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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos &#187; Indústria Cultural</title>
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	<description>Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing, Gestão de Empresas, Treinamento de Equipes, Palestras e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso status quo, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso <em>status quo</em>, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.<span id="more-1271"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um de nós dá uma desculpa pelo motivo de sua “atitude insatisfatória” no presente. Por exemplo, uns vão dizer que é melhor gastar viajando ou fazendo isso ou aquilo do que gastar com médicos e com sua saúde. Outros vão dizer, fulano viveu a vida toda e tudo que construiu ficou aí, pois não viveu a vida, só pensou em trabalho, trabalho e mais trabalho. Outros ao contrário vão pensar: é melhor eu poupar e guardar meu dinheiro para um momento difícil em que eu possa precisar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem sua desculpa, seja ela para gastar ou para guardar. O que quero enfatizar não é a desculpa que usamos para fazer algo, mas sim a desculpa que damos para deixar de fazer algo que nos satisfaçam, desde que evidentemente seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando estamos em um estado de felicidade e/ou alegria devemos evitar mexer na situação. Para isso lembremo-nos de uma equipe de futebol. Quando o time está ganhando não deve ser mexido, como dizem: “Time que ganha não se mexe”. É claro que se houver necessidade de mexer no time, seja por contusão, por expulsão etc., aí não tem jeito, mas esteja certo que vai mudar o <em>status quo, </em>e então mexemos na “alegria” do momento. O que virá não se sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Devemos distinguir Alegria de Felicidade. Para um melhor entendimento destes termos vou dizer que entendo Alegria como algo mais passageiro, um fato, algo que <strong>nos dê</strong> alegria momentânea. Por exemplo, um momento com amigos batendo “papo”, um churrasco ou uma festa é normalmente um momento alegre. Embora muitos vão dizer isso é a Felicidade, eu prefiro chamar a Felicidade de algo mais duradouro. Essa é a distinção que quero fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um dos grandes problemas da humanidade contemporânea no mundo ocidental é a vida frenética e desenfreada, sempre estamos dizendo que não temos tempo pra nada. Aliás, quem não tem tempo para a Vida não tempo para Viver. Para uma completa felicidade é preciso ter o tempo para plantar, o tempo para colher e o tempo para “curtir” a terra, descansar, enfim re-viver, tanto a terra como nós mesmos, aí está o segredo da Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Precisamos sair da Rotina. Sempre achei que a rotina “come” o nosso tempo, mas alguns vão dizer há uma contradição entre sair da rotina e não mexer no time que está ganhando, então vou dizer: Saia da Rotina, mas sem mexer no Time. Como fazer isso?</p>
<p>Vejamos uma mensagem extraída do livro “O Mensageiro”:</p>
<p>Arranje um tempo para trabalhar.<br />
É o preço para alcançar a vitória.</p>
<p>Arranje um tempo para meditar.<br />
É a fonte da força.</p>
<p>Arranje um tempo para brincar.<br />
É o segredo da juventude.</p>
<p>Arranje um tempo para ler.<br />
É o fundamento para o saber.</p>
<p>Arranje um tempo para a devoção.<br />
Ela limpa o pó mundano dos nossos olhos.</p>
<p>Arranje um tempo para os amigos.<br />
Eles são a fonte da felicidade.</p>
<p>Arranje um tempo para amar.<br />
O amor é o maior sacramento da vida.</p>
<p>Arranje um tempo para sonhar.<br />
Os sonhos levam nossa alma até as estrelas.</p>
<p>Arranje um tempo para sorrir.<br />
É o meio para aliviar as cargas que temos que levar.</p>
<p>Arranje um tempo para planejar.<br />
Aí, então, terá tempo para as nove coisas acima.</p>
<p style="text-align: justify;"> Espero que esta pequena mensagem possa te ajudar, ela me ajudou muito e sempre me ajudará, pois defendo a Ideia do Sair da Rotina como meu <em>status quo,</em> dessa maneira e é assim para mim: Buscar dividir o tempo com atividades e lazeres diversificados. Mas se para você teu <em>status quo </em>é diferente e você está feliz com ele não o mude, não mexa no time, entende? Time que ganha não se mexe! Mas se teu time não está ganhando mexa nele, mude seus hábitos, crie atividades diferentes das que você faz hoje, busque novas amizades, isso não significa que você deve abandonar as antigas, não! A não ser que sejam “amizades” que não te acrescentam nada e nunca te acrescentaram&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto que quero enfatizar é a tal da “felicidade” relativizada. Essa é uma felicidade por inveja, ou