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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Religião</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Feliz Natal a todas as Mentes. Mas Como cada ser humano vê o Natal?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” - o sul do mundo. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/157__160x120_imagem-presepio.jpg" alt="imagem-presepio" title="imagem-presepio" />
</a>
Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” &#8211; o sul do mundo.<span id="more-2025"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A data para comemorarmos o Natal, como muitos sabem, foi definida exatamente para a época de um <strong>solstício</strong> (veja: “<span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank">O que é Natal? Qual a Origem do Natal?</a></span>”), desse modo temos temperaturas extremas, pois de um lado é Inverno e do outro é Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que você já tenha notado que o inverno é uma ótima estação para tomarmos vinho e comermos alimentos mais calóricos, certo? Bem, na época do Natal isso serve pra você que está no hemisfério Norte, agora, pra quem está no hemisfério Sul isso não combina nem um pouco, no máximo podemos tomar vinho branco gelado e o ideal é tomarmos sucos de frutas, cerveja e muita água. Quanto ao alimento deveríamos comer frutas frescas e tropicais, diferentemente do que ocorre no norte onde se comem frutas secas, castanhas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o clima influi nos alimentos que devemos ingerir, influi em nosso estado psicológico. Quando estamos às portas de uma determinada estação nossa mente vai se adaptando e esperando o “clima” que virá em todos os sentidos. A estação que chega traz uma série de perspectivas e expectativas. Por exemplo, o verão faz lembrarmo-nos da praia, das cachoeiras, dos parques aquáticos e outros ambientes abertos, enquanto que o inverno é tempo de se agasalhar e procurar ambientes fechados e afáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acredito que o clima do mundo, no sentido mesmo da temperatura, influi no psicológico e no comportamento das pessoas. As vestimentas do Papai Noel, ou Pai Natal, tem a ver com o clima frio, por outro lado, não tem nada a ver com o Verão Escaldante do Hemisfério Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que essa questão frio-calor na época do Natal é notada e certamente já foi pensada por muitos. O que pretendo levar à reflexão agora é como cada Mente vê o Natal, ou seja, o que se passa no coração, nas experiências e nas expectativas natalinas e pós- natalinas. E quero pensar tão somente e exclusivamente para os Cristãos do Mundo e principalmente com relação aos cristãos ocidentais, excluo portanto o mundo não cristão. (veja<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">É Natal&#8230; mas é para todo o Mundo</span></a>?)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao mundo Cristão há duas distinções religiosas básicas: os católicos e os evangélicos protestantes, que se dividem em mais de 33.600 denominações. Os Católicos que totalizam a metade de todos os cristãos são também Marianos, ou seja, proclamam o <em>magnificat</em> como está no Evangelho de <strong>Lucas</strong> <strong>1, 39-55:</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>39.Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. 40.Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. 42.Com voz forte, ela exclamou: “</em><strong><em>Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! </em></strong><em>43.Como mereço que </em><strong><em>a mãe do meu Senhor</em></strong><em> venha me visitar? 44.Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. 45.Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!”. 46.</em><strong><em>Maria então disse</em></strong><em> (este é o </em><strong><em>Magnificat</em></strong><em>) : 47.“A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48.porque ele olhou para a humildade de sua serva. </em><strong><em>Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz (bem Aventurada),</em></strong><em> 49.porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, 50.e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 51.Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. 52.Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53.Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. 54.Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a Celebração do Natal para os Católicos é também época de lembrar Maria, a propósito não há o filho sem a Mãe. Nós que somos Cristãos Deveríamos pensar na possibilidade de Deus estar nos falando através de Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembro alguns dos pontos que foram levantados por mim quanto a esta época natalina:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O “clima”      no planeta e as influências naturais, tanto no psicológico, quanto nos      alimentos, etc.;</li>
<li>A      definição da data do Natal para um Solstício (veja o texto:<span style="color: #0000ff;"> <a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">o que é      Natal? Qual a origem do Natal</span></strong></a></span>);</li>
<li>As diversidades      de pensamentos no Mundo que em sua maioria não é cristã (veja o texto<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>É Natal&#8230;      mas é para todo o Mundo?</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li>Por fim a      distinção nas Mentes dos Católicos e da maioria dos Evangélicos quanto a      Maria. (veja o texto: <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a title="Manisfesto de Dreden: Maria e os Protestantes" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/10/10/manifesto-de-dresden-maria-e-os-protestantes/" target="_blank">Manifesto de Dresden: Maria e os protestantes</a></span></strong></span>)      Há outros textos relacionados, você encontrará os links no final de cada      texto. Boa Leitura e boa Reflexão! Espero teus comentários!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim um Feliz Natal a todas as Mentes do Mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Igreja da Penha, o Santuário renovado e a Festa da Penha de Nº 376</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/10/09/igreja-da-penha-o-santuario-renovado-e-a-festa-da-penha-de-n%c2%ba-376/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 22:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
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</a>
História do Santuário da Penha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.<span id="more-1915"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Baltazar, que era devoto de Nossa Senhora, quando se viu só e incapaz de se defender, pediu socorro a Nossa Senhora gritando: &#8220;Minha Nossa Senhora, valei-me!&#8221;. Nesse preciso momento surgiu um lagarto inimigo das serpentes, e travou-se uma luta mortífera entre os dois animais. Baltazar por sua vez, não perdeu tempo e fugiu.</p>
<p style="text-align: justify;">
Depois de se recuperar do susto, Baltazar reconheceu que o lagarto apareceu precisamente no momento em que ele pediu a proteção da Virgem Maria. Agradecido, por tão importante gesto maternal, Baltazar construiu uma pequena capela onde pôs uma imagem de Nossa Senhora. Se antes o Capitão Baltazar subia o penhasco para ver as suas plantações, a partir daí passou a subir também para agradecer tão primoroso gesto de carinho que a Mãe do Céu teve para com ele. Assim como ele, também os seus parentes, amigos e vizinhos e até mesmo pessoas curiosas, que à distância viam a pequena capela, passaram a subir a grande pedra (daí vem a palavra Penha) uns para pedir e outros para agradecer graças alcançadas por intercessão da Senhora do alto do Penhasco – Penha. De tanto as pessoas dizerem: vamos à Penha visitar Nossa Senhora, passaram a dizer: vamos visitar Nossa Senhora da Penha.</p>
<p style="text-align: justify;">
A devoção à Nossa Senhora da Penha foi se espalhando e cada vez era maior o número de pessoas que visitavam este lugar sagrado e encantador. Umas para pedir e outras para agradecer a sua intercessão.<br />
O capitão Baltazar doou todas as suas propriedades a Nossa Senhora da Penha, havia necessidade, porém, que alguém, com crédito, administrasse responsavelmente esse patrimônio. Foi criada então a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha no ano de 1728 a qual com muito zelo e dedicação demoliu a primeira capela &#8211; muito pequena &#8211; e construiu outra, com uma torre onde foram colocados dois pequenos sinos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Mais tarde, no ano de 1870, foi demolida esta capela e construído no seu lugar um novo templo: uma igreja com uma torre e novos sinos. Por volta do ano de 1900 houve uma nova intervenção. O templo foi ampliado, ganhando duas novas torres, nas quais, mais tarde, foi instalado um carrilhão com 25 sinos de origem portuguesa, adquiridos na Exposição Nacional do 1º Centenário da Independência do Brasil. Este Carrilhão foi inaugurado em 27 de setembro de 1925 com a bênção do então Núncio Apostólico no Brasil, Cardeal Dom Henrique Gasparri.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>A Escadaria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No ano de 1817 subia a pedra um piedoso casal quando a esposa, Sra. Maria Barbosa, comentou com o marido que pediria à Nossa Senhora da Penha para interceder por eles para que Deus lhes concedesse um filho, já que estavam casados há alguns anos e não tinham filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">
A Sra. Maria Barbosa confiou, pediu e prometeu que se tivesse um filho mandaria esculpir no duro granito do penhasco uma escadaria para facilitar o acesso dos devotos de Nossa Senhora da Penha ao Santuário. No ano seguinte o casal era presenteado com um lindo filho e no ano de 1819 a escadaria estava pronta. São 382 degraus talhados na própria pedra, mais ainda do que o número de dias do ano.<br />
O Santuário hoje</p>
<p style="text-align: justify;">
Colocado à entrada da cidade, com o sorriso de Mãe aos que chegam, quer pela Av. Brasil ou Linha Vermelha, quer pela Ponte Rio- Niterói ou mesmo pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Santuário de Nossa Senhora da Penha é, por excelência , o trono que Maria, Mãe de Deus, escolheu no Rio de Janeiro, para ser o centro de sua devoção entre nós. A este Santuário acorrem milhares de peregrinos vindos de todo o Brasil e do exterior, para trazer-lhe os seus agradecimentos por graças alcançadas, ou pedir a sua intercessão. À medida que vamos subindo a colina sagrada, sentimos que o ambiente se torna mais religioso. São inúmeras as pessoas que sobem a escadaria rezando, sobretudo a oração do terço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Melhoramentos:</strong> recentemente várias obras foram feitas para melhor receber os muitos(as) devotos(as) de Nossa Senhora da Penha. No pátio foram construídos novos banheiros; e uma Concha Acústica dotada de ótima estrutura para eventos culturais, numa área para 30 mil pessoas. O novo bondinho foi inaugurado em 2003, o qual tem capacidade para transportar ao Santuário, com toda segurança, até 500 pessoas por hora. Em breve será construído um abrigo para os peregrinos, um restaurante panorâmico e uma praça de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com o incessante aumento do número de devotos que visitam o Santuário tornam-se contínuas as obras de melhoria na sua infra-estrutura. Assim, a Irmandade tem um macro projeto para o espaço que pertence à Instituição o qual prevê a construção de uma nova igreja com capacidade para 20 mil pessoas; um ginásio poliesportivo para eventos, congressos, retiros etc., com capacidade para 5 mil pessoas; um hotel para 300 pessoas; sanitários; áreas de atendimento médico e outras melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação da  376ª Festa de Nossa Senhora da Penha do Rio de Janeiro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Começou no dia 1° de outubro a  Festa de Nossa Senhora da Penha. Mas as festividades vão se estender até o dia 30 do mês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira abaixo a programação para os demais dias. Festa no ano de 2011</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 de outubro:</strong><br />
