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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos &#187; Thauma</title>
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	<description>Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing, Gestão de Empresas, Treinamento de Equipes, Palestras e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso status quo, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso <em>status quo</em>, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.<span id="more-1271"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um de nós dá uma desculpa pelo motivo de sua “atitude insatisfatória” no presente. Por exemplo, uns vão dizer que é melhor gastar viajando ou fazendo isso ou aquilo do que gastar com médicos e com sua saúde. Outros vão dizer, fulano viveu a vida toda e tudo que construiu ficou aí, pois não viveu a vida, só pensou em trabalho, trabalho e mais trabalho. Outros ao contrário vão pensar: é melhor eu poupar e guardar meu dinheiro para um momento difícil em que eu possa precisar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem sua desculpa, seja ela para gastar ou para guardar. O que quero enfatizar não é a desculpa que usamos para fazer algo, mas sim a desculpa que damos para deixar de fazer algo que nos satisfaçam, desde que evidentemente seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando estamos em um estado de felicidade e/ou alegria devemos evitar mexer na situação. Para isso lembremo-nos de uma equipe de futebol. Quando o time está ganhando não deve ser mexido, como dizem: “Time que ganha não se mexe”. É claro que se houver necessidade de mexer no time, seja por contusão, por expulsão etc., aí não tem jeito, mas esteja certo que vai mudar o <em>status quo, </em>e então mexemos na “alegria” do momento. O que virá não se sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Devemos distinguir Alegria de Felicidade. Para um melhor entendimento destes termos vou dizer que entendo Alegria como algo mais passageiro, um fato, algo que <strong>nos dê</strong> alegria momentânea. Por exemplo, um momento com amigos batendo “papo”, um churrasco ou uma festa é normalmente um momento alegre. Embora muitos vão dizer isso é a Felicidade, eu prefiro chamar a Felicidade de algo mais duradouro. Essa é a distinção que quero fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um dos grandes problemas da humanidade contemporânea no mundo ocidental é a vida frenética e desenfreada, sempre estamos dizendo que não temos tempo pra nada. Aliás, quem não tem tempo para a Vida não tempo para Viver. Para uma completa felicidade é preciso ter o tempo para plantar, o tempo para colher e o tempo para “curtir” a terra, descansar, enfim re-viver, tanto a terra como nós mesmos, aí está o segredo da Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Precisamos sair da Rotina. Sempre achei que a rotina “come” o nosso tempo, mas alguns vão dizer há uma contradição entre sair da rotina e não mexer no time que está ganhando, então vou dizer: Saia da Rotina, mas sem mexer no Time. Como fazer isso?</p>
<p>Vejamos uma mensagem extraída do livro “O Mensageiro”:</p>
<p>Arranje um tempo para trabalhar.<br />
É o preço para alcançar a vitória.</p>
<p>Arranje um tempo para meditar.<br />
É a fonte da força.</p>
<p>Arranje um tempo para brincar.<br />
É o segredo da juventude.</p>
<p>Arranje um tempo para ler.<br />
É o fundamento para o saber.</p>
<p>Arranje um tempo para a devoção.<br />
Ela limpa o pó mundano dos nossos olhos.</p>
<p>Arranje um tempo para os amigos.<br />
Eles são a fonte da felicidade.</p>
<p>Arranje um tempo para amar.<br />
O amor é o maior sacramento da vida.</p>
<p>Arranje um tempo para sonhar.<br />
Os sonhos levam nossa alma até as estrelas.</p>
<p>Arranje um tempo para sorrir.<br />
É o meio para aliviar as cargas que temos que levar.</p>
<p>Arranje um tempo para planejar.<br />
Aí, então, terá tempo para as nove coisas acima.</p>
<p style="text-align: justify;"> Espero que esta pequena mensagem possa te ajudar, ela me ajudou muito e sempre me ajudará, pois defendo a Ideia do Sair da Rotina como meu <em>status quo,</em> dessa maneira e é assim para mim: Buscar dividir o tempo com atividades e lazeres diversificados. Mas se para você teu <em>status quo </em>é diferente e você está feliz com ele não o mude, não mexa no time, entende? Time que ganha não se mexe! Mas se teu time não está ganhando mexa nele, mude seus hábitos, crie atividades diferentes das que você faz hoje, busque novas amizades, isso não significa que você deve abandonar as antigas, não! A não ser que sejam “amizades” que não te acrescentam nada e nunca te acrescentaram&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto