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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Livros</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Feliz Natal a todas as Mentes. Mas Como cada ser humano vê o Natal?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” - o sul do mundo. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/157__160x120_imagem-presepio.jpg" alt="imagem-presepio" title="imagem-presepio" />
</a>
Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” &#8211; o sul do mundo.<span id="more-2025"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A data para comemorarmos o Natal, como muitos sabem, foi definida exatamente para a época de um <strong>solstício</strong> (veja: “<span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank">O que é Natal? Qual a Origem do Natal?</a></span>”), desse modo temos temperaturas extremas, pois de um lado é Inverno e do outro é Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que você já tenha notado que o inverno é uma ótima estação para tomarmos vinho e comermos alimentos mais calóricos, certo? Bem, na época do Natal isso serve pra você que está no hemisfério Norte, agora, pra quem está no hemisfério Sul isso não combina nem um pouco, no máximo podemos tomar vinho branco gelado e o ideal é tomarmos sucos de frutas, cerveja e muita água. Quanto ao alimento deveríamos comer frutas frescas e tropicais, diferentemente do que ocorre no norte onde se comem frutas secas, castanhas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o clima influi nos alimentos que devemos ingerir, influi em nosso estado psicológico. Quando estamos às portas de uma determinada estação nossa mente vai se adaptando e esperando o “clima” que virá em todos os sentidos. A estação que chega traz uma série de perspectivas e expectativas. Por exemplo, o verão faz lembrarmo-nos da praia, das cachoeiras, dos parques aquáticos e outros ambientes abertos, enquanto que o inverno é tempo de se agasalhar e procurar ambientes fechados e afáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acredito que o clima do mundo, no sentido mesmo da temperatura, influi no psicológico e no comportamento das pessoas. As vestimentas do Papai Noel, ou Pai Natal, tem a ver com o clima frio, por outro lado, não tem nada a ver com o Verão Escaldante do Hemisfério Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que essa questão frio-calor na época do Natal é notada e certamente já foi pensada por muitos. O que pretendo levar à reflexão agora é como cada Mente vê o Natal, ou seja, o que se passa no coração, nas experiências e nas expectativas natalinas e pós- natalinas. E quero pensar tão somente e exclusivamente para os Cristãos do Mundo e principalmente com relação aos cristãos ocidentais, excluo portanto o mundo não cristão. (veja<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">É Natal&#8230; mas é para todo o Mundo</span></a>?)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao mundo Cristão há duas distinções religiosas básicas: os católicos e os evangélicos protestantes, que se dividem em mais de 33.600 denominações. Os Católicos que totalizam a metade de todos os cristãos são também Marianos, ou seja, proclamam o <em>magnificat</em> como está no Evangelho de <strong>Lucas</strong> <strong>1, 39-55:</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>39.Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. 40.Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. 42.Com voz forte, ela exclamou: “</em><strong><em>Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! </em></strong><em>43.Como mereço que </em><strong><em>a mãe do meu Senhor</em></strong><em> venha me visitar? 44.Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. 45.Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!”. 46.</em><strong><em>Maria então disse</em></strong><em> (este é o </em><strong><em>Magnificat</em></strong><em>) : 47.“A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48.porque ele olhou para a humildade de sua serva. </em><strong><em>Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz (bem Aventurada),</em></strong><em> 49.porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, 50.e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 51.Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. 52.Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53.Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. 54.Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a Celebração do Natal para os Católicos é também época de lembrar Maria, a propósito não há o filho sem a Mãe. Nós que somos Cristãos Deveríamos pensar na possibilidade de Deus estar nos falando através de Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembro alguns dos pontos que foram levantados por mim quanto a esta época natalina:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O “clima”      no planeta e as influências naturais, tanto no psicológico, quanto nos      alimentos, etc.;</li>
<li>A      definição da data do Natal para um Solstício (veja o texto:<span style="color: #0000ff;"> <a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">o que é      Natal? Qual a origem do Natal</span></strong></a></span>);</li>
<li>As diversidades      de pensamentos no Mundo que em sua maioria não é cristã (veja o texto<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>É Natal&#8230;      mas é para todo o Mundo?</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li>Por fim a      distinção nas Mentes dos Católicos e da maioria dos Evangélicos quanto a      Maria. (veja o texto: <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a title="Manisfesto de Dreden: Maria e os Protestantes" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/10/10/manifesto-de-dresden-maria-e-os-protestantes/" target="_blank">Manifesto de Dresden: Maria e os protestantes</a></span></strong></span>)      Há outros textos relacionados, você encontrará os links no final de cada      texto. Boa Leitura e boa Reflexão! Espero teus comentários!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim um Feliz Natal a todas as Mentes do Mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>A Inteligência Espiritual QS por Danah Zohar Entrevista a Revista Exame</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 20:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publico agora alguns textos e artigos relacionados ao trabalho da Drª Danah Zohar. Você poderá também ler trechos de meus artigos em que menciono o QS – Inteligência Espiritual.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Publico agora alguns textos e artigos relacionados ao trabalho da Drª Danah Zohar. Você poderá também ler trechos de meus artigos em que menciono o <strong><a title="Inteligências Aplicadas no Ambiente de Trabalho" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/05/inteligencias-aplicadas-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">QS – Inteligência Espiritual</a>.<span id="more-1921"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No livro QS Inteligência Espiritual, lançado no ano de 2000 (no Brasil em 2002), a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado &#8220;Ponto de Deus&#8221; no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: &#8220;A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português. QS Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 300 Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo. Eis os principais trechos da entrevista:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é inteligência espiritual?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há quanto tempo a senhora trabalha com inteligência espiritual?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Toda a minha vida, praticamente, já que perdi a fé na religião (cristianismo) aos 11 anos de idade e sempre procurei um meio de encontrar realização espiritual fora dos domínios da religião. Meu trabalho mais recente sobre QS tem quatro anos e foi produzido ao mesmo tempo em que cientistas começaram a divulgar pesquisas que mostram uma base neurológica para as experiências espirituais e místicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas descobriram que temos um &#8220;Ponto de Deus&#8221; no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a diferença entre QE e QS?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que somente agora o mundo corporativo se preocupa com isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mundo dos negócios atravessa uma crise de sustentabilidade. Suas atitudes e práticas atuais, centradas apenas em dinheiro, estão devastando o meio ambiente, consumindo recursos finitos, criando desigualdade global, conduzindo a uma crise de liderança nas empresas e destruindo a saúde e o moral das pessoas que trabalham ou cujas vidas são afetadas por elas. Espiritualidade nos negócios significa simplesmente trabalhar com um sentido mais profundo de significado e propósito na comunidade e no mundo, tendo uma perspectiva mais ampla, inspirando seus funcionários. Nós não sabemos mais o que é realmente a vida. Não sabemos qual é o jogo que jogamos nem quais são as regras. Falta-nos um sentido profundo de objetivos e valores fundamentais. Essa crise de significado é a causa principal do estresse na vida moderna e também das doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">A busca de sentido é a principal motivação do homem. Quando essa necessidade deixa de ser satisfeita, a vida nos parece vazia. No mundo moderno, a maioria das pessoas não está atendendo a essa necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como se pode detectar os sintomas dessa crise na vida corporativa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o surgimento do capitalismo, há 200 anos, tudo que importa no mundo dos negócios é o lucro imediato. Isso criou uma cultura corporativa destituída de significado e de valores mais profundos. Nós apenas queremos mais dinheiro. Mas para quê? Para quem? Trabalhamos para consumir. É uma vida sem sentido. Isso afeta o moral, tanto dos dirigentes quanto dos empregados, sua produtividade e criatividade. E também afasta dos negócios preocupações mais amplas com o meio ambiente, a comunidade, o planeta e a sustentabilidade. O mundo corporativo é um monstro que se autodestrói porque lhe falta uma estrutura mais ampla de significado, valores e propósitos fundamentais. Há uma profunda relação entre a crise da sociedade moderna e o baixo desenvolvimento da nossa inteligência espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais companhias a têm chamado para desenvolver trabalhos que busquem elevar o quociente espiritual de dirigentes e empregados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não posso citar seus nomes, mas tenho atendido a bancos, financeiras, empresas de telecomunicações, de petróleo e montadoras de automóveis. Trabalhamos juntos para adquirir a compreensão de que as atitudes e práticas existentes são insustentáveis e como as empresas podem desenvolver tanto a sustentabilidade como os serviços cultivando as <a title="Qualidades do Quociente Espiritual QS, Inteligência Espiritual e Motivação" href="http://www.benitopepe.com.br/2011/10/12/qualidades-do-quociente-espiritual-qs-inteligencia-espiritual-e-motivacao/" target="_blank"><strong><em>dez qualidades do quociente espiritual</em></strong>.