explora alguma coisa deve fazer algo para não acabar definitivamente com a sua Fonte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os homens observam os animais  na natureza e muitas vezes se perguntam: que estranhos são esses animais, o que é que se passa pela cabeça deles? Fazem essas perguntas sem perceber que os estranhos não são os animais, somos nós. Nós somos os estranhos, somos os diferentes em muitos aspectos, ainda que guardemos muito de nossa animalidade, estamos em um processo de “humanização” deixando nosso território animal e entrando no novo território humano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Planeta Terra está aí há 4 bilhões de anos, diversas espécies já passaram por aqui, algumas precisaram acabar para que outras proliferassem, se algumas daquelas espécies não tivessem sido extintas, é provável que nós não estivéssemos aqui. E quem poderia afirmar que para outras espécies virem a existir aqui no Planeta não seria necessário que nossa espécie fosse embora?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nós queremos, isto sim, é nos perpetuarmos no planeta. É lógico que temos que cuidar da natureza, é claro que Nós os maiores exploradores e destruidores de todos os tempos desse Planeta, precisamos cuidar para que ele não acabe por nós mesmo, mas não podemos pensar, como é  praxe no pensamento, que estamos cuidando para as futuras gerações. Acho que o nosso pensamento deveria estar pautado em outros termos. Será que vamos acabar com o planeta de uma forma que nenhuma vida mais seja possível?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A nossa espécie é apenas uma, das milhares, que passaram ou passarão pelo planeta, mas as outras espécies extintas não acabaram com o planeta. Houve situações naturais que o fizeram, mas a natureza, como sábia,  deu nova Vida no Planeta e ao Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/05/16/o-apolineo-e-o-dionisiaco-%e2%80%93-apolo-e-dioniso-em-nietzsche-a-perda-da-proximidade-com-a-natureza-que-tinha-o-homem-antigo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Apolíneo e o Dionisíaco – Apolo e Dioniso em Nietzsche: a perda da proximidade com a Natureza que tinha o homem antigo'>O Apolíneo e o Dionisíaco – Apolo e Dioniso em Nietzsche: a perda da proximidade com a Natureza que tinha o homem antigo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?'>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Início de nossa viagem rumo ao universo desconhecido</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/03/22/o-inicio-de-nossa-viagem-rumo-ao-universo-desconhecido/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/03/22/o-inicio-de-nossa-viagem-rumo-ao-universo-desconhecido/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 02:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=172</guid>
		<description><![CDATA[Continuando essa &#8220;Estória&#8221;&#8230; Então, quando começa e quando termina nossa viagem? Falo agora alegoricamente fazendo um paralelo entre a nossa vida no Planeta e nossa vida na Nave Espacial. Bem, Nossa viagem começa quando nós entramos na “Nave” e termina quando saímos dela. Quando nascemos inicia-se nossa “aventura”, somos preparados por nossos pais para “viajar” [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O universo é finito?'>O universo é finito?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/30/viagem-e-investimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Viagem é investimento'>Viagem é investimento</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318267145572923282" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 148px; height: 110px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/Sc5HyqCBN5I/AAAAAAAAATI/41GskP2d1RY/s200/Nave+espacial+pequena.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/17/a-nave-espacial-chamada-terra-ou-agua/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Continuando essa &#8220;Estória&#8221;&#8230;</span> </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Então, quando começa e quando termina nossa viagem? Falo agora alegoricamente fazendo um paralelo entre a nossa vida no Planeta e nossa vida na Nave Espacial.<span id="more-172"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#000099;">Bem, Nossa viagem começa quando nós entramos na “Nave” e termina quando saímos dela. Quando nascemos inicia-se nossa “aventura”, somos preparados por nossos pais para “viajar” pelo cosmos, cada um tem um papel dentro dessa grande nave mãe que talvez não por coincidência, tenhamos a mesma quantidade percentual de água em nosso corpo, que são aproximadamente os ¾ que também tem nosso planeta nessa relação: Terra /água. Vamos parar por aqui por enquanto, pois o meu objetivo neste texto é apenas o de comentar a vida nesta nossa “Nave Espacial.” </span></span></p>
