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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Eternidade</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Igreja da Penha, o Santuário renovado e a Festa da Penha de Nº 376</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 22:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
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</a>
História do Santuário da Penha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.<span id="more-1915"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Baltazar, que era devoto de Nossa Senhora, quando se viu só e incapaz de se defender, pediu socorro a Nossa Senhora gritando: &#8220;Minha Nossa Senhora, valei-me!&#8221;. Nesse preciso momento surgiu um lagarto inimigo das serpentes, e travou-se uma luta mortífera entre os dois animais. Baltazar por sua vez, não perdeu tempo e fugiu.</p>
<p style="text-align: justify;">
Depois de se recuperar do susto, Baltazar reconheceu que o lagarto apareceu precisamente no momento em que ele pediu a proteção da Virgem Maria. Agradecido, por tão importante gesto maternal, Baltazar construiu uma pequena capela onde pôs uma imagem de Nossa Senhora. Se antes o Capitão Baltazar subia o penhasco para ver as suas plantações, a partir daí passou a subir também para agradecer tão primoroso gesto de carinho que a Mãe do Céu teve para com ele. Assim como ele, também os seus parentes, amigos e vizinhos e até mesmo pessoas curiosas, que à distância viam a pequena capela, passaram a subir a grande pedra (daí vem a palavra Penha) uns para pedir e outros para agradecer graças alcançadas por intercessão da Senhora do alto do Penhasco – Penha. De tanto as pessoas dizerem: vamos à Penha visitar Nossa Senhora, passaram a dizer: vamos visitar Nossa Senhora da Penha.</p>
<p style="text-align: justify;">
A devoção à Nossa Senhora da Penha foi se espalhando e cada vez era maior o número de pessoas que visitavam este lugar sagrado e encantador. Umas para pedir e outras para agradecer a sua intercessão.<br />
O capitão Baltazar doou todas as suas propriedades a Nossa Senhora da Penha, havia necessidade, porém, que alguém, com crédito, administrasse responsavelmente esse patrimônio. Foi criada então a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha no ano de 1728 a qual com muito zelo e dedicação demoliu a primeira capela &#8211; muito pequena &#8211; e construiu outra, com uma torre onde foram colocados dois pequenos sinos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Mais tarde, no ano de 1870, foi demolida esta capela e construído no seu lugar um novo templo: uma igreja com uma torre e novos sinos. Por volta do ano de 1900 houve uma nova intervenção. O templo foi ampliado, ganhando duas novas torres, nas quais, mais tarde, foi instalado um carrilhão com 25 sinos de origem portuguesa, adquiridos na Exposição Nacional do 1º Centenário da Independência do Brasil. Este Carrilhão foi inaugurado em 27 de setembro de 1925 com a bênção do então Núncio Apostólico no Brasil, Cardeal Dom Henrique Gasparri.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>A Escadaria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No ano de 1817 subia a pedra um piedoso casal quando a esposa, Sra. Maria Barbosa, comentou com o marido que pediria à Nossa Senhora da Penha para interceder por eles para que Deus lhes concedesse um filho, já que estavam casados há alguns anos e não tinham filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">
A Sra. Maria Barbosa confiou, pediu e prometeu que se tivesse um filho mandaria esculpir no duro granito do penhasco uma escadaria para facilitar o acesso dos devotos de Nossa Senhora da Penha ao Santuário. No ano seguinte o casal era presenteado com um lindo filho e no ano de 1819 a escadaria estava pronta. São 382 degraus talhados na própria pedra, mais ainda do que o número de dias do ano.<br />
O Santuário hoje</p>
<p style="text-align: justify;">
Colocado à entrada da cidade, com o sorriso de Mãe aos que chegam, quer pela Av. Brasil ou Linha Vermelha, quer pela Ponte Rio- Niterói ou mesmo pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Santuário de Nossa Senhora da Penha é, por excelência , o trono que Maria, Mãe de Deus, escolheu no Rio de Janeiro, para ser o centro de sua devoção entre nós. A este Santuário acorrem milhares de peregrinos vindos de todo o Brasil e do exterior, para trazer-lhe os seus agradecimentos por graças alcançadas, ou pedir a sua intercessão. À medida que vamos subindo a colina sagrada, sentimos que o ambiente se torna mais religioso. São inúmeras as pessoas que sobem a escadaria rezando, sobretudo a oração do terço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Melhoramentos:</strong> recentemente várias obras foram feitas para melhor receber os muitos(as) devotos(as) de Nossa Senhora da Penha. No pátio foram construídos novos banheiros; e uma Concha Acústica dotada de ótima estrutura para eventos culturais, numa área para 30 mil pessoas. O novo bondinho foi inaugurado em 2003, o qual tem capacidade para transportar ao Santuário, com toda segurança, até 500 pessoas por hora. Em breve será construído um abrigo para os peregrinos, um restaurante panorâmico e uma praça de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com o incessante aumento do número de devotos que visitam o Santuário tornam-se contínuas as obras de melhoria na sua infra-estrutura. Assim, a Irmandade tem um macro projeto para o espaço que pertence à Instituição o qual prevê a construção de uma nova igreja com capacidade para 20 mil pessoas; um ginásio poliesportivo para eventos, congressos, retiros etc., com capacidade para 5 mil pessoas; um hotel para 300 pessoas; sanitários; áreas de atendimento médico e outras melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação da  376ª Festa de Nossa Senhora da Penha do Rio de Janeiro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Começou no dia 1° de outubro a  Festa de Nossa Senhora da Penha. Mas as festividades vão se estender até o dia 30 do mês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira abaixo a programação para os demais dias. Festa no ano de 2011</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 de outubro:</strong><br />
11h- 1ª Peregrinação dos motociclistas ao Santuário (Concha Acústica)<br />
15h – 6ª Romaria da Bíblia;<br />
- 6º Festival do Folclore Português (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 de outubro:</strong><br />
14h – Evento “Corações Unidos pela Paz” &#8211; Comunidade Coração Novo. (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16 de outubro:</strong><br />
15h – 10º Encontro de Corais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23 de outubro:</strong><br />
15h – Folclore Brasileiro &#8211; Colégio Nossa Senhora da Penha. (Concha Acústica)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>29 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; Mutirão de pintura no Santuário</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>30 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; 5ª Corrida Rústica;<br />
15h – Encerramento da festa com procissão; Missa Campal, presidida por Dom Orani João Tempesta; coroação da imagem histórica de Nossa Senhora da Penha e show do cantor Jerry Adriani.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Santuário da Penha no Rio de Janeiro" href="http://www.santuariopenhario.org.br" target="_blank">Site Oficial do Santuário da Penha</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 01:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no "Sacrum Comercium", a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de "selo do reino dos céus". À Dama Pobreza clamam os menores: "Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!" (SC 21,22).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tau-com-nos.jpg" title="" class="shutterset_singlepic129" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/129__160x120_tau-com-nos.jpg" alt="tau-com-nos" title="tau-com-nos" />
</a>
</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>Veja a primeira parte deste texto, clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Continuando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal da Cruz Vitoriosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor:<span id="more-1643"></span></p>
<p style="text-align: justify;">reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no &#8220;Sacrum Comercium&#8221;, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de &#8220;selo do reino dos céus&#8221;. À Dama Pobreza clamam os menores: &#8220;Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!&#8221; (SC 21,22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU e a Bênção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco se apropriou da bênção deuteronômica, transcreveu-a com o próprio punho e deu a Frei Leão: &#8220;Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a tua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz. Irmão Leão; o Senhor te abençoe!&#8221; Sob o texto da bênção, o próprio Frei Leão fez a seguinte anotação: &#8220;São Francisco escreveu esta bênção para mim, Irmão Leão, com seu próprio punho e letra, e do mesmo modo fez a letra TAU como base&#8221;. Assim, Francisco, num profundo momento de comunicação divina, com delicadeza paternal e maternal, abençoa seu filho, irmão, amigo e confidente. Abençoar é marcar com a presença, é transmitir energias que vêm da profundidade da vida. O Senhor te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>O TAU e a Cura dos Enfermos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relato de alguns milagres, conta-se que Francisco fazia o sinal da cruz sobre a parte enferma dos doentes. Após ter recebido os estigmas no Monte Alverne, Francisco traz em seu corpo as marcas do Senhor Crucificado e Ressuscitado. Marcado pelo Senhor, imprime a marca do Senhor que salva em tudo o que faz. Conta-nos um trecho das Fontes Franciscanas que um enfermo padecia de fortes dores; invoca Francisco e o santo lhe aparece e diz que veio para responder ao seu chamado, que traz o remédio para curá-lo. Em seguida, toca-lhe no lugar da dor com um pequeno bastão arrematado com o sinal do TAU, que traz consigo. O enfermo ficou curado e permaneceu em sua pele, no lugar da dor, o sinal do TAU (cf. 3Cel159). O Senhor identifica-se com o sofrimento de seu povo. Toma a paixão do humano e do mundo sobre si. Afasta a dor e deixa o sinal de Amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A Cor do TAU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU, freqüentemente, é reproduzido em madeira, mas quando, pintado, sempre vem com a cor vermelha. O Mestre Nicolau Verdun, num quadro do século XII, representa o Anjo Exterminador que passa enquanto um israelita marca sobre a porta de sua casa um TAU com o Sangue do Cordeiro Pascal que