que quero enfatizar é a tal da “felicidade” relativizada. Essa é uma felicidade por inveja, ou seja lá o nome que queiramos dar. Quando estamos comparando o nosso <em>status quo </em>com os de outras pessoas, estamos relativizando nossa vida, aliás é isso o que o sistema capitalista mais aprecia, isso gera <strong>competitividade</strong>, <strong>concorrência</strong>, <strong>consumismo</strong> etc. Esse é o motor do capitalismo, sem isso o sistema não funcionaria pois gerar-se-ia uma “<strong>acomodação</strong>” e posterior “<strong>assimilação</strong>” tanto nas empresas quanto no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para justificar esse argumento vou mencionar uma pesquisa feita nos Estados Unidos, o maior símbolo do capitalismo na atualidade. A pesquisa perguntou a diversas pessoas o que elas prefeririam: ganhar 50.000,00 dólares por ano enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ganhassem 25.000,00 dólares, ou ganhar 100.000,00 dólares enquanto as demais pessoas próximas ganhariam 200.000,00 dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                                                                </p>
<p style="text-align: justify;">Você imagina qual foi a imensa maioria das respostas? Isso mesmo a grande maioria preferiria ganhar menos, desde que esse menos fosse o dobro dos seus visinhos. Isso é “Felicidade” relativizada e está pautada na Inveja, ou seja lá o nome que você queira dar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Caro amigo leitor se não nos <em>pré-ocuparmos</em> em relativizar nossa Felicidade, se dividirmos o nosso Tempo como na mensagem acima, se não pensarmos em mudar o nosso <em>Status Quo</em>, quando em Felicidade.. Então estou certo estaremos e Seremos Felizes. A alegria é Estar&#8230; A Felicidade é Ser!</p>
<p> Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Comentários e Avaliação da Monografia “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 22:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Finalizando com esta ultima postagem a série a respeito da minha monografia segue os Pareceres e Avaliações sobre este texto:

A filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece

Agradeço o carinho e o tempo despendido pelos Amigos e Professores Drs: Rafael Haddock-Lobo, e Leandro Chevitarese e pelos seus lindos e incentivadores comentários. 


E com [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299442314565965922" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 139px; height: 98px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SYtmtRtg2GI/AAAAAAAAANI/SQJT9PMuzqI/s200/Visto+examinado.png" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Finalizando com esta ultima postagem a série a respeito da minha monografia segue os Pareceres e Avaliações sobre este texto:</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A filosofia e a Astronomia: instâncias em que o <em>thauma</em> aparece</span></a><a href="http://www.benitopepe.com/2008/12/filosofia-e-astronomia-instncias-em-que.html"><br />
</a><br />
<span style="color:#009900;">Agradeço o carinho e o tempo despendido pelos Amigos e Professores Drs: Rafael Haddock-Lobo, e Leandro Chevitarese e pelos seus lindos e incentivadores comentários. <span id="more-132"></span></span></div>
<div><span style="color:#009900;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">E com carinho especial agradeço ao meu Orientador, Professor Dr. Marcus Reis.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#009900;">Um grande abraço e um muito Obrigado,<br />
do amigo</span> Benito Pepe</div>
<div style="text-align: justify;"><strong><span style="color:#009900;">Comentários do Rafael Haddock-Lobo (1)<br />
</span></strong><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#009900;">A monografia de Benito, sob um aspecto geral, apresenta um tema que merece, logo de início, louvor por seu caráter autêntico. Tal tema &#8211; a relação entre a filosofia e a astronomia &#8211; nunca fora antes calmamente explorado sob seu aspecto filosófico. E, nesse sentido, o texto de Benito serve como uma interessante inspiração para se pensar tal relação.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span class="fullpost"><span style="color:#009900;"><br />