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A senhora poderia citar exemplos de companhias ou empresários que estejam buscando mais sentido em seu trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muitos exemplos. Mats Lederhausen, o vice-presidente de estratégia global do McDonald s, é um deles. Sua função na empresa é ser a voz de protesto e consciência, sacudindo as pessoas, agitando o barco. Ele iniciou projetos como a distribuição gratuita de vacinas antipólio na África, a luta contra plantações geneticamente modificadas, o uso de gaiolas maiores para galinhas e um trabalho para restaurar ecossistemas danificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo é a Amul, empresa da Índia que distribui para o Estado de Gujarat o leite de 10 000 cooperativas. A Amul compra todos os dias o leite de camponeses que possuem apenas uma vaca, permitindo que indivíduos pobres possam competir com grandes fazendeiros. O Banco de Desenvolvimento da Ásia se dedica à erradicação da pobreza com programas de micro-crédito para pessoas muito pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">A British Petroleum adotou um novo slogan, &#8220;Além do Petróleo&#8221;, e está colocando o grosso de seus fundos de pesquisa no desenvolvimento de tecnologias energéticas alternativas, menos agressivas ao meio ambiente. John Browne, o CEO da companhia, conseguiu aumentar o valor das ações enfatizando relações de longo prazo entre sua empresa e a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é o líder espiritualmente inteligente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um líder inspirado pelo desejo de servir, uma pessoa responsável por trazer visão e valores mais altos aos demais e por lhes mostrar como usá-los. É uma pessoa que inspira as outras. Gente como o Dalai Lama, Nelson Mandela, Mahatma Gandhi. No mundo dos negócios, Richard Branson, da Virgin, é um líder espiritualmente inteligente. Ele está muito preocupado com o meio ambiente e a comunidade. É muito espontâneo, tem visão e valores, tem perspectivas amplas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como se pode desenvolver a inteligência espiritual?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tomando consciência das dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes e trabalhando para desenvolvê-las. Procurando mais o porquê e as conexões entre as coisas, trazendo para a superfície as suposições que fazemos sobre o sentido delas, tornando-nos mais reflexivos, assumindo responsabilidades, sendo honestos conosco mesmos e mais corajosos. Tornado-nos conscientes de onde estamos, quais são nossas motivações mais profundas. Identificando e eliminando obstáculos. Examinando as numerosas possibilidades, comprometendo-nos com um caminho e permanecendo conscientes de que são muitos os caminhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma as pessoas espiritualmente inteligentes podem beneficiar as corporações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas com QS elevado querem sempre fazer mais do que se espera delas. Algo para além da empresa. Quem trabalha unicamente por dinheiro não faz o melhor que pode. Nas empresas em que se busca desenvolver espiritualmente os funcionários, a produtividade aumenta porque eles ficam mais motivados, mais criativos e menos estressados. As pessoas dão tudo de si quando se procura um objetivo mais elevado. Se as organizações derem espaço para as pessoas fazerem algo mais, se souberem desenvolver em cada indivíduo sua inteligência espiritual, terão mais resultados e mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A senhora diz que o capitalismo como se conhece hoje está com os dias contados, mas que um novo capitalismo está nascendo. Como ficam as empresas com essa nova perspectiva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Está surgindo um novo tipo de empresa. É uma empresa responsável. No novo capitalismo sobreviverão as companhias que têm visão de longo prazo, que se preocupam com o planeta, em desenvolver as pessoas que nelas trabalham. Que se preocupam, sim, com o lucro, mas que querem ganhar dinheiro para desenvolver as comunidades em que atuam, proteger o meio ambiente, propagar educação e saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Revista Exame</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Será que Ainda existe Romantismo?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/07/07/sera-que-ainda-existe-romantismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 02:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[O romantismo se inicia no Brasil em 1836, quando Gonçalves de Magalhães publica na França a “Niterói“ Revista Brasiliense, e no mesmo ano lança um livro de poesias românticas, intitulada SUSPIROS POÉTICOS E SAUDADES.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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O romantismo se inicia no Brasil em 1836, quando Gonçalves de Magalhães publica na França a “Niterói“ Revista Brasiliense, e no mesmo ano lança um livro de poesias românticas, intitulada SUSPIROS POÉTICOS E SAUDADES.<span id="more-1736"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1822, D. Pedro I concretiza um movimento que se fazia sentir, de forma mais imediata, desde 1808; a independência do Brasil. A partir deste momento, o novo país necessitava inserir-se no modelo moderno, acompanhando as nações independentes da Europa e América. A imagem do português conquistador deveria ser varrida; há a necessidade de auto-afirmação da Pátria que formava. O ciclo da mineração havia dado condições para que as famílias mais abastadas mandassem seus filhos à Europa, em particular França e Inglaterra, onde buscava soluções para os problemas brasileiros, apesar de não possuir o Brasil a mesma formação social dos países industrializados da Europa, representado pelo binômio burguesia proletariado. A estrutura social brasileira ainda era marcada pelo binômio aristocracia/escravo; o ser “burguês” era mais um estado de espírito, norma de comportamento, do que uma posição econômica e social.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse contexto que encontramos Gonçalves de Magalhães viajando pela Europa. Em 1836, vivendo o momento francês, funda a revista NITERÓI, da qual circularam apenas dois números em Paris. Nela, publica o “Ensino sobre a Historia da Literatura Brasileira”, considerado o nosso primeiro manifesto romântico.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 1881 é considerado marco final do Romantismo, quando são lançados os primeiros romances de tendência naturalista e realista (O Mulato, de Aluisio Azevedo e Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis), embora desde 1870 já ocorressem manifestações do pensamento realista na Escola de Recife, um movimento liderado por Tobias Barreto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Romantismo definiu-se como modismo nas letras universais a partir dos últimos 25 anos do século XVIII. Na Alemanha, em 1774 Goethe publica WERTHER, lançando as bases definitivas do sentimentalismo romântico e o escapismo pelo suicídio; em 1781, Schiller lança OS SALTEADORES, inaugurando a volta ao passado histórico, e mais tarde o drama GUILHERME TELL.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, um fato mais importante do Romantismo foi a criação de um novo público, uma que a literatura torna-se mais popular, o que não acontecia com os estilos da época de aracterística clássicas. Surge o romance, forma mais acessível de manifestação literária; o teatro ganha novo impulso, abandonando as formas clássicas. Com a formação dos primeiros cursos universitário em 1827 e com o liberalismo burguês, dois novos elementos da sociedade brasileira representam um mercado consumidor a ser atingido: o estudante e a mulher. Com a vinda da Família Real, a imprensa passa a existir no Brasil e, com ela, os folhetins, que desempenharam importante papel no desenvolvimento do romance romântico.</p>
<p>No prefacio de SUSPIRO POÉTICOS E SAUDADES, Gonçalves Magalhães nos dá uma ótima visão do que era o romantismo para um autor romântico.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra característica marcante do Romantismo e verdadeiro cartão de visita de toda a escola foi o sentimentalismo, a valorização dos sentimentos das emoções pessoais, é o mundo interior que conta, o subjetivismo. É à medida que se volta para o eu, para o individualismo, o “pessoalísmo”, perde-se a consciência do todo, do coletivo do social. A constante valorização do eu gera o egocentrismo, os poetas românticos se colocavam como centro do universo. É evidente que daí surge um choque entre a realidade e o seu mundo. E a derrota inevitável do eu leva a um estado de frustração e tédio.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p>Texto compilado e enviado por JM Dias.</p>
<p>Fonte: LITERATURA BRASILEIRA DE JOSÉ DE NICOLA</p>