se derrama num cálice. O Vermelho representa o sangue do Cordeiro que se imola para salvar. Sangue do Salvador, cálice da vida! Em Fontecolombo, Francisco deixou o TAU grafado em vermelho. O TAU pintado na casula de Frei Leão no mural de Greccio também é vermelho. O pergaminho escrito para Frei Leão no Monte Alverne, marca em vermelho o Tau que assina a bênção. O Vermelho é símbolo da vida que transcende, porque se imola pelos outros. Caminho de configuração com Jesus Crucificado para nascer na manhã da Ressurreição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usar o TAU é lembrar-se do Transcendental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente usa o Tau. Não é um amuleto, mas um sacramental que nos recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir, progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: Cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, <strong>saudar a todos com a Paz e o Bem</strong>. Usar o TAU é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o TAU é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Tau deve ser sinal de espiritualidade, deve ser um sinal de que aquele que o usa é uma pessoa que vive a intenção de permanecer em constante conversão e mudança de vida, em vontade firme de se tornar nova criatura; deve ser sinal de que aquele que o ostenta é uma pessoa que busca a sua salvação e de todos os homens na cruz de Jesus Cristo; deve ser um sinal de que aquele que o traz é uma pessoa que vive e esforçar-se por ser pobre, por se despojar e desprender dos bens terrenos para se enriquecer dos valores das bem-aventuranças: o Reino de Deus, a paz, a mansidão, a fraternidade universal, a misericórdia e o perdão, o respeito pela criação, a alegria, a partilha de bens, a luta pela justiça e a paixão por Jesus Cristo pobre, Crucificado e Ressuscitado.<a href="http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/12.htm#_ftn1"><em> </em></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro Tau franciscano é aquele todo de madeira, sem nenhum tipo de apetrecho fixado a ele (crucifixo, foto, desenho&#8230;), também não é aquele feito de aço ou outro metal (ouro, pratas, etc.). Ele também precisa ter o cordão com os três nós. Esse entendimento vem da época de Francisco, pois ele usava apenas um Tau de madeira preso a um cordão com os três nós. Tudo que difere disso faz com que eles não sejam “verdadeiros TAUs franciscanos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entende-se que o melhor Tau não é o comprado, mas aquele que nós ganhamos de alguém, pois essa pessoa reconhece em nós os três nós&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relembrando o Sinal bíblico usado pelo profeta Ezequiel:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Chamou o Senhor Deus o homem vestido de linho branco, que trazia à cintura os instrumentos de escriba e lhe disse: percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com um <strong>“T”</strong> na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.” (Ez 9,3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">Todo aquele que tinha sido assinalado com o “T” foi poupado do extermínio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Papa Inocêncio III (1160-1216) explica o sentido do Tau: “Tem a forma de Cruz<a title="cruz salvação Jesus Cristo calvário" href="http://cantodapaz.com.br/blog/2007/01/27/ninguem-te-ama-como-eu-martin-valverde/"></a>; quem o traz consigo, vive sua fé.”</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, <strong>o Tau é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de penitência e conversão interior;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de dor pelos pecados do mundo;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recordação de nosso batismo; nossa marca de Filhos de Deus;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de salvação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco selava o que escrevia com o Tau, para significar a densidade do Amor de Deus, concretizado na Cruz de Cristo, sinal de Salvação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração de São Francisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Senhor<strong>!</strong> Fazei de mim um instrumento da vossa paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ódio, que eu leve o amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver discórdia, que eu leve a união.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver erro, que eu leve a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver desespero, que eu leve a esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver trevas, que eu leve a luz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ó Mestre</strong>, fazei que eu procure mais:</p>
<p style="text-align: justify;">consolar, que ser consolado;</p>
<p style="text-align: justify;">compreender, que ser compreendido;</p>
<p style="text-align: justify;">amar, que ser amado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é dando que se recebe.</p>
<p style="text-align: justify;">É perdoando que se é perdoado.</p>
<p style="text-align: justify;">E é morrendo que se vive para a vida eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Glorioso São Francisco</em><em>, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: cancaonova.com</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Termino com uma oração que tem afinidade com a questão da horizontalidade humana e a verticalidade na busca em Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">“Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com as realidades do Céu, fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós a nossa humanidade. Por Cristo nosso Senhor. Amém”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 00:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TAU está além de uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao " T " na língua portuguesa. O Tau é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. O Divino e o humano. 
O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (www.franciscanos.org.br), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/128__160x120_tau.jpg" alt="tau" title="tau" />
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 </strong>O TAU está além de<strong> </strong>uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao &#8221; <strong>T</strong> &#8221; na língua portuguesa. O <strong>Tau</strong> é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o <strong>Céu</strong> e a <strong>Terra</strong>. O Divino e o humano.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (<a href="http://www.franciscanos.org.br/">www.franciscanos.org.br</a>), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.<span id="more-1639"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Linguagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego. O mundo judaico e, conseqüentemente, a linguagem bíblica mostram a busca do transcendente. É preciso colocar o Deus da Vida como centro da história. É a nossa verticalidade,  isto é, o nosso voltar-se para o Alto. O mundo grego nos ensinou a pensar e perguntar pelo sentido da vida, do humano e das coisas. Descobrir o significado de tudo é pisar melhor o chão, saber enraizar-se. É a nossa horizontalidade. A Teologia é, e a Filosofia também pode ser serva da fé e do pensamento. Quem sabe onde está, parte para voos mais altos. É como o galho de pessegueiro, cortado em forma de TAU é usado para buscar veios d&#8217;água. Ele vibra quando a fonte aparece cheia de energia. Coloquemos o TAU na fonte de nossas palavras!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU, o cordão e os três nós</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos: <strong>obediência</strong>, <strong>pobreza</strong>, <strong>pureza de coração</strong>. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é <strong>valor de quem sabe colocar tudo em comum</strong>. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é <strong>a coragem da partilha</strong>. <strong>Ser puro de coração é ser transparente</strong>, <strong>casto</strong>, <strong>verdadeiro</strong>. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel aos seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há certos sinais que revelam uma escolha de vida. O TAU, um dos mais famosos símbolos franciscanos, hoje está presente no peito das pessoas num cordão, num broche, enfeitando paredes numa escultura expressiva de madeira, num pôster ou pintura.</p>
<p style="text-align: justify;">Que escolha de vida revela o TAU? Ele é um símbolo antigo, misterioso e vital que <strong>recorda tempo e eternidade.</strong> A grande busca do humano querendo tocar sempre o divino e este vindo expressar-se na condição humana. Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! <strong>Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo.</strong> Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. Francisco de Assis o atualizou e o   imortalizou. Ele não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal bíblico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe somente um texto bíblico que menciona explicitamente o TAU, última letra do alfabeto hebraico, Ezequiel 9, 1-7: &#8220;Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem&#8221;. O TAU é a mais antiga grafia em forma de cruz. Na Bíblia é usado como ato de assinalar. Marcar com um sinal, é muito familiar na Bíblia. Assinalar significa lacrar, fechar dentro de um segredo, uma ação. É confirmar um testemunho e comprometer aquele que possui o segredo. O TAU é selo de Deus; significa estar sob o domínio do Senhor, é a garantia de ser reconhecido por Ele e ter a sua proteção. É segurança e redenção, voltar-se para o Divino, sopro criador animando nossa vida como aspiração e inspiração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Idade Média</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vimos o significado salvífico que a letra hebraica do TAU recebe na Bíblia. Mas <strong>o TAU </strong>tem<strong> </strong>também um significado extrabíblico, bastante divulgado na Idade Média: perfeição, meta, finalidade última, santo propósito, vitória, ponto de equilíbrio entre forças contrárias. A sua linha vertical significa o superior, o espiritual, o absoluto, o celeste. A sua linha horizontal lembra a expansão da terra, o material, a carne. O TAU lembra a imagem do sustentáculo da serpente bíblica: clavada numa estaca como sinal da vitória sobre a morte. Uma vitória mística, isto é, nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É cruz vitoriosa, perfeição, salvação, exorcismo. Um poder sobre as forças hostis, um talismã de fé, um amuleto de esperança usado por gente devota sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU do Penitente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco de Assis viveu em um ambiente no qual o TAU estava carregado de uma grande riqueza simbólica e tradicional. Assumiu para si a marca do TAU como sinal de sua conversão e da dura batalha que travou para vencer-se. Não era tão fácil para o jovem renunciar seus sonhos de cavalaria para chegar ao despojamento do Crucificado que o fascinou. Escolhe ser um cavaleiro penitente: eliminar os excessos, os vícios e viver a transparência simples das virtudes. Na sua luta interior chegou a uma vitória interior. Um homem que viveu a solidão e o desafio da comunhão fraterna; que viveu o silêncio e a canção universal das criaturas; que experimentou incompreensão e sucesso, que vestiu o hábito da penitência, que atraiu vidas, encontrou um modo de marcar as paredes de Santa Maria Madalena em Fontecolombo, de assinar cartas com este sinal. De lembrar a todos que o Senhor nos possui e nos salva sob o signo do TAU.