Além disso, cabe que se ressalte a pertinente divisão da monografia, que ajuda ao leitor se localizar historicamente no tema. </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Como leitor leigo, gostaria de sublinhar meu aprendizado em tal leitura que tem, a meu ver, uma das mais importantes posturas que a filosofia deveria adotar: a preservação e a vontade de manter preservado o espanto!</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Se, retomando Derrida, a filosofia deveria aprender a tremer e a suportar o tremor, tal como Abraão frente à sua tarefa silenciosa, do mesmo modo o pensamento espantado e espantoso deveria ser aquele que mantém sempre certo frescor como aquele que temos como quando, pela primeira vez, bem distante da cidade, no campo, na praia ou na serra, nos assombramos com a infinitude do céu. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Fico muito feliz por ter acompanhado em grande parte o percurso do Benito, e sincera e felizmente surpreso de ele ter conseguido estruturar este belo texto (devido à dificuldade do tema). Por experiência própria, sei do risco que corremos quando pretendemos trilhar um terreno em que não há muitos textos de comentadores para nos apoiarmos &#8211; e com isso corremos o risco de cairmos em nossas opiniões e “achismos”. Mas outro dos méritos deste trabalho consiste na persistência e na seriedade com a qual o autor percorreu seus estudos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><br />
Por essa razão, não poderia atribuir senão a nota máxima a este trabalho (10,0) e parabenizar tanto o Benito, por tudo o que foi aqui dito, mas também ao Marcus, por aceitar esta empreitada e por orientar tão bem os meandros desta monografia.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">No mais, coloco-me à disposição para quaisquer dúvidas e deixo aqui meus (celestiais) abraços,</span></div>
<p><span style="color: #339966;">Rafael Haddock-Lobo</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><strong>(1)</strong> <strong>HADDOCK-LOBO</strong> Cursou graduação em Filosofia pela UFRJ e mestrado e doutorado em Filosofia na PUC-Rio. Atualmente é Pesquisador Pós-Doutor USP/FAPESP</p>
<p></span><span style="color:#009900;"><strong>Comentários do Leandro Chevitarese (2)<br />
</strong><br />
Prezado Benito,<br />
Desculpe a demora, mas escrever esta avaliação, cuidadosamente como você merece, exige-me um dia de trabalho. Seguem os comentários e avaliação geral:</p>
<p>A monografia de Benito Pepe, intitulada &#8220;A Filosofia e Astronomia: instâncias em que o Thauma aparece&#8221;, apresentada como requisito parcial para a obtenção do grau de Especialista em Filosofia Contemporânea pela PUC-Rio, demonstra, logo de início, o mérito de explorar um tema pouco trabalhado na Filosofia Contemporânea, embora de extrema importância ao longo de sua história. A apresentação cronológica da relação entre Filosofia e Astronomia oferece ao leitor iniciante a possibilidade de compreender o desenvolvimento histórico do tema. O texto aborda tal relação desde suas origens, na transição do Mito à Filosofia, passando pela forte influência das questões trazidas pela astronomia nos filósofos modernos (destaque para Descartes e, particularmente, Kant), até a problemática contemporânea de domínio da técnica e esquecimento das &#8220;questões fundamentais&#8221;. Seu grandioso mérito, em minha avaliação, é destacar a importância da retomada constante da experiência do Thauma, o espanto primordial que alimenta a reflexão filosófica, berço de todas as ciências desde a Grécia antiga. Na atualidade, a hegemonia técnica proporciona uma &#8220;sensação&#8221; de domínio, controle e eficiência &#8211; como se tudo soubéssemos &#8211; desestimulando a vivência da perplexidade diante do mundo, da natureza e do Céu. Sem o &#8220;espanto&#8221; permanecemos reféns do conhecimento técnico-científico que não nos abre novas possibilidades de considerar a relação com o cosmos do qual fazemos parte. Por seus méritos e originalidade, o grau obtido na monografia é 10,0 (dez). Parabéns Benito, fico feliz em tê-lo acompanhado neste percurso vitorioso ao longo da pós-graduação.</p>
<p>Um grande abraço,<br />
Leandro Chevitarese</p>
<p><strong>(2) Leandro Chevitarese </strong>Possui graduação em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1997), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2000), mestrado em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003) e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2005). Atualmente é Professor convidado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais e do Instituto Metodista Bennett.</p>
<p></span></div>


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		</item>
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		<title>Referências Bibliográficas do texto “A filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Segue agora as Referências Bibliográficas quanto ao texto: A filosofia e a Astronomia: instância em que o thauma (o espanto) aparece. Esta foi minha monografia apresentada à PUC-Rio como um dos requisitos para se obter o Certificado em Especialização em Filosofia Contemporânea.