11h- 1ª Peregrinação dos motociclistas ao Santuário (Concha Acústica)<br />
15h – 6ª Romaria da Bíblia;<br />
- 6º Festival do Folclore Português (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 de outubro:</strong><br />
14h – Evento “Corações Unidos pela Paz” &#8211; Comunidade Coração Novo. (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16 de outubro:</strong><br />
15h – 10º Encontro de Corais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23 de outubro:</strong><br />
15h – Folclore Brasileiro &#8211; Colégio Nossa Senhora da Penha. (Concha Acústica)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>29 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; Mutirão de pintura no Santuário</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>30 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; 5ª Corrida Rústica;<br />
15h – Encerramento da festa com procissão; Missa Campal, presidida por Dom Orani João Tempesta; coroação da imagem histórica de Nossa Senhora da Penha e show do cantor Jerry Adriani.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Santuário da Penha no Rio de Janeiro" href="http://www.santuariopenhario.org.br" target="_blank">Site Oficial do Santuário da Penha</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Abraços do Benito Pepe</p>


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		</item>
		<item>
		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 01:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<description><![CDATA[Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no "Sacrum Comercium", a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de "selo do reino dos céus". À Dama Pobreza clamam os menores: "Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!" (SC 21,22).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>
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</a>
</strong></a></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Continuando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal da Cruz Vitoriosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor:<span id="more-1643"></span></p>
<p style="text-align: justify;">reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no &#8220;Sacrum Comercium&#8221;, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de &#8220;selo do reino dos céus&#8221;. À Dama Pobreza clamam os menores: &#8220;Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!&#8221; (SC 21,22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU e a Bênção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco se apropriou da bênção deuteronômica, transcreveu-a com o próprio punho e deu a Frei Leão: &#8220;Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a tua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz. Irmão Leão; o Senhor te abençoe!&#8221; Sob o texto da bênção, o próprio Frei Leão fez a seguinte anotação: &#8220;São Francisco escreveu esta bênção para mim, Irmão Leão, com seu próprio punho e letra, e do mesmo modo fez a letra TAU como base&#8221;. Assim, Francisco, num profundo momento de comunicação divina, com delicadeza paternal e maternal, abençoa seu filho, irmão, amigo e confidente. Abençoar é marcar com a presença, é transmitir energias que vêm da profundidade da vida. O Senhor te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>O TAU e a Cura dos Enfermos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relato de alguns milagres, conta-se que Francisco fazia o sinal da cruz sobre a parte enferma dos doentes. Após ter recebido os estigmas no Monte Alverne, Francisco traz em seu corpo as marcas do Senhor Crucificado e Ressuscitado. Marcado pelo Senhor, imprime a marca do Senhor que salva em tudo o que faz. Conta-nos um trecho das Fontes Franciscanas que um enfermo padecia de fortes dores; invoca Francisco e o santo lhe aparece e diz que veio para responder ao seu chamado, que traz o remédio para curá-lo. Em seguida, toca-lhe no lugar da dor com um pequeno bastão arrematado com o sinal do TAU, que traz consigo. O enfermo ficou curado e permaneceu em sua pele, no lugar da dor, o sinal do TAU (cf. 3Cel159). O Senhor identifica-se com o sofrimento de seu povo. Toma a paixão do humano e do mundo sobre si. Afasta a dor e deixa o sinal de Amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A Cor do TAU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU, freqüentemente, é reproduzido em madeira, mas quando, pintado, sempre vem com a cor vermelha. O Mestre Nicolau Verdun, num quadro do século XII, representa o Anjo Exterminador que passa enquanto um israelita marca sobre a porta de sua casa um TAU com o Sangue do Cordeiro Pascal que se derrama num cálice. O Vermelho representa o sangue do Cordeiro que se imola para salvar. Sangue do Salvador, cálice da vida! Em Fontecolombo, Francisco deixou o TAU grafado em vermelho. O TAU pintado na casula de Frei Leão no mural de Greccio também é vermelho. O pergaminho escrito para Frei Leão no Monte Alverne, marca em vermelho o Tau que assina a bênção. O Vermelho é símbolo da vida que transcende, porque se imola pelos outros. Caminho de configuração com Jesus Crucificado para nascer na manhã da Ressurreição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usar o TAU é lembrar-se do Transcendental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente usa o Tau. Não é um amuleto, mas um sacramental que nos recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir, progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: Cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, <strong>saudar a todos com a Paz e o Bem</strong>. Usar o TAU é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o TAU é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Tau deve ser sinal de espiritualidade, deve ser um sinal de que aquele que o usa é uma pessoa que vive a intenção de permanecer em constante conversão e mudança de vida, em vontade firme de se tornar nova criatura; deve ser sinal de que aquele que o ostenta é uma pessoa que busca a sua salvação e de todos os homens na cruz de Jesus Cristo; deve ser um sinal de que aquele que o traz é uma pessoa que vive e esforçar-se por ser pobre, por se despojar e desprender dos bens terrenos para se enriquecer dos valores das bem-aventuranças: o Reino de Deus, a paz, a mansidão, a fraternidade universal, a misericórdia e o perdão, o respeito pela criação, a alegria, a partilha de bens, a luta pela justiça e a paixão por Jesus Cristo pobre, Crucificado e Ressuscitado.<a href="http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/12.htm#_ftn1"><em> </em></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro Tau franciscano é aquele todo de madeira, sem nenhum tipo de apetrecho fixado a ele (crucifixo, foto, desenho&#8230;), também não é aquele feito de aço ou outro metal (ouro, pratas, etc.). Ele também precisa ter o cordão com os três nós. Esse entendimento vem da época de Francisco, pois ele usava apenas um Tau de madeira preso a um cordão com os três nós. Tudo que difere disso faz com que eles não sejam “verdadeiros TAUs franciscanos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entende-se que o melhor Tau não é o comprado, mas aquele que nós ganhamos de alguém, pois essa pessoa reconhece em nós os três nós&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relembrando o Sinal bíblico usado pelo profeta Ezequiel:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Chamou o Senhor Deus o homem vestido de linho branco, que trazia à cintura os instrumentos de escriba e lhe disse: percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com um <strong>“T”</strong> na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.” (Ez 9,3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">Todo aquele que tinha sido assinalado com o “T” foi poupado do extermínio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Papa Inocêncio III (1160-1216) explica o sentido do Tau: “Tem a forma de Cruz<a title="cruz salvação Jesus Cristo calvário" href="http://cantodapaz.com.br/blog/2007/01/27/ninguem-te-ama-como-eu-martin-valverde/"></a>; quem o traz consigo, vive sua fé.”</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, <strong>o Tau é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de penitência e conversão interior;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de dor pelos pecados do mundo;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recordação de nosso batismo; nossa marca de Filhos de Deus;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de salvação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco selava o que escrevia com o Tau, para significar a densidade do Amor de Deus, concretizado na Cruz de Cristo, sinal de Salvação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração de São Francisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Senhor<strong>!</strong> Fazei de mim um instrumento da vossa paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ódio, que eu leve o amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver discórdia, que eu leve a união.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver erro, que eu leve a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver desespero, que eu leve a esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver trevas, que eu leve a luz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ó Mestre</strong>, fazei que eu procure mais:</p>
<p style="text-align: justify;">consolar, que ser consolado;</p>
<p style="text-align: justify;">compreender, que ser compreendido;</p>
<p style="text-align: justify;">amar, que ser amado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é dando que se recebe.</p>
<p style="text-align: justify;">É perdoando que se é perdoado.</p>
<p style="text-align: justify;">E é morrendo que se vive para a vida eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Glorioso São Francisco</em><em>, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: cancaonova.com</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Termino com uma oração que tem afinidade com a questão da horizontalidade humana e a verticalidade na busca em Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">“Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com as realidades do Céu, fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós a nossa humanidade. Por Cristo nosso Senhor. Amém”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 00:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<description><![CDATA[O TAU está além de uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao " T " na língua portuguesa. O Tau é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. O Divino e o humano. 