seja lá o nome que queiramos dar. Quando estamos comparando o nosso <em>status quo </em>com os de outras pessoas, estamos relativizando nossa vida, aliás é isso o que o sistema capitalista mais aprecia, isso gera <strong>competitividade</strong>, <strong>concorrência</strong>, <strong>consumismo</strong> etc. Esse é o motor do capitalismo, sem isso o sistema não funcionaria pois gerar-se-ia uma “<strong>acomodação</strong>” e posterior “<strong>assimilação</strong>” tanto nas empresas quanto no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para justificar esse argumento vou mencionar uma pesquisa feita nos Estados Unidos, o maior símbolo do capitalismo na atualidade. A pesquisa perguntou a diversas pessoas o que elas prefeririam: ganhar 50.000,00 dólares por ano enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ganhassem 25.000,00 dólares, ou ganhar 100.000,00 dólares enquanto as demais pessoas próximas ganhariam 200.000,00 dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                                                                </p>
<p style="text-align: justify;">Você imagina qual foi a imensa maioria das respostas? Isso mesmo a grande maioria preferiria ganhar menos, desde que esse menos fosse o dobro dos seus visinhos. Isso é “Felicidade” relativizada e está pautada na Inveja, ou seja lá o nome que você queira dar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Caro amigo leitor se não nos <em>pré-ocuparmos</em> em relativizar nossa Felicidade, se dividirmos o nosso Tempo como na mensagem acima, se não pensarmos em mudar o nosso <em>Status Quo</em>, quando em Felicidade.. Então estou certo estaremos e Seremos Felizes. A alegria é Estar&#8230; A Felicidade é Ser!</p>
<p> Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Maicon (ou Michael) Jackson e a Indústria Cultural, até na hora da sua morte</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/07/07/maicon-ou-michael-jackson-e-a-industria-cultural-ate-na-hora-da-sua-morte-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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Acabamos de assistir pela televisão transmitido para todo o Planeta pela TV norte-americana uma espécie de show-tributo-velório do maior cantor dançarino pop do mundo, Michael Jackson, algo até então nunca antes visto e transmitido dessa maneira. 
 
Tive a oportunidade de assistir partes de velórios de famosos como o da princesa Diana que teve uma [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355841732616059906" style="float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SlPFrenK_AI/AAAAAAAAAVw/8tUkFNeYxKI/s200/michael_jackson_.jpg" border="0" alt="" width="128" height="120" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333333;">Acabamos de assistir pela televisão transmitido para todo o Planeta pela TV norte-americana uma espécie de show-tributo-velório do maior cantor dançarino pop do mundo, Michael Jackson, algo até então nunca antes visto e transmitido dessa maneira.<span class="fullpost"> <span id="more-191"></span></span></span></div>
<div><span class="fullpost"> </span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="fullpost"><span style="color:#333333;">Tive a oportunidade de assistir partes de velórios de famosos como o da princesa Diana que teve uma das maiores audiências televisivas do mundo até então, cerca de 2,5 bilhões de televisores ligados por este motivo. No caso de Maicon Jackson é provável que essa marca tenha sido ultrapassada.</span><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;"><strong><br />
</strong><br />
</span></span>È claro que um show-tributo-velório destes marca mais uma divisão de águas e que é digna de um homem-show como foi o Maicon Jackson, ele divide a música em épocas e agora tivemos a “oportunidade” de ver uma nova divisão de águas na transmissão televisiva, a transmissão de um velório-show-tributo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra das transmissões televisivas que marcaram como divisão de águas foi a da guerra do golfo mostrada ao vivo para todo o mundo, uma espécie de espetáculo catastrófico e negro da história da humanidade e que se transmitia mostrando os céus iluminados pelos projetes e mísseis que pareciam inocentes fogos pirotécnicos. Imaginemos se tivéssemos tido a oportunidade de ver ao vivo as bombas de Hiroshima e Nagasaki sendo lançadas pelos americanos nessas cidades japonesas?</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não quero falar contra a espécie de tributo que foi prestada ao Maicon Jackson, pelo contrário eu até gostava dele enquanto o artista que foi, acredito que quem fez ele ser o cara que foi no sentido da grande emoção que conseguia passar nos seus videoclipes e shows, foi a sua própria família e principalmente seu pai que lhe “propiciara” tanto sofrimento e surras como o próprio astro declarava em suas entrevistas. Essa magoa, traumas e a perda da infância lhe “proporcionaram” a eterna infantilidade que ele não pôde viver na sua verdadeira época.</p>