</div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Então nossa nave mãe água será considerada mãe apenas pelo fato de ser a nossa nave principal, a nossa Raiz nossa Matrix. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Imagine que agora estivéssemos no início do século XXIII precisamente no ano de 2201, ano escolhido pela “junta de administração do planeta” para enviar uma nave tripulada pelo cosmos. Muito bem! Isso ocorreu! Isto é fato! Sendo assim vamos agora saber como seria planejada esta grande viagem, essa aventura&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">A nave tripulada é imensa, é maior que qualquer transatlântico que já tenha cruzado os mares do planeta, ela tem dezenas de andares, e a locomoção de um extremo ao outro só é feita por elevadores que se dirigem em todos os sentidos e direções e que levam preciosos minutos para transportar os tripulantes de um ponto a outro da nave e tudo isso com a tecnologia mais avançada. Narro isso a fim de que o amigo leitor tenha noção da imensidão dessa “nave filha”; que deixa o Planeta (a Nave Mãe) com vários casais e seus filhos, ou seja, várias famílias foram pré-selecionadas com meticuloso cuidado por uma equipe também profunda em análises comportamentais e capacitação intelectual e o melhor da genética dos terráqueos. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Esta tripulação estava preparada e equipada para não mais retornar à nave mãe água (o planeta terra), mas sim preparada para iniciar as futuras gerações que um dia deveriam e poderiam trazer as colheitas e as descobertas que foram semeadas por outrem no cosmos. Essa primeira geração seria a responsável pelo “pontapé inicial do jogo”, apenas pelos 5 ou 10 minutos do primeiro tempo ou seja pensava-se em 8 ou 10 gerações até o retorno da nave filha ou seja aproximadamente 400 a 500 anos depois de deixar o planeta. Este seria tempo suficiente para, a uma velocidade próxima à da luz, serem visitadas ou vista uma minúscula parte da nossa galáxia a Via Láctea. A fim de que o amigo leitor tenha uma melhor idéia dessas dimensões, digo que para nossa nave chegar até a estrela mais próxima de nosso planeta, sem ser o nosso Sol logicamente, demorará aproximadamente 4,5 anos (isso viajando próximo a velocidade da luz, 300.000km por segundo, tempo suficiente para dar 7 voltas em torno da terra em um segundo). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Nossa galáxia possui algumas centenas de bilhões de estrelas e precisaríamos de 100.000 (cem mil anos) à velocidade da luz para apenas cruzar a sua extensão. Isso significa que para viajarmos de “ponta a ponta” da nossa galáxia seriam necessários 50 vezes a quantidade de anos de nossa era Cristã em outras palavras os 2000 anos desde que Jesus Cristo veio à terra são 50 vezes menores do que o tempo necessário para apenas cruzarmos a Via Láctea e isso viajando na velocidade da luz, algo “impossível”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Vamos agora “viajar” um pouco mais, se quisermos sair de nossa galáxia e irmos para a outra galáxia em dimensões semelhantes à nossa e que não seja uma galáxia satélite nossa, pois existem algumas “pequenas” galáxias que são satélites da nossa, iremos então para Andrômeda, mas a conversa começa a ficar mais fascinante, pois aí teríamos que viajar 2,2 milhões de anos na velocidade da luz para lá chegarmos, Isto mesmo! A luz que vemos hoje chegar aqui na terra proveniente dessa Galáxia chamada Andrômeda na verdade levou mais ou menos a metade do tempo da vida da espécie que veio a se tornar o “Homem” de hoje em nosso planeta, algo ao redor de 4,5 milhões de anos. Nosso planeta tem aproximadamente 5 bilhões de anos, porém a vida veio bem depois, podemos dizer, em outras palavras, que teríamos que esperar o mesmo tempo da existência de nossa vida neste planeta, para nossa nave filha ir e retornar aqui em nosso planeta e isso se falando na vida ainda bem rudimentar e de pouca inteligência de outrora, pois a espécie humana com o desenvolvimento intelectual como é conhecida hoje é bem mais recente, talvez tenhamos poucas dezenas de milênios com o cérebro que possuímos hoje e na verdade a tecnologia aplicada em astronomia, Astronáutica ou astrofísica é muitíssimo mais recente, podemos precisar poucas décadas somente. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">É interessante também mencionarmos que o agrupamento de galáxias da qual nossa galáxia faz parte, possui aproximadamente 30 galáxias e tem uma extensão de cerca de 5 milhões de anos luz. Caro amigo leitor a maior de todas as questões ainda não acabou&#8230; sabemos que existem bilhões e bilhões de galáxias no universo conhecido, e só para falar do universo conhecido e de nossa dimensão. Teremos provavelmente bilhões e bilhões de anos luz de distancia a percorrer, estima-se a idade do universo em 15 bilhões de anos, falá-se hoje em precisos 13,7 bilhões de anos, de qualquer maneira não confundamos o tempo do universo com as distâncias. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Como dissemos, existem bilhões e bilhões de outras galáxias, mas isso não importará para nossa “pequena aventura” que será apenas um passeio pelo cosmos, ou melhor, pelo quintal de nossa casa e da casa de alguns dos nossos vizinhos (outras estrelas). Relembro que para chegar na estrela mais “pertinho”, precisaremos de 4,5 anos. E isso Sem sairmos de nossa Rua a Via Láctea, pois aí precisaríamos de 50 mil ou 100 mil anos; quem diria sair do bairro? Para chegar em Andrômeda por exemplo, 2,2 milhões de anos; Cidades? Estados ou Países inimaginável?</span></div>
<p>Abraços do<span style="color: #333399;"> Benito Pepe</span><span style="color:#000099;"> </span></p>
<p><strong>Em um Futuro não muito distante continuarei essa “Estória” por enquanto fique com alguns links relacionados:</strong></p>
<div><span class="fullpost"><br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/04/a-estrada-do-tempo-e-da-vida/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A Estrada do Tempo e da Vida</span></a><span style="color:#3366ff;"></p>
<p></span><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/25/a-astronomia-%E2%80%9Cas-viagens-espaciais%E2%80%9D-e-o-marketing-dentro-da-industria-cultural-1-4/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A Astronomia, as Viagens Espaciais e o Marketing dentro da Indústria Cultural</span></a><span style="color:#3366ff;"></p>
<p></span><span style="color:#3366ff;"> </span><span style="color:#3366ff;"></p>
<p></span><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/15/o-estruturalismo-cientifico-astronomico-filosofico/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">O Estruturalismo científico-astronômico-filosófico</span></a><span style="color:#3366ff;"></p>
<p></span><span style="color:#3366ff;"> </span><span style="color:#3366ff;"></p>
<p></span></span></div>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O universo é finito?'>O universo é finito?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/30/viagem-e-investimento/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Viagem é investimento'>Viagem é investimento</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/03/22/o-inicio-de-nossa-viagem-rumo-ao-universo-desconhecido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apostilas Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=133</guid>
		<description><![CDATA[Quando falamos em Universo e Vida vem à nossa mente de forma inevitável a pergunta: Estamos sozinhos no Universo ou há vida em outros lugares além do Planeta Terra? Vou colocar para reflexão inicial uma frase de Carl Sagan: &#8211; &#8220;Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/16/os-mineiros-do-chile-maior-parto-do-planeta-terra-e-o-renascimento-de-uma-empresa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Os Mineiros do Chile. Maior parto do Planeta Terra e o Renascimento de uma Empresa'>Os Mineiros do Chile. Maior parto do Planeta Terra e o Renascimento de uma Empresa</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O universo é finito?'>O universo é finito?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300901362459780242" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 140px; height: 104px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SZCVtCrMpJI/AAAAAAAAANQ/hTkBHuKa38Q/s200/bigbang.bmp" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;">Quando falamos em Universo e Vida vem à nossa mente de forma inevitável a pergunta: Estamos sozinhos no Universo ou há vida em outros lugares além do Planeta Terra?<span id="more-133"></span><span class="fullpost"> </span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;">Vou colocar para reflexão inicial uma frase de Carl Sagan: &#8211; &#8220;Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. Em qualquer dos casos, a conclusão é assombrosa.&#8221; Em outras palavras: Da mesma maneira é fascinante, pensarmos que estamos sozinhos neste universo ou pensar que haja outras vidas em outros planetas ou “corpos” celestes no cosmos&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">Amigo leitor só há essas duas possibilidades estamos sozinhos no cosmos e isso seria um “desperdício de espaço” incrível, ou estamos acompanhados. Não é realmente fascinante qualquer que seja a situação?</div>
