A Astronomia de Aristóteles

Pode-se ver como uma das diferenças entre Platão e Aristóteles o fato de que o segundo promove uma desmatematização da filosofia e da natureza em detrimento do valor que seu mestre Platão dava à matemática. Segundo nos lembra Zingano, Aristóteles diria que:

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A Física e a Astronomia de Aristóteles

Continuando o que vínhamos falando no capitulo anterior, trataremos agora sucintamente da physis ou “física” de Aristóteles. Como estamos evidenciando, o estudo da Physis não é levantado só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários períodos da filosofia e da ciência: desde os pré-socráticos; depois volta no período clássico, momento que abordaremos neste capítulo; em seguida o estudo da physis renasce na modernidade, trataremos desse período no próximo capítulo; e por fim ressurge na contemporaneidade com a física quântica, falaremos da atualidade nos capítulos finais.

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A Cosmologia e a Astronomia

Tivemos no que tange a Astronomia um grande passo para o que viria a ser a Cosmologia – diferentemente da cosmogonia – que não é uma ciência; aquela já é uma ciência, pois a estudamos com teorias e observações, estamos procurando causalidades lógicas, ordem e organização, pautamo-nos na matemática. Estamos abertos às críticas, justificadas.

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A Filosofia

Conforme Marcondes nos lembra, Tales, da colônia grega de Mileto – por isso chamado Tales de Mileto – é um dos nomes mais importantes para o surgimento do pensamento filosófico-científico, como é dado por “Aristóteles, no livro I da Metafísica. Aristóteles afirma ser Tales de Mileto, no Séc. VI a.C., o iniciador do pensamento filosófico-científico”.

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Do Mito à Filosofia, o caso da Cosmologia

Pretendemos neste capítulo discorrer sobre a passagem do mito à filosofia e a participação que a astronomia/cosmologia tem nesse processo, tendo em vista que os primeiros filósofos eram voltados à natureza ou a physis como veremos.

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Igreja da Penha, o Santuário renovado e a Festa da Penha de Nº 376

Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.

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O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)

Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no “Sacrum Comercium”, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de “selo do reino dos céus”. À Dama Pobreza clamam os menores: “Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!” (SC 21,22).

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