O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (www.franciscanos.org.br), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
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</a>
 </strong>O TAU está além de<strong> </strong>uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao &#8221; <strong>T</strong> &#8221; na língua portuguesa. O <strong>Tau</strong> é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o <strong>Céu</strong> e a <strong>Terra</strong>. O Divino e o humano.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (<a href="http://www.franciscanos.org.br/">www.franciscanos.org.br</a>), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.<span id="more-1639"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Linguagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego. O mundo judaico e, conseqüentemente, a linguagem bíblica mostram a busca do transcendente. É preciso colocar o Deus da Vida como centro da história. É a nossa verticalidade,  isto é, o nosso voltar-se para o Alto. O mundo grego nos ensinou a pensar e perguntar pelo sentido da vida, do humano e das coisas. Descobrir o significado de tudo é pisar melhor o chão, saber enraizar-se. É a nossa horizontalidade. A Teologia é, e a Filosofia também pode ser serva da fé e do pensamento. Quem sabe onde está, parte para voos mais altos. É como o galho de pessegueiro, cortado em forma de TAU é usado para buscar veios d&#8217;água. Ele vibra quando a fonte aparece cheia de energia. Coloquemos o TAU na fonte de nossas palavras!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU, o cordão e os três nós</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos: <strong>obediência</strong>, <strong>pobreza</strong>, <strong>pureza de coração</strong>. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é <strong>valor de quem sabe colocar tudo em comum</strong>. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é <strong>a coragem da partilha</strong>. <strong>Ser puro de coração é ser transparente</strong>, <strong>casto</strong>, <strong>verdadeiro</strong>. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel aos seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há certos sinais que revelam uma escolha de vida. O TAU, um dos mais famosos símbolos franciscanos, hoje está presente no peito das pessoas num cordão, num broche, enfeitando paredes numa escultura expressiva de madeira, num pôster ou pintura.</p>
<p style="text-align: justify;">Que escolha de vida revela o TAU? Ele é um símbolo antigo, misterioso e vital que <strong>recorda tempo e eternidade.</strong> A grande busca do humano querendo tocar sempre o divino e este vindo expressar-se na condição humana. Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! <strong>Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo.</strong> Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. Francisco de Assis o atualizou e o   imortalizou. Ele não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal bíblico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe somente um texto bíblico que menciona explicitamente o TAU, última letra do alfabeto hebraico, Ezequiel 9, 1-7: &#8220;Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem&#8221;. O TAU é a mais antiga grafia em forma de cruz. Na Bíblia é usado como ato de assinalar. Marcar com um sinal, é muito familiar na Bíblia. Assinalar significa lacrar, fechar dentro de um segredo, uma ação. É confirmar um testemunho e comprometer aquele que possui o segredo. O TAU é selo de Deus; significa estar sob o domínio do Senhor, é a garantia de ser reconhecido por Ele e ter a sua proteção. É segurança e redenção, voltar-se para o Divino, sopro criador animando nossa vida como aspiração e inspiração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Idade Média</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vimos o significado salvífico que a letra hebraica do TAU recebe na Bíblia. Mas <strong>o TAU </strong>tem<strong> </strong>também um significado extrabíblico, bastante divulgado na Idade Média: perfeição, meta, finalidade última, santo propósito, vitória, ponto de equilíbrio entre forças contrárias. A sua linha vertical significa o superior, o espiritual, o absoluto, o celeste. A sua linha horizontal lembra a expansão da terra, o material, a carne. O TAU lembra a imagem do sustentáculo da serpente bíblica: clavada numa estaca como sinal da vitória sobre a morte. Uma vitória mística, isto é, nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É cruz vitoriosa, perfeição, salvação, exorcismo. Um poder sobre as forças hostis, um talismã de fé, um amuleto de esperança usado por gente devota sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU do Penitente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco de Assis viveu em um ambiente no qual o TAU estava carregado de uma grande riqueza simbólica e tradicional. Assumiu para si a marca do TAU como sinal de sua conversão e da dura batalha que travou para vencer-se. Não era tão fácil para o jovem renunciar seus sonhos de cavalaria para chegar ao despojamento do Crucificado que o fascinou. Escolhe ser um cavaleiro penitente: eliminar os excessos, os vícios e viver a transparência simples das virtudes. Na sua luta interior chegou a uma vitória interior. Um homem que viveu a solidão e o desafio da comunhão fraterna; que viveu o silêncio e a canção universal das criaturas; que experimentou incompreensão e sucesso, que vestiu o hábito da penitência, que atraiu vidas, encontrou um modo de marcar as paredes de Santa Maria Madalena em Fontecolombo, de assinar cartas com este sinal. De lembrar a todos que o Senhor nos possui e nos salva sob o signo do TAU.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Franciscano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU franciscano atravessa oito séculos sendo usado e apreciado. É a materialização de uma intuição. Francisco de Assis é um humano que se move bem no universo dos símbolos. O que é o TAU franciscano? É <strong>Verdade</strong>, <strong>Palavra</strong>, <strong>Luz</strong>, <strong>Poder</strong> e <strong>Força da mente</strong> direcionada para um grande bem. Significa lutar e discernir o verdadeiro e o falso. É curar e vivificar. É eliminar o erro, a mentira e todo o elemento discordante que nega a paz. É unidade e reconciliação. Francisco de Assis está penetrado e iluminado, apaixonado e informado pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade. É um batalhador incansável da Paz, o Profeta da Harmonia e Simplicidade. É a encarnação do discernimento: pobre no material, vencedor no espiritual. Marcou-se com este sinal da luz, vida e sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Como Ideal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1.200 prelados, 412 bispos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9, 1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU, vibrante de cuidado, ternura e misericórdia aprendida de seu Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU nas Fontes Franciscanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os biógrafos franciscanos nos dão testemunhos da importância que São Francisco dava ao TAU: &#8220;O Santo venerava com grande afeto este sinal&#8221;, &#8220;O sinal do TAU era preferido sobre qualquer outro sinal&#8221;, &#8220;O recomendava, freqüentemente, em suas palavras e o traçava com as próprias mãos no rodapé das breves cartas que escrevia, como se todo o seu cuidado fosse gravar o sinal do TAU, segundo o dito profético, sobre as fontes dos homens que gemem e lutam, convertidamente a Jesus&#8221;, &#8220;O traçava no início de todas as suas ações&#8221;, &#8220;Com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas&#8221; (cf. LM 4,9; 2,9; 3Cel 3). Assim Francisco vestia-se da túnica e do TAU na total investidura de um ideal que abriu muitos caminhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/" target="_blank"><strong>Veja a segunda parte deste texto clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Feliz Semana Santa! Feliz Páscoa!  Mas o que é a Páscoa?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto: “Mas o que é Páscoa?” eu publique originalmente no Site Planetanews.com em 2003. Desde então ele sempre foi um campeão de visitas durante a quaresma, Semana Santa e Páscoa. Foi copiado e publicado em inúmeros sites pela Internet. Agora eu o publico aqui e no final deste texto indico alguns links para outros artigos que escrevi falando sobre esse tema, faço um compêndio desses artigos sobre a Páscoa, Semana Santa, e datas relacionadas. Veja os links e um resumo de cada artigo, o que ele trata e qual a sua relação com os outros textos.




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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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O texto: <strong>“Mas o que é Páscoa?”</strong> eu publique originalmente no Site <strong>Planetanews.com</strong> em 2003. Desde então ele sempre foi um campeão de visitas durante a quaresma, Semana Santa e Páscoa. Foi copiado e publicado em inúmeros sites pela Internet. Agora eu o publico aqui e no final deste texto indico alguns links para outros artigos que escrevi falando sobre esse tema, faço um compêndio desses artigos sobre a <strong>Páscoa</strong>, <strong>Semana Santa</strong>, e <strong>datas relacionadas</strong>. Veja os links e um resumo de cada artigo, o que ele trata e qual a sua relação com os outros textos.<span id="more-1592"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas O que é Páscoa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Legal que muitos de nós fiquemos felizes com a Semana Santa, com a Páscoa, momentos de nos confraternizar, nos alegrar, de dar e receber ovos de Páscoa&#8230; Mas porquê isto? Bem! Para quem ao menos gosta da História e da essência dos fatos e atos ocorridos, vale continuar a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Já há alguns milênios (3,5) os Judeus já comemoravam a Páscoa. Mas como? Jesus Cristo não havia nem mesmo nascido! É verdade! No início, as comemorações da Páscoa já eram nesta época do ano: Março, Abril (primavera no hemisfério norte) eram para comemorar as colheitas. Era, portanto, a festa das colheitas. A alegria de festejar e “bebemorar” com o sucesso de um período trabalhado e seus frutos (na verdade a festa da colheita era 50 dias após a páscoa).</p>
<p style="text-align: justify;">Muito bem! Mas os nossos Pais religiosos, os Judeus, foram escravizados no Egito (Império naquela época). Ficaram como escravos muitos anos&#8230; Até que, com ajuda de Deus, conseguiram sair da escravidão e voltar à terra prometida e foi o que ocorreu por coincidência ou projeto Divino também nesta mesma época da Páscoa e, assim, então, a comemoração dos Judeus passou a ser a da Passagem, do Êxodo, da libertação da terra do Egito.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora onde está a Páscoa Cristã? A nossa Páscoa, que é, sem dúvida, a maior Festa e a maior comemoração de todas as festas cristãs, está exatamente neste mesmo período do ano, pois mais uma vez por coincidência ou não ocorre também nesta época.</p>
<p style="text-align: justify;">O Verbo que era a palavra se fez carne e veio habitar entre nós e após um período aqui na terra nos mostrou que nós também somos eternos, pois o que vivemos é uma Páscoa, ou seja, em Hebreu Páscoa quer dizer PASSAGEM assim sendo, Jesus o Cristo, nos mostrou que aqui é apenas um local de passagem e acima de tudo de aprendizagem. Portanto o mais importante não é o que construímos materialmente, mas, sim, o que construímos espiritualmente. Jesus, após ser crucificado e morto (na época da festa da Páscoa judaica, pois ele havia ido até Jerusalém para as comemorações &#8211; ele também era Judeu), ele ressuscita no 3º dia e aparece aos seus discípulos algumas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto nós, os Cristãos, comemoramos esta época do ano como a maior de todas as festas, assim, ela é mais importante que o próprio Natal (Nascimento de Jesus). Apesar de o Calendário Gregoriano contar os anos do nascimento de Cristo, na verdade nós estamos há uns 1970 anos de comemorações de Páscoas Cristãs.</p>
<p style="text-align: justify;">E para quê os Ovos, os coelhos&#8230;? O raciocínio é sempre lógico como também muitas vezes é a Fé! Como foi aprendido que a verdadeira Vida é após esta Páscoa (Passagem) assim sendo temos que comemorar a Vida e o que é melhor para simbolizar a vida do que o ovo! E o coelho, é lógico. Como o bichinho procria, não é mesmo? Bem, devemos lembrar também que os fatos e símbolos foram incididos em outro mundo &#8211; o chamado mundo velho (berço da humanidade) &#8211; e com suas culturas, portanto também é interessante relembrar que tudo em História se deve contemporizar.</p>
<p style="text-align: justify;">A passagem por esta terra, por este planeta, é o que temos consciência neste momento, quanto ao futuro temos a esperança. Páscoa, portanto, é a passagem, mas não a passagem desta vida para outra, mas de toda a passagem por esta vida, com todos os seus anos de conhecimentos, aprendizagens, vivências e experiências. Portanto, a Páscoa é, em suma, a comemoração da VIDA!</p>
<p style="text-align: justify;">Feliz páscoa para você!</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/" target="_blank">O que é Páscoa? Qual a Origem da Páscoa?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste texto eu falo sobre a Páscoa, Quaresma, Semana Santa, como surgiu a festa da páscoa judaica e a cristã, o que significam os símbolos da páscoa, o pentecoste entre outros temas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/" target="_blank">Páscoa é renascer, é Vida Nova! É Passagem</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui procuro resgatar o sentido espiritual da páscoa, enfatizando o viés vertical – homem-céu &#8211; e abdicando do sentido puramente secular ou pagão da festa, ou seja, a sua horizontalidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/" target="_blank">Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como é definida a data do carnaval, veremos que a data tem a ver com a data da páscoa. Lembramos a questão astronômica da Lua cheia e a Páscoa, os 40 dias da quaresma&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank">O que é carnaval? Qual a Origem do Carnaval?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma história do carnaval, sua relação com a data da páscoa, onde e como surgiu o carnaval, o carnaval nas diversas épocas da história desde sua origem no renascimento e em tempos modernos, o carnaval no Brasil, o carnaval carioca, sociedades carnavalescas, escolas de samba&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O Sentido da Existência</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/04/09/o-sentido-da-existencia/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 01:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto copilado e enviado por J.M. Dias: O PENSAMENTO do século XXl reencontra os problemas tradicionais da filosofia não mais dispostos no rigor da ordem clássica, ou mesmo na hierarquia rígida do ideário positivista. A incorporação da experiência histórica fortaleceu o sentido concreto da presença dos fatos e enfraqueceu a pretensão às verdades eternas. Com isso, a filosofia tornou-se menos ciosa das prerrogativas do pensamento puro e mais atenta à complexidade do mundo, atravessando pela contingência e pela liberdade. É nesse contexto que nascem as filosofias da existência.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