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		<title>Sócrates e o Aprendizado. Aprendendo a Aprender com Sócrates</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/02/26/socrates-e-o-aprendizado-aprendendo-a-aprender-com-socrates/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 00:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Apostilas Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem várias maneiras de se aprender, podemos aprender com nossos erros (isso se dá através da prática) ou com os erros dos outros, isso ocorre através da teoria.  No entanto o maior mestre do aprendizado foi Sócrates, sabe por quê? Porque Sócrates nos ensinou que só podemos começar a aprender quando tomamos consciência que somos ignorantes e que precisamos estar abertos ao novo, precisamos estar preparados para quebrar paradigmas, mas também despertar o conhecimento que temos em nossa alma.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Existem várias maneiras de se aprender, podemos <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/12/09/o-melhor-aprendizado-e-atraves-da-pratica-ou-da-teoria/" target="_blank"><strong>aprender com nossos erros</strong> (isso se dá através da <strong>prática</strong>) <strong>ou com os erros dos outros</strong>, isso ocorre através da <strong>teoria</strong>.</a></span> No entanto o maior mestre do aprendizado foi Sócrates, sabe por quê? Porque Sócrates nos ensinou que só podemos começar a aprender quando tomamos consciência que somos ignorantes e que precisamos estar abertos ao novo, precisamos estar preparados para quebrar paradigmas, mas também despertar o conhecimento que temos em nossa alma.<span id="more-1570"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A famosa frase de <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/socrates-%e2%80%9cso-sei-que-nada-sei%e2%80%9d/" target="_blank">Sócrates: “Só sei que nada sei”</a></span></strong> expressa e sintetiza claramente o verdadeiro sábio e este pensamento. Há algumas diretrizes que podemos aprender com a filosofia de Sócrates, embora ele não nos tenha deixado nada escrito seus discípulos e principalmente Platão o fizeram muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dessas diretrizes Socráticas é a Arte do Diálogo, seu pai era escultor e sua mãe Parteira. Sócrates dizia que fazia algo parecido com o que sua mãe fazia. Da mesma maneira que sua mãe dava a luz às crianças ele dava a luz aos homens, era um parteiro espiritual. Ele procurava guiar seus interlocutores até a verdade, utilizava-se para isso de uma habilidade extraordinária até então, empregava-se de um questionamento que levava seus interlocutores a descobrirem a verdade por si mesmos e assim criar uma sólida convicção.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando limpamos nossa mesa podemos reorganizá-la, é necessário uma <em>tabula rasa</em> para reiniciarmos. O método socrático só funciona a partir daí, ou seja, da consciência de nossa ignorância. É através da descoberta de nossas contradições e reflexões quanto aos nossos paradigmas, muitas vezes equivocados, que chegamos ao novo. É com a indução que o interlocutor conscientizado de sua ignorância fundamenta um novo conhecimento seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Sócrates dizia que o conhecimento já está conosco e, portanto, ele (Sócrates) só precisava fazer um parto, tirar esse conhecimento de dentro do homem. Esse processo conhecido como <strong>Maiêutica</strong> Socrática é usado até hoje. Quando estamos em um processo de dialética ou fazendo perguntas que nos farão deduzir e chegar a algum “consenso” de entendimento, estamos dialogando no sentido mais amplo da palavra, mas esse processo só funciona se estivermos abertos ao novo e não fixados em nossos paradigmas e opiniões, muitas vezes enraizadas e alicerçadas em nossa alma, porém equivocados.</p>
<p style="text-align: justify;">Só aprendemos quando quebramos paradigmas e quando temos consciência que não sabemos. Aquele que pensa que tudo sabe, nada sabe, pois não está aberto a aprender, portanto nada sabe. Ao contrário aquele que pensa que nada sabe e está aberto a aprender sempre, tudo sabe. Este é o verdadeiro sábio.</p>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento já nascera conosco, “ele veio com nossa alma”, porém ele ficou esquecido em nosso corpo. Para relembrarmos o que sabíamos precisamos de um processo dialético. A <strong>reminiscência</strong> é a rememoração, a lembrança do que sabíamos. De fato o que Sócrates parece querer nos mostrar é que ninguém pode saber se sabe ou não sabe, a não ser através de outro alguém. Ou seja, através do diálogo. (Seja ele pessoalmente ou “através dos livros, Internet, áudio, vídeo etc.”)</p>
<p style="text-align: justify;">Vou fazer um parêntesis para inserir aqui um princípio simples da psicologia, os quatro “EUs”. Todos nós temos quatro “EUs”, temos um “eu” que nós e todo mundo conhece; temos um “eu” que é só nosso, nossos segredos, nossa intimidade; temos outro “eu” que os outros podem observar de nós, mas que nós mesmos não conhecemos; e por fim temos um “eu” que nem nós, nem os outros conhecemos, aí estão nossos enigmas, nosso inconsciente, etc. É através do diálogo aberto e franco que podemos trocar experiências, conhecemos nosso mundo e o mundo dos outros. Só crescemos enquanto seres humanos através do diálogo franco e aberto. Podemos fazer com que os outros nos descubram e podemos fazer com que os outros nos ajudem a descobrirmo-nos. A reminiscência faz acordar o desconhecido em nós, nossas fraquezas e nossas potencialidades podem florescer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem se empenha na ética, busca a autenticidade e transparência e procura fazer o bem encontra a felicidade. Dessa maneira, como Sócrates, temos que buscar a coerência, a ética, ser honestos conosco mesmo e com o mundo. Não há como sermos felizes se vivermos uma falsa verdade. Os sonhos são importantes, mas são para a noite quando estamos dormindo, quando estamos acordados devemos viver a realidade a ação, para isso precisamos nos motivar, sermos pró-ativos, termos atitude. Só aprendemos se quisermos aprender, ninguém aprende e apreende se não quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">E então você está pronto para quebrar teus paradigmas? Você quer aprender?</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Fragmentos do Livro Política de Aristóteles</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 16:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Este texto que segue é um fragmento do Livro a Política de Aristóteles, é uma tradução de José Oscar de Almeida Marques - Departamento de Filosofia, IFCH-UNICAMP. 
Política de Aristóteles
Livro I Capítulo 1 [1252a] Visto que toda cidade é um tipo de associação e que toda associação se forma tendo em vista algum bem (porque todos os homens sempre agem tendo em vista algo que lhes parece ser um bem), resulta claramente que, se todas as associações visam um certo bem, aquela que é a mais alta de todas e engloba todas as demais é precisamente a que visa ao bem mais alto de todos; ela é denominada cidade (pólis), ou comunidade política.



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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Este texto que segue é um fragmento do Livro a <strong><em>Política</em></strong> de Aristóteles.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Política de Aristóteles</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Livro I <strong>Capítulo 1</strong> [1252a] Visto que toda cidade é um tipo de associação e que toda associação se forma tendo em vista algum bem (porque todos os homens sempre agem tendo em vista algo que lhes parece ser um bem), resulta claramente que, se todas as associações visam um certo bem, aquela que é a mais alta de todas e engloba todas as demais é precisamente a que visa ao bem mais alto de todos; ela é denominada cidade (pólis), ou comunidade política.<span id="more-1505"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os que julgam que o governo político (politikón), real (basilikón), familiar (oikonomikón) e senhorial (despotikón) são uma mesma coisa exprimem-se de maneira inexata, e não vêem em cada um [desses diversos modos de autoridade] senão uma diferença de mais e menos, não uma diferença de espécie; assim, se a autoridade é exercida sobre um pequeno número, trata-se de um senhor; se esse número é maior, de um chefe de família; se é ainda mais elevado, de um chefe político ou rei, como se não houvesse a menor distinção entre uma grande família e uma pequena cidade. Quanto aos governos político e real, [dizem que a diferença é que] se um homem governa sozinho, é um rei; se, ao contrário, ele exerce o poder segundo os ensinamentos da ciência política, sendo alternadamente governante e governado, trata-se propriamente de um poder político.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, nada disso é verdade, o que ficará claro ao examinarmos o assunto segundo o método que até agora nos guiou. Assim como em outros domínios é necessário proceder à divisão do composto (sýntheton) até chegar a seus elementos mais simples (asýntheton), isto é, às menores partes do todo. Desse modo, ao considerar os elementos dos quais a cidade se compõe, veremos melhor em que diferem as formas de autoridade mencionadas, e se é possível obter delas um conhecimento exato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capítulo 2</strong> É, portanto, pela consideração das coisas a partir de sua origem e em seu desenvolvimento que se pode, aqui como em outros domínios, chegar ao ponto de vista mais elucidativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, é necessário que se unam, aos pares, aqueles seres que são incapazes de existir um sem o outro: esse é o caso do homem e da mulher, em vista da reprodução (o que não é neles o efeito de uma escolha deliberada mas, como em todas as outras espécies animais e as plantas, resulta de uma tendência natural (physikón) para deixar atrás de si um outro ser a eles semelhante); esse também é o caso da união de um homem cuja natureza é comandar com outro que por natureza obedece, visando a conservação de ambos. Pois aquele ser que, graças à sua inteligência, tem a capacidade de prever é, por natureza, um chefe (árchon) e um senhor (despózon), ao passo que o ser que é capaz de executar as ordens do outro por meio de seu corpo, é um subordinado e um escravo por natureza; daí vem que o escravo e o senhor têm o mesmo interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">[1252b] A distinção entre a mulher e o escravo foi, portanto, imposta pela natureza, pois esta não procede jamais à maneira mesquinha dos cuteleiros de Delfos mas faz cada objeto para um único uso; e, de fato, cada instrumento só pode cumprir perfeitamente suas funções se servir não para muitos usos mas para um só. Entre os bárbaros, contudo, a mulher e o escravo confundem-se na mesma classe; a razão disso é que não há entre eles quem seja capaz, por natureza, de comandar, e sua associação é a de um escravo com uma escrava. Daí a fala dos poetas:</p>
<p style="text-align: justify;"> “O Heleno tem o direito de comandar o Bárbaro” como se, por natureza, o bárbaro e o escravo fossem a mesma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessas duas associações [entre homem e mulher, senhor e escravo] surge inicialmente a família (oikía); e é com razão que escreveu Hesíodo:</p>
<p style="text-align: justify;">“Primeiro a casa, a mulher e o boi para o arado” pois o boi serve de escravo aos pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a associação estabelecida pela natureza para a satisfação das necessidades cotidianas é a família, cujos membros Carondas denomina homosipýous (que tiram o pão da mesma arca) e Epimênides de Creta, homocápous (que comem na mesma manjedoura) 3. Por outro lado, a primeira associação formada por diversas famílias para suprir necessidades que não se limitam à vida cotidiana é a aldeia (kóme), cuja forma mais natural parece ser a de uma colônia da família, e seus membros são chamados, por alguns, de homogálactas (que sugaram o mesmo leite), e compreendem os filhos e os filhos desses filhos; é justamente por isso que as cidades (póleis) foram originalmente governadas por reis, como ainda o são em nossos dias as nações (éthne), pois elas se formaram pela reunião de pessoas submetidas aos reis. Toda família, de  fato, submete-se ao reinado do patriarca, o mesmo ocorre com as extensões da família, em razão do parentesco de seus membros. É o que diz Homero:</p>