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Franciscano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU franciscano atravessa oito séculos sendo usado e apreciado. É a materialização de uma intuição. Francisco de Assis é um humano que se move bem no universo dos símbolos. O que é o TAU franciscano? É <strong>Verdade</strong>, <strong>Palavra</strong>, <strong>Luz</strong>, <strong>Poder</strong> e <strong>Força da mente</strong> direcionada para um grande bem. Significa lutar e discernir o verdadeiro e o falso. É curar e vivificar. É eliminar o erro, a mentira e todo o elemento discordante que nega a paz. É unidade e reconciliação. Francisco de Assis está penetrado e iluminado, apaixonado e informado pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade. É um batalhador incansável da Paz, o Profeta da Harmonia e Simplicidade. É a encarnação do discernimento: pobre no material, vencedor no espiritual. Marcou-se com este sinal da luz, vida e sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Como Ideal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1.200 prelados, 412 bispos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9, 1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU, vibrante de cuidado, ternura e misericórdia aprendida de seu Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU nas Fontes Franciscanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os biógrafos franciscanos nos dão testemunhos da importância que São Francisco dava ao TAU: &#8220;O Santo venerava com grande afeto este sinal&#8221;, &#8220;O sinal do TAU era preferido sobre qualquer outro sinal&#8221;, &#8220;O recomendava, freqüentemente, em suas palavras e o traçava com as próprias mãos no rodapé das breves cartas que escrevia, como se todo o seu cuidado fosse gravar o sinal do TAU, segundo o dito profético, sobre as fontes dos homens que gemem e lutam, convertidamente a Jesus&#8221;, &#8220;O traçava no início de todas as suas ações&#8221;, &#8220;Com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas&#8221; (cf. LM 4,9; 2,9; 3Cel 3). Assim Francisco vestia-se da túnica e do TAU na total investidura de um ideal que abriu muitos caminhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/" target="_blank"><strong>Veja a segunda parte deste texto clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 23:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!). Este ano vou falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que não seja para todo o Mundo; e por fim, falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/107__160x120_nascimento-de-jesus.jpg" alt="nascimento-de-jesus" title="nascimento-de-jesus" />
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Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!</span>). </a></strong>Este<strong> </strong>ano<strong> </strong>vou<strong> </strong>falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank">não seja para todo o Mundo</a></span>; </strong>e por fim,<strong> </strong>falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.<span id="more-1497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Natal não é “apenas” a data do Nascimento de Jesus Cristo. O Natal deve ser o <strong>re</strong>-<strong>nascimento</strong> de uma Nova Esperança para os Cristãos. Embora nós Cristãos, não somos a religião absoluta no Planeta e nem mesmo a maioria, pois somos tão somente 1/3 ou 33 % das religiões (isso se somando todas as 33.600 denominações ditas “cristãs”), nós influímos na Cultura de muita gente, o Mundo Cristão Ocidental transformou o Planeta e influi de alguma maneira em quase seis bilhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos nossos dias, em muitos dos países do Planeta, há uma árvore de Natal em alguma praça, em algum ponto estratégico, em algum lugar. Isso por si só mostra a evidência e o poder de influência da religião Cristã. Também o <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/" target="_blank">calendário</a></span></strong> que o mundo usa é o calendário cristão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Exatamente como fora anunciado, &#8220;o Verbo se fez Carne e habitou entre nós&#8221;. No seio de uma Virgem puríssima. Estamos no segundo ato do drama da humanidade. Agora, um anjo abre as portas de um novo paraíso,  e conversa com uma mulher. Ele é um anjo bom e ela a nada mais aspira do que ser a &#8220;serva do Senhor&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, Deus a fez &#8220;bendita entre as mulheres&#8221; e &#8220;todas as nações a chamarão bem-aventurada&#8221;. &#8220;O anjo Gabriel foi, por Deus, enviado a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão, que se chamava José, da casa de Davi, e o nome da Virgem era Maria&#8221;. (Lc 1, 26)</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos no Evangelho: Entrando o Anjo onde ela estava, disse: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres. Quando ela ouviu, turbou-se com o seu dizer e cogitava que saudação fosse esta. E o anjo lhe disse: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás em teu seio e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu Pai, e reinará na casa de Jacó eternamente. E o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, pois que não conheço varão? E respondendo, o anjo lhe disse: O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. E por isso que o Santo que nascerá de ti será chamado Filho de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, Temos que lembrarmo-nos da essência do Natal, de sua época, de uma situação econômica, e de um império que dominava o povo judeu. Precisamos lembrar que as mulheres naquela época e naquela região, não tinham valor, não eram se quer citadas, e mesmo assim nós temos o que temos de Maria e sobre Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há aniversário, ou melhor, nascimento – Natal – se não houver a Mãe. Este ano proponho: lembremo-nos do <strong>aniversariante</strong>, de sua <strong>mensagem</strong> e de sua <strong>Mãe</strong>, será que o filho &#8211; o próprio Deus encarnado &#8211; desprezaria sua Mãe no dia do seu aniversário?</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto houver mulheres no mundo, ainda que bem distantes da profundidade de Maria, mas com vontade e prontidão para servir, o Mundo terá uma Esperança!</p>
<p style="text-align: justify;">Os Cristãos são os seguidores de Jesus Cristo. São aqueles que acreditam em uma Nova Vida, são os que têm Esperança na Transformação do Planeta e acreditam na Vida Eterna. Para sermos Verdadeiros Cristãos, devemos seguir a essência da mensagem do Cristo. A mensagem do mestre foi tão clara, simples e objetiva: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo!” As palavras de Jesus segundo o evangelista Mateus no capitulo 22 versículos 37a39 diz exatamente assim: &#8220;Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo o entendimento&#8221; (Mt 22,37). E continua assim: &#8220;Amarás o teu próximo como a ti mesmo&#8221; (Mt 22, 39).</p>
<p style="text-align: justify;"> A Palavra  “<strong>evangelho”</strong> quer dizer: “<strong>Boa Nova”</strong>, ou a “<strong>Boa</strong> <strong>Notícia”</strong>! Há esperança! Há uma Nova Chance! Há uma Nova Oportunidade!</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso bastava, e basta, que o homem se arrependa de seus erros, seus pecados. E busque a Vida Nova em Cristo. FELIZ NATAL!! Aproveite a Festa! Mas não ignore o Aniversariante que é o Dono da Festa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>A Itália e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no Quattrocento (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no <em>Quattrocento</em> (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.<span id="more-1457"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1401 foi realizado naquela cidade um concurso para a confecção das portas em bronze do batistério de San Giovanni, no qual o vencedor foi Ghiberti. O pagamento dessas obras escultóricas e arquitetônicas e a decoração dos palácios, igrejas e monastérios ficou a cargo de ricas famílias de comerciantes e dignitários, entre as quais se destacou a dos Medici.</p>
<p style="text-align: justify;">O iniciador da pintura renascentista foi Masaccio. A monumentalidade de suas composições e o naturalismo de suas obras fazem dele uma figura essencial da pintura do século XV, como se pode apreciar nos afrescos da capela Brancacci.<br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51300"></a>Contemporâneos de Masaccio foram fra Angélico, pintor idealista de cenas religiosas, e Paolo Uccello, preocupado com os escorços (figuras em posturas oblíquas ao plano da obra artística) e as perspectivas. À segunda metade do século XV, auge da tendência pictórica racionalista e investigadora, pertenceram Piero della Francesca, que se sentiu atraído pelo valor da luz como elemento expressivo, e Sandro Botticelli, com quem triunfou um estilo sinuoso e refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento ou <em>Cinquecento</em> floresceu entre 1490 e 1527, ano em que Roma, que substituíra Florença como centro artístico, foi saqueada pelas tropas imperiais de Carlos V. O período contou com três figuras de primeira magnitude: Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael. Cada um desses artistas personificou um aspecto peculiar desse momento: Da Vinci foi o arquétipo do homem renascentista, um gênio solitário que se interessou pelas facetas múltiplas do conhecimento; Michelangelo encarnou o poder criador e concebeu vários projetos inspirando-se no corpo humano como veículo essencial para a expressão de emoções e sentimentos; e Rafael exemplificou o espírito clássico da harmonia, da beleza e da serenidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Da Vinci, autor da &#8220;Gioconda&#8221; (ou &#8220;Mona Lisa&#8221;) e da &#8220;Última ceia&#8221;, tenha sido reconhecido em sua época como um grande artista, seu constante e profundo interesse no conhecimento da anatomia humana, do mecanismo do vôo das aves e da estrutura interna de animais e plantas não lhe permitiu produzir uma obra pictórica extensa. Os primeiros exemplos escultóricos de Michelangelo, como o &#8220;David&#8221;, revelam uma grande habilidade técnica que lhe permitiu mais tarde curvar suas figuras de forma helicoidal, explorando as possibilidades expressivas da anatomia humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que tenha se iniciado como escultor, sua obra mais conhecida é o gigantesco afresco da abóbada da capela Sistina, na qual combinou a teologia cristã e a filosofia neoplatônica. Rafael, que na juventude sofreu a influência de Da Vinci e Michelangelo, distinguiu-se por sua preferência pela harmonia e clareza clássicas, características que podem ser apreciadas em uma de suas obras mais célebres, &#8220;Escola de Atenas&#8221;. Nesse trabalho, um afresco para o Vaticano, representou juntos, em conversa tranqüila, diversos filósofos, artistas e homens de ciência, tanto da antiguidade como seus contemporâneos, dispostos em um cenário colossal de características greco-latinas.<br />