Abraços do Benito Pepe 
Veja minha dedicatória e agradecimentos no próximo tópico
 
ANDREETA, José [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298280785166800866" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 173px; height: 105px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SYdGTXglF-I/AAAAAAAAAM4/eXhXwgbfTAE/s200/livros.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Segue agora as Referências Bibliográficas quanto ao texto: <span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank">A filosofia e a Astronomia: instância em que o <em>thauma</em> (o espanto) aparece.</a> </span><span style="color:#009900;">Esta foi minha monografia apresentada à PUC-Rio como um dos requisitos para se obter o Certificado em Especialização em Filosofia Contemporânea.<br />
</span></span><br />
<span style="color:#009900;">Abraços do Benito Pepe<span id="more-130"></span></span><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/04/dedicatoria-e-agradecimentos/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Veja minha dedicatória e agradecimentos no próximo tópico<br />
</span><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#009900;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p>BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Edições Paulinas , 1985.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. <em>Dicionário Oxford de Filosofia</em>. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997.</p>
<p>BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p>CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p>CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p>__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p>CHERMAN, Alexandre. <em>Cosmo-o-quê?:</em> uma introdução à cosmologia. 1.ed. Rio de Janeiro: Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, 2000.</p>
<p>_________. Sobre os ombros de gigantes: <em>uma história da física</em>. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p>DELACAMPAGNE, Christian. <em>História da filosofia no século XX</em>; tradução, Lucy Magalhães. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997.</p>
<p>DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p>FOUCAULT, Michel. <em>Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento</em>. Ditos e escritos II, Manuel Barros da Motta (Org.) 1.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.</p>
<p>GLEISER, Marcelo. <em>A harmonia do mundo</em>: aventuras e desventuras de Johannes Kepler, sua astronomia mística e a solução do mistério cósmico, conforme reminiscências de seu mestre Michael Maestlin. 1.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.</p>
<p>HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga</em>? 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p>HAWKING, Stephen. <em>O universo numa casca de noz</em>; tradução de Ivo Korytowski; 6.ed. São Paulo: Arx, 2002.</p>
<p>HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo</em>; tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p>_________________. <em>Ensaios e conferencia</em>; tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. <em>Dicionário básico de filosofia</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.</p>
<p>KANT, Immanuel. Immanuel Kant: <em>Textos seletos</em>. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia</em>?: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p>POWELL, Corey S. <em>A equação de Deus</em>: como Einstein transformou o conceito de religião. Tradução Ivo Korytowski. 1.ed. São Paulo: Arx, 2005.</p>
<p>NUNES, Benedito. <em>Heidegger &amp; Ser e tempo</em>. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p>REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p>VIEIRA, Fernando. <em>Identificação do céu</em>. 3.ed. Rio de Janeiro: Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, 2002.</p>
<p><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/04/dedicatoria-e-agradecimentos/" target="_blank">No Próximo tópico: minha dedicatória e agradecimentos.</a><br />
</span></p>
<p></span></span></div>


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		<title>Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 21:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>

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		<description><![CDATA[
Concluindo este texto&#8230; 

Podemos meditar que “só” teríamos consciência que “existimos”, no sentido mais profundo da palavra, através dos estudos da fenomenologia ou fenomenólogos. Da mesma maneira só poderíamos ter consciência de nossa origem cósmica através dos estudos da astronomia e da cosmologia.