<p>Bem, vamos começar. Primeiramente temos que entender o que é Universo e o que é Vida.<br />
O que você acha que é o Universo? O que você pensa que é Vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Universo é tudo o que existe (ponto). É isso mesmo, para que não haja dúvida e falem em Universos paralelos, outras dimensões etc. Portanto tudo o que houver é o Universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se falar em o que é “Vida” já é mais complicado, no entanto podemos dar algumas características pelo que a ciência conhece nos dias de hoje sobre o que seja vida: em princípio “toda vida tem que ter células”, aliás a célula bacteriana foi provavelmente a primeira forma de vida no Planeta, daí teríamos tido uma evolução e diversas outras formas de vida foram surgindo saindo inicialmente do Mar. Esse é um fato aceito pela maioria dos estudiosos da origem da Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato também que a vida é uma soma de outras vidas, como sabemos nosso organismo é composto por células. Interessante também é lembrarmos que muitos dos seres vivos animais devoram outros seres vivos para Viver, e é o nosso caso: nos alimentamos de outros animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, filosoficamente falando, com relação ao homem abrimos um outro ponto: o homem é um ser diferente, pois é um ser que pensa o Ser. É um ser que pensa a existência, pensa a vida, pensa a morte, pensa o cosmos. Essa é sem dúvida uma experiência que poucos seres no universo têm, ou seremos só nós? Ao menos no Planeta terra, somos só nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvemos: “Conhecimento Vulgar”, Cultura, Religião, Filosofia, Ciência. E com o desenvolvimento de nossa capacidade de emitir sons, falar, através de um canal de nosso aparelho digestivo: a boca; pudemos desde tempos remotos transmitir “conhecimentos”; depois desenvolvemos a Escrita Cuneiforme (4000 a.C) o alfabeto (+ ou – 1000 a.C) e assim passamos a disponibilizar de maneira “eterna” nossos “conhecimentos” para todas as gerações; desenvolvemos a imprensa com Gutenberg (séc XV) e assim multiplicamos os leitores; e por fim agora com a Internet distribuímos o “conhecimento” de uma maneira inimaginável até então.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltemos ao tema: Vida! Não podemos determinar claramente o que é vida. Há grupos místicos ou religiosos que afirmam que a vida está em tudo&#8230;. não podemos esquecer o transcendente ainda que filosoficamente. Devemos ter grande respeito ao que nos transcende: <strong>o</strong> <strong>Universo</strong> nossa origem cósmica (somos poeiras das estrelas). <strong>A</strong> <strong>terra</strong>, muito menos ela, pode ser desprezada. Somos parte da natureza quanto a isso não há dúvida, temos em nosso organismo vários dos componentes contidos no planeta Terra: Oxigênio (65%), Carbono (18,5 %), Hidrogênio (9,5%), Nitrogênio (3,2%), e tantos outros metais encontrados na natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que somos poeira das estrelas? Bem, o fato é que sabemos que nebulosas formam estrelas e as “poeiras” que darão origem àquela estrela podem ter sido já o resíduo (a poeira) de outras estrelas. Cada estrela que “morre” deixa elementos mais pesados que a anterior, cada nova geração tem portanto as condições e quantidades maiores de elementos químicos que podem possibilitar a Vida. O nosso Sol por exemplo é de terceira geração ou seja morreram antes dele surgir duas gerações de estrelas que deixaram elementos químicos mais pesados uma para as outras e que possibilitaram a vida nesse resíduo de “poeira” que desenvolveu a nossa Estrela, o Sol e o Planeta Terra.</p>
<p>Como diz Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabemos que tudo o que existe no nosso universo (e também nós mesmos) é constituído de minúsculas partículas de matéria e de energia, e que forças naturais atuam sobre essas partículas, aglomerando-as para formar tudo o que existe. Porém, hoje não existe mais distinção entre matéria e energia. Segundo Einstein, matéria e energia são dois estados diferentes de uma mesma “substancia quântica universal”. Os conhecimentos científicos atuais parecem, portanto, convergir com os da filosofia antiga, que afirmam que tudo o que existe deve provir de uma única fonte. (2004, p.9).<br />
</em><br />