Texto compilado e enviado por J.M. Dias:</p>
<p style="text-align: justify;">O PENSAMENTO do século XXl reencontra os problemas tradicionais da filosofia não mais dispostos no rigor da ordem clássica, ou mesmo na hierarquia rígida do ideário positivista. A incorporação da experiência histórica fortaleceu o sentido concreto da presença dos fatos e enfraqueceu a pretensão às verdades eternas. Com isso, a filosofia tornou-se menos ciosa das prerrogativas do pensamento puro e mais atenta à complexidade do mundo, atravessando pela contingência e pela liberdade. É nesse contexto que nascem as filosofias da existência.<span id="more-1588"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para caracterizá-las, é preciso lembrar que não podemos falar delas no singular, afirmando, por exemplo, que existe um existencialismo. O que caracteriza as filosofias  da existência é a multiplicidade de direções, a diversidade de influências que recebem e as maneiras como se situam frente à tradição. Apesar disso, é possível verificar alguns traços comuns, não no sentido metódico ou doutrinal, mas na maneira como todas elas formulam o problema geral do homem frente à adversidade, o que faz dessas filosofias testemunhos da conturbação histórica do nosso século.</p>
<p style="text-align: justify;">As filosofias da existência surgiram no século XX, mas é possível encontrar ao longo da história do pensamento filósofos que se preocuparam com problemas que sem dúvida podem ser chamados de existenciais. Dependendo da amplitude que se dê a essa expressão, podemos buscar atitudes filosóficas existenciais em muitos autores do passado, pois as questões ligadas à existência humana constituem preocupação da filosofia pelo menos desde Sócrates. No entanto, quando falamos em filosofia da existência no sentido em que hoje se usa a expressão, queremos destacar não apenas a preocupação com o homem de forma geral, mas o fato de constituir a existência humana o ponto de partida e o objeto privilegiado de análise.</p>
<p style="text-align: justify;">A HERANÇA DOS PREDECESSORES</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido menos abrangente, um nome que não pode deixar de ser lembrado é de Sören Kierkegaard. Apesar de ter vivido na primeira metade do século XlX, o pensador dinamarquês, ao opor-se de forma drástica à filosofia sistemática de Hegel, procurou incorporar na reflexão filosófica a especialidade do indivíduo, principalmente do homem que vive a relação contraditória com a transcendência divina. Ao aceitar as contradições e os aspectos multifacetados que a existência do crente envolve e, sobretudo ao postular que a relação imediata com Deus, por intermédio da fé, gera a angústia derivada do sentimento insuperável da atitude, Kierkegaard abordou, pelo viés da reflexão acerca da experiência  religiosa, alguns temas que estarão presentes em todas as filosofias da existência, e que se referem às questões  inerentes à elucidação da situação humana.</p>
<p style="text-align: justify;">As filosofias da existência são também fortemente influenciadas pelo pensamento de Nietzsche, sobretudo naquilo em que sua filosofia destaca, com uma nitidez inexistente no pensamento anterior, o equilíbrio tenso que caracteriza a afirmação da existência a partir de valores positivos, ou a sua subordinação, por via da deterioração histórica da vida, a valores negativos consubstanciados numa moral invertida que impede a expansão natural do potencial humano.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira mais difusa pode-se também mencionar como credora filosófica do existencialismo a tendência da filosofia da vida, muito presente no pensamento alemão da segunda metade do século XlX. É preciso contudo não confundir o peso dessas influências com a contribuição metodológica que certas correntes  deram para a elaboração de algumas filosofias da existência. É o caso, por exemplo, de Husserl, na medida em que a fenomenologia está presente na obra de Heidegger e de Sartre como diretriz metodológica de análise, sem que por isso se possa fazer alguma vinculação entre a fenomenologia husserliana e o existencialismo, do ponto de vista do conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Compilado Por J.M. Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:</p>
<p style="text-align: justify;">HISTORIA DA FILOSOFIA - EDITORA NOVA CULTURA</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Os quatro Pilares da Vida</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/02/18/os-quatro-pilares-da-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 23:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Estes pilares que vou delinear são sem dúvida pontos preponderantes para a felicidade plena do homem no Planeta. Quando falamos nos principais pilares, suportes ou Valores da Vida temos que lembrar que em primeiro lugar deve estar Deus; depois vem a Família; segue o Trabalho; e o Lazer. A ordem deve ser esta mesma, no entanto cada um desses pilares pode ser superposto, porém estando em harmonia um com o outro e muitas vezes em paralelo.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/pilares.jpg" title="" class="shutterset_singlepic117" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/117__160x120_pilares.jpg" alt="pilares" title="pilares" />
</a>
Estes pilares que vou delinear são sem dúvida pontos preponderantes para a felicidade plena do homem no Planeta. Quando falamos nos principais pilares, suportes ou Valores da Vida temos que lembrar que em primeiro lugar deve estar <strong>Deus</strong>; depois vem a <strong>Família</strong>; segue o <strong>Trabalho</strong>; e o <strong>Lazer. </strong>A ordem deve ser esta mesma, no entanto cada um desses pilares pode ser superposto, porém estando em harmonia um com o outro e muitas vezes em paralelo.<span id="more-1565"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em Deus, estamos falando de uma atenção que precisamos dar ao nosso <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/05/inteligencias-aplicadas-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">QS (Quociente Espiritual)</a></strong> isto é algo que está cada vez menos priorizado na vida humana. Houve épocas em que o homem <strong>valorizava a sua vida e o sentido de sua existência</strong>, valorizava e acreditava nos valores espirituais, o fator Deus tinha importância número um em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa espiritualidade, o que nos transcende, deve estar em primeiro lugar em nossa vida. Nós não sabemos de onde viemos, nem para onde vamos e nem podemos ter a certeza sobre tudo o que a ciência nos oferece&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O homem é um animal composto de matéria e espírito, corpo e alma. O que nos difere dos outros animais é a possibilidade do pensamento reflexivo, do racional, do fato de pensarmos a vida e a morte. Será que as outras espécies pensam a questão alma, a existência, a vida e a morte?</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto acreditar em Deus ou não é questão de Fé. Se você é ateu, você tem uma fé ainda que seja na não existência de Deus. Mas se você acredita em Deus, tem Fé em Sua existência. E é para você que eu faço este primeiro questionamento: você acredita em Deus? E aí? Você vive como se ele existisse ou como se ele não existisse?</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, para você que não acredita em Deus eu pergunto: você acredita na Vida? Na possibilidade da existência renovada? Na mente humana em desenvolvimento constante? Na evolução da espécie? Bem, se tua resposta é sim para a maioria destas questões, então você acredita no acaso ou em algo determinado pelo universo, pela natureza, pelos <em>cosmos. </em>Ok! Você acredita em Deus. Deus é tudo isso&#8230; Se você continuar lendo este texto é porque você é uma pessoa que reflete, que filosofa, que questiona e que, acima de tudo, acredita no pensamento. A propósito o que é o pensamento? Ele vem de nós ou ele vem em nós? Talvez o pensamento esteja aí no <em>cosmos&#8230; </em>Seja<em> </em>ou<em> </em>esteja em partículas de Deus&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora falar do <strong>segundo Pilar</strong>. Depois de Deus, sem dúvida deve estar <strong>a Família</strong>. Ela é a <em>Célula Máter</em> da sociedade, a principal fonte e inicialização da sociedade, da socialização e da educação do ser humano. A família nos fortalece, nos proporciona a força necessária para seguirmos em frente com Deus, com o Trabalho e em um Lazer muito mais saudável. A família nos proporciona a possibilidade de sucessão e seqüência da nossa espécie. Ela é fonte de nossa hereditariedade, ela é a nossa origem e continuação. Percebemos claramente que quando não estamos em harmonia com nossa família, nossa vida não tem alegria plena. Infelizmente nos dias atuais e em grande parte dos países, até mesmo onde imperam o cristianismo, nota-se uma desestruturação familiar em crescimento progressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens que observam seus pais separados estão desiludidos com a instituição família. Nos Estados Unidos, por exemplo, a metade dos “lares” desmorona-se pouco tempo depois de ter começado. 50% dos casamentos terminam com os filhos ainda pequenos, estas crianças crescem com pais separados. Para eles não existe a família como uma instituição de valor. É normal que eles cresçam já pensando que ocorrerá a mesma coisa com eles, vão se casar e poderão se separar e criar os filhos com outras mães e outros pais que não os genitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A família é <strong>um</strong> <strong>pilar</strong> de nossa vida que deve ser valorizada e priorizada. Não há como ser feliz em plenitude vendo a família infeliz. Sei que este é um dos pontos mais delicados em que estou tocando, sei que muitos leitores agora estão com problemas familiares e que estão pensando em se separar ou que seus pais estão nesse processo. Bem, é por isso que Deus deve estar em primeiro lugar em nossa vida. Ele é o verdadeiro pilar, é o principal apoio e suporte em todos os momentos de nossa existência. Família que reza unida permanece unida.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer maneira há momentos que não tem jeito. Há situações em que não se tem como manter uma família unida, embora isso seja triste, há momentos em que não há outra solução. No entanto há partes da família que nunca podem se separar. Não devem se separar: mãe e filhos, pais e filhos e Irmãos. Todos estes estão ligados por sangue, e neste caso, diferentemente dos cônjuges é muito mais triste uma separação.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ao <strong>terceiro Pilar</strong>: o trabalho. Sem trabalho não se consegue nada, o homem que vive sem uma atividade financeira não é o mesmo homem que vive do seu trabalho. Como dizia o poeta Gonzaguinha: “a vida é o trabalho e sem o seu trabalho, se morre, se mata, não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz.” É bom lembrarmos que os colegas de trabalho, os colaboradores, são nossa segunda família. Considerando-se o tempo em que estamos juntos, na maioria das vezes é nossa primeira família. Muitos de nós conversamos mais com os colegas de trabalho do que com alguns membros de nossas famílias. Há confidências, troca de informações e desabafos que ficam ali no ambiente de trabalho. É por esse motivo que devemos procurar fazer de nosso ambiente de trabalho, tanto o social como o físico, o mais agradável possível. (a este propósito veja meu texto: <strong>“<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/13/ambiente-de-trabalho-e-as-relacoes-interpessoais/" target="_blank">Ambiente de trabalho e as relações interpessoais</a>”</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim é bom que estejamos em sintonia com nosso <strong>QS (quociente Espiritual), </strong>é bom que estejamos em sintonia com nossa <strong>família</strong> e com nosso <strong>trabalho</strong>, mas se não dedicarmos um tempo para o <strong>Lazer</strong>, nossa vida ficará sem qualidade e perecerá mais brevemente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O lazer é o quarto Pilar</strong>, é a melhor terapia que podemos fazer. A maioria das vezes custa muito menos do que um tratamento com analista, psicólogo ou psiquiatra e precisamos dedicar só um pouquinho do nosso tempo para o lazer. Para muitas pessoas bastam algumas horas no final de semana, outras precisam de um lazer diário, outras raramente pensam no lazer, mas é bom saber que ele é fundamental para se poder estar em sintonia com os outros pilares: <strong>Deus, Trabalho e Família.</strong> Da mesma forma ocorre com cada um destes três pilares individualmente, sem um deles os outros não funcionam em sua plenitude. Por exemplo, sem o seu trabalho e a sua dignidade, como pensar no sucesso da família ou do próprio lazer? Sem Deus se perde o sentido supremo da Vida. E como valorizar o trabalho e a possibilidade de transformação e dignidade que ele (o trabalho) propicia se não estivermos em harmonia neste ambiente e com os nossos outros pilares? Em fim você pode fazer a combinação que quiser e verá que um depende do outro para ser Pleno.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Este texto é dedicado ao amigo Orni da Rede Ancora – Ibad autopeças.</p>


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		<title>São Sebastião Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>

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		<description><![CDATA[São Sebastião, Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro. Foi soldado e capitão da Guarda imperial romana. Por ser Cristão confesso, foi martirizado por Diocleciano.