Certamente Galileu Galilei(1), entre outros astrônomos da chamada modernidade, tinha uma visão de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297578861030543330" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SYTH6AVYD-I/AAAAAAAAAMw/r0cJO04Uoko/s200/atomo+fisica+quantica.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#3366ff;">Concluindo este texto&#8230;</span></span><span style="color:#3366ff;"> </span></a><a href="http://www.benitopepe.com/2008/12/filosofia-e-astronomia-instncias-em-que.html"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></a><br />
<span style="color:#666666;">Podemos meditar que “só” teríamos consciência que “existimos”, no sentido mais profundo da palavra, através dos estudos da fenomenologia ou fenomenólogos. Da mesma maneira só poderíamos ter consciência de nossa origem cósmica através dos estudos da astronomia e da cosmologia.<span id="more-129"></span></p>
<p>Certamente Galileu Galilei(1), entre outros astrônomos da chamada modernidade, tinha uma visão de fenômeno bem diferente das que têm os estudiosos da nova astronomia na contemporaneidade, como é o caso dos estudos da física quântica e seus desdobramentos teóricos, ainda tão embrionários, mas inimagináveis naquela época.</p>
<p></span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#666666;">Entretanto poderíamos considerar Galileu como aquele que por primeiro toma a iniciativa de observar os fenômenos do cosmos com “outros olhos” em dois sentidos: 1) não eram mais nus, pois se utilizava de um instrumento, uma luneta, para observar o Céu; 2) se utilizava da matemática nos seus estudos experimentais da natureza (elaborando algumas leis entre elas a lei da queda livre dos corpos). </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Com o advento da física quântica a idéia de fenômeno, no que se refere à cosmologia muda substancialmente, o sentido de “existência” também; da mesma maneira as “certezas” de outrora agora com o “principio da incerteza”(2) de Heisenberg modificam nosso pensamento quanto à questão da existência, como diz Andreeta: </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><em>Sabemos que tudo o que existe no nosso universo (e também nós mesmos) é constituído de minúsculas partículas de matéria e de energia, e que forças naturais atuam sobre essas partículas, aglomerando-as para formar tudo o que existe. Porém, hoje não existe mais distinção entre matéria e energia. Segundo Einstein, matéria e energia são dois estados diferentes de uma mesma “substancia quântica universal”. Os conhecimentos científicos atuais parecem, portanto, convergir com os da filosofia antiga, que afirmam que tudo o que existe deve provir de uma única fonte. (2004, p.9).<br />
</em><br />
Outra questão que não podemos desconsiderar é que hoje os Astrônomos estudiosos dos fenômenos observacionais estão constantemente em uma corrida com os Astrônomos que estudam teoricamente este mesmo universo, às vezes surgem teorias que só serão comprovadas muito tempo depois com a observação, como já ocorreu; outras vezes as observações extraordinárias estão na frente e espera-se uma teoria para explicar ou entender esses fenômenos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Na verdade muitos fenômenos parecem inexplicáveis para o homem, contudo da mesma forma que este ser que é capaz de perguntar sobre o Ser, talvez nunca tenhamos as respostas. Entretanto isto não significa que não devamos continuar na busca, aliás isto é uma das características deste homem, um constante desbravador&#8230; um constante questionador, um ser em thauma por natureza, como também o é a própria natureza, o cosmos, o universo. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
A revolução no pensamento que ocorre na modernidade quando o homem “destrói” o cosmos grego, com Copérnico, Galileu e Descartes, ocorre também, de forma não tão elementar, na contemporaneidade. As revoluções que ocorrem no pensamento com Darwin, Freud e Einstein na contemporaneidade ainda não foram amplamente absorvidas pela humanidade; no fundo nem mesmo muitos fatos da modernidade com Copérnico, Galileu, Giordano Bruno entre outros, também não o foram. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#666666;">Como nos relembra Michel Foucault, em Arqueologia das Ciências e História dos Sistemas de Pensamento: </span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><em>Freud fala, em algum lugar, que há três grandes feridas narcísicas na cultura ocidental: a ferida imposta por Copérnico; aquela feita por Darwin, quando ele descobriu que o homem descendia do macaco; e a ferida feita por Freud, já que ele próprio, por sua vez, descobriu que a consciência repousava na inconsciência. (2000, p.43).</em></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><em><br />