<p style="text-align: justify;">“Cada qual prescreve leis a suas mulheres e filhos” pois as famílias andavam dispersas, e era assim que se vivia antigamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos deuses, a razão pela qual se admite unanimemente que eles são governados por um rei é que os próprios homens são, ainda hoje, ou foram, no passado, governados dessa maneira; os homens não apenas representam os deuses à sua imagem, mas também atribuem-lhes um modo de vida semelhante ao seu. Por fim, a comunidade formada por muitas aldeias é a cidade (pólis) no pleno sentido da palavra; da qual se pode dizer que atinge desde então a completa auto-suficiência (autarkéias). Surgindo para permitir viver (tôu zên), ela existe para permitir viver bem (tôu êu zên).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, se as primeiras comunidades são um fato da natureza, também o é a cidade, porque ela é o fim daquelas comunidades, e a natureza de uma coisa é o seu fim: aquilo que cada coisa se torna quando atinge seu completo desenvolvimento, nós chamamos de natureza daquela coisa, quer se trate de um homem,  de um cavalo ou de uma família.</p>
<p style="text-align: justify;">[1253a] Além disso, a causa final e o fim (télos) de uma coisa é o que é o melhor para ela; ora, bastar-se a si mesma é, ao mesmo tempo, um fim e um bem por excelência.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas considerações tornam evidente que a cidade é uma realidade natural e que o homem  é, por natureza, um animal político (politikón zôon). E aquele que, por natureza e não por mero acidente, não faz parte de uma cidade é ou um ser degradado ou um ser superior ao homem; ele é como aquele a quem Homero censura por ser sem clã, sem lei e sem lar” 5; um tal homem  é, por natureza, ávido de combates, e é como uma peça isolada no jogo de damas. É evidente, assim, a razão pela qual o homem é um animal político em grau maior que as abelhas ou todos os outros animais que vivem reunidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizemos, de fato, que a natureza nada faz em vão, e o homem é o único entre todos os animais  a possuir o dom da fala. Sem dúvida os sons da voz (phoné) exprimem a dor e o prazer e são encontrados nos animais em geral, pois sua natureza lhes permite experimentar esses sentimentos e comunicá-los uns aos outros. Mas quanto ao discurso (lógos), ele serve para exprimir o útil e o nocivo e, em conseqüência, o justo e o injusto.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato,  essa é a característica que distingue o homem de todos os outros  animais: só ele sabe discernir o bem e o mal, o justo e o injusto, e os outros sentimentos da mesma ordem; ora, é precisamente a posse comum desses sentimentos que engendra a família e a cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade, portanto, é por natureza anterior à família e a cada homem tomado individualmente, pois o todo é necessariamente anterior à parte; assim, se o corpo é destruído, não haverá mais nem pé nem mão, a não ser por simples analogia, como quando se fala de uma mão de pedra, pois uma mão separada do corpo não será melhor que esta.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as coisas se definem sempre pelas suas funções e potencialidades; por conseguinte, quando elas não têm mais suas características próprias, não se deve dizer mais que se trata das mesmas coisas, mas apenas que elas têm o mesmo nome (homónima). É evidente, nessas condições, que a cidade existe naturalmente e que é anterior aos indivíduos, pois cada um destes, isoladamente, não é capaz de bastar-se a si mesmo e está [em relação à cidade] na mesma situação que uma parte em relação ao todo; o homem que é incapaz de viver em comunidade, ou que disso não tem necessidade porque basta-se a si próprio, não faz parte de uma cidade e deve ser, portanto, um bruto ou um deus.</p>
<p style="text-align: justify;">O impulso que leva todos os homens para uma comunidade desse tipo tem sua origem na natureza; mas aquele que em primeiro lugar fundou essa comunidade é ainda assim credor dos maiores benefícios. Pois se o homem, ao atingir sua máxima realização, é o melhor dos animais, também é, quando está afastado da lei e da justiça, o pior de todos eles. A injustiça que tem armas nas mãos é a mais perigosa e o homem está provido, por natureza, de armas que devem servir à prudência e à virtude (phronései kài aretêi) mas que ele pode empregar para fins exatamente opostos. Eis por que o homem, sem a virtude, é a mais ímpia e feroz das criaturas, e a que mais vergonhosamente se orienta para os prazeres do amor e da gula. E a virtude da justiça é um valor político, pois a comunidade política tem como sua regra a [administração da] justiça (ou seja, a discriminação do que é justo).</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma tradução de José Oscar de Almeida Marques Departamento de Filosofia, IFCH-UNICAMP.</p>


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		<title>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 23:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!). Este ano vou falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que não seja para todo o Mundo; e por fim, falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!</span>). </a></strong>Este<strong> </strong>ano<strong> </strong>vou<strong> </strong>falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank">não seja para todo o Mundo</a></span>; </strong>e por fim,<strong> </strong>falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.<span id="more-1497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Natal não é “apenas” a data do Nascimento de Jesus Cristo. O Natal deve ser o <strong>re</strong>-<strong>nascimento</strong> de uma Nova Esperança para os Cristãos. Embora nós Cristãos, não somos a religião absoluta no Planeta e nem mesmo a maioria, pois somos tão somente 1/3 ou 33 % das religiões (isso se somando todas as 33.600 denominações ditas “cristãs”), nós influímos na Cultura de muita gente, o Mundo Cristão Ocidental transformou o Planeta e influi de alguma maneira em quase seis bilhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos nossos dias, em muitos dos países do Planeta, há uma árvore de Natal em alguma praça, em algum ponto estratégico, em algum lugar. Isso por si só mostra a evidência e o poder de influência da religião Cristã. Também o <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/" target="_blank">calendário</a></span></strong> que o mundo usa é o calendário cristão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Exatamente como fora anunciado, &#8220;o Verbo se fez Carne e habitou entre nós&#8221;. No seio de uma Virgem puríssima. Estamos no segundo ato do drama da humanidade. Agora, um anjo abre as portas de um novo paraíso,  e conversa com uma mulher. Ele é um anjo bom e ela a nada mais aspira do que ser a &#8220;serva do Senhor&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, Deus a fez &#8220;bendita entre as mulheres&#8221; e &#8220;todas as nações a chamarão bem-aventurada&#8221;. &#8220;O anjo Gabriel foi, por Deus, enviado a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão, que se chamava José, da casa de Davi, e o nome da Virgem era Maria&#8221;. (Lc 1, 26)</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos no Evangelho: Entrando o Anjo onde ela estava, disse: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres. Quando ela ouviu, turbou-se com o seu dizer e cogitava que saudação fosse esta. E o anjo lhe disse: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás em teu seio e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu Pai, e reinará na casa de Jacó eternamente. E o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, pois que não conheço varão? E respondendo, o anjo lhe disse: O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. E por isso que o Santo que nascerá de ti será chamado Filho de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, Temos que lembrarmo-nos da essência do Natal, de sua época, de uma situação econômica, e de um império que dominava o povo judeu. Precisamos lembrar que as mulheres naquela época e naquela região, não tinham valor, não eram se quer citadas, e mesmo assim nós temos o que temos de Maria e sobre Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há aniversário, ou melhor, nascimento – Natal – se não houver a Mãe. Este ano proponho: lembremo-nos do <strong>aniversariante</strong>, de sua <strong>mensagem</strong> e de sua <strong>Mãe</strong>, será que o filho &#8211; o próprio Deus encarnado &#8211; desprezaria sua Mãe no dia do seu aniversário?</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto houver mulheres no mundo, ainda que bem distantes da profundidade de Maria, mas com vontade e prontidão para servir, o Mundo terá uma Esperança!</p>
<p style="text-align: justify;">Os Cristãos são os seguidores de Jesus Cristo. São aqueles que acreditam em uma Nova Vida, são os que têm Esperança na Transformação do Planeta e acreditam na Vida Eterna. Para sermos Verdadeiros Cristãos, devemos seguir a essência da mensagem do Cristo. A mensagem do mestre foi tão clara, simples e objetiva: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo!” As palavras de Jesus segundo o evangelista Mateus no capitulo 22 versículos 37a39 diz exatamente assim: &#8220;Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo o entendimento&#8221; (Mt 22,37). E continua assim: &#8220;Amarás o teu próximo como a ti mesmo&#8221; (Mt 22, 39).</p>
<p style="text-align: justify;"> A Palavra  “<strong>evangelho”</strong> quer dizer: “<strong>Boa Nova”</strong>, ou a “<strong>Boa</strong> <strong>Notícia”</strong>! Há esperança! Há uma Nova Chance! Há uma Nova Oportunidade!</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso bastava, e basta, que o homem se arrependa de seus erros, seus pecados. E busque a Vida Nova em Cristo. FELIZ NATAL!! Aproveite a Festa! Mas não ignore o Aniversariante que é o Dono da Festa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O Melhor Aprendizado é através da Prática ou da Teoria?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 22:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde jovem eu escuto as pessoas dizerem: na teoria é uma coisa na prática é outra. De fato Há duas maneiras básicas de se aprender: uma é com a prática, a outra é com a teoria. Nesse contexto podemos aprender errando e acertando, isso ocorre com a prática. A outra forma de aprender é também com os erros e acertos, no entanto agora consideramos os erros e acertos de outrem, isso ocorre através da teoria. Em outras palavras aprendermos com nossos erros (prática) e/ou com os erros dos outros (teoria).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tica-pratica-e-teoria.jpg" title="" class="shutterset_singlepic104" >