Provavelmente São Sebastião nasceu em Narbonne. E Foi martirizado em 20 de Janeiro de 288. Os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/sao-sebastiao.jpg" title="" class="shutterset_singlepic113" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/113__160x120_sao-sebastiao.jpg" alt="sao-sebastiao" title="sao-sebastiao" />
</a>
Provavelmente São Sebastião nasceu em Narbonne. E Foi martirizado em 20 de Janeiro de 288. Os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos. O seu nome deriva do grego <em>sebastós</em>, que significa <em>divino</em>, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).<span id="more-1532"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos Cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, nem os diversos deuses, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.</p>
<p style="text-align: justify;">Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse mistério o levava a consolar os Cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.</p>
<p>São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante de um imperador muito triste, porque era uma traição [ao Império]. Mas ele deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.</p>
<p style="text-align: justify;">
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensar que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado. Portanto São Sebastião foi levado duas vezes ao martírio em nome de Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira sentença dada pelo imperador romano Diocleciano, como vimos, foi amarrá-lo e flechá-lo até a morte. É recolhido semimorto pelos cristãos,  que o levaram para casa e curaram-lhe as feridas. Recuperado, retorna ao imperador para reafirmar sua fidelidade a Cristo. Diocleciano, cheio de cólera, o condena à morte por espancamento, Morto a pauladas. Outra Cristã recolhe o corpo do herói da fé e o sepulta com veneração devida aos mártires, nas catacumbas, que haveriam de ser conhecidas pelo seu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião foi um grande missionário do seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1565, foi escolhido como Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião continua a nos falar através do exemplo de sua vida e de sua morte. Ele foi um grande missionário de seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época. Que a lembrança e rememoração de sua vida nos fortaleça no testemunho cristão em meio às adversidades da vida; que nem mesmo o desamor, a maldade e a violência possam vencer a nossa fé. Olhando o exemplo de São Sebastião, possamos dizer cada vez mais: “Quem nos separará do Amor de Cristo? Pois, se Deus é por nós, quem será contra nós?</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração a São Sebastião:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião / corajoso missionário em tempos difíceis, / testemunha do Evangelho através da própria vida,  / dedicado amigo dos cristãos perseguidos, / protetor contra a violência, as doenças e as guerras! / São Sebastião, / Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, / intercedei por nós junto ao Pai / a fim de que, inspirados por vosso testemunho, / nos tornemos a cada dia / firmes no caminho do bem, / perseverantes na prática das virtudes, /  fies mensageiros do amor de Deus, / construtores da justiça e da paz, / consolo e ânimo dos que sofrem, /  defensores dos aflitos, / solidários na dor e nos tormentos, /  instrumentos constantes de evangelização. / Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião, rogai por nós!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe </p>


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		<title>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 23:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Origem]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!). Este ano vou falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que não seja para todo o Mundo; e por fim, falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/nascimento-de-jesus.jpg" title="" class="shutterset_singlepic107" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/107__160x120_nascimento-de-jesus.jpg" alt="nascimento-de-jesus" title="nascimento-de-jesus" />
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Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!</span>). </a></strong>Este<strong> </strong>ano<strong> </strong>vou<strong> </strong>falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank">não seja para todo o Mundo</a></span>; </strong>e por fim,<strong> </strong>falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.<span id="more-1497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Natal não é “apenas” a data do Nascimento de Jesus Cristo. O Natal deve ser o <strong>re</strong>-<strong>nascimento</strong> de uma Nova Esperança para os Cristãos. Embora nós Cristãos, não somos a religião absoluta no Planeta e nem mesmo a maioria, pois somos tão somente 1/3 ou 33 % das religiões (isso se somando todas as 33.600 denominações ditas “cristãs”), nós influímos na Cultura de muita gente, o Mundo Cristão Ocidental transformou o Planeta e influi de alguma maneira em quase seis bilhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos nossos dias, em muitos dos países do Planeta, há uma árvore de Natal em alguma praça, em algum ponto estratégico, em algum lugar. Isso por si só mostra a evidência e o poder de influência da religião Cristã. Também o <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/" target="_blank">calendário</a></span></strong> que o mundo usa é o calendário cristão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Exatamente como fora anunciado, &#8220;o Verbo se fez Carne e habitou entre nós&#8221;. No seio de uma Virgem puríssima. Estamos no segundo ato do drama da humanidade. Agora, um anjo abre as portas de um novo paraíso,  e conversa com uma mulher. Ele é um anjo bom e ela a nada mais aspira do que ser a &#8220;serva do Senhor&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, Deus a fez &#8220;bendita entre as mulheres&#8221; e &#8220;todas as nações a chamarão bem-aventurada&#8221;. &#8220;O anjo Gabriel foi, por Deus, enviado a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão, que se chamava José, da casa de Davi, e o nome da Virgem era Maria&#8221;. (Lc 1, 26)</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos no Evangelho: Entrando o Anjo onde ela estava, disse: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres. Quando ela ouviu, turbou-se com o seu dizer e cogitava que saudação fosse esta. E o anjo lhe disse: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás em teu seio e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu Pai, e reinará na casa de Jacó eternamente. E o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, pois que não conheço varão? E respondendo, o anjo lhe disse: O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. E por isso que o Santo que nascerá de ti será chamado Filho de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, Temos que lembrarmo-nos da essência do Natal, de sua época, de uma situação econômica, e de um império que dominava o povo judeu. Precisamos lembrar que as mulheres naquela época e naquela região, não tinham valor, não eram se quer citadas, e mesmo assim nós temos o que temos de Maria e sobre Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há aniversário, ou melhor, nascimento – Natal – se não houver a Mãe. Este ano proponho: lembremo-nos do <strong>aniversariante</strong>, de sua <strong>mensagem</strong> e de sua <strong>Mãe</strong>, será que o filho &#8211; o próprio Deus encarnado &#8211; desprezaria sua Mãe no dia do seu aniversário?</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto houver mulheres no mundo, ainda que bem distantes da profundidade de Maria, mas com vontade e prontidão para servir, o Mundo terá uma Esperança!</p>
<p style="text-align: justify;">Os Cristãos são os seguidores de Jesus Cristo. São aqueles que acreditam em uma Nova Vida, são os que têm Esperança na Transformação do Planeta e acreditam na Vida Eterna. Para sermos Verdadeiros Cristãos, devemos seguir a essência da mensagem do Cristo. A mensagem do mestre foi tão clara, simples e objetiva: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo!” As palavras de Jesus segundo o evangelista Mateus no capitulo 22 versículos 37a39 diz exatamente assim: &#8220;Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo o entendimento&#8221; (Mt 22,37). E continua assim: &#8220;Amarás o teu próximo como a ti mesmo&#8221; (Mt 22, 39).</p>
<p style="text-align: justify;"> A Palavra  “<strong>evangelho”</strong> quer dizer: “<strong>Boa Nova”</strong>, ou a “<strong>Boa</strong> <strong>Notícia”</strong>! Há esperança! Há uma Nova Chance! Há uma Nova Oportunidade!</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso bastava, e basta, que o homem se arrependa de seus erros, seus pecados. E busque a Vida Nova em Cristo. FELIZ NATAL!! Aproveite a Festa! Mas não ignore o Aniversariante que é o Dono da Festa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Religião Versus Ciência</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/11/21/religiao-versus-ciencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 01:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/ciencia_versus_religiao.jpg" title="" class="shutterset_singlepic98" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/98__160x120_ciencia_versus_religiao.jpg" alt="ciencia_versus_religiao" title="ciencia_versus_religiao" />
</a>
Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria dias, a quem se devem os créditos da compilação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas.<span id="more-1464"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de apresentar a questão consiste em afirmar que a religião trata de causas originais e a ciência das imediatas. O cientista pode crer em Deus e, todavia, ser um ótimo biólogo; apenas encara os fatos e princípios da Biologia como outras tantas manifestações da obra divina. No laboratório, sua conduta pode ser apropriada à situação científica e, na igreja, adequada à situação religiosa sem qualquer incongruência. Tal atitude é perfeitamente natural; todavia sabemos de muitos grandes cientistas que foram homens pios, ao passo que muitos outros foram ateus, e sabemos, também, que muitos deles, pios e ímpios, tiveram grandes problemas com a religião organizada justamente devido aos seus pontos de vista científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parte, a raiz do problema é a seguinte; a linha divisória entre o conhecido e o ignoto é inconstante. O que ainda ontem era, ignorado, hoje é conhecido. Ainda não há muito tempo, a origem do homem sobre a terra era ignorada pelo intelecto humano. A crença religiosa preencheu a lacuna com a “narrativa precisa” dessa origem. Tal narrativa foi aceita por ter sido encarada como uma revelação divina. Entretanto, a investigação científica começou a levar a origem terrestre do homem para o domínio dos fatos. Foi então que surgiu um sério conflito. O cientista não podia aceitar a narrativa religiosa como absolutamente verídica, sobretudo para a ciência. Tal situação criou uma tensão entre ele e o leigo comum e as autoridades religiosas. Enquanto a linha divisória entre o conhecido e o ignoto for assim inconstante, ou, em outras palavras, enquanto a ciência continuar a progredir, existirá sempre o conflito entre religião e ciência. Nenhuma das duas será destruída por esse choque, pois quando a religião perde uma batalha limita-se a bater em retirada para níveis mais elevados.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideologia religiosa torna-se cada vez mais imprecisa, mais e mais filosófica, cada vez menos antropomórfica. Transfere-se do fundamental para o liberal, do dogma para a filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">A outra raiz do conflito reside no fato de que a ciência, da mesma forma que qualquer outra instituição organizada, possui uma fé própria. Desenvolve hábitos de atitudes espirituais e éticas diferentes das que prevalecem nas religiões tradicionais. A procura científica da verdade empírica como o mais elevado objetivo a ser atingido é exatamente o oposto da procura religiosa da verdade não-empírica. O cientista desenvolve um ceticismo inerente sobre as asserções relativas à existência, sem levar em conta a identidade do seu autor. Assim está sempre inclinado a encarar com algum ceticismo as afirmações sobre a natureza do paraíso, a vida após a morte, o mal do pecado, a ocorrência dos milagres e o caráter revelador da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">A religião afasta-se desse ceticismo pela reinterpretação das suas  asserções, tornando-as simbólicas e alegóricas, e não literais. Falo, também, salientando a importância dos sentimentos religiosos para com as crenças religiosas. Entretanto nunca se entrega. O mais sério conflito entre religião e ciência surge quando a própria religião é submetida a análise cientifica. Dependente, como é da fé subjetiva, a religião murcha como uma folha diante da chama quando enfrentada pela atitude científica. Assim o homem que vai a igreja sem a ideia da adoração, mas com a intenção de analisar as causas do comportamento que observa, achar-se-á incompatibilizado com a ocasião. Encontrar-se-á na mesma posição daquele que assiste a um jogo de futebol, não com a intenção de apreciar o jogo, mas, sim, com a de observar os estranhos gritos e atitudes da multidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos os integrantes da multidão assumissem a mesma atitude não haveria qualquer entusiasmo, nenhum interesse. A análise sistemática é o oposto do entusiasmo coletivo. Se o público em geral, levasse a cabo uma análise da conduta religiosa lançando mão dos instrumentos sistemáticos da pesquisa, seria a morte da religião. Desnecessário dizer que tal hipótese é improvável. A maior parte dos cientistas tentará analisar todas as coisas antes de interessar-se pela religião, e a maioria dos leigos nem sequer pode compreender a exposição do problema. O que passa por ser estudo religioso é, em geral, a história da doutrina religiosa, e não a explicação cientifica do comportamento religioso propriamente dito.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sociedade Humana de Kingsley Davis da Editora Fundo de cultura.</p>


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		<title>A Itália e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no Quattrocento (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no <em>Quattrocento</em> (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.<span id="more-1457"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1401 foi realizado naquela cidade um concurso para a confecção das portas em bronze do batistério de San Giovanni, no qual o vencedor foi Ghiberti. O pagamento dessas obras escultóricas e arquitetônicas e a decoração dos palácios, igrejas e monastérios ficou a cargo de ricas famílias de comerciantes e dignitários, entre as quais se destacou a dos Medici.</p>
<p style="text-align: justify;">O iniciador da pintura renascentista foi Masaccio. A monumentalidade de suas composições e o naturalismo de suas obras fazem dele uma figura essencial da pintura do século XV, como se pode apreciar nos afrescos da capela Brancacci.<br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51300"></a>Contemporâneos de Masaccio foram fra Angélico, pintor idealista de cenas religiosas, e Paolo Uccello, preocupado com os escorços (figuras em posturas oblíquas ao plano da obra artística) e as perspectivas. À segunda metade do século XV, auge da tendência pictórica racionalista e investigadora, pertenceram Piero della Francesca, que se sentiu atraído pelo valor da luz como elemento expressivo, e Sandro Botticelli, com quem triunfou um estilo sinuoso e refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento ou <em>Cinquecento</em> floresceu entre 1490 e 1527, ano em que Roma, que substituíra Florença como centro artístico, foi saqueada pelas tropas imperiais de Carlos V. O período contou com três figuras de primeira magnitude: Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael. Cada um desses artistas personificou um aspecto peculiar desse momento: Da Vinci foi o arquétipo do homem renascentista, um gênio solitário que se interessou pelas facetas múltiplas do conhecimento; Michelangelo encarnou o poder criador e concebeu vários projetos inspirando-se no corpo humano como veículo essencial para a expressão de emoções e sentimentos; e Rafael exemplificou o espírito clássico da harmonia, da beleza e da serenidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Da Vinci, autor da &#8220;Gioconda&#8221; (ou &#8220;Mona Lisa&#8221;) e da &#8220;Última ceia&#8221;, tenha sido reconhecido em sua época como um grande artista, seu constante e profundo interesse no conhecimento da anatomia humana, do mecanismo do vôo das aves e da estrutura interna de animais e plantas não lhe permitiu produzir uma obra pictórica extensa. Os primeiros exemplos escultóricos de Michelangelo, como o &#8220;David&#8221;, revelam uma grande habilidade técnica que lhe permitiu mais tarde curvar suas figuras de forma helicoidal, explorando as possibilidades expressivas da anatomia humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que tenha se iniciado como escultor, sua obra mais conhecida é o gigantesco afresco da abóbada da capela Sistina, na qual combinou a teologia cristã e a filosofia neoplatônica. Rafael, que na juventude sofreu a influência de Da Vinci e Michelangelo, distinguiu-se por sua preferência pela harmonia e clareza clássicas, características que podem ser apreciadas em uma de suas obras mais célebres, &#8220;Escola de Atenas&#8221;. Nesse trabalho, um afresco para o Vaticano, representou juntos, em conversa tranqüila, diversos filósofos, artistas e homens de ciência, tanto da antiguidade como seus contemporâneos, dispostos em um cenário colossal de características greco-latinas.<br />
O criador do <em>Cinquecento</em> arquitetônico foi Donato Bramante, que chegou a Roma em 1499. Sua primeira obra-prima foi o pequeno templo de são Pedro em Montorio, de planta centralizada, semelhante à dos templos circulares clássicos. O papa Júlio II escolheu Bramante para edificar a nova basílica de São Pedro, de gigantescas proporções, que deveria substituir a igreja paleocristã do século IV. O projeto só foi completado muito tempo depois da morte de Bramante e dele participaram artistas como Rafael e Michelangelo, que desenhou a enorme cúpula.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/48459"></a>Em Veneza, onde Antonello da Messina havia introduzido o óleo, técnica própria do norte da Europa durante o século XV, sucedeu-se uma série de pintores brilhantes &#8212; Giorgione, Ticiano, Tintoretto, Veronese &#8212; com os quais chegou ao seu esplendor máximo a escola veneziana, cujas características são o colorido, a luz vaporosa, a sensualidade e os temas pagãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Difusão da arte renascentista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51302"></a>Fora da Itália difundiram-se com certa rapidez as novidades estéticas italianas graças às viagens de artistas à Itália e à difusão proporcionada pela invenção da imprensa. Embora na arquitetura demorassem um pouco a se impor os critérios renascentistas, devido à permanência do gótico, na escultura e sobretudo na pintura chegaram a se destacar artistas extraordinários. No norte da Europa, onde ficara famoso o esplendor da escola gótica flamenga, minuciosa e de ricos cromatismos graças ao emprego do óleo, destacaram-se o gravador e pintor alemão Albrecht Dürer, que conjugou o estilo clássico renascentista com o gótico germânico com grande habilidade, e o flamengo Pieter Brueghel o Velho, interessado na reprodução de cenas da vida cotidiana não isentas de ironia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51298"></a>Na Espanha, a arte do Renascimento foi muito mais religiosa do que nos demais países da Europa, fruto do espírito da Contra-Reforma, e alcançou seu maior brilhantismo com a arquitetura austera de El Escorial, obra de Juan de Herrera y Gutiérrez de la Vega e com a obra de El Greco, que se caracteriza por figuras alongadas, de marcante espiritualidade, uma técnica livre e uma gama de cores e brilhos de origem veneziana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Literatura</strong><br />
Ao lado das artes plásticas, a literatura italiana viveu uma época proto-renascentista personificada por Dante Alighieri, contemporâneo de Giotto. Sua obra mais representativa, a <em>Divina comédia</em>, pertencia à Idade Média por sua construção e suas idéias, mas sua visão subjetiva e sua poderosa expressividade a aproximavam do Renascimento. Petrarca e Boccaccio também pertenceram ao período literário que precedeu o Renascimento, por seus estudos do latim e seus escritos em língua vernácula.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento foi representado na Europa por indivíduos notáveis como o francês François Rabelais, o português Luís de Camões, o italiano Ludovico Ariosto e o britânico Christopher Marlowe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong><br />
Também a música alcançou um enorme desenvolvimento no Renascimento, época na qual triunfou a música vocal polifônica, conjunto de várias vozes e instrumentos formando um todo harmonioso, e a profana, exemplificada no madrigal. O coro da capela Sistina, do Vaticano, que participava dos serviços religiosos oficiados pelo papa, atraiu músicos e intérpretes vocais de toda a Itália e até mesmo do norte da Europa. Entre seus membros destacaram-se os compositores Josquin des Prés e Giovanni Pierluigi da Palestrina, mestre da polifonia religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 13:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.