O criador do <em>Cinquecento</em> arquitetônico foi Donato Bramante, que chegou a Roma em 1499. Sua primeira obra-prima foi o pequeno templo de são Pedro em Montorio, de planta centralizada, semelhante à dos templos circulares clássicos. O papa Júlio II escolheu Bramante para edificar a nova basílica de São Pedro, de gigantescas proporções, que deveria substituir a igreja paleocristã do século IV. O projeto só foi completado muito tempo depois da morte de Bramante e dele participaram artistas como Rafael e Michelangelo, que desenhou a enorme cúpula.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/48459"></a>Em Veneza, onde Antonello da Messina havia introduzido o óleo, técnica própria do norte da Europa durante o século XV, sucedeu-se uma série de pintores brilhantes &#8212; Giorgione, Ticiano, Tintoretto, Veronese &#8212; com os quais chegou ao seu esplendor máximo a escola veneziana, cujas características são o colorido, a luz vaporosa, a sensualidade e os temas pagãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Difusão da arte renascentista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51302"></a>Fora da Itália difundiram-se com certa rapidez as novidades estéticas italianas graças às viagens de artistas à Itália e à difusão proporcionada pela invenção da imprensa. Embora na arquitetura demorassem um pouco a se impor os critérios renascentistas, devido à permanência do gótico, na escultura e sobretudo na pintura chegaram a se destacar artistas extraordinários. No norte da Europa, onde ficara famoso o esplendor da escola gótica flamenga, minuciosa e de ricos cromatismos graças ao emprego do óleo, destacaram-se o gravador e pintor alemão Albrecht Dürer, que conjugou o estilo clássico renascentista com o gótico germânico com grande habilidade, e o flamengo Pieter Brueghel o Velho, interessado na reprodução de cenas da vida cotidiana não isentas de ironia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51298"></a>Na Espanha, a arte do Renascimento foi muito mais religiosa do que nos demais países da Europa, fruto do espírito da Contra-Reforma, e alcançou seu maior brilhantismo com a arquitetura austera de El Escorial, obra de Juan de Herrera y Gutiérrez de la Vega e com a obra de El Greco, que se caracteriza por figuras alongadas, de marcante espiritualidade, uma técnica livre e uma gama de cores e brilhos de origem veneziana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Literatura</strong><br />
Ao lado das artes plásticas, a literatura italiana viveu uma época proto-renascentista personificada por Dante Alighieri, contemporâneo de Giotto. Sua obra mais representativa, a <em>Divina comédia</em>, pertencia à Idade Média por sua construção e suas idéias, mas sua visão subjetiva e sua poderosa expressividade a aproximavam do Renascimento. Petrarca e Boccaccio também pertenceram ao período literário que precedeu o Renascimento, por seus estudos do latim e seus escritos em língua vernácula.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento foi representado na Europa por indivíduos notáveis como o francês François Rabelais, o português Luís de Camões, o italiano Ludovico Ariosto e o britânico Christopher Marlowe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong><br />
Também a música alcançou um enorme desenvolvimento no Renascimento, época na qual triunfou a música vocal polifônica, conjunto de várias vozes e instrumentos formando um todo harmonioso, e a profana, exemplificada no madrigal. O coro da capela Sistina, do Vaticano, que participava dos serviços religiosos oficiados pelo papa, atraiu músicos e intérpretes vocais de toda a Itália e até mesmo do norte da Europa. Entre seus membros destacaram-se os compositores Josquin des Prés e Giovanni Pierluigi da Palestrina, mestre da polifonia religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 13:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.<span id="more-1454"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A atitude de Lutero não foi um fato isolado nem circunstancial e sim a resposta a uma época de crise. A Reforma coincidiu com um profundo descontentamento econômico, o desprestígio da hierarquia eclesiástica, a propagação de correntes místicas, os contínuos conflitos bélicos e uma desorientação espiritual generalizada. Era evidente, sobretudo para o clero germânico, a necessidade de uma reforma que devolvesse à igreja a essência do cristianismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O luteranismo, que rechaçava ainda a autoridade do papa, a maioria dos sacramentos e o culto à Virgem e defendia a livre interpretação da Bíblia e a prioridade da fé sobre os atos como meio de salvação, não tardou a propagar-se por todo o norte e centro da Europa, sobretudo entre a nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação católica teve como seu primeiro protagonista o imperador Carlos V , obstinado na luta contra os protestantes e na busca da unidade religiosa. Apesar da vitória imperial na batalha de Mühlberg em 1547, o resultado final foi a assinatura da Paz de Augsburgo em 1555, que confirmou a ruptura entre católicos e protestantes. A Igreja Católica buscou, além disso, combater a Reforma mediante a chamada Contra-Reforma, movimento de reação que se apoiou no Concílio de Trento (1545-1563) e na Companhia de Jesus. O concílio reafirmou os dogmas católicos atacados por Lutero, fortaleceu a hierarquia eclesiástica e estimulou o ensino da religião. Por sua vez, a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada em 1534 pelo espanhol Ignácio de Loyola, propôs-se a difundir, sob as ordens do papa, a doutrina católica por todo o mundo; para tanto, os jesuítas realizaram um amplo e abrangente trabalho educativo, por meio da criação de inúmeras escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A era dos grandes inventos e descobrimentos geográficos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51299"></a>O anseio pelo conhecimento e o espírito científico do homem renascentista, cujo melhor protótipo foi Leonardo da Vinci, provocaram uma verdadeira revolução. Difundiram-se e aperfeiçoaram-se inventos orientais como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da imprensa, atribuída ao alemão Johannes Gutenberg, que aperfeiçoou os sistemas medievais de impressão com a criação dos tipos ou caracteres metálicos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da cartografia, os avanços na arte da navegação, o conhecimento da bússola, o desaparecimento das rotas comerciais das caravanas para o Oriente, devido à presença dos turcos otomanos, e o espírito dinâmico e curioso do homem moderno foram fatores que se conjugaram para tornar possíveis os grandes descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, nos quais espanhóis e portugueses tiveram papel preponderante.</p>
<p style="text-align: justify;">As explorações portuguesas, incentivadas pelo Infante D. Henrique o Navegador, foram protagonizadas por Bartolomeu Dias, que chegou até o cabo das Tormentas (posteriormente cabo da Boa Esperança), no sul da África; Vasco da Gama, que alcançou a costa da Índia; e Pedro Álvares Cabral, que no ano de 1500 descobriu o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os espanhóis, por sua vez, exploraram mais o Atlântico, pois pretendiam chegar às Índias pelo oeste, convencidos da esfericidade da Terra. O pioneiro dessas explorações foi Cristóvão Colombo, que realizou quatro viagens às terras que acreditava serem a Índia e que constituíam um novo continente. O dia 12 de outubro de 1492, quando a primeira expedição de Colombo desembarcou nas novas terras, é considerado a data do descobrimento da América. A partir de então e durante todo o século XVI os espanhóis, seguidos dos franceses, britânicos e portugueses, lançaram-se ao descobrimento de novas terras: Hernán Cortés conquistou o império asteca, Vasco Núñez de Balboa chegou até o mar do Sul (posteriormente oceano Pacífico), Francisco Pizarro dominou o império inca, Álvar Núñez Cabeza de Vaca percorreu o sul do que seriam os Estados Unidos e Juan Sebastián Elcano conseguiu completar a primeira circunavegação da Terra, iniciada por Fernão de Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte do Renascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista alcançou sua expressão máxima nas artes plásticas. Tratava-se de uma arte baseada na observação do mundo visível e em uma série de princípios matemáticos e racionais, como equilíbrio, harmonia e perspectiva. Pouco a pouco foram sendo substituídas as expressivas formas góticas por novas linhas em conformidade com os modelos da antiguidade clássica. Nas mãos de homens como Leonardo da Vinci, a arte não foi apenas uma forma de plasmar a beleza, mas também um aspecto do conhecimento, um meio de explorar a natureza e demonstrar a realização dos descobrimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem da arte renascentista encontra-se na Itália e foi precedida por uma fase proto-renascentista, o <em>Trecento</em>, que se estendeu do final do século XIII até o fim do século XIV, estimulada pelo espírito cultural franciscano. O exemplo de são Francisco de Assis incentivou diversos poetas e artistas italianos a valorizarem a natureza. As obras do mais destacado pintor do <em>Trecento</em>, Giotto, revelam um novo estilo pictórico preocupado mais com o espaço, os volumes e a penetração psicológica dos personagens do que com as linhas decorativas e as composições hieráticas de seus predecessores como Cimabue, Duccio di Buoninsegna e Simone Martini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong><strong> </strong></p>


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		<title>Renascimento uma Visão Geral</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.