<p style="text-align: justify;">Não quero falar do homem Maicon, quero falar e lembrar de um astro pop, que será inesquecível como tantos outros que passaram por este planeta o foram. Maicon Jacson fez história.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o objetivo principal deste texto é lembrar o que a Indústria Cultural fez e faz com as oportunidades, umas que surgem outras que são criadas por ela própria. Não foi e não será diferente com Maicon Jackson. Brevemente veremos DVDs sendo vendidos sobre esse episódio e sobre a história do astro.</p>
<p style="text-align: justify;">A Industria Cultural de fato não perde tempo. Desde seus primórdios, principalmente com a rádio e agora de forma triunfal com a televisão, tivemos a “chance” de ver a confusão entre realidade e ficção. A Industria Cultural pretende nos infantilizar a propósito foi esse o grande diferencial humano de maicon, ser uma eterna criança. Quando somos crianças bastam “doces” para nos alegrar depois de uma tristeza qualquer&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Maicon Jackson foi este homem-show, infantil, que com um grande coração queria sempre ver as crianças felizes, brincando e sorrindo com ele. Fizeram de uma criança desde os 5 anos de idade, tornar-se um “homem-adulto” antes da hora, ter responsabilidades e um trabalho que ele aprendeu a amar de tal forma que com suas próprias palavras “se fosse possível eu dormiria nos palcos”. È&#8230; Maicon Jackson foi mesmo um homem e um menino, uma duplicidade, uma criança-homem no palco e um homem-criança fora do palco.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu me diverti com Maicon Jackson, dancei suas músicas, assisti aos seus videoclipes, mas fico pensando quando separo o artista da pessoa, será que Maicon preferiria essa vida se pudesse ter escolhido outra? Ele era um prisioneiro dentro de sua mansão, era um homem que não podia viver no sentido mais amplo da palavra. Muita gente acha que ter dinheiro é o mais importante e que o resto vem com ele, mas como? Ter dinheiro e não poder usufruir? O que adianta ser criança e não poder brincar como criança, ou pior, ser homem e não poder viver como homem?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, amigo leitor gostaria de finalizar fazendo uma pequena analogia. Da mesma forma que quando a infância é “quebrada” é um problema para o resto da vida daquela pessoa; ocorre o mesmo quando um homem é “desmontado” e torna-se criança ou infantiliza-se por toda a sua vida através das “informações” e transmissões da Industria Cultural que lhe “entretém” todos os dias com novelas, “jornalismos” e com programas que se misturam entre realidade e ficção confundindo nossa identidade como se confundem eles próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a Indústria Cultural não se importa com quem ou para quem está transmitindo. O que importa é o resultado, o Lucro que qualquer Industria almeja&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<span style="color:#333333;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Comentários Finais e Referências Bibliográficas (1.5)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 19:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Comentários Finais]]></category>
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Concluindo este texto&#8230;

Como vimos estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos “massa” e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isso, e isso se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela para [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307193456201651426" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 118px; height: 126px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SabwVGctVOI/AAAAAAAAAPA/Q6B_frhJciQ/s200/indutria+cultural.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/24/a-industria-cultural-e-a-influencia-nas-das-ciencias-especialmente-a-astronomia/" target="_blank">Concluindo este texto&#8230;</a><br />
</span><br />