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O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.<span id="more-1454"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A atitude de Lutero não foi um fato isolado nem circunstancial e sim a resposta a uma época de crise. A Reforma coincidiu com um profundo descontentamento econômico, o desprestígio da hierarquia eclesiástica, a propagação de correntes místicas, os contínuos conflitos bélicos e uma desorientação espiritual generalizada. Era evidente, sobretudo para o clero germânico, a necessidade de uma reforma que devolvesse à igreja a essência do cristianismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O luteranismo, que rechaçava ainda a autoridade do papa, a maioria dos sacramentos e o culto à Virgem e defendia a livre interpretação da Bíblia e a prioridade da fé sobre os atos como meio de salvação, não tardou a propagar-se por todo o norte e centro da Europa, sobretudo entre a nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação católica teve como seu primeiro protagonista o imperador Carlos V , obstinado na luta contra os protestantes e na busca da unidade religiosa. Apesar da vitória imperial na batalha de Mühlberg em 1547, o resultado final foi a assinatura da Paz de Augsburgo em 1555, que confirmou a ruptura entre católicos e protestantes. A Igreja Católica buscou, além disso, combater a Reforma mediante a chamada Contra-Reforma, movimento de reação que se apoiou no Concílio de Trento (1545-1563) e na Companhia de Jesus. O concílio reafirmou os dogmas católicos atacados por Lutero, fortaleceu a hierarquia eclesiástica e estimulou o ensino da religião. Por sua vez, a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada em 1534 pelo espanhol Ignácio de Loyola, propôs-se a difundir, sob as ordens do papa, a doutrina católica por todo o mundo; para tanto, os jesuítas realizaram um amplo e abrangente trabalho educativo, por meio da criação de inúmeras escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A era dos grandes inventos e descobrimentos geográficos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51299"></a>O anseio pelo conhecimento e o espírito científico do homem renascentista, cujo melhor protótipo foi Leonardo da Vinci, provocaram uma verdadeira revolução. Difundiram-se e aperfeiçoaram-se inventos orientais como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da imprensa, atribuída ao alemão Johannes Gutenberg, que aperfeiçoou os sistemas medievais de impressão com a criação dos tipos ou caracteres metálicos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da cartografia, os avanços na arte da navegação, o conhecimento da bússola, o desaparecimento das rotas comerciais das caravanas para o Oriente, devido à presença dos turcos otomanos, e o espírito dinâmico e curioso do homem moderno foram fatores que se conjugaram para tornar possíveis os grandes descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, nos quais espanhóis e portugueses tiveram papel preponderante.</p>
<p style="text-align: justify;">As explorações portuguesas, incentivadas pelo Infante D. Henrique o Navegador, foram protagonizadas por Bartolomeu Dias, que chegou até o cabo das Tormentas (posteriormente cabo da Boa Esperança), no sul da África; Vasco da Gama, que alcançou a costa da Índia; e Pedro Álvares Cabral, que no ano de 1500 descobriu o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os espanhóis, por sua vez, exploraram mais o Atlântico, pois pretendiam chegar às Índias pelo oeste, convencidos da esfericidade da Terra. O pioneiro dessas explorações foi Cristóvão Colombo, que realizou quatro viagens às terras que acreditava serem a Índia e que constituíam um novo continente. O dia 12 de outubro de 1492, quando a primeira expedição de Colombo desembarcou nas novas terras, é considerado a data do descobrimento da América. A partir de então e durante todo o século XVI os espanhóis, seguidos dos franceses, britânicos e portugueses, lançaram-se ao descobrimento de novas terras: Hernán Cortés conquistou o império asteca, Vasco Núñez de Balboa chegou até o mar do Sul (posteriormente oceano Pacífico), Francisco Pizarro dominou o império inca, Álvar Núñez Cabeza de Vaca percorreu o sul do que seriam os Estados Unidos e Juan Sebastián Elcano conseguiu completar a primeira circunavegação da Terra, iniciada por Fernão de Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte do Renascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista alcançou sua expressão máxima nas artes plásticas. Tratava-se de uma arte baseada na observação do mundo visível e em uma série de princípios matemáticos e racionais, como equilíbrio, harmonia e perspectiva. Pouco a pouco foram sendo substituídas as expressivas formas góticas por novas linhas em conformidade com os modelos da antiguidade clássica. Nas mãos de homens como Leonardo da Vinci, a arte não foi apenas uma forma de plasmar a beleza, mas também um aspecto do conhecimento, um meio de explorar a natureza e demonstrar a realização dos descobrimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem da arte renascentista encontra-se na Itália e foi precedida por uma fase proto-renascentista, o <em>Trecento</em>, que se estendeu do final do século XIII até o fim do século XIV, estimulada pelo espírito cultural franciscano. O exemplo de são Francisco de Assis incentivou diversos poetas e artistas italianos a valorizarem a natureza. As obras do mais destacado pintor do <em>Trecento</em>, Giotto, revelam um novo estilo pictórico preocupado mais com o espaço, os volumes e a penetração psicológica dos personagens do que com as linhas decorativas e as composições hieráticas de seus predecessores como Cimabue, Duccio di Buoninsegna e Simone Martini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong><strong> </strong></p>


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		<title>O quadro Político, Econômico e Social na Idade Moderna e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No século XIV, a baixa Idade Média entrava em pleno declínio e, com ela, parte do sistema feudal. O Sacro Império Romano-Germânico, que lutara anteriormente contra o papado para obter o controle da Itália e conseguir a união da Europa, encontrava-se muito debilitado, fragmentado entre diferentes famílias nobres rivais sobre as quais se estendia a autoridade quase honorária do imperador.


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</a>
No século XIV, a baixa Idade Média entrava em pleno declínio e, com ela, parte do sistema feudal. O Sacro Império Romano-Germânico, que lutara anteriormente contra o papado para obter o controle da Itália e conseguir a união da Europa, encontrava-se muito debilitado, fragmentado entre diferentes famílias nobres rivais sobre as quais se estendia a autoridade quase honorária do imperador.<span id="more-1452"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A crise afetava também a Igreja Católica, que, primeiro, em 1309, teve sua sede pontifícia transferida temporariamente para Avignon, no sul da França, e depois sofreu as conseqüências do chamado cisma do Ocidente, no qual o mundo cristão se dividiu entre os partidários do papa Urbano VI e os do antipapa Clemente VII.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evolução política</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A reorganização política teve início na Itália no final do século XIII, com sua desvinculação do poder imperial e sua fragmentação em diversas cidades-estados, que passaram do regime comunal ou municipal para o senhorial, exercido por algumas famílias nobres, como os Gonzaga, os Sforza e os Medici. Mais tarde essas cidades se converteram no centro dos vários estados italianos da época moderna &#8212; as repúblicas de Veneza e de Florença, o ducado de Milão, o reino de Nápoles e os estados pontifícios, que mantiveram entre si constantes conflitos na tentativa de conquistar a hegemonia.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa fragmentação não ocorreu em outros territórios europeus onde, ao contrário, se estabeleceram diversas monarquias nacionais e autoritárias: a Espanha dos reis católicos, a Inglaterra de Henrique VII e a França de Luís XI. Isso se deveu, em primeiro lugar, à consolidação da autoridade do soberano frente ao poder da nobreza. Esses novos estados modernos caracterizaram-se pela centralização, a organização administrativa, a crescente burocratização e a criação de um exército poderoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Na implantação desses regimes autoritários, teve grande importância a mudança produzida na mentalidade política, que, baseando-se no direito romano e na filosofia aristotélica, legitimaria a autoridade suprema do monarca e a existência de um estado forte e organizado. A grande figura do pensamento político da época foi o florentino Nicolau Maquiavel, autor de <em>O príncipe</em> (1513), no qual elaborou uma teoria política que separava pela primeira vez a moral dos indivíduos da moral, ou razão, de estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia e sociedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora a base da economia continuasse a ser a agricultura, conquistaram grande impulso a indústria têxtil, a mineração e, sobretudo, as atividades comerciais, graças ao ápice do desenvolvimento das cidades mediterrâneas (Veneza, Marselha, Nápoles) e do norte da Europa (Antuérpia, Amsterdam, Hamburgo). A crescente importância do setor comercial resultou na fortuna de famílias como as dos Medici, os Strozzi ou os Fugger, que lhes permitiram intervir de forma direta na política ou dar seu apoio financeiro às monarquias que atravessavam crises econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O descobrimento da América representou um fato transcendental para a vida econômica do Renascimento. Abriram-se novos mercados, floresceram cidades da orla atlântica, como Sevilha e Lisboa, e fluíram os metais e as riquezas, que proporcionaram grandes benefícios a burgueses e banqueiros e permitiram que a Espanha realizasse uma ampla política de intervenção em grande parte da Europa e do Mediterrâneo. No entanto, a excessiva afluência de tesouros americanos ao continente europeu favoreceu uma alarmante alta dos preços devido à abundância da moeda em circulação.</p>
<p style="text-align: justify;">O desaparecimento das grandes pestes medievais, o auge da vida urbana e certos melhoramentos nas condições de vida das populações ocasionaram um crescimento demográfico expressivo em quase toda a Europa ocidental, conseqüência da alta taxa de natalidade e do declínio da mortalidade infantil. As principais zonas de povoamento eram o norte da Itália, os Países Baixos e o centro da França.</p>
<p style="text-align: justify;">No topo da estrutura social estava a nobreza, que se havia instalado nas grandes cidades, em luxuosos palácios ou mansões, seguida pela alta burguesia, enriquecida pelo comércio e pelos negócios financeiros. Os camponeses, que constituíam a classe menos favorecida, viviam em condições extremamente desfavoráveis. Recorreram muitas vezes a revoltas, criando um clima de instabilidade social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um mundo em transformação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista expressou-se desde cedo no humanismo, movimento intelectual que teve início e alcançou seu apogeu na Itália, protagonizado por Giannozzo Manetti, Marsilio Ficino e Lorenzo Valla, entre outros. Os humanistas buscaram respostas para as questões do momento e para isso recorreram tanto ao cristianismo como à filosofia greco-latina. Criaram assim um sistema intelectual caracterizado pela supremacia do homem sobre a natureza e pela rejeição das estruturas mentais impostas pela religião medieval. A intenção do humanismo era desenvolver no homem o espírito crítico e a plena confiança em suas possibilidades, condições que lhe haviam sido proibidas durante a época medieval.</p>