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A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.<span id="more-1449"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como Renascimento designa-se o poderoso movimento artístico e literário que surgiu na Itália dos séculos XV (<em>Quattrocento</em>) e XVI (<em>Cinquencento</em>), irradiando-se depois para a Europa ao norte dos Alpes, promovendo em toda parte um pronunciado florescimento da arquitetura, escultura, pintura e das artes decorativas, da literatura e da música e um novo enfoque da política. Embora hoje também se fale, metaforicamente, em renascenças na história da civilização egípcia antiga ou da chinesa, trata-se na verdade de um fenômeno específico da civilização européia moderna que, malgrado o intervalo da Idade Média, nunca esqueceu suas bases na civilização greco-romana da antiguidade, da civilização &#8220;clássica&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado a princípio por eruditos e historiadores como um ressurgimento da cultura clássica depois de um amplo declínio medieval, mais tarde o termo adquiriu também uma série de conotações políticas, econômicas e até religiosas. Embora, de modo geral, o movimento tenha sido considerado como de total oposição ao período medieval, alguns historiadores tendem a ver o Renascimento mais como um processo evolutivo do que uma ruptura profunda, pois diversas manifestações renascentistas foram identificadas já no início do século XII. Entre esses prenúncios destacaram-se a redução da influência da Igreja Católica e do Sacro Império Romano-germânico, o surgimento das cidades-estados, o desenvolvimento das línguas nacionais e o início do desmoronamento das estruturas feudais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Historiografia </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi Jules Michelet quem, no século XIX, incorporou em definitivo a expressão Renascimento à terminologia histórica. Entretanto, a idéia de um renascer cultural encontra-se nos próprios humanistas dos séculos XII, XIV e XVI, que a definem enfaticamente. Em oposição ao que consideram ser as trevas medievais, exaltam os novos tempos, em que ressurgem as letras e as artes. Petrarca orgulha-se de haver feito renascer os estudos clássicos, esquecidos por muitos séculos. Bocaccio atribui a Dante o ressurgimento da poesia e a Giotto, o renascer da pintura. Lorenzo Valla<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/44741"></a>, em <em>Elegantiae lingua latinae</em> (1471; <em>Elegâncias do latim</em>), proclama que &#8220;a pintura, a escultura e a arquitetura, depois de prolongada e profunda degeneração, em que chegaram quase a morrer com a própria cultura, renascem e revivem agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É, porém, com a obra do artista e historiador de arte Giorgio Vasari que o termo <em>rinascita</em> define a renovação artística dos séculos XIII a XIV, de Giotto a Michelangelo. Descreve Vasari &#8220;a vida, as obras, o talento artístico e as vicissitudes dos que fizeram ressuscitar as artes já envelhecidas&#8221;. E acrescenta: &#8220;Quem contemplou a história da arte em sua ascensão e em seu declínio compreenderá mais facilmente o sucesso de seu renascimento [<em>della sua rinascita</em>] e da perfeição a que tem chegado em nossos dias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos na definição historiográfica do período registraram-se no século XVIII com o racionalismo, quando se formulou a antítese entre a Idade Média (caracterizada como um período que não se regia pela razão) e o Renascimento. Além disso, alguns homens de letras, como o francês Voltaire e o britânico Edward Gibbon, começaram a considerar a queda de Constantinopla, em 1453, como um fato de valor transcendental para o Ocidente, uma vez que tal acontecimento permitiu um conhecimento mais profundo da cultura greco-latina. Outro historiador britânico, William Roscoe, em seu livro <em>The Life of Lorenzo de Medici</em> (1795; <em>A vida de Lourenço de Medici</em>), demonstrou pela primeira vez o papel primordial exercido no início do século XVI por Florença, vista como a &#8220;nova Atenas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No século XIX sistematizaram-se os estudos sobre o Renascimento. Michelet estabeleceu, em <em>L&#8217;Histoire de la Renaissance</em> (1855; <em>A História do Renascimento</em>), a expressão para designar uma determinada época cultural e histórica. É característica, nessa fase, a total identificação de Renascimento e humanismo: este, tendo desenterrado os tesouros artísticos e literários da antiguidade greco-romana, é considerado a base do Renascimento, da criação das obras de arte novas pelo aproveitamento das lições gregas e romanas. Essa identificação ainda inspira a mais influente de todas as obras sobre o Renascimento, a de Jacob Burckhardt.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemporâneo de Michelet, o grande historiador Burckhardt escreveu <em>Die Kultur der Renaissance in Italien</em> (1860;<em> A cultura do Renascimento na Itália</em>), no qual considerou que a arte renascentista foi o ponto mais alto atingido pela produção cultural da Europa moderna, pois atingiu o meio-termo feliz entre o primitivismo ingênuo da Idade Média e a exaltação artificial do barroco. Pelo estudo do sereno equilíbrio dos gregos, os artistas do Renascimento teriam conseguido o mesmo equilíbrio entre realismo e idealismo: uma nova arte clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Burckhardt, essa vitória não se limita à arquitetura, à escultura e à pintura. O Renascimento descobriu o mundo exterior, que a Idade Média cristã havia exorcizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriu a beleza física do homem e da mulher. Descobriu, no centro desse mundo novo, o grande indivíduo. Homens como Leon Battista Alberti, Leonardo da Vinci e Michelangelo são gênios universais, grandes artistas, grandes poetas e grandes cientistas ao mesmo tempo. O Renascimento teria sido a mais &#8220;genial&#8221; de todas as épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo descoberto o mundo, o Renascimento também quis dominá-lo pela inteligência. Não dispondo ainda das ciências naturais e matemáticas, de Galileu e Descartes, pretendeu realizar sua ambiação pela magia, pelos estudos cabalísticos de Pico della Mirandola e pela astrologia, em que acreditava mais que na religião cristã. O ponto de vista estético dominava até a política: os &#8220;tiranos&#8221; como Giangaleazzo Visconti e Lourenço de Medici em Florença e o rei Ferrante em Nápoles transformaram seus estados em obras de arte, cientificamente administrados. Maquiavel escreveu-lhes a teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pelas façanhas desse individualismo, o Renascimento pagou um alto preço: a decadência moral. A Itália do século XVI afigura-se aos historiadores um país de criminosos inteligentíssimos. A autobiografia do ourives e escultor Benvenuto Cellini, um dos documentos mais característicos da época, descreve a vida de um homem genial e sem nenhum escrúpulo. O próprio Burckhardt, humanista pouco cristão, sente um calafrio ao falar de Maquiavel, e olha com horror fascinado os crimes de César Borgia. Posteriormente, no século XX, surgiram numerosos estudos sobre a arte do período, como os de Erwin Panofsky, André Chastel e Rudolf Wittkower.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Dia de Finados, 2 de Novembro. Saudades sim! Tristeza não!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 23:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ano no dia 2 de Novembro, em grande parte do mundo lembramo-nos dos nossos finados. É o dia dos mortos, é o dia em que milhares de pessoas vão ao cemitério ou outros locais onde se lembram dos seus entes queridos que se foram... Todos nós seres humanos sabemos que vamos morrer. Sabemos que somos finitos, mas através das religiões e da Fé nos são dadas a esperança da Vida Eterna.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Todo ano no dia 2 de Novembro, em grande parte do mundo, lembramo-nos dos nossos finados. É o dia dos mortos, é o dia em que milhares de pessoas vão ao cemitério ou outros locais onde se lembram dos seus entes queridos que se foram&#8230; Todos nós seres humanos sabemos que vamos morrer. Sabemos que somos finitos, mas através das religiões e da Fé nos são dadas a esperança da Vida Eterna.<span id="more-1383"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para os Católicos o dia de finados também é dia de ir à missa. É dia de orarmos e rezarmos por nossos antepassados, por nossas raízes milenares. Devemos nos lembrar de toda uma geração, de todos nossos patriarcas, de todos nossos ancestrais.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia dos mortos já é celebrado há milênios, Leia o texto&gt;&gt; <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/01/origem-do-dia-dos-mortos-dia-de-finados-2-de-novembro/" target="_blank">“Origem do dia dos Mortos&#8230;”</a></span>. </strong>O que pretendo destacar neste ano quanto ao dia dos mortos (dia dos Finados) é o fato de que podemos ter saudades sim, é claro. Quem não tem saudades dos seus entes queridos? Pais, irmãos, tios, primos, e mesmo filhos que se foram, além dos amigos que nos precederam. Mas não devemos ficar tristes, a tristeza se dá para quem não tem a esperança de um reencontro.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos nos reencontrar com nossos entes queridos de diversas maneiras, além das espirituais. Podemos nos lembrar dos momentos felizes, dos aprendizados, das viagens, dos ensinamentos. Podemos reencontrarmo-nos através das imagens, das fotos, dos vídeos, das conversas com os amigos e familiares que nos fazem  lembrar dos entes queridos, e de tantas outras maneiras.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto é bom que fiquem as boas lembranças, que fiquem as boas imagens. A Vida do ser humano é mesmo fascinante. Somos os únicos seres que pensam a Vida e pensam a Morte. Ter saudades é mais do que normal, Porém para quem é religioso e acredita em uma vida espiritual, ou mesmo em uma metafísica que transforme esta vida Terrena em uma simples passagem &#8211; um estágio para outro momento &#8211; a tristeza não triunfa jamais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como dizem o Padre Marcelo Rossi e todo o clero, Saudade sim! Tristeza não!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Nas Alturas da Espiritualidade Árabe e do Oriente</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 02:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria Dias, a quem se devem os créditos e comentários.