Há um ponto que precisamos refletir quanto a nossa origem e quanto à natureza e o nosso esquecimento de imanência (pertencimento) a ela. Para corroborar com esse pensamento cito um trecho que menciono no tópico: <a href="http://benitopepe.com.br/2009/01/28/a-astronomia-e-o-esquecimento-do-ceu-4-3/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A Astronomia e o Esquecimento do Céu</span></a>, também postado por mim. Brockelman diz:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que perdemos, portanto, foi a habilidade de ver nossa vida como parte de uma ordem e uma realidade mais amplas, para além de nossos transitórios desejos e sonhos diários. Ao ver a natureza e todo o universo como uma “matéria” posta aqui para nossa transformação e uso infinitamente produtivos, reduzimos a realidade a um mero valor extrínseco para nós; ela não é mais vivenciada como intrinsecamente valiosa em si. Por conseqüência, perdemos todo senso de pertencer a um drama e a uma realidade mais vastos e significativos. (2001, p.23)<br />
</em><br />
Quanto a essa questão da origem do universo e/ou da vida, há diversos “grupos” espalhados pelo planeta que em épocas distintas da história da humanidade tiveram e têm seus próprios “mitos” de criação (quando falo em mito refiro-me a palavra grega <em>mythos</em>, que tem um sentido muito mais amplo). Vide o nosso exemplo do mundo ocidental com origem Judaico-Greco-Romana-Cristã. Não vamos entrar nesse ponto, até porque este não é um artigo religioso, mas quero lembrar que são inúmeros estes relatos da origem do Universo e da Vida. Mas, no mínimo, devemos respeitar os nossos antepassados e as idéias quanto ao Criacionismo.</p>
<p>Falando “cientificamente” temos em uma <strong>Linha do Tempo da Criação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No “inicio” era a Singularidade infinita (um ponto &#8211; há 13,7 bilhões de anos atrás);</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros micro-segundos as forças gravitacionais e nucleares se separam;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 1 e 3 minutos a Matéria surge em partículas, juntamente com o hélio e o hidrogênio;</p>
<p style="text-align: justify;">300.000 anos depois: hidrogênio e hélio formam nuvens encaroçadas;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre e 1 e 5 bilhões de anos: forma-se cerca de 50 bilhões de galáxias;</p>
<p style="text-align: justify;">8 bilhões de anos depois surge o Sol e os planetas do sistema solar;</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns bilhões de anos depois surge a Vida na Terra, no inicio apenas formas microscópicas;</p>
<p>Entre 3 e 4 bilhões de anos atrás: DNA, fotossíntese, e regeneração sexual;</p>
<p>Há 700 milhões de anos surgem as criaturas multicelulares no oceano;</p>
<p style="text-align: justify;">Há 550 milhões de anos os primeiros moluscos de concha aparecem, também novas formas de vida marinha como peixes e animais mamíferos surgirão daí;</p>
<p>400 milhões de anos, a vida emerge do oceano;</p>
<p style="text-align: justify;">Há 235 milhões de anos, aparecem os dinossauros; [há 65 milhões de anos são extintos os dinossauros que viveram aqui durante 170 milhões de anos – nós só estamos aqui há 2 milhões.].</p>
<p>Há 216 milhões de anos, aparecem os primeiros mamíferos;</p>
<p style="text-align: justify;">210 milhões de anos atrás, ocorre a ruptura da pangéia e formação de continentes;</p>
<p style="text-align: justify;">2,8 milhões de anos surgem os primeiros humanos: <em>Homo habilis</em>.</p>
<p>1 milhão de anos – o <em>Homo erectus</em>.</p>
<p>Entre 200 e 300.000 anos atrás – Arcaico <em>Homo sapiens</em>.</p>
<p>Hoje “a ciência vê o Todo na nova cosmologia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em se falando em “ver o Todo”, não poderíamos deixar de mencionar a física quântica e quanto a isso cito o que diz Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vistos no plano atômico, todos os corpos que constituem o universo do ser humano possuem um comportamento dinâmico de troca de partículas. Os átomos que estão agregados aos corpos não são permanentes. Eles fluem constantemente através dos corpos sólidos: a pedra e o corpo físico humano compartilham os mesmos átomos. (&#8230;) Como os átomos fluem constantemente de um corpo para outro, a separação entre os corpos é, portanto, ilusória. Mesmo que o ser humano queira, não pode se isolar dela e de nada. (2004, p.20).<br />
</em><br />
Bem amigo leitor, uma coisa é certa: o milagre de ser é impressionante. Apesar de nem sempre termos sido o que somos hoje, nós Somos! E no amanha&#8230; o que Seremos?</p>
<p>Abraços do <strong><span style="color: #888888;">Benito Pepe</span></strong></p>