</em></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">De qualquer maneira provavelmente em um futuro não muito distante a humanidade compreenderá a nova revolução trazida por Einstein e pela física quântica no século recentemente findado. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Hoje percebemos claramente uma nova revolução científica em todos os campos do conhecimento, porém muitos não são sabedores que tantas destas tecnologias que usamos como: microondas, Cds, aparelhos de raios-X, entre outras, provém dos conhecimentos da física quântica. Sim, é a nova física revivendo, ou melhor, relembrando a importância da velha física, e agindo no mundo desde os primórdios gregos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">O nosso desenvolvimento (nossa evolução) passa por uma fase de grande transformação intelectual. Da mesma maneira que a humanidade vai aos poucos saindo do campo para as cidades, ou seja, em um êxodo rural, nosso trabalho vai deixando o uso braçal para o intelectual, de forma nunca antes imaginada. Nossa desterritorialização (para usar um conceito Deleuziano) requer um esforço acelerado e a criação de “novos territórios”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Agora o senso comum não tem mais o mesmo valor, a “necessidade” de especializações nas diversas áreas, faz com que um indivíduo ou pequenos grupos, tome para si “conhecimentos” que antes não eram tão segmentados e podiam ser compartilhados com um grupo muito maior de pessoas. Hoje o conhecimento mais do que nunca é estreitado e especializado (um generalista sabe um pouco de tudo, um especialista sabe um muito de pouco) e assim ocorre com a humanidade, mas essa massa toma “conhecimento” e utiliza-se das novas descobertas sem mesmo imaginar como elas chegaram àquele ponto, e toda essa tecnologia contribui para impulsionar o esquecimento do ser; assim o espanto passa a estar nos diversos fetiches, “brinquedos”, mimos que são criados para nos encantar.</span></div>
<p style="text-align: justify;">O homem da contemporaneidade atribuído de tantas tarefas e rotinas, não percebe de imediato as novas revoluções no pensamento que ocorrem com Einstein e a física quântica, ou melhor, percebem mas não sabem de onde vem. Nem mesmo nós que estudamos as relações da Astronomia e da filosofia podemos imaginar o que de fato ocorrerá com o pensamento nos próximos séculos depois de começarmos a entender que “tudo faz parte de um Todo” e, continuando com as palavras de Andreeta:</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><em>Vistos no plano atômico, todos os corpos que constituem o universo do ser humano possuem um comportamento dinâmico de troca de partículas. Os átomos que estão agregados aos corpos não são permanentes. Eles fluem constantemente através dos corpos sólidos: a pedra e o corpo físico humano compartilham os mesmos átomos. (&#8230;) Como os átomos fluem constantemente de um corpo para outro, a separação entre os corpos é, portanto, ilusória. Mesmo que o ser humano queira, não pode se isolar dela e de nada. (2004, p.20).</em></p>
<p>A física quântica, ainda que não seja plenamente entendida, já modifica a vida das pessoas, como ocorreu com a revolução do pensamento na modernidade. Após um período de Crise da razão, principalmente nos pós-guerras, vivemos um novo momento neste início do século XXI altamente revolucionário, conseqüência de diversos fatores como: a Internet, a globalização, e uma série de tecnologias, que estão promovendo novas mudanças no pensamento em diversos campos como: sociais, políticos, morais, econômicos, literários, artísticos e religiosos; fatos também ocorridos na idade moderna de Copérnico e Galileu, e que agora ocorrem de maneira extraordinária com Einstein e com a física quântica e seus novos produtos.</p>