Um dos elementos que  distingue a literatura árabe é a espiritualidade. É mais fácil  reconhecer a espiritualidade do que defini-la. Ela é a presença do sobrenatural em nossa vida e em nossos escritos. É a convicção de que há um mundo superior a este mundo, valores superiores ao interesse, a riqueza, ao prazer, à dominação e aos valores terrenos, e que a vida humana deve ser uma viagem que nos leva do limitado ao ilimitado em nós, da cegueira à compreensão, do amor de si ao dom de si. 



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Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria Dias, a quem se devem os créditos e comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos elementos que  distingue a literatura árabe é a espiritualidade. É mais fácil  reconhecer a espiritualidade do que defini-la. Ela é a presença do sobrenatural em nossa vida e em nossos escritos. É a convicção de que há um mundo superior a este mundo, valores superiores ao interesse, a riqueza, ao prazer, à dominação e aos valores terrenos, e que a vida humana deve ser uma viagem que nos leva do limitado ao ilimitado em nós, da cegueira à compreensão, do amor de si ao dom de si.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo concreto nos introduzirá de imediato no mundo fascinante da espiritualidade na literatura árabe; &#8220;Remeteram um dia, a Ibn Hassan An-Nuri a importância de 300 dinares de ouro, proveniente da venda de uma propriedade sua. Levou-os consigo até a ponte de Saráf, sentou-se à margem do rio e começou a lançar as peças de ouro uma após a outra na água. Cada vez que lançava uma peça, dizia: &#8220;Senhor meu, queres afastar-me de Ti, expondo-me à sedução desta peça de ouro&#8230; E desta&#8230; E  desta?”Até ter jogado toda a importância na água.  Ibn Hassan an-Nure não foi o único. Antes dele e depois  dele, inúmeros homens do mundo e eremitas foram mais atraídos pela amizade com Deus do que pelas riquezas e glórias desta terra, sentindo e agindo como se o Além fizesse parte de sua vida quotidiana. E como eram eles, ao mesmo tempo, grandes escritores ou poetas, registraram seus sentimentos e suas experiências em contos, preces, poemas, preleções e historias que iluminam a literatura árabe de uma aurora  eterna, projetando seus ideais para além dos limites do homem e do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que a literatura árabe é a literatura da espiritualidade? Pelas mesmas circunstâncias que a tornaram a literatura da sabedoria e da imaginação. O destino fez daquela terra a pátria dos profetas e dos santos, o lugar de encontro entre o homem e Deus. E a Natureza completou a obra do destino, dando ao Oriente Médio a configuração geográfica mais adequada a manter uma vida espiritual rica: as montanhas e o deserto.</p>
<p style="text-align: justify;"> No Oriente Médio, as montanhas têm sido sempre elevações espirituais tanto quanto geográficas. Naquelas alturas dominadas à noite por um firmamento tão límpido e estrelado que parece um teto apenas mais elevado do que outros, a inspiração divina tem descido sobre os homes, dos mais humildes aos mais preeminentes. Foi nas montanhas do Oriente Médio que Moisés recebeu as Tábuas dos Dez Mandamentos, que Zaratustra concebeu seu ideal do super-homem, que Jesus pregou o seu mais belo sermão da História (justamente chamado o sermão da montanha) e que Maomé foi incumbido de sua missão profética. O deserto foi, ao seu modo, outro caminho rumo ao sobrenatural. O deserto é como um oceano arenoso ilimitado. Suas ilhas são os oásis. Mas ele possui algo que nenhum oceano possui: as miragens, essas ilusões óticas que apagam  o limite entre o real e o irreal e transformam o deserto numa região feérica. De dia, alturas aparecem ao longe. Não se sabe se são montanhas ou miragens. De noite, luzes brilham no horizonte, não se sabe se são luzes ou estrelas.</p>
<p style="text-align: justify;">No Deserto toda hora, a imensidão e o silêncio dão a sensação do infinito&#8230; O homem se sente só e anseia instintivamente por um apoio sobre-humano, por uma presença divina&#8230; O santo se torna mais santo&#8230; O crente se torna mais crente&#8230;  O cético é invadido por uma dúvida e uma angustia irresistível.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse duplo quadro de beleza e de inspiração que povos já dotados pela Natureza do senso do sobrenatural criaram uma literatura mais espiritual do mundo. Citemos mais um exemplo: &#8220;Conta Al-maqdisse que sendo companheiro de Ibrahim Ibn Adhas, interrogou-o um dia sobre sua conversão ao misticismo, e como havia abandonado seu trono para procurar a Deus&#8230; Ibrahim respondeu-lhe: Estava eu sentado em meu palácio quando vi pela janela um mendigo que se postara diante da minha porta. O mendigo tirou do seu alforje um pedaço de pão seco, molhou-o na água e comeu-o. Depois bebeu a água, rendeu graças a Deus e dormiu no chão. Mandei um dos meus servidores vigiar aquele faquir e trazê-lo a mim quando acordasse&#8230; Ao chegar mais tarde à minha presença, saudou-me e retribui-lhe a saudação, fiz que sentasse e disse-lhe: Ó faquir, tendo fome, comeste aquele pão e ficastes satisfeito? Sim. Tinhas sede e bebestes a água com prazer? Sim. Dormiste sem inquietação nem preocupação e estás repousado? Sim. Tudo isto me fez refletir profundamente: Que tenho a fazer, disse a mim mesmo, com todo luxo deste mundo, onde não encontro satisfação, enquanto a alma pode estar contente com o que acabo de ver e ouvir? Concluí então um pacto de arrependimento com Deus. Quando chegou à noite, cobri-me com um manto de pele e um barrete de lã e fugi de pés nus do meu palácio, para levar uma vida errante, como aquele mendigo vagabundeando em direção a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, apesar do intercâmbio das culturas, é ainda o Oriente que produz as grandes obras espirituais da literatura universal. Basta mencionar os nomes de Tagore e de Giban. E a literatura  árabe, mesmo neste século de ferro, continua a pregar a superioridade dos bens espirituais sobre os bens materiais e a convidar o homem a procurar a felicidade e a grandeza menos na opulência e na dominação do que na paz de espírito e nos atos de abnegação e de heroísmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">(Texto enviado por José Maria Dias)</p>


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		<title>Os Mineiros do Chile. Maior parto do Planeta Terra e o Renascimento de uma Empresa</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/10/16/os-mineiros-do-chile-maior-parto-do-planeta-terra-e-o-renascimento-de-uma-empresa/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 02:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu nunca tinha visto um parto com tantos filhos de uma só vez e além do mais com homens maduros. A captura ou salvamento dos mineiros no Chile me fez lembrar um grande parto, sabe por quê? Porque esses homens nasceram novamente e tiveram uma gestação “rápida”, 69 dias. Porém eles já nasceram maduros, certamente mais maduros do que no seu nascimento anterior e até mesmo antes de estarem ali naquele útero terrestre.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Eu nunca tinha visto um parto com tantos filhos de uma só vez e além do mais com homens maduros. A captura ou salvamento dos mineiros no Chile me fez lembrar um grande parto, sabe por quê? Porque esses homens nasceram novamente e tiveram uma gestação “rápida”, 69 dias. Porém eles já nasceram maduros, certamente mais maduros do que no seu nascimento anterior e até mesmo antes de estarem ali naquele útero terrestre.<span id="more-1365"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os 33 mineiros da <strong>Mina San José</strong>, no Chile, vão ser lembrados por várias gerações pelo que podemos chamar: nascer novamente. Eles estavam no útero da <em>Pachamama</em> (mãe Terra) há quase 700 metros de profundidade. Isso é correspondente a altura do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, só que para baixo, para dentro da Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos imaginar e comparar o caminho percorrido pelo Canal ou túnel feito com uma broca para retirar os mineiros através da <strong>Capsula Fênix</strong>, com o Canal Vaginal por onde saem as crianças que nascem por parto natural. O útero foi o <strong>Espaço, a Galeria</strong> onde estes mineiros estavam confinados. A Capsula Fênix foi a bolsa e o oxigênio foi o líquido amniótico que possibilitaram de ultima hora os seus renascimentos. Essa passagem do útero (Mina sub terrestre) à luz da Vida levou mais ou menos <strong>15 minutos</strong> para cada gêmeo, e foram 33 partos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta capsula também nos pareceu um foguete, aliás, foi por causa de toda uma tecnologia e pelo desenvolvimento da ciência do século XX-XXI que pudemos salvar aqueles mineiros, se esse acidente tivesse ocorrido há algumas poucas décadas atrás eles morreriam no útero da pachamama.