<span style="color:#666666;">Como vimos estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos “massa” e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isso, e isso se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela para olhar de fora. É como querer fotografar o planeta Terra estando aqui no chão, não é possível! Precisamos ir ao espaço para vê-la por completo&#8230;<span id="more-147"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#666666;">Seria então interessante desapegarmo-nos um pouco desta funesta “obra” em que estamos envolvidos e olhando de fora nos libertar da caverna mercantilista na qual estamos presos e enclausurados. </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">O que a indústria cultural faz é nos infantilizar, nos tornar produtos e principalmente criar desejos incessantes em nossos “pensamentos”…. o Marketing juntamente com a indústria cultural potencializam suas forças e alcançam seus objetivos juntamente com seus sócios, sejam eles empresas ou no caso em questão os governos de alguns países, que conseguem claramente seduzir este povo, essa massa que é moldada a seu bel prazer. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#666666;">Vamos então ao espaço façamos viagens, mas que “viagens” faremos?</span></div>
<p>Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#666666;"> </span></p>
<div><span style="color:#666666;"> </span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.</p>
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>NOBRE, Marcos. A teoria crítica. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia, Vl 6: de Nietzsche à escola de Frankfurt; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p></span></div>


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		<title>A Astronomia, “as viagens espaciais” e o marketing dentro da Indústria Cultural (1.4)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 17:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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Continuando&#8230;

Podemos observar no cinema ou na televisão uma boa quantidade de filmes ou seriados de ficção científica: invasões extraterrestres e viagens espaciais intergalácticas; que de maneira geral não permitem uma reflexão, não nos possibilitam, em princípio, um pensamento mais elaborado quanto a estas questões. Muito pelo contrário estes filmes que como toda a elaboração da [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306790957685536866" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 150px; height: 109px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SaWCQmoZ-GI/AAAAAAAAAO4/wWzbKTarN38/s200/nave+e+terra.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/24/a-industria-cultural-e-a-influencia-nas-das-ciencias-especialmente-a-astronomia/" target="_blank">Continuando&#8230;</a><br />
</span><br />
<span style="color:#3333ff;"><span style="color:#000099;">Podemos observar no cinema ou na televisão uma boa quantidade de filmes ou seriados de ficção científica: invasões extraterrestres e viagens espaciais intergalácticas; que de maneira geral não permitem uma reflexão, não nos possibilitam, em princípio, um pensamento mais</span> </span><span style="color:#000099;">elaborado quanto a estas questões. Muito pelo contrário estes filmes que como toda a elaboração da indústria cultural tende a ser acelerada, de maneira superficial, e funciona com a velocidade que não lega tempo para o pensamento.<span id="more-146"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#000099;">Assim comenta Chaui (2005)</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#000099;"><em>Como os meios de comunicação nos infantilizam, diminuem nossa atenção e capacidade de pensamento, invertem realidade e ficção e prometem, por intermédio da publicidade, colocar a felicidade imediatamente ao alcance de nossas mãos, acabam nos transformando num público dócil e passivo. (p.299)</em> </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Na realidade este é o seu objetivo, infantilizar, deve-se estar dócil e manipulável, aliás a indústria cultural e aqui não se trata só do cinema ou da televisão, mas de revistas, jornais, rádios, etc; enfim todos os meios de comunicações possíveis e imagináveis e os que possam vir a surgir, como a recente Internet, têm uma função que nos parece bem clara, “desenvolver-se” com as massas e como massa é algo maleável aí está uma das questões. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Conseqüentemente temos a idéia de <em>mass media</em> ou meio de massa que são utilizados pela televisão e pelos diversos veículos de comunicação. A mídia como é usada no Brasil, Estados Unidos e tantos outros países, é o moldador desta massa. Se há massa é necessário “moldá-la”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Utiliza-se destes caminhos para justificarem-se algumas “viagens espaciais”; a indústria cultural colabora com os governos ou com quem lhes “pague”, na realidade estas viagens são aqui no “quintal” do planeta Terra, estamos falando por exemplo da estação espacial internacional (ISS) que está a aproximadamente e apenas 10% da distância Terra-Lua ou melhor está somente em órbita da Terra (em uma queda constante). Mas tudo isto é mostrado e transmitido pela televisão como se fosse uma grande viagem intergaláctica confundindo a realidade com a ficção dos filmes e seriados. E porque ocorre tudo isto? </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Bem, é necessário justificar-se uma verba solicitada ao congresso, como o dinheiro vem do povo é imperativo que se mostre na televisão e em outras mídias esta propaganda que, da mesma maneira como foi útil na época da guerra fria e da corrida espacial, agora está caminhando para um <em>turismo espacial</em> e uma supremacia deste “espaço” por alguns (poucos) países.