<p></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Mas com tudo isso não podemos nos afastar do thauma originário, do espanto que faz com que estejamos aqui; o Poder de Ser. Precisamos voltar às origens, precisamos voltar a ser crianças, precisamos re-des-cobrir a epifania manifesta no mundo, na vida! Nas palavras de Brockelman: </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="color:#666666;">O que se reclama, então é uma nova maneira de ver as coisas que possa nos ajudar a viver de forma mais apropriada na natureza; na inesquecível expressão de Emily Dickinson, trata-se de ver as coisas com “um olho desguarnecido”. Precisamos nos deslumbrar com o extraordinário milagre da vida, com a espantosa epifania que ela manifesta. Precisamos ser tocados e transformados em nosso âmago. </span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="color:#666666;"><br />
</span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><em>Talvez nossa cultura industrial moderna esteja passando por essa transformação em seu modo de ver as coisas, e talvez uma mudança de paradigma esteja permitindo ver a natureza e a vida com novos olhos. (2001, p.25).<br />
</em><br />
Essa mudança de paradigma, sem precedentes é sem duvida a física quântica e toda a nova revolução que ela vem causar ao pensamento. Então teremos mais uma vez a Astronomia ou física influindo na maneira de pensar; e dessa vez esperamos que proporcione com este novo Thauma um retorno ao sentido do Ser e a um relembrar do Céu.</p>
<p>Abraços do Benito Pepe</p>
<p></span> <a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#3366ff;"> </span><br />
<span style="color:#666666;"><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/02/referencias-bibliograficas-do-texto-%E2%80%9Ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%E2%80%9D/" target="_blank">No próximo tópico apresento as Referências Bibliog</a><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/02/referencias-bibliograficas-do-texto-%E2%80%9Ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%E2%80%9D/" target="_blank">ráficas completas;</a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/04/dedicatoria-e-agradecimentos/" target="_blank">Depois meus agradecimentos aos que colaboraram com este texto;</a></span></p>
<p></span> <span style="color:#3366ff;"><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/05/comentarios-e-avaliacao-da-monografia-%E2%80%9Ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%E2%80%9D/" target="_blank">E por fim os comentários feitos pela banca examinadora.</a></span><br />
</span><br />
</span></div>
<p><span style="color:#666666;"> </span></p>
<div><strong>Notas:</strong></div>
<div style="text-align: justify;">(1) Galileu Galilei (1564-1642) é conhecido como um dos pais da física moderna.</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">(2) O princípio da incerteza de Heisenberg consiste num enunciado da mecânica quântica, formulado inicialmente em 1927, impondo restrições à precisão com que se podem efetuar medidas simultâneas de uma classe de pares de observáveis. Por exemplo: não se pode saber ao mesmo tempo a posição e a velocidade de um elétron. </span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong>Referências bibliográficas</strong></span></div>
<p style="text-align: justify;">ANDREETA, José Pedro. Quem se atreve a ter certeza? : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. Cosmologia e criação: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">FOUCAULT, Michel. Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. Ditos e escritos II, Manuel Barros da Motta (Org.) 1.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.</p>


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		<title>A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o Thauma aparece (Capítulo 1)</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 12:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanto]]></category>