<p><strong>Links relacionados com esta postagem:<br />
</strong><br />
<span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/28/a-astronomia-e-o-esquecimento-do-ceu-4-3/comment-page-1/" target="_blank">A Astronomia e o Esquecimento do Céu.</a></span></p>
<p><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/04/a-estrada-do-tempo-e-da-vida/" target="_blank">A Estrada do Tempo e da Vida.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #00ccff;"><br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/28/do-mito-a-filosofia-o-caso-da-astronomia-capitulo-2/" target="_blank">Do Mito à Filosofia, o Caso da Astronomia.</a></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/31/consideracoes-finais-quanto-ao-texto-%E2%80%9Ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%E2%80%9D/" target="_blank">Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instancias em que o thauma aparece”</a></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências Bibliográficas:<br />
</strong><br />
ANDREETA, José Pedro. Quem se atreve a ter certeza? : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<div style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. Cosmologia e criação: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</div>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/10/16/os-mineiros-do-chile-maior-parto-do-planeta-terra-e-o-renascimento-de-uma-empresa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Os Mineiros do Chile. Maior parto do Planeta Terra e o Renascimento de uma Empresa'>Os Mineiros do Chile. Maior parto do Planeta Terra e o Renascimento de uma Empresa</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O universo é finito?'>O universo é finito?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O universo é finito?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 14:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cosmos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns anos se comentou sobre um estudo que diz ser o universo finito, mas como em ciência não há verdades; parece paradoxal mas não é, o que é verdade hoje pode não ser amanhã. Em ciência é necessário uma comprovação através de métodos e experimentações, porém no campo do cosmos isso não é tão [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/22/o-inicio-de-nossa-viagem-rumo-ao-universo-desconhecido/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Início de nossa viagem rumo ao universo desconhecido'>O Início de nossa viagem rumo ao universo desconhecido</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277064830046191378" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 105px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/STvmgPucPxI/AAAAAAAAACE/jA9XV7CvckM/s200/radia%C3%A7ao+de+fundo+universo+fechadoWMAP_2008-peq.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Há alguns anos se comentou sobre um estudo que diz ser o universo finito, mas como em ciência não há verdades; parece paradoxal mas não é, o que é verdade hoje pode não ser amanhã. </span></div>
<div><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Em ciência é necessário uma comprovação através de métodos e experimentações, porém no campo do cosmos isso não é tão simples, na verdade muitas vezes se combatem teorias com teorias ficando mais próximo do campo da filosofia do que da ciência.<span id="more-100"></span></span></div>
<div><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Vamos primeiramente tomar conhecimento ou relembrar para os que já conhecem um pouco do assunto, as dimensões conhecidas do universo o nosso maravilhoso cosmos. Imaginemos que fosse possível viajar na velocidade da luz, velocidade esta suficiente para percorrer 300.000km em um segundo. A fim de que o amigo leitor tenha uma melhor idéia desta dimensão de velocidade, entenda que poderíamos em um segundo dar 7 voltas em torno da terra. Porém para nossa nave chegar até a estrela mais próxima de nosso planeta, sem ser o nosso Sol logicamente (para ai são “só” 8 minutos), demoraríamos aproximadamente 4,5 anos isto viajando na velocidade da luz. Impressionante não é?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Ficará mais impressionante agora! A nossa galáxia possui algumas centenas de bilhões de estrelas que precisariam de 100.000 (cem mil anos) à velocidade da luz para ser apenas cruzada em sua extensão. Isto significa que para viajarmos de “ponta a ponta” da nossa galáxia seriam necessários 50 vezes a quantidade de anos de nossa era cristã, em outras palavras os 2000 anos desde que Jesus Cristo veio à terra são 50 vezes menores do que o tempo necessário para apenas cruzarmos a Via Láctea, e isto viajando na velocidade da luz. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Vamos agora “viajar” um pouco mais, se quisermos sair de nossa galáxia e irmos para a outra em dimensões semelhantes à nossa e que não seja uma galáxia satélite nossa, pois existem algumas “pequenas” galáxias que são satélites da nossa, iremos então para Andrômeda, mas agora a conversa começa a ficar mais fascinante, pois agora teríamos que viajar 2,2 milhões de anos na velocidade da luz para lá chegarmos. Isto mesmo, a luz que vemos hoje chegar aqui na terra proveniente desta Galáxia, chamada Andrômeda, na verdade levou mais ou menos a metade do o tempo da vida da espécie que veio a se tornar o Homem de hoje em nosso planeta que é de 4,5 milhões de anos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Nosso planeta tem aproximadamente 5 bilhões de anos, porém a vida veio bem depois, então podemos dizer em outras palavras que teríamos que esperar o mesmo tempo da existência de nossa vida neste planeta para nossa nave ir e retornar aqui em nosso planeta e isto se falando na vida ainda bem rudimentar e de pouca inteligência de outrora, pois a espécie humana com o desenvolvimento intelectual como é conhecida hoje é bem mais recente, talvez tenhamos poucas dezenas de milênios com o cérebro que possuímos hoje e na verdade a tecnologia aplicada em astronomia e Astronáutica é muitíssimo recente. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">É interessante também mencionarmos que o agrupamento de galáxias à qual nossa galáxia faz parte e que possui aproximadamente 30 galáxias tem uma extensão de aproximadamente 5 milhões de anos luz de distâncias. É&#8230; caro amigo leitor&#8230; a maior de todas as questões ainda não acabou: sabemos que existem bilhões e bilhões de galáxias no universo conhecido. Só para falar do universo conhecido, que terá provavelmente bilhões e bilhões de anos luz de distância, estimava-se a idade do universo entre 15 a 20 bilhões de anos. (hoje se pensa em 13,7 bilhões de anos desde a origem do big bang)</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Bem! Partiremos agora da idéia de dimensão, não no sentido de distância e sim mais amplamente. Antes de fecharmos com esta questão recordemos os nossos antepassados quando achavam que a terra era plana e filosofavam o que teria depois que acabasse esta terra?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
Esta foi uma questão resolvida quando se descobriu que a terra é redonda e portanto não se acaba em um abismo como muitos pensavam, e agora o homem desenvolve a capacidade de escapar de nossa atmosfera e ir ao espaço, e então se o universo for finito? Essa é a nova questão, o que teremos de respostas? É fascinante&#8230; tanto faz o universo seja finito como não seja! </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Para os antigos, descobrir que a terra era redonda foi fascinante. Para nós, saber que o universo tem a forma de um dodecaedro esférico ou tenha lá a forma que tiver também é fascinante, se for finito como diz a nova teoria dos pesquisadores franceses. Quando falamos em dimensões do universo estamos falando das três dimensões espaciais, mais uma de tempo, porém devemos lembrar que é consenso entre a maioria dos astrônomos que haja outras dimensões. (principalmente para justificar a teoria das cordas)</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Da mesma maneira que os antigos passaram para nós os seus conhecimentos e que somado aos nossos nos ajudaram a sair do nosso planeta e ir ao espaço; quem sabe nossos descendentes aproveitando nossos conhecimentos e somando aos seus saberão “sair do nosso universo” (?)</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><br />
Mas continuaremos sempre acreditando que há um abismo pois a idéia de finito é relativa.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;">Abraços do Benito Pepe</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><a href="http://www.benitopepe.com/">http://www.benitopepe.com.br</a></span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#993300;"><span style="color: #0000ff;">Para ler sobre a estrutura do universo &gt; </span><br />
</span></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/22/o-inicio-de-nossa-viagem-rumo-ao-universo-desconhecido/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Início de nossa viagem rumo ao universo desconhecido'>O Início de nossa viagem rumo ao universo desconhecido</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)'>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2008/12/07/o-universo-e-finito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