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Como a indústria cultural está interligada à indústria de bens e serviços e a uma “ciência instrumental” e uma passou a depender da outra, da mesma forma a propaganda governamental e todos os seus objetivos são incessantemente articulados pela mídia.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Precisamos aqui fazer uma pequena distinção entre desejos e necessidades, esta é algo oriundo nos seres humanos, tais como: necessidade de alimento, locomoção, e comunicação por exemplo, mas para satisfazê-las não precisamos comer um caviar ou um pescado que custa centenas de euros em um restaurante francês, não precisamos de um automóvel de ultima geração para nos locomover, e para nos comunicar não precisamos de um celular ultramoderno, que o falar através dele, é o menos importante tão requintado que é este aparelhinho de nossos dias.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Tudo isto são desejos criados por uma “industria cultural” mercantilizada, em que se usa da estética e da tecnologia, para cada vez mais aprimorar o “embelezamento” dos produtos de consumo. Mas é preciso se separar e distinguir o que é belo do que é simplesmente útil. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Bem, a necessidade é satisfeita independente do desejo. O desejo é normalmente criado em nós e é recriado constante e infinitamente. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Como vimos há <em>necessidades</em> e há <em>desejos</em> o que em geral a mídia e o marketing éticos deveriam fazer seria identificar necessidades e desejos de um público e gerar os bens e serviços para atender a estas necessidades, na realidade o que ocorre é uma criação de desejos que são confundidos com necessidades e são implantados em uma estrutura maior, um esqueleto que passa a ficar interdependente. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">O marketing dentro da indústria cultural elabora a criação de tantos desejos nesta massa, que conseqüentemente o que temos são indivíduos que se tornam produtos. Vejamos e pensemos o tanto de coisas que carregamos quando saímos para trabalhar e até mesmo para o lazer, por que precisamos de tantas coisas? E o pior, tem que ser de tal marca. A imagem passa a nos perseguir. Como somos mercadorias ambulantes, assim nos diz Chaui (2005) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><em>A propaganda passa a estimular imagens de indivíduos vencedores na competição instituída pelo mercado de trabalho: roupas, calçados, bolsas e pastas de grife, sabonetes, perfumes e desodorantes que sugerem requinte e glamour, cosméticos de marcas famosas, etc., passam a constituir o próprio corpo do individuo, formam sua imagem como uma espécie de segunda natureza ou de máscara colada em sua pele. (p.295).<br />
</em><br />
Como nos relembra Chaui, nós precisamos ser mantidos infantis e desta forma mais desejosos de satisfações constantes, em outras palavras, precisamos toda hora de uma “balinha” de um docinho como crianças insaciáveis e pior sem maturidade. Não é interessante que reflitamos, que tenhamos críticas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#000099;">Entendemos assim porque produtos e mais produtos nos fascinam tanto. Diferentemente de um estudo mais elaborado que exigiriam de nossa mente tanto esforço para compreendê-lo, pois somos doutrinados ou adestrados para de tal forma não entendê-lo, ou não se interessar por ele&#8230; será que precisamos, portanto, nos libertar desta caverna, como alegoricamente colocou Platão?</span></div>
<p>Abraços do Benito pepe<a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#000099;"> </span></p>
<p>Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/26/comentarios-finais-e-referencias-bibliograficas-1-5/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Comentários Finais</span></a></p>
<div><span style="color:#000099;"><strong>Referência bibliográfica</strong></p>
<p>CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p></span></div>


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		<title>A indústria Cultural (1.3)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 15:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>

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Continuando&#8230;