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Publico agora partes da minha monografia apresentada na PUC-Rio, como um dos requisitos para a conclusão do curso de Especialização em Filosofia Contemporânea. Cujo o título é A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o Thauma aparece. Segue a Introdução.  Em sequência publico os  capítulos e as considerações finais, além dos comentários feitos [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284462219387316626" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 155px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SVYuY-eNqZI/AAAAAAAAAI0/JyxBT9DlrZ8/s200/Filosofo-Rembrandt+estudando.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SVYr2P27RqI/AAAAAAAAAIs/Bzp1prvueBs/s1600-h/Filosofo-Rembrandt+estudando.jpg"></a></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Publico agora partes da minha monografia apresentada na PUC-Rio, como um dos requisitos para a conclusão do curso de Especialização em Filosofia Contemporânea. Cujo o título é <em><strong>A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o Thauma aparece</strong>. </em>Segue a Introdução.  Em sequência publico </span><span style="color:#996633;"><span style="color: #000000;">os  capítulos e as considerações finais, além dos comentários feitos (pela banca) a este trabalho.</span><span id="more-110"></span></span></div>
<div><span style="color:#996633;"><br />
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<div><span style="color:#996633;"> </span></div>
<div><strong><span style="color:#996633;">1.1 Introdução</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">Pretendemos nesta monografia mostrar a importância e a participação da Astronomia (e/ou física) no espanto, no <em>thauma</em> filosófico, que ocorre desde os primórdios da filosofia lá no final do século VII a.C; ressurge na modernidade (séculos XVI e XVII) com muita veemência; e por fim tem novo papel com a “nova cosmologia” do século XX na contemporaneidade, com Einstein na teoria da relatividade e com Heisenberg na física quântica. Perceberemos que tanto a Astronomia influenciou a Filosofia, como esta implicou naquela. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"><br />
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<div><span style="color:#996633;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">No primeiro capítulo discorremos como se deu a “evolução” do pensamento da astronomia na antiguidade e a passagem do mito à filosofia uma “nova maneira de pensar”; damos alguns exemplos de mitos e visões cosmogônicas do universo; lembramos a cosmologia em sua origem racional embora ainda muitas vezes pautada nos sentidos e com suas “visões equivocadas”, exemplo de Aristóteles e outros, como foi o caso do Geocentrismo. De qualquer maneira nessa época o contato com a natureza era através de uma visão imanente e de um sentido mais amplo de pertencimento a ela.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">No segundo capítulo explanamos a retomada do racionalismo na idade moderna &#8211; a importância da “razão matemática” em Galileu Galilei (na astronomia); Descartes (na filosofia); Copérnico e Isaac Newton (astronomia &#8211; física) e Kant (filosofia). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">Como veremos a retomada do racionalismo na idade moderna evidencia mais uma vez as questões astronômicas e os estudos da física que ocorrem nesse período, e mais uma modificação no pensamento – aqui há o afastamento do geocentrismo e da “importância” deste homem – egocentrismo. Ocorre o “re-surgimento” do heliocentrismo agora de maneira “definitiva” – mas sabemos hoje: estamos num cantinho da Galáxia&#8230; não somos o centro do universo e nem sabemos se há um centro. Nesse momento o homem está bem afastado do sentido existencial da natureza, há uma clara dificuldade de se compreender o mundo natural em sua inteireza.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">No terceiro capítulo no que tange à contemporaneidade damos ênfase à fenomenologia e a questão do esquecimento do Ser mencionada por Heidegger em uma analogia com o esquecimento do Céu, nossa origem cósmica; somos poeira das estrelas&#8230; Desta maneira o espanto, o <em>Thauma</em> que origina a Filosofia e a Astronomia não pode ser esquecido, não podemos perder o sentido da existência, o espanto não pode acabar. Nesse momento reaparece com a física quântica e a nova cosmologia a inteireza do cosmos com o homem e o Todo da existência.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/28/do-mito-a-filosofia-o-caso-da-astronomia-capitulo-2/" target="_blank">Acompanhe o próximo capítulo clique aqui&gt; &#8220;Do Mito à Filosofia&#8230;&#8221;</a></span><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><br />
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<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#996633;">Abraços do Benito Pepe</span></div>
<div style="text-align: justify;">www.benitopepe.com.br</div>


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