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Desde jovem eu escuto as pessoas dizerem: na teoria é uma coisa na prática é outra. De fato Há duas maneiras básicas de se aprender: uma é com a prática, a outra é com a teoria. Nesse contexto podemos aprender errando e acertando, isso ocorre com a prática. A outra forma de aprender é também com os erros e acertos, no entanto agora consideramos os erros e acertos de outrem, isso ocorre através da teoria. Em outras palavras aprendermos com nossos erros (prática) e/ou com os erros dos outros (teoria).<span id="more-1484"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O esperto aprende com seus próprios erros. O sábio aprende com os erros dos outros. O virtuoso aprende com os acertos dos sábios e inova para a sua realidade. Podemos aprender no dia a dia, praticando, observando os outros fazendo, pedindo ajuda aos que já fazem tal tarefa há anos etc. Normalmente as pequenas empresas ensinam seus profissionais através da prática diária e, via de regra, com os próprios colegas de trabalho.  Quando pensamos em treinar nossos funcionários, devemos estar cientes que eles podem aprender fazendo, com acertos e erros. Mas podemos também lembrar que se eles experimentarem um treinamento, poderão somar à sua prática uma teoria que nada mais é do que o conhecimento de outros que expõem seus erros e acertos em uma apresentação apurada em vários livros.</p>
<p style="text-align: justify;">A teoria é a soma de experiências vividas por várias pessoas que desenvolveram e acrescentaram conhecimento a uma tarefa, a uma rotina, a uma função, a uma atividade. Lembremos da famosa frase de Isaac Newton: “se alcancei patamares tão elevados, foi porque me apoiei sobre os ombros de gigantes”. Isaac Newton queria dizer com isso que foi através de suas leituras e seus exaustivos estudos que ele pode chegar aonde chegou. Em outras palavras a soma de teorias lhe proporcionou uma prática que até então nunca fora imaginada na história da humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos lembrar também alguns dos grandes executivos da história recente, por exemplo, <strong>Jack Welch</strong>, nomeado presidente da GE, e que foi considerado o executivo do século XX. Ele defendia e praticava um aprendizado constante e alinhava teoria à pratica. Veja alguns dos seus pensamentos:</p>
<p style="text-align: justify;">- Controle seu destino antes que alguém o faça.</p>
<p style="text-align: justify;">- Encare a realidade como ela é, não como ela era ou como você gostaria que ela fosse.</p>
<p style="text-align: justify;">- Seja gentil com todas as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não gerencie, lidere.</p>
<p style="text-align: justify;">- Mude antes de ser obrigado a mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">- Se não tiver uma vantagem competitiva, não entre na competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, estes pensamentos podem ser experimentados por nós através de nossas práticas diárias ou através de nossa meditação e reflexão. A teoria é uma prática que já foi experimentada. Então, qual aprendizado você prefere? Acho interessante alinhar teoria à prática e não pensar só em uma. A prática sem a Teoria é egocentrismo, achar que somos todo poderoso e não precisamos aprender com os outros. E a Teoria sem a prática é em vão, aprender e não praticar é o mesmo que ler um bom livro de culinária, aprender excelentes pratos, mas nunca ir á cozinha prepará-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Não obstante ao exposto acima, é bom lembrarmos que há funções que na grande maioria das vezes se aprende mesmo é na prática e no dia a dia. Mas quando se fala em funções de maior nível intelectual, é claro que a teoria é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>A Itália e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no Quattrocento (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/96__160x120_duomo-firenze.jpg" alt="duomo-firenze" title="duomo-firenze" />
</a>
A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no <em>Quattrocento</em> (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.<span id="more-1457"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1401 foi realizado naquela cidade um concurso para a confecção das portas em bronze do batistério de San Giovanni, no qual o vencedor foi Ghiberti. O pagamento dessas obras escultóricas e arquitetônicas e a decoração dos palácios, igrejas e monastérios ficou a cargo de ricas famílias de comerciantes e dignitários, entre as quais se destacou a dos Medici.</p>
<p style="text-align: justify;">O iniciador da pintura renascentista foi Masaccio. A monumentalidade de suas composições e o naturalismo de suas obras fazem dele uma figura essencial da pintura do século XV, como se pode apreciar nos afrescos da capela Brancacci.<br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51300"></a>Contemporâneos de Masaccio foram fra Angélico, pintor idealista de cenas religiosas, e Paolo Uccello, preocupado com os escorços (figuras em posturas oblíquas ao plano da obra artística) e as perspectivas. À segunda metade do século XV, auge da tendência pictórica racionalista e investigadora, pertenceram Piero della Francesca, que se sentiu atraído pelo valor da luz como elemento expressivo, e Sandro Botticelli, com quem triunfou um estilo sinuoso e refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento ou <em>Cinquecento</em> floresceu entre 1490 e 1527, ano em que Roma, que substituíra Florença como centro artístico, foi saqueada pelas tropas imperiais de Carlos V. O período contou com três figuras de primeira magnitude: Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael. Cada um desses artistas personificou um aspecto peculiar desse momento: Da Vinci foi o arquétipo do homem renascentista, um gênio solitário que se interessou pelas facetas múltiplas do conhecimento; Michelangelo encarnou o poder criador e concebeu vários projetos inspirando-se no corpo humano como veículo essencial para a expressão de emoções e sentimentos; e Rafael exemplificou o espírito clássico da harmonia, da beleza e da serenidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Da Vinci, autor da &#8220;Gioconda&#8221; (ou &#8220;Mona Lisa&#8221;) e da &#8220;Última ceia&#8221;, tenha sido reconhecido em sua época como um grande artista, seu constante e profundo interesse no conhecimento da anatomia humana, do mecanismo do vôo das aves e da estrutura interna de animais e plantas não lhe permitiu produzir uma obra pictórica extensa. Os primeiros exemplos escultóricos de Michelangelo, como o &#8220;David&#8221;, revelam uma grande habilidade técnica que lhe permitiu mais tarde curvar suas figuras de forma helicoidal, explorando as possibilidades expressivas da anatomia humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que tenha se iniciado como escultor, sua obra mais conhecida é o gigantesco afresco da abóbada da capela Sistina, na qual combinou a teologia cristã e a filosofia neoplatônica. Rafael, que na juventude sofreu a influência de Da Vinci e Michelangelo, distinguiu-se por sua preferência pela harmonia e clareza clássicas, características que podem ser apreciadas em uma de suas obras mais célebres, &#8220;Escola de Atenas&#8221;. Nesse trabalho, um afresco para o Vaticano, representou juntos, em conversa tranqüila, diversos filósofos, artistas e homens de ciência, tanto da antiguidade como seus contemporâneos, dispostos em um cenário colossal de características greco-latinas.<br />
O criador do <em>Cinquecento</em> arquitetônico foi Donato Bramante, que chegou a Roma em 1499. Sua primeira obra-prima foi o pequeno templo de são Pedro em Montorio, de planta centralizada, semelhante à dos templos circulares clássicos. O papa Júlio II escolheu Bramante para edificar a nova basílica de São Pedro, de gigantescas proporções, que deveria substituir a igreja paleocristã do século IV. O projeto só foi completado muito tempo depois da morte de Bramante e dele participaram artistas como Rafael e Michelangelo, que desenhou a enorme cúpula.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/48459"></a>Em Veneza, onde Antonello da Messina havia introduzido o óleo, técnica própria do norte da Europa durante o século XV, sucedeu-se uma série de pintores brilhantes &#8212; Giorgione, Ticiano, Tintoretto, Veronese &#8212; com os quais chegou ao seu esplendor máximo a escola veneziana, cujas características são o colorido, a luz vaporosa, a sensualidade e os temas pagãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Difusão da arte renascentista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51302"></a>Fora da Itália difundiram-se com certa rapidez as novidades estéticas italianas graças às viagens de artistas à Itália e à difusão proporcionada pela invenção da imprensa. Embora na arquitetura demorassem um pouco a se impor os critérios renascentistas, devido à permanência do gótico, na escultura e sobretudo na pintura chegaram a se destacar artistas extraordinários. No norte da Europa, onde ficara famoso o esplendor da escola gótica flamenga, minuciosa e de ricos cromatismos graças ao emprego do óleo, destacaram-se o gravador e pintor alemão Albrecht Dürer, que conjugou o estilo clássico renascentista com o gótico germânico com grande habilidade, e o flamengo Pieter Brueghel o Velho, interessado na reprodução de cenas da vida cotidiana não isentas de ironia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51298"></a>Na Espanha, a arte do Renascimento foi muito mais religiosa do que nos demais países da Europa, fruto do espírito da Contra-Reforma, e alcançou seu maior brilhantismo com a arquitetura austera de El Escorial, obra de Juan de Herrera y Gutiérrez de la Vega e com a obra de El Greco, que se caracteriza por figuras alongadas, de marcante espiritualidade, uma técnica livre e uma gama de cores e brilhos de origem veneziana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Literatura</strong><br />
Ao lado das artes plásticas, a literatura italiana viveu uma época proto-renascentista personificada por Dante Alighieri, contemporâneo de Giotto. Sua obra mais representativa, a <em>Divina comédia</em>, pertencia à Idade Média por sua construção e suas idéias, mas sua visão subjetiva e sua poderosa expressividade a aproximavam do Renascimento. Petrarca e Boccaccio também pertenceram ao período literário que precedeu o Renascimento, por seus estudos do latim e seus escritos em língua vernácula.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento foi representado na Europa por indivíduos notáveis como o francês François Rabelais, o português Luís de Camões, o italiano Ludovico Ariosto e o britânico Christopher Marlowe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong><br />