Como dissemos o termo surge com Adorno &#38; Horkheimer em 1947 no livro Dialética do Esclarecimento (1), porém já era antes usado pela escola de Frankfurt com a expressão “Cultura de Massa”, para aludir a manipulação das consciências pelos meios de comunicação, mas como eles observaram que o termo não seria apropriado para o que [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306774992300390354" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 148px; height: 110px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SaVzvS79t9I/AAAAAAAAAOw/xD3iIX5N_-0/s200/Menino+assistindo+tv.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/24/a-industria-cultural-e-a-influencia-nas-das-ciencias-especialmente-a-astronomia/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Continuando&#8230;</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">Como dissemos o termo surge com Adorno &amp; Horkheimer em 1947 no livro <em>Dialética do Esclarecimento</em> (1), porém já era antes usado pela escola de Frankfurt com a expressão “Cultura de Massa”, para aludir a manipulação das consciências pelos meios de comunicação, mas como eles observaram que o termo não seria apropriado para o que queriam demonstrar passaram então a utilizar <em>Indústria Cultural</em>. E esta, conforme comenta Reale (2006)<span id="more-145"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#ff6600;"><em>&#8230; é constituída essencialmente pela mídia (cinema, televisão, rádio, discos, publicidades etc.) É com a mídia que o poder impõe valores e modelos de comportamento, cria necessidades e estabelece a linguagem &#8230; não emancipam, nem estimulam a criatividade; pelo contrário, bloqueiam-na porque habituam a receber passivamente as mensagens. (p.474)<br />
</em><br />
Também a problemática da <em>razão instrumental</em> não pode ser ocultada em uma relação da cientificidade das ciências naturais e suas práticas que utilizando-se da Indústria cultural se fortalecem. Conforme comenta Marcondes (2005)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;"><em>A concepção da ciência natural e da técnica, visando ao controle dos processos naturais, levaria ao desenvolvimento de um saber instrumental em que o controle e a dominação – não só de processos naturais, mas também sociais – são os objetivos fundamentais, voltando-se para resultados práticos. (p.264)<br />
</em><br />
O “esclarecimento” agora está ligado a uma técnica mais “avançada” e a manipulação da imagem que possibilitam ao extremo um encantamento visual que nunca existira antes, e desta vez não deixa margem à reflexão, assim consegue-se o objetivo: clientela encantada, clientela consumidora, desta forma vende-se a imagem que se pretende. É ao mesmo tempo interessante lembrarmos que “o termo esclarecimento em Adorno e Horkheimer designam o processo de “desencantamento do mundo” pelo qual as pessoas se libertam do medo de uma natureza desconhecida, à qual atribuem poderes ocultos para explicar seu desamparo em face dela.” (2) </span></p>
</div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">Então Paradoxalmente temos que da mesma forma que os homens através do iluminismo puseram toda uma razão em proeminência, do outro lado é agora uma “indústria cultural” que de certa forma volta a “mistificar” uma realidade de maneiras a seduzir este consumidor “racional”.</span></div>
<div><span style="color:#ff6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">Não é à toa que volta e meia se está na mídia falando-se em novas descobertas de planetas e coisas a fins à astronomia. Não se pode deixar cair no esquecimento este Céu que já está tão esquecido em nossos dias. O esquecimento do Ser mencionado por Heidegger não pode ocorrer com o Céu&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">Neste ponto não podemos deixar de lado a <em>técnica</em> e toda a sua possibilidade visual: criação e manipulação de imagens, como já mencionamos, na verdade eles não querem nos fazer lembrar do Céu, querem outro sim, fazer uma propaganda de quem lhes pague, como veremos mais à frente no próximo tópico. Na realidade esquece-se do Céu, nós esquecemos das nossas origens cósmicas estelares, as “estrelas” agora são os atores de Hollywood. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">É impressionante quando assistimos na televisão um noticiário narrando a descoberta de um novo planeta fora do sistema solar e mostrando um esquema hipotético de como seria tal planeta, percebemos que há um claro sensacionalismo ao “mostrar” algo que na realidade é quase que inimaginável, pois não se tem como observar um planeta que está próximo de sua estrela, seu sistema “solar”, a luz não permite a visualização dos corpos próximos, principalmente as novas “descobertas” pois estes planetas estão próximos de Estrelas Gigantescas, mas se “mostra” mesmo assim como se este fosse o aspecto de tal planeta. Tantas e tantas imagens fazem parte da indústria cultural que precisa da emoção para sobreviver, é o encantamento das pessoas que gera o seu alimento. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#ff6600;">Tudo é um show, vive-se do espetáculo e como o show não pode parar, a imagem não pode parar, é o movimento e a velocidade que nos prendem a atenção juntamente com o suspense, o sensacionalismo também se utiliza da técnica.</span></div>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><br />
Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/25/a-astronomia-%E2%80%9Cas-viagens-espaciais%E2%80%9D-e-o-marketing-dentro-da-industria-cultural-1-4/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A Astronomia, “as viagens espaciais” e o marketing dentro da Indústria Cultural</span></a> </span></p>
<div><span style="color:#ff6600;"><strong>Notas e Referências Bibliográficas:</strong> </span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div><span style="color: #000000;">(1) ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. <em>Dialética do esclarecimento</em>: fragmentos filosóficos. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">(2) Nota preliminar do tradutor do Livro: <em>Dialética do Esclareciment</em>o de Adorno &amp; Horkheimer ed. Zahar, 1985.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, Vl 6: de Nietzsche à escola de Frankfurt; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</span></p>


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		<title>A Indústria Cultural e a influência nas (das) ciências, especialmente a Astronomia</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 14:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este é mais um texto que publico em partes. Começamos com uma pequena introdução; falamos da Teoria Crítica; da Industria Cultural; e entramos no tema: Astronomia, “as viagens espaciais” e o marketing dentro da Indústria Cultural; e por fim tecemos um comentário final.

1.1. Introdução 
 
O objetivo deste texto como o próprio título já evidencia, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306375029269354946" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 122px; height: 131px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SaQH-YiaWcI/AAAAAAAAAOg/xCoV7OqLQ-I/s200/maquina+produzindo+homens.bmp" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Este é mais um texto que publico em partes. Começamos com uma pequena <strong>introdução</strong>; falamos da <strong>Teoria Crítica</strong>; da <strong>Industria Cultural</strong>; e entramos no tema: <strong>Astronomia, “as viagens espaciais” e o marketing dentro da Indústria Cultural</strong>; e por fim tecemos um <strong>comentário final</strong>.<span id="more-143"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#666666;"><strong>1.1. Introdução</strong> </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">O objetivo deste texto como o próprio título já evidencia, é o de comentar a força da <em>indústria cultural</em> e a relação que esta tem com as ciências principalmente a astronomia que será focada.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Iniciaremos falando um pouco da <em>Teoria Crítica</em>, pois aí está o embrião de um pensamento que questiona este tema. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">O termo Indústria Cultural nasce em um contexto que será sucintamente relatado. Temos por objetivo comentar a fascinação que a indústria cultural “cria” entre os seus espectadores que assistem <em>realidade</em> e <em>ficção</em> como se fosse a um espetáculo, um show, misturam a realidade e a ficção confundindo-as. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">Os governos, as empresas e quem mais se interessar utilizam-se destes <em>meios de massa</em>, e eles vivem interdependentes, como veremos. Evidentemente há uma <em>razão instrumental</em> um objetivo prático, um fim que é claro para quem se deslocar um pouco e observar de outro ângulo o que é transmitido. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">É a mídia, os meios de comunicação que “moldam” esta massa e estes produtos, a divulgação ou fabricação, no sentido mercantilista e social. O marketing se utiliza e está muito bem conjugado à indústria cultural, nos tornam produtos dentro deste produto maior. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">A desmistificação agora volta a mistificar-se criando outros mitos&#8230; sejam eles os personagens da industria cultural ou a própria natureza desencantada que volta a “encantar-se”, ou a nos encantar&#8230;</span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a></p>
<p style="text-align: justify;">No próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/24/a-teoria-critica-1-2/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Teoria Crítica</span></a><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></p>


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