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos comparar também este “parto” com uma empresa que tenha “quebrado” e depois comece a se reerguer, ou melhor, renasça mais uma vez. Assim é para um parto como o dos mineiros em que o nascituro vem à vida já maduro. Ou seja, com o aprendizado vivido no passado, com a memória dos erros e dos acertos. Sem dúvida uma vida que recomeça com a experiência do passado é mais “tranqüila” do que uma vida que começa do zero, é como uma empresa que não tem conhecimento do mercado, do produto nem dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo deverá ocorrer com essa mina San José, se ela voltar a operar, terá que ter certeza de que erros como os que ocorreram, não ocorram mais. Os administradores da Mina devem certificar-se de todos os cuidados quanto à segurança dos Mineiros e neste caso todo o cuidado será pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">Viver novamente é uma oportunidade para poucos. Quem tem essa chance, deve aproveitá-la ainda mais com a experiência do passado em suas entranhas. Esses mineiros vão valorizar cada momento de suas vidas, darão valor a coisas que nós que “temos tudo” não damos. Até mesmo o simples fato da <strong>liberdade,</strong> de poder olhar o nascer e o por do Sol, as estrelas à noite, as plantas de um jardim, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Simples valores são os maiores valores da Vida. A própria Vida é o maior Valor. Não há um homem na face da terra que na possibilidade de ter sua plena saúde recuperada e a certeza de ter mais alguns anos de Vida no Planeta, que não daria toda a sua fortuna para tê-la. Se alguém pudesse saber quando iria morrer, e fosse possível, daria tudo para ter mais anos aqui na <em>pachamama</em>. (veja o texto&gt;&gt;  “<span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/05/o-mundo-vai-acabar-o-homem-pode-ser-eterno-no-planeta-2/" target="_blank"><strong>O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta</strong>?</a></span>”)</p>
<p style="text-align: justify;">Uma empresa faz o mesmo, daria tudo para viver “eternamente”&#8230; Mas no caso das empresas, muitas vezes ocorre o contrário, são os homens que dão sua Vida para que a empresa viva. Se isso começar a ocorrer temos que repensar, precisamos refletir sobre nossos valores&#8230; Dê tudo para e por sua empresa, mas não a sua Vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço muitos pequenos empresários que vivem toda a sua vida se dedicando pela “vida da empresa” e quando vão viver a sua vida ela acabou&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso é preciso calma, dar tempo ao tempo, ir vivendo a vida. Não adianta querer abraçar o mundo todo de uma só vez, pois isso é impossível. Para abraçarmos o mundo, temos que nos dar as mãos, temos que ter companheirismo. Imagine se aqueles mineiros do Chile começassem a brigar e não se organizassem. O nervosismo seria intolerável e eles poderiam se autodestruir ou ter um problema irrecuperável de nervos.</p>
<p>A importância do Relacionamento no Confinamento de uma empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em toda empresa é assim, precisamos lembrar que aquele ambiente é a nossa principal casa, estamos “confinados” ali. E aí passamos a maior parte do tempo em que estamos acordados. Por isso temos que ver nossos colegas de trabalho como familiares de trabalho, se nos entrosarmos bem, teremos dias mais alegres e a felicidade no Ambiente de Trabalho reinará. No entanto precisamos lembrar que estamos em uma empresa, portanto temos que ser profissionais. (veja o texto&gt;&gt; “<strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/" target="_blank">Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno</a></span></strong>”)</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos destes Mineiros renasceram já orando e agradecendo a Deus pela sua segunda chance de Vida. Quando oramos a Hora chega. Ora que a tua hOra vem!!</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe </p>


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		<title>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso status quo, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/71__160x120_felicidade.jpg" alt="felicidade" title="felicidade" />
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Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso <em>status quo</em>, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.<span id="more-1271"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um de nós dá uma desculpa pelo motivo de sua “atitude insatisfatória” no presente. Por exemplo, uns vão dizer que é melhor gastar viajando ou fazendo isso ou aquilo do que gastar com médicos e com sua saúde. Outros vão dizer, fulano viveu a vida toda e tudo que construiu ficou aí, pois não viveu a vida, só pensou em trabalho, trabalho e mais trabalho. Outros ao contrário vão pensar: é melhor eu poupar e guardar meu dinheiro para um momento difícil em que eu possa precisar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem sua desculpa, seja ela para gastar ou para guardar. O que quero enfatizar não é a desculpa que usamos para fazer algo, mas sim a desculpa que damos para deixar de fazer algo que nos satisfaçam, desde que evidentemente seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando estamos em um estado de felicidade e/ou alegria devemos evitar mexer na situação. Para isso lembremo-nos de uma equipe de futebol. Quando o time está ganhando não deve ser mexido, como dizem: “Time que ganha não se mexe”. É claro que se houver necessidade de mexer no time, seja por contusão, por expulsão etc., aí não tem jeito, mas esteja certo que vai mudar o <em>status quo, </em>e então mexemos na “alegria” do momento. O que virá não se sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Devemos distinguir Alegria de Felicidade. Para um melhor entendimento destes termos vou dizer que entendo Alegria como algo mais passageiro, um fato, algo que <strong>nos dê</strong> alegria momentânea. Por exemplo, um momento com amigos batendo “papo”, um churrasco ou uma festa é normalmente um momento alegre. Embora muitos vão dizer isso é a Felicidade, eu prefiro chamar a Felicidade de algo mais duradouro. Essa é a distinção que quero fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um dos grandes problemas da humanidade contemporânea no mundo ocidental é a vida frenética e desenfreada, sempre estamos dizendo que não temos tempo pra nada. Aliás, quem não tem tempo para a Vida não tempo para Viver. Para uma completa felicidade é preciso ter o tempo para plantar, o tempo para colher e o tempo para “curtir” a terra, descansar, enfim re-viver, tanto a terra como nós mesmos, aí está o segredo da Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Precisamos sair da Rotina. Sempre achei que a rotina “come” o nosso tempo, mas alguns vão dizer há uma contradição entre sair da rotina e não mexer no time que está ganhando, então vou dizer: Saia da Rotina, mas sem mexer no Time. Como fazer isso?</p>
<p>Vejamos uma mensagem extraída do livro “O Mensageiro”:</p>
<p>Arranje um tempo para trabalhar.<br />
É o preço para alcançar a vitória.</p>
<p>Arranje um tempo para meditar.<br />
É a fonte da força.</p>
<p>Arranje um tempo para brincar.<br />
É o segredo da juventude.</p>
<p>Arranje um tempo para ler.<br />
É o fundamento para o saber.</p>
<p>Arranje um tempo para a devoção.<br />
Ela limpa o pó mundano dos nossos olhos.</p>
<p>Arranje um tempo para os amigos.<br />
Eles são a fonte da felicidade.</p>
<p>Arranje um tempo para amar.<br />
O amor é o maior sacramento da vida.</p>
<p>Arranje um tempo para sonhar.<br />
Os sonhos levam nossa alma até as estrelas.</p>
<p>Arranje um tempo para sorrir.<br />
É o meio para aliviar as cargas que temos que levar.</p>
<p>Arranje um tempo para planejar.<br />
Aí, então, terá tempo para as nove coisas acima.</p>
<p style="text-align: justify;"> Espero que esta pequena mensagem possa te ajudar, ela me ajudou muito e sempre me ajudará, pois defendo a Ideia do Sair da Rotina como meu <em>status quo,</em> dessa maneira e é assim para mim: Buscar dividir o tempo com atividades e lazeres diversificados. Mas se para você teu <em>status quo </em>é diferente e você está feliz com ele não o mude, não mexa no time, entende? Time que ganha não se mexe! Mas se teu time não está ganhando mexa nele, mude seus hábitos, crie atividades diferentes das que você faz hoje, busque novas amizades, isso não significa que você deve abandonar as antigas, não! A não ser que sejam “amizades” que não te acrescentam nada e nunca te acrescentaram&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto que quero enfatizar é a tal da “felicidade” relativizada. Essa é uma felicidade por inveja, ou seja lá o nome que queiramos dar. Quando estamos comparando o nosso <em>status quo </em>com os de outras pessoas, estamos relativizando nossa vida, aliás é isso o que o sistema capitalista mais aprecia, isso gera <strong>competitividade</strong>, <strong>concorrência</strong>, <strong>consumismo</strong> etc. Esse é o motor do capitalismo, sem isso o sistema não funcionaria pois gerar-se-ia uma “<strong>acomodação</strong>” e posterior “<strong>assimilação</strong>” tanto nas empresas quanto no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para justificar esse argumento vou mencionar uma pesquisa feita nos Estados Unidos, o maior símbolo do capitalismo na atualidade. A pesquisa perguntou a diversas pessoas o que elas prefeririam: ganhar 50.000,00 dólares por ano enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ganhassem 25.000,00 dólares, ou ganhar 100.000,00 dólares enquanto as demais pessoas próximas ganhariam 200.000,00 dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                                                                </p>