Também a música alcançou um enorme desenvolvimento no Renascimento, época na qual triunfou a música vocal polifônica, conjunto de várias vozes e instrumentos formando um todo harmonioso, e a profana, exemplificada no madrigal. O coro da capela Sistina, do Vaticano, que participava dos serviços religiosos oficiados pelo papa, atraiu músicos e intérpretes vocais de toda a Itália e até mesmo do norte da Europa. Entre seus membros destacaram-se os compositores Josquin des Prés e Giovanni Pierluigi da Palestrina, mestre da polifonia religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 13:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.<span id="more-1454"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A atitude de Lutero não foi um fato isolado nem circunstancial e sim a resposta a uma época de crise. A Reforma coincidiu com um profundo descontentamento econômico, o desprestígio da hierarquia eclesiástica, a propagação de correntes místicas, os contínuos conflitos bélicos e uma desorientação espiritual generalizada. Era evidente, sobretudo para o clero germânico, a necessidade de uma reforma que devolvesse à igreja a essência do cristianismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O luteranismo, que rechaçava ainda a autoridade do papa, a maioria dos sacramentos e o culto à Virgem e defendia a livre interpretação da Bíblia e a prioridade da fé sobre os atos como meio de salvação, não tardou a propagar-se por todo o norte e centro da Europa, sobretudo entre a nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação católica teve como seu primeiro protagonista o imperador Carlos V , obstinado na luta contra os protestantes e na busca da unidade religiosa. Apesar da vitória imperial na batalha de Mühlberg em 1547, o resultado final foi a assinatura da Paz de Augsburgo em 1555, que confirmou a ruptura entre católicos e protestantes. A Igreja Católica buscou, além disso, combater a Reforma mediante a chamada Contra-Reforma, movimento de reação que se apoiou no Concílio de Trento (1545-1563) e na Companhia de Jesus. O concílio reafirmou os dogmas católicos atacados por Lutero, fortaleceu a hierarquia eclesiástica e estimulou o ensino da religião. Por sua vez, a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada em 1534 pelo espanhol Ignácio de Loyola, propôs-se a difundir, sob as ordens do papa, a doutrina católica por todo o mundo; para tanto, os jesuítas realizaram um amplo e abrangente trabalho educativo, por meio da criação de inúmeras escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A era dos grandes inventos e descobrimentos geográficos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51299"></a>O anseio pelo conhecimento e o espírito científico do homem renascentista, cujo melhor protótipo foi Leonardo da Vinci, provocaram uma verdadeira revolução. Difundiram-se e aperfeiçoaram-se inventos orientais como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da imprensa, atribuída ao alemão Johannes Gutenberg, que aperfeiçoou os sistemas medievais de impressão com a criação dos tipos ou caracteres metálicos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da cartografia, os avanços na arte da navegação, o conhecimento da bússola, o desaparecimento das rotas comerciais das caravanas para o Oriente, devido à presença dos turcos otomanos, e o espírito dinâmico e curioso do homem moderno foram fatores que se conjugaram para tornar possíveis os grandes descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, nos quais espanhóis e portugueses tiveram papel preponderante.</p>
<p style="text-align: justify;">As explorações portuguesas, incentivadas pelo Infante D. Henrique o Navegador, foram protagonizadas por Bartolomeu Dias, que chegou até o cabo das Tormentas (posteriormente cabo da Boa Esperança), no sul da África; Vasco da Gama, que alcançou a costa da Índia; e Pedro Álvares Cabral, que no ano de 1500 descobriu o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os espanhóis, por sua vez, exploraram mais o Atlântico, pois pretendiam chegar às Índias pelo oeste, convencidos da esfericidade da Terra. O pioneiro dessas explorações foi Cristóvão Colombo, que realizou quatro viagens às terras que acreditava serem a Índia e que constituíam um novo continente. O dia 12 de outubro de 1492, quando a primeira expedição de Colombo desembarcou nas novas terras, é considerado a data do descobrimento da América. A partir de então e durante todo o século XVI os espanhóis, seguidos dos franceses, britânicos e portugueses, lançaram-se ao descobrimento de novas terras: Hernán Cortés conquistou o império asteca, Vasco Núñez de Balboa chegou até o mar do Sul (posteriormente oceano Pacífico), Francisco Pizarro dominou o império inca, Álvar Núñez Cabeza de Vaca percorreu o sul do que seriam os Estados Unidos e Juan Sebastián Elcano conseguiu completar a primeira circunavegação da Terra, iniciada por Fernão de Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte do Renascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista alcançou sua expressão máxima nas artes plásticas. Tratava-se de uma arte baseada na observação do mundo visível e em uma série de princípios matemáticos e racionais, como equilíbrio, harmonia e perspectiva. Pouco a pouco foram sendo substituídas as expressivas formas góticas por novas linhas em conformidade com os modelos da antiguidade clássica. Nas mãos de homens como Leonardo da Vinci, a arte não foi apenas uma forma de plasmar a beleza, mas também um aspecto do conhecimento, um meio de explorar a natureza e demonstrar a realização dos descobrimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem da arte renascentista encontra-se na Itália e foi precedida por uma fase proto-renascentista, o <em>Trecento</em>, que se estendeu do final do século XIII até o fim do século XIV, estimulada pelo espírito cultural franciscano. O exemplo de são Francisco de Assis incentivou diversos poetas e artistas italianos a valorizarem a natureza. As obras do mais destacado pintor do <em>Trecento</em>, Giotto, revelam um novo estilo pictórico preocupado mais com o espaço, os volumes e a penetração psicológica dos personagens do que com as linhas decorativas e as composições hieráticas de seus predecessores como Cimabue, Duccio di Buoninsegna e Simone Martini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong><strong> </strong></p>


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		<title>As Palavras foram desacopladas do Papel?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 23:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Litera Scripta manet - “A palavra escrita permaneci”, profetizou Horácio na Roma Antiga de quase 2000 anos atrás. O espantoso é que já agora, no início do terceiro milênio, com a revolução digital em plena ebulição, a palavra escrita continua de pé. Revigorada pela nova tecnologia, apesar das várias roupagens inovadas que a mídia vem experimentando, a palavra escrita não foi destronada da posição central que ocupa em nossas vidas. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>
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</a>
</em><em>Texto adaptado por José Maria Dias</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Litera Scripta manet</em> &#8211; “A palavra escrita permaneci”, profetizou Horácio na Roma Antiga de quase 2000 anos atrás. O espantoso é que já agora, no início do terceiro milênio, com a revolução digital em plena ebulição, a palavra escrita continua de pé. Revigorada pela nova tecnologia, apesar das várias roupagens inovadas que a mídia vem experimentando, a palavra escrita não foi destronada da posição central que ocupa em nossas vidas.<span id="more-1404"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se com arroubo sobre os inesgotáveis recursos de novas tecnologias, como o vídeo ou a realidade virtual, mas qualquer reflexão sobre o tema invariavelmente orbita em torno da matéria-prima desta página. Na verdade a palavra escrita não apenas permanece, ela floresce como trepadeira nas fronteiras da revolução digital.   A explosão de mensagens via correio eletrônico constitui o maior surto de correspondência já visto desde o século<br />
XVIII.</p>
<p style="text-align: justify;"> Hoje, o novo desafio dos “informautas”- os astronautas da informática &#8211; É justamente inundar o espaço cibernético com “Zilhões e Zilhões” de Gigabytes de devaneios no novo alfabeto mundial ASCII (código criado em 1968 nos Estados Unidos. Para  padronizar os caracteres usados entre as redes de computadores. Para o cidadão comum, que felizmente não precisa se atormentar com as minúsculas do jargão informática, pois ela não usa papel e sim vagas nuvens de elétrons viajando em altíssima velocidade que substituem o produto de árvores cortadas entregues por carteiros.  </p>
<p style="text-align: justify;">Tal evolução não se limita apenas agradar aos ecologistas, ou diminuir  o tamanho dos lixões das grandes metrópoles. Ela marca a maior mudança ocorrida no meio de comunicação. É verdade que o texto do alfabeto Romano continua sendo composto por 26 letras, como no tempo de Horácio. Mas ele se libertou da depressão do papel, que o sepultava e distanciava. Hoje ele se tornou tão pioneiro quanto a mais inebriante novidade da mídia eletrônica.  A reviravolta de hoje está produzindo uma transformação tão radical quanto a prensa tipográfica gerou meio milênio atrás. Estamos demolindo as fronteiras arbitrárias que separavam autor, editor, e leitores. Essas categorias não existiam antes da invenção dos tipos móveis, e não sobreviverão a mais duas décadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Texto adaptado por José Maria Dias)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Revista Veja. História. Sociologia. Antropologia. Filosofia: Século XX. 1968-1993. Ensaios e Estudos. Revista Veja: Edição Comemorativa. 25 Anos. <strong>Veja: 25 Anos &#8211; Reflexões para o Futuro. </strong>Revista Veja (Org.)</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Nas Alturas da Espiritualidade Árabe e do Oriente</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/23/nas-alturas-da-espiritualidade-arabe-e-do-oriente/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/23/nas-alturas-da-espiritualidade-arabe-e-do-oriente/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 02:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria Dias, a quem se devem os créditos e comentários.
Um dos elementos que  distingue a literatura árabe é a espiritualidade. É mais fácil  reconhecer a espiritualidade do que defini-la. Ela é a presença do sobrenatural em nossa vida e em nossos escritos. É a convicção de que há um mundo superior a este mundo, valores superiores ao interesse, a riqueza, ao prazer, à dominação e aos valores terrenos, e que a vida humana deve ser uma viagem que nos leva do limitado ao ilimitado em nós, da cegueira à compreensão, do amor de si ao dom de si. 