<p style="text-align: justify;">Da Itália, o humanismo difundiu-se até o norte e estendeu-se por quase toda a Europa graças à invenção da imprensa, que facilitou a divulgação dos textos clássicos e das novas idéias com grande rapidez. O mais destacado humanista do norte da Europa foi Erasmo de Rotterdam, autor de <em>Encomium moriae</em> (1509; <em>O elogio da loucura</em>), obra em defesa da tolerância e da liberdade de pensamento que resumiu a essência moral do humanismo. Entre os humanistas espanhóis destacou-se Juan Luis Vives.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Renascimento uma Visão Geral</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.<span id="more-1449"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como Renascimento designa-se o poderoso movimento artístico e literário que surgiu na Itália dos séculos XV (<em>Quattrocento</em>) e XVI (<em>Cinquencento</em>), irradiando-se depois para a Europa ao norte dos Alpes, promovendo em toda parte um pronunciado florescimento da arquitetura, escultura, pintura e das artes decorativas, da literatura e da música e um novo enfoque da política. Embora hoje também se fale, metaforicamente, em renascenças na história da civilização egípcia antiga ou da chinesa, trata-se na verdade de um fenômeno específico da civilização européia moderna que, malgrado o intervalo da Idade Média, nunca esqueceu suas bases na civilização greco-romana da antiguidade, da civilização &#8220;clássica&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado a princípio por eruditos e historiadores como um ressurgimento da cultura clássica depois de um amplo declínio medieval, mais tarde o termo adquiriu também uma série de conotações políticas, econômicas e até religiosas. Embora, de modo geral, o movimento tenha sido considerado como de total oposição ao período medieval, alguns historiadores tendem a ver o Renascimento mais como um processo evolutivo do que uma ruptura profunda, pois diversas manifestações renascentistas foram identificadas já no início do século XII. Entre esses prenúncios destacaram-se a redução da influência da Igreja Católica e do Sacro Império Romano-germânico, o surgimento das cidades-estados, o desenvolvimento das línguas nacionais e o início do desmoronamento das estruturas feudais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Historiografia </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi Jules Michelet quem, no século XIX, incorporou em definitivo a expressão Renascimento à terminologia histórica. Entretanto, a idéia de um renascer cultural encontra-se nos próprios humanistas dos séculos XII, XIV e XVI, que a definem enfaticamente. Em oposição ao que consideram ser as trevas medievais, exaltam os novos tempos, em que ressurgem as letras e as artes. Petrarca orgulha-se de haver feito renascer os estudos clássicos, esquecidos por muitos séculos. Bocaccio atribui a Dante o ressurgimento da poesia e a Giotto, o renascer da pintura. Lorenzo Valla<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/44741"></a>, em <em>Elegantiae lingua latinae</em> (1471; <em>Elegâncias do latim</em>), proclama que &#8220;a pintura, a escultura e a arquitetura, depois de prolongada e profunda degeneração, em que chegaram quase a morrer com a própria cultura, renascem e revivem agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É, porém, com a obra do artista e historiador de arte Giorgio Vasari que o termo <em>rinascita</em> define a renovação artística dos séculos XIII a XIV, de Giotto a Michelangelo. Descreve Vasari &#8220;a vida, as obras, o talento artístico e as vicissitudes dos que fizeram ressuscitar as artes já envelhecidas&#8221;. E acrescenta: &#8220;Quem contemplou a história da arte em sua ascensão e em seu declínio compreenderá mais facilmente o sucesso de seu renascimento [<em>della sua rinascita</em>] e da perfeição a que tem chegado em nossos dias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos na definição historiográfica do período registraram-se no século XVIII com o racionalismo, quando se formulou a antítese entre a Idade Média (caracterizada como um período que não se regia pela razão) e o Renascimento. Além disso, alguns homens de letras, como o francês Voltaire e o britânico Edward Gibbon, começaram a considerar a queda de Constantinopla, em 1453, como um fato de valor transcendental para o Ocidente, uma vez que tal acontecimento permitiu um conhecimento mais profundo da cultura greco-latina. Outro historiador britânico, William Roscoe, em seu livro <em>The Life of Lorenzo de Medici</em> (1795; <em>A vida de Lourenço de Medici</em>), demonstrou pela primeira vez o papel primordial exercido no início do século XVI por Florença, vista como a &#8220;nova Atenas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No século XIX sistematizaram-se os estudos sobre o Renascimento. Michelet estabeleceu, em <em>L&#8217;Histoire de la Renaissance</em> (1855; <em>A História do Renascimento</em>), a expressão para designar uma determinada época cultural e histórica. É característica, nessa fase, a total identificação de Renascimento e humanismo: este, tendo desenterrado os tesouros artísticos e literários da antiguidade greco-romana, é considerado a base do Renascimento, da criação das obras de arte novas pelo aproveitamento das lições gregas e romanas. Essa identificação ainda inspira a mais influente de todas as obras sobre o Renascimento, a de Jacob Burckhardt.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemporâneo de Michelet, o grande historiador Burckhardt escreveu <em>Die Kultur der Renaissance in Italien</em> (1860;<em> A cultura do Renascimento na Itália</em>), no qual considerou que a arte renascentista foi o ponto mais alto atingido pela produção cultural da Europa moderna, pois atingiu o meio-termo feliz entre o primitivismo ingênuo da Idade Média e a exaltação artificial do barroco. Pelo estudo do sereno equilíbrio dos gregos, os artistas do Renascimento teriam conseguido o mesmo equilíbrio entre realismo e idealismo: uma nova arte clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Burckhardt, essa vitória não se limita à arquitetura, à escultura e à pintura. O Renascimento descobriu o mundo exterior, que a Idade Média cristã havia exorcizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriu a beleza física do homem e da mulher. Descobriu, no centro desse mundo novo, o grande indivíduo. Homens como Leon Battista Alberti, Leonardo da Vinci e Michelangelo são gênios universais, grandes artistas, grandes poetas e grandes cientistas ao mesmo tempo. O Renascimento teria sido a mais &#8220;genial&#8221; de todas as épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo descoberto o mundo, o Renascimento também quis dominá-lo pela inteligência. Não dispondo ainda das ciências naturais e matemáticas, de Galileu e Descartes, pretendeu realizar sua ambiação pela magia, pelos estudos cabalísticos de Pico della Mirandola e pela astrologia, em que acreditava mais que na religião cristã. O ponto de vista estético dominava até a política: os &#8220;tiranos&#8221; como Giangaleazzo Visconti e Lourenço de Medici em Florença e o rei Ferrante em Nápoles transformaram seus estados em obras de arte, cientificamente administrados. Maquiavel escreveu-lhes a teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pelas façanhas desse individualismo, o Renascimento pagou um alto preço: a decadência moral. A Itália do século XVI afigura-se aos historiadores um país de criminosos inteligentíssimos. A autobiografia do ourives e escultor Benvenuto Cellini, um dos documentos mais característicos da época, descreve a vida de um homem genial e sem nenhum escrúpulo. O próprio Burckhardt, humanista pouco cristão, sente um calafrio ao falar de Maquiavel, e olha com horror fascinado os crimes de César Borgia. Posteriormente, no século XX, surgiram numerosos estudos sobre a arte do período, como os de Erwin Panofsky, André Chastel e Rudolf Wittkower.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>O Renascimento e a Retomada do Racionalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 00:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Renascimento como o próprio nome lembra, quer dizer “nascer novamente”. É um ressurgir de uma Cultura que estava adormecida por vários séculos. Esta cultura vem do berço do mundo ocidental: a Grécia antiga. A Razão também vem daquela Grécia, e é retomada novamente. Mas tanto essa razão, quanto o renascimento da Cultura Grega vão tomar outras proporções na Itália e em toda a Europa, com o Renascimento.


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Renascimento como o próprio nome lembra, quer dizer “nascer novamente”. É um ressurgir de uma Cultura que estava adormecida por vários séculos. Esta cultura vem do berço do mundo ocidental: a Grécia antiga. A Razão também vem daquela Grécia, e é retomada novamente. Mas tanto essa razão, quanto o renascimento da Cultura Grega vão tomar outras proporções na Itália e em toda a Europa com o Renascimento.<span id="more-1434"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Renascimento, período da história européia caracterizado por um renovado interesse pelo passado greco-romano clássico, especialmente pela sua arte. O Renascimento começou na Itália, no século XIV, e difundiu-se por toda a Europa, durante os séculos XV e XVI.</p>
<p style="text-align: justify;"> A fragmentada sociedade feudal da Idade Média transformou-se em uma sociedade dominada, progressivamente, por instituições políticas centralizadas, com uma economia urbana e mercantil, em que floresceu o mecenato da educação, das artes e da música.</p>
<p style="text-align: justify;"> O termo “Renascimento” foi empregado pela primeira vez em 1855, pelo historiador francês Jules Michelet, para referir-se ao “descobrimento do Mundo e do homem” no século XVI. O historiador suíço Jakob Burckhardt ampliou este conceito em sua obra <em>A civilização do renascimento italiano</em> (1860), definindo essa época como o renascimento da humanidade e da consciência moderna, após um longo período de decadência.</p>
<p style="text-align: justify;"> O Renascimento italiano foi, sobretudo, um fenômeno urbano, produto das cidades que floresceram no centro e no norte da Itália, como Florença, Ferrara, Milão e Veneza, resultado de um período de grande expansão econômica e demográfica dos séculos XII e XIII.</p>
<p style="text-align: justify;"> Uma das mais significativas rupturas renascentistas com as tradições medievais verifica-se no campo da história. A visão renascentista da história possuía três partes: a Antigüidade, a Idade Média e a Idade de Ouro ou Renascimento, que estava começando.</p>
<p style="text-align: justify;"> A idéia renascentista do humanismo pressupunha uma outra ruptura cultural com a tradição medieval. Redescobriram-se os <em>Diálogos</em> de Platão, os textos históricos de Heródoto e Tucídides e as obras dos dramaturgos e poetas gregos. O estudo da literatura antiga, da história e da filosofia moral tinha por objetivo criar seres humanos livres e civilizados, pessoas de requinte e julgamento, cidadãos, mais que apenas sacerdotes e monges.</p>
<p style="text-align: justify;"> Os estudos humanísticos e as grandes conquistas artísticas da época foram fomentadas e apoiadas economicamente por grandes famílias como os Medici, em Florença; os Este, em Ferrara; os Sforza, em Milão; os Gonzaga, em Mântua; os duques de Urbino; os Dogos, em Veneza; e o Papado, em Roma.</p>
<p style="text-align: justify;"> No campo das belas-artes, a ruptura definitiva com a tradição medieval teve lugar em Florença, por volta de 1420, quando a arte renascentista alcançou o conceito científico da perspectiva linear, que possibilitou a representação tridimensional do espaço, de forma convincente, numa superfície plana.</p>
<p style="text-align: justify;"> Os ideais renascentistas de harmonia e proporção conheceram o apogeu nas obras de Rafael, Leonardo da Vinci e Michelangelo, durante o século XVI.</p>
<p style="text-align: justify;"> Houve também progressos na medicina e anatomia, especialmente após a tradução, nos séculos XV e XVI, de inúmeros trabalhos de Hipócrates e Galeno. Entre os avanços realizados, destacam-se a inovadora astronomia de Nicolau Copérnico, Tycho Brahe e Johannes Kepler. A geografia se transformou graças aos conhecimentos empíricos adquiridos através das explorações e dos descobrimentos de novos continentes e pelas primeiras traduções das obras de Ptolomeu e Estrabão.</p>
<p style="text-align: justify;"> No campo da tecnologia, a invenção da imprensa, no século XV, revolucionou a difusão dos conhecimentos e o uso da pólvora transformou as táticas militares, entre os anos de 1450 e 1550.</p>
<p style="text-align: justify;"> No campo do direito, procurou-se substituir o abstrato método dialético dos juristas medievais por uma interpretação filológica e histórica das fontes do direito romano. Os renascentistas afirmaram que a missão central do governante era manter a segurança e a paz. Maquiavel sustentava que a <em>virtú</em> (a força criativa) do governante era a chave para a manutenção da sua posição e o bem-estar dos súditos.</p>
<p style="text-align: justify;"> O clero renascentista ajustou seu comportamento à ética e aos costumes de uma sociedade laica. As atividades dos papas, cardeais e bispos somente se diferenciavam das usuais entre os mercadores e políticos da época. Ao mesmo tempo, a cristandade manteve-se como um elemento vital e essencial da cultura renascentista. A aproximação humanista com a teologia e as Escrituras é observada tanto no poeta italiano Petrarca como no holandês Erasmo de Rotterdam, fato que gerou um poderoso impacto entre os católicos e protestantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Encarta</strong></p>


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