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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/deserto.jpg" title="" class="shutterset_singlepic83" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/83__160x120_deserto.jpg" alt="deserto" title="deserto" />
</a>
Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria Dias, a quem se devem os créditos e comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos elementos que  distingue a literatura árabe é a espiritualidade. É mais fácil  reconhecer a espiritualidade do que defini-la. Ela é a presença do sobrenatural em nossa vida e em nossos escritos. É a convicção de que há um mundo superior a este mundo, valores superiores ao interesse, a riqueza, ao prazer, à dominação e aos valores terrenos, e que a vida humana deve ser uma viagem que nos leva do limitado ao ilimitado em nós, da cegueira à compreensão, do amor de si ao dom de si.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo concreto nos introduzirá de imediato no mundo fascinante da espiritualidade na literatura árabe; &#8220;Remeteram um dia, a Ibn Hassan An-Nuri a importância de 300 dinares de ouro, proveniente da venda de uma propriedade sua. Levou-os consigo até a ponte de Saráf, sentou-se à margem do rio e começou a lançar as peças de ouro uma após a outra na água. Cada vez que lançava uma peça, dizia: &#8220;Senhor meu, queres afastar-me de Ti, expondo-me à sedução desta peça de ouro&#8230; E desta&#8230; E  desta?”Até ter jogado toda a importância na água.  Ibn Hassan an-Nure não foi o único. Antes dele e depois  dele, inúmeros homens do mundo e eremitas foram mais atraídos pela amizade com Deus do que pelas riquezas e glórias desta terra, sentindo e agindo como se o Além fizesse parte de sua vida quotidiana. E como eram eles, ao mesmo tempo, grandes escritores ou poetas, registraram seus sentimentos e suas experiências em contos, preces, poemas, preleções e historias que iluminam a literatura árabe de uma aurora  eterna, projetando seus ideais para além dos limites do homem e do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que a literatura árabe é a literatura da espiritualidade? Pelas mesmas circunstâncias que a tornaram a literatura da sabedoria e da imaginação. O destino fez daquela terra a pátria dos profetas e dos santos, o lugar de encontro entre o homem e Deus. E a Natureza completou a obra do destino, dando ao Oriente Médio a configuração geográfica mais adequada a manter uma vida espiritual rica: as montanhas e o deserto.</p>
<p style="text-align: justify;"> No Oriente Médio, as montanhas têm sido sempre elevações espirituais tanto quanto geográficas. Naquelas alturas dominadas à noite por um firmamento tão límpido e estrelado que parece um teto apenas mais elevado do que outros, a inspiração divina tem descido sobre os homes, dos mais humildes aos mais preeminentes. Foi nas montanhas do Oriente Médio que Moisés recebeu as Tábuas dos Dez Mandamentos, que Zaratustra concebeu seu ideal do super-homem, que Jesus pregou o seu mais belo sermão da História (justamente chamado o sermão da montanha) e que Maomé foi incumbido de sua missão profética. O deserto foi, ao seu modo, outro caminho rumo ao sobrenatural. O deserto é como um oceano arenoso ilimitado. Suas ilhas são os oásis. Mas ele possui algo que nenhum oceano possui: as miragens, essas ilusões óticas que apagam  o limite entre o real e o irreal e transformam o deserto numa região feérica. De dia, alturas aparecem ao longe. Não se sabe se são montanhas ou miragens. De noite, luzes brilham no horizonte, não se sabe se são luzes ou estrelas.</p>
<p style="text-align: justify;">No Deserto toda hora, a imensidão e o silêncio dão a sensação do infinito&#8230; O homem se sente só e anseia instintivamente por um apoio sobre-humano, por uma presença divina&#8230; O santo se torna mais santo&#8230; O crente se torna mais crente&#8230;  O cético é invadido por uma dúvida e uma angustia irresistível.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse duplo quadro de beleza e de inspiração que povos já dotados pela Natureza do senso do sobrenatural criaram uma literatura mais espiritual do mundo. Citemos mais um exemplo: &#8220;Conta Al-maqdisse que sendo companheiro de Ibrahim Ibn Adhas, interrogou-o um dia sobre sua conversão ao misticismo, e como havia abandonado seu trono para procurar a Deus&#8230; Ibrahim respondeu-lhe: Estava eu sentado em meu palácio quando vi pela janela um mendigo que se postara diante da minha porta. O mendigo tirou do seu alforje um pedaço de pão seco, molhou-o na água e comeu-o. Depois bebeu a água, rendeu graças a Deus e dormiu no chão. Mandei um dos meus servidores vigiar aquele faquir e trazê-lo a mim quando acordasse&#8230; Ao chegar mais tarde à minha presença, saudou-me e retribui-lhe a saudação, fiz que sentasse e disse-lhe: Ó faquir, tendo fome, comeste aquele pão e ficastes satisfeito? Sim. Tinhas sede e bebestes a água com prazer? Sim. Dormiste sem inquietação nem preocupação e estás repousado? Sim. Tudo isto me fez refletir profundamente: Que tenho a fazer, disse a mim mesmo, com todo luxo deste mundo, onde não encontro satisfação, enquanto a alma pode estar contente com o que acabo de ver e ouvir? Concluí então um pacto de arrependimento com Deus. Quando chegou à noite, cobri-me com um manto de pele e um barrete de lã e fugi de pés nus do meu palácio, para levar uma vida errante, como aquele mendigo vagabundeando em direção a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, apesar do intercâmbio das culturas, é ainda o Oriente que produz as grandes obras espirituais da literatura universal. Basta mencionar os nomes de Tagore e de Giban. E a literatura  árabe, mesmo neste século de ferro, continua a pregar a superioridade dos bens espirituais sobre os bens materiais e a convidar o homem a procurar a felicidade e a grandeza menos na opulência e na dominação do que na paz de espírito e nos atos de abnegação e de heroísmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">(Texto enviado por José Maria Dias)</p>


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		<title>Material Escolar, Livros e Acessórios</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
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		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[odo novo período escolar  há esta mesma preocupação, além do investimento financeiro que é bem razoável, temos que “correr” atrás de vários itens de material escolar. Hoje em dia as coisas ficaram mais simples, podemos comprar pela Internet e além do mais parcelar em até 12 vezes, o que facilita muito nossa vida. Adquirimos todo o material em sites como o Submarino, parcelamos a compra e recebemos tudo em casa ou no endereço que definirmos.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/material_escolar.jpg" title="" class="shutterset_singlepic52" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/52__160x120_material_escolar.jpg" alt="material_escolar" title="material_escolar" />
</a>
Todo novo período escolar  há esta mesma preocupação, além do investimento financeiro que é bem razoável, temos que “correr” atrás de vários itens de material escolar. Hoje em dia as coisas ficaram mais simples, podemos comprar pela Internet e além do mais parcelar em até 12 vezes, o que facilita muito nossa vida. Adquirimos todo o material em sites como o Submarino, parcelamos a compra e recebemos tudo em casa ou no endereço que definirmos.<span id="more-1118"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, mãos à obra e boas compras, <strong>clique </strong>em<strong> Papelaria </strong>ou<strong> Livros </strong>nas colunas deste site, você será direcionado ao site do Submarino.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Você pode comprar livros escolares, material escolar, cadernos, cadernos universitários, agendas, linha de desenho e pintura, mochilas, lancheiras,  estojos, pastas, material de escritório, canetas e lapiseiras, caixas organizadoras, papel A 4,  e tudo o mais que você precisar confira!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraço, Benito Pepe</p>


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		<title>Referências Bibliográficas do Texto Heidegger e os Gregos</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/referencias-bibliograficas-do-texto-heidegger-e-os-gregos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 19:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto >  “Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu” você pode acompanhar este texto seguindo o link no final de cada tópico (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada > “A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o Thauma Aparece”  da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/bibliografia.gif" title="" class="shutterset_singlepic45" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/45__160x120_bibliografia.gif" alt="bibliografia" title="bibliografia" />
</a>
Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto &gt;  “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu</span></a>” </strong>você pode acompanhar este texto <strong>seguindo o link no final de cada tópico</strong> (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada &gt;<strong> “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o <em>Thauma</em> Aparece</span></a>” </strong> da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.<span id="more-966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue a bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga? </em>2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo; </em>tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">_________________. E<em>nsaios e conferencia;</em> tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. <em>Immanuel Kant</em>: Textos seletos. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia?</em>: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Benito Pepe</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Quem mexeu no meu Queijo?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/11/28/quem-mexeu-no-meu-queijo/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

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		<description><![CDATA[Relaciono, livro para empreendedores, nos dá uma visão geral de como devemos nos comportar a fim de motivar situações que levam nossa empresa a alcançar o sucesso


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/quem-mexeu-no-queijo_1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic39" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/39__160x120_quem-mexeu-no-queijo_1.jpg" alt="quem-mexeu-no-queijo_1" title="quem-mexeu-no-queijo_1" />
</a>
Este foi o tema de uma de nossas reuniões no grupo de empreendedores <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/" target="_blank"><strong><em>Relaciono</em></strong></a></span><em>. </em>Acredito que muitos já leram este livro de Spencer Johnson, para quem não o fez recomendo que o faça o quanto antes, é um ótimo livro para quem é ou pensa em ser empresário ou empreendedor, ele nos dá uma visão geral de como devemos nos comportar a fim de evitar situações que podem levar o nosso empreendimento ao fracasso e por outro lado, e é o que queremos, alcançar o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/55105/quem+mexeu+no+meu+queijo+/?franq=285888"><strong><span style="color: #0000ff;">Quer comprar o Livro? Clique Aqui!</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-932"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Algumas das colocações dos colegas empreenderes quanto a este livro levaram-nos a <strong>refletir o seguinte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É preciso <strong>estar sempre</strong> <strong>pesquisando</strong>, necessitamos estar informados para não sermos pegos de surpresa, se chegarmos e o “nosso queijo não estiver no local esperado”, saberemos quais outros rumos podemos tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os nossos <strong>clientes </strong>devem ser sempre o nosso <strong>principal foco</strong>, se necessário negociamos com eles a fim de mantê-los, é mais barato manter um cliente antigo do que conquistar um novo. Também devemos dar mais atenção aos clientes especiais sem esquecer dos demais é claro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Investimento</strong> foi outro ponto lembrado, “quem mais perde ao arriscar é também quem mais ganha ao investir e correr os riscos do negócio”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para não perdermos o “queijo de vista” precisamos <strong>ter uma visão geral</strong> do nosso empreendimento. Este exemplo é dado através da <strong>alegoria da árvore e da floresta</strong>: é preciso sair de nossa árvore para ter uma noção geral da Floresta, às vezes precisamos subir em uma montanha próxima para ter uma panorâmica geral.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Debateu-se também a questão de o quanto devemos insistir no empreendimento e quando devemos mudar o rumo, a persistência tem limite, <strong>a partir de um certo ponto insistir no negócio é burrice</strong> e não mais pode ser vista como uma boa determinação. Este prazo foi dito se tratar de <strong>2 anos,</strong> se neste prazo não alcançar resultados esperados e/ou positivos desista e parta para outros rumos, novas frentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ainda quanto aos resultados, se não estão de acordo com o esperado, <strong>reveja as estratégias</strong>, podem ser elas o pivô e por isso não serem eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não se subestime persistir por um prazo razoável é normal, ao passar esse prazo, se os resultados não foram positivos, mude o projeto,  <strong>parta para o plano “B”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se “abra” para<strong> novas oportunidades</strong>. Não olhe só para o próprio “umbigo”. “Oportunista” é aquele que aproveita as oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Lembrou-se de como faz um bom palestrante que <strong>se prepara</strong> para as possíveis perguntas que podem surgir na platéia, ao prever questionamentos, automaticamente ele está se preparando melhor para o seu desempenho. O mesmo se passa com os empreendimentos, é importante se ter <strong>um olhar</strong> empresarial e <strong>profissional</strong> nos negócios, não “amadorismo”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Comentou-se sobre o “<strong>Sonho</strong>”, um “queijo” pode e deve estar em projeto mais para frente,  porém é bom que você <strong>tenha sempre o teu queijo garantido na mão</strong> <strong>também</strong>. Ou seja tenha o teu “porto seguro”, mas esteja sempre pensando nas alternativas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>treinamentos</strong></span></a> foram lembrados, e nesta estória “Quem mexeu no meu Queijo”, mostra-se claramente que quem estava mais “treinado” e preparado encontrava as soluções e alternativas com mais facilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A <strong>qualidade dos colaboradores </strong>foi<strong> </strong>evidenciada, muitas vezes procuramos o erro no mercado, em nossas estratégias, no nosso produto etc, mas o erro está ali no ponto mais importante da empresa: o nosso pessoal despreparado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Lembrou-se o fato que <strong>o empresário também precisa estar estudando</strong>, fazendo cursos, se atualizando. Você se redescobre experimentando estes <strong>cursos</strong> como: empreendedorismo, que existem em várias instituições como SENAC e SEBRAE, onde também podem ser feitos seminários como o EMPRETEC etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Falou-se da importância de <strong>sairmos da</strong> <strong>zona de conforto</strong>, muitos se acomodam ao ver que o queijo está sempre no local esperado e de repente quando acordam percebem que perderam o queijo e a oportunidade para novos rumos estará muito mais espessa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É preciso <strong>inventar novos produtos</strong> antes que os concorrentes o façam.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <strong>atendimento com alegria</strong> sorriso no rosto mostra a tua satisfação em ver aquele cliente, você deve se expressar claramente, todos gostamos de ser bem tratados. Ademais teus problemas particulares não podem aparecer para teu cliente, este não é teu psicólogo é teu “patrão”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Lembraram-se os fatores quanto aos <strong>diferencias</strong> que distinguem uma empresa da concorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A “<strong>força” do outro</strong> que te diz algo, muitas vezes edificantes, outras desestimulantes, portanto você deve abstrair e <strong>peneirar</strong> o que é melhor para teu empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes nós mesmos somos o empecilho para nós próprios e em conseqüência para nosso negócio, por isso é preciso reflexão e tentar “sair de nós” para de fora nos observarmos. Ponto importante para esta questão é analisar como está os <strong>5Ss</strong> em nossa empresa,  para ler sobre isso veja o meu texto: “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/10/componentes-do-ambiente-e-sua-organizacao/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Componentes do Ambiente e sua Organização</span></a>”.  (</strong>veja o tópico <strong>3.4. Princípio dos 5s, </strong>contido nessa postagem<strong>)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes descuidamos da aparência de nossa empresa, e é preciso lembrar que a aparência é fundamental para atrair pessoas ao nosso empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Dicas para Trabalhos Escolares, Monografias, TCC</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 23:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Acadêmicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhos academicos, como desenvolver, escolher o tema, subdividir em tópicos, criar um resumo, introdução, conclusão ou consideração final, bibliografia.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Quando comecei a publicar na Internet, no ano de 2003, pretendia escrever alguns Artigos, por prazer, e para ter um feedback dos amigos, queria também expressar minha opinião sobre temas diversos, aos poucos fui também publicando alguns textos e trabalhos acadêmicos que sempre fiz e faço com prazer, satisfação e acima de tudo com muita dedicação, aliás essa é a primeira dica: <strong>faça com prazer e terá um ótimo resultado</strong>.<span id="more-895"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O “trabalho” só é trabalho quando encarado dessa maneira, quando visto como algo para o nosso crescimento e proveito próprio e de outrem, ele passa a ser uma Alegria, uma Edificação, uma Satisfação!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com meus textos e trabalhos postados, o que eu não esperava é que me tornaria um “consultor acadêmico”. É muito comum alguns visitantes do meu Site/blog pedirem sugestões, dicas, e solicitarem apoio e ajuda em seus trabalhos escolares, em suas monografias, em seu TCC. Então resolvi dar umas dicas gerais que podem ser encontradas aqui mesmo no meu site. Vamos ver algumas delas:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como disse, a primeira dica é, <strong>faça com prazer</strong>, encare este “exercício” como algo para o teu desenvolvimento, algo que será uma aprendizagem para toda a tua vida, lembre-se da frase: “A única coisa que se leva da vida é o nosso conhecimento”, então se dedique a fazer bem feito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A  <strong>Escolha do Tema</strong> é muitas vezes uma das piores tarefas, inclui decidir-se sobre o que vai “falar”, é preciso subdividi-lo em tópicos para melhor desenvolver o Trabalho. Assim por exemplo, se você pretende falar sobre “<span style="color: #3366ff;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/" target="_blank">Ambiente de trabalho nas pequenas empresa e o Marketing Interno (Endomarketing)</a></strong></span>”, você pode e deve dividir o trabalho falando em tópicos, assim por exemplo, pode se falar dos Ambientes, tanto o social como o físico, dizer o que é uma empresa e o que é uma pequena empresa, o que é marketing, diferenciá-lo de venda, especificar o marketing interno etc. Outro exemplo de tema: “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><strong><span style="color: #3366ff;">A filosofia e a Astronomia instâncias em que o <em>thauma</em></span></strong> <strong><span style="color: #3366ff;">aparece</span></strong></a>” bem, neste caso você poderia falar um pouco sobre a filosofia, sua origem na Grécia, diferenciar filosofia do mito ou falar da passagem do mito à filosofia, falar um pouco sobre a Astronomia, comentar a relação que é vista entre ambas no sentido da “situação” em que temos um espanto um <em>thauma</em> em ambas as “disciplinas”,  pode ser feito um histórico pelos períodos mais marcantes, onde a filosofia e a astronomia se “encontraram”, como em sua origem, depois na modernidade e por fim na contemporaneidade etc.  Bem, estes exemplos que dei foram trabalhos que eu desenvolvi e que podem ser vistos aqui neste site. Para um tema bem desenvolvido é interessante pedir orientação ao teu professor quanto ao que você deve pesquisar e falar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Feito isso temos que partir para a <strong>Bibliografia</strong>, quais serão os livros que vamos pesquisar que contenham esses assuntos?; precisamos definir se nossa pesquisa será somente bibliográfica ou terá também um <strong>estudo de campo, </strong>uma pesquisa com <strong>entrevistas,</strong> ou com <strong>observações</strong> etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por fim depois de estudado o tema, a bibliografia consultada e analisada, veja as <strong>referências</strong> e <strong>citações</strong> que julgar pertinentes e que resumam, corroborem, endossem, contraponha-se (quando fizer confronto de autores) etc. Se for o caso, endosse ou reflita com a pesquisa de campo ou observacional. Com relação aos livros, uma dica que dou é sempre <strong>marcar partes do texto</strong> que julgar importante, ou por resumir as ideias do autor, ou por ter relação com teu trabalho, crie esse hábito, isso é interessante para esse e para outros trabalhos e textos que você venha a desenvolver no futuro. Tenha também sempre o índice do livro bem estudado para, quando você quiser algum assunto, lembrar mais facilmente onde encontrá-lo, leia sempre a introdução, prólogo etc. é claro que se você vai fazer uma pesquisa em bibliotecas você não pode marcar os livros, neste caso e no outro também (quando o livro é teu), anote a página onde se encontram as eventuais citações e as transcreva para o computador anotando logo as referências, ou seja: autor, livro página etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A <strong>Introdução</strong>, pode ser iniciada junto com o trabalho, mas ela deve ser flexível e somente no final de todo o trabalho é que ela é definitivamente fechada, aí sim você pode fazer uma boa introdução pois já sabe o que falou em todo o teu trabalho. (portanto a introdução se faz por ultimo, ou pelo menos se completa e se fecha após todo o trabalho estar concluído)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O trabalho pode ser separado por capítulos e cada capítulo subdividido em tópicos. Por fim é feita uma <strong>conclusão</strong> ou <strong>considerações finais,</strong> como for o melhor caso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Espero ter podido contribuir para o desenvolvimento do teu trabalho e lembro que este texto foi feito de maneira bem ampla e geral, é necessário que você leia mais detalhes sobre <strong>como fazer as referências bibliográficas</strong>, <strong>citações</strong> etc, fique tranqüilo que isso não é “bicho de sete cabeças”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma estarei disponível para ajudá-lo em alguma eventual dúvida, lembro que estas dicas são apenas referenciadas pela metodologia que eu adoto, é claro que existem diversas maneiras, bem particularizadas, de se desenvolver um bom  trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Boa Sorte!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">


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