<p style="text-align: justify;">Você imagina qual foi a imensa maioria das respostas? Isso mesmo a grande maioria preferiria ganhar menos, desde que esse menos fosse o dobro dos seus visinhos. Isso é “Felicidade” relativizada e está pautada na Inveja, ou seja lá o nome que você queira dar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Caro amigo leitor se não nos <em>pré-ocuparmos</em> em relativizar nossa Felicidade, se dividirmos o nosso Tempo como na mensagem acima, se não pensarmos em mudar o nosso <em>Status Quo</em>, quando em Felicidade.. Então estou certo estaremos e Seremos Felizes. A alegria é Estar&#8230; A Felicidade é Ser!</p>
<p> Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 22:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que a Vida é algo “Maravilhoso”  acho que não se questiona muito. Na sua imensa maioria os seres vivos defendem a sua vida e a querem prorrogar ao máximo, seja por instinto ou racionalmente, queremos viver mais e mais&#8230;  se a Vida é uma Dádiva ou um Acaso, pouco Caso faz para muitos, mas quanto [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/em-defesa-do-planeta-2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic34" >
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Que a Vida é algo “Maravilhoso”  acho que não se questiona muito. Na sua imensa maioria os seres vivos defendem a sua vida e a querem prorrogar ao máximo, seja por instinto ou racionalmente, queremos viver mais e mais&#8230;  se a Vida é uma Dádiva ou um Acaso, pouco Caso faz para muitos, mas quanto ao Ocaso, aí preocupa a tantos “humanos”.<span id="more-872"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Neste texto não vou argumentar as ideias: Dádiva ou Acaso. Esse tema pode ser lido no meu texto, “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank">A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</a>” o que pretendo aqui é polemizar a Relação do homem com a natureza em épocas passadas e a diferença que ocorre a partir da modernidade, e a sua preocupação com o Ocaso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O homem há poucos milhares de anos atrás tinha um convívio e harmonia com a natureza que poderíamos dizer que ele sentia-se parte da natureza, o ser humano contemplava aquela Natureza e até a reverenciava. Ele, ainda que intuitivamente,  sabia que fazia parte desse Todo que os gregos antigos diziam:  <em>physis</em>. O homem, a natureza, os deuses gregos, tudo era imanente ao <em>cosmos. </em>Dessa maneira sabia-se que um estava ligado ao outro,  nasceram juntos, eram irmãos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje quando falamos e pensamos na natureza, muitas vezes nos vemos refletindo quanto aos animais, as florestas, o ar com sua “quantidade certa” de oxigênio respirável para o ser humano, a água, etc. Mas será que estamos pensando na Natureza, na ecologia no sentido amplamente planetário ou será que estamos pensando em nós mesmos? Bem, que nós somos os seres vivos que mais influíram na Natureza, em todos os tempos do planeta, parece algo verdadeiro. Nós não só influímos na natureza como a transformamos, a modificamos, a exploramos como se fosse algo exclusivamente posto aqui para Nós esses animais onipotentes e egocêntricos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Portanto se faz necessário que esses animais onipotentes façam alguma coisa para não deixar escapar a Sua Fonte de Vida. É óbvio que quem transforma e/ou explora alguma coisa deve fazer algo para não acabar definitivamente com a sua Fonte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os homens observam os animais  na natureza e muitas vezes se perguntam: que estranhos são esses animais, o que é que se passa pela cabeça deles? Fazem essas perguntas sem perceber que os estranhos não são os animais, somos nós. Nós somos os estranhos, somos os diferentes em muitos aspectos, ainda que guardemos muito de nossa animalidade, estamos em um processo de “humanização” deixando nosso território animal e entrando no novo território humano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Planeta Terra está aí há 4 bilhões de anos, diversas espécies já passaram por aqui, algumas precisaram acabar para que outras proliferassem, se algumas daquelas espécies não tivessem sido extintas, é provável que nós não estivéssemos aqui. E quem poderia afirmar que para outras espécies virem a existir aqui no Planeta não seria necessário que nossa espécie fosse embora?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nós queremos, isto sim, é nos perpetuarmos no planeta. É lógico que temos que cuidar da natureza, é claro que Nós os maiores exploradores e destruidores de todos os tempos desse Planeta, precisamos cuidar para que ele não acabe por nós mesmo, mas não podemos pensar, como é  praxe no pensamento, que estamos cuidando para as futuras gerações. Acho que o nosso pensamento deveria estar pautado em outros termos. Será que vamos acabar com o planeta de uma forma que nenhuma vida mais seja possível?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A nossa espécie é apenas uma, das milhares, que passaram ou passarão pelo planeta, mas as outras espécies extintas não acabaram com o planeta. Houve situações naturais que o fizeram, mas a natureza, como sábia,  deu nova Vida no Planeta e ao Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355841732616059906" style="float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SlPFrenK_AI/AAAAAAAAAVw/8tUkFNeYxKI/s200/michael_jackson_.jpg" border="0" alt="" width="128" height="120" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333333;">Acabamos de assistir pela televisão transmitido para todo o Planeta pela TV norte-americana uma espécie de show-tributo-velório do maior cantor dançarino pop do mundo, Michael Jackson, algo até então nunca antes visto e transmitido dessa maneira.<span class="fullpost"> <span id="more-191"></span></span></span></div>
<div><span class="fullpost"> </span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="fullpost"><span style="color:#333333;">Tive a oportunidade de assistir partes de velórios de famosos como o da princesa Diana que teve uma das maiores audiências televisivas do mundo até então, cerca de 2,5 bilhões de televisores ligados por este motivo. No caso de Maicon Jackson é provável que essa marca tenha sido ultrapassada.</span><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;"><strong><br />
</strong><br />
</span></span>È claro que um show-tributo-velório destes marca mais uma divisão de águas e que é digna de um homem-show como foi o Maicon Jackson, ele divide a música em épocas e agora tivemos a “oportunidade” de ver uma nova divisão de águas na transmissão televisiva, a transmissão de um velório-show-tributo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra das transmissões televisivas que marcaram como divisão de águas foi a da guerra do golfo mostrada ao vivo para todo o mundo, uma espécie de espetáculo catastrófico e negro da história da humanidade e que se transmitia mostrando os céus iluminados pelos projetes e mísseis que pareciam inocentes fogos pirotécnicos. Imaginemos se tivéssemos tido a oportunidade de ver ao vivo as bombas de Hiroshima e Nagasaki sendo lançadas pelos americanos nessas cidades japonesas?</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não quero falar contra a espécie de tributo que foi prestada ao Maicon Jackson, pelo contrário eu até gostava dele enquanto o artista que foi, acredito que quem fez ele ser o cara que foi no sentido da grande emoção que conseguia passar nos seus videoclipes e shows, foi a sua própria família e principalmente seu pai que lhe “propiciara” tanto sofrimento e surras como o próprio astro declarava em suas entrevistas. Essa magoa, traumas e a perda da infância lhe “proporcionaram” a eterna infantilidade que ele não pôde viver na sua verdadeira época.</p>
<p style="text-align: justify;">Não quero falar do homem Maicon, quero falar e lembrar de um astro pop, que será inesquecível como tantos outros que passaram por este planeta o foram. Maicon Jacson fez história.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o objetivo principal deste texto é lembrar o que a Indústria Cultural fez e faz com as oportunidades, umas que surgem outras que são criadas por ela própria. Não foi e não será diferente com Maicon Jackson. Brevemente veremos DVDs sendo vendidos sobre esse episódio e sobre a história do astro.</p>
<p style="text-align: justify;">A Industria Cultural de fato não perde tempo. Desde seus primórdios, principalmente com a rádio e agora de forma triunfal com a televisão, tivemos a “chance” de ver a confusão entre realidade e ficção. A Industria Cultural pretende nos infantilizar a propósito foi esse o grande diferencial humano de maicon, ser uma eterna criança. Quando somos crianças bastam “doces” para nos alegrar depois de uma tristeza qualquer&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Maicon Jackson foi este homem-show, infantil, que com um grande coração queria sempre ver as crianças felizes, brincando e sorrindo com ele. Fizeram de uma criança desde os 5 anos de idade, tornar-se um “homem-adulto” antes da hora, ter responsabilidades e um trabalho que ele aprendeu a amar de tal forma que com suas próprias palavras “se fosse possível eu dormiria nos palcos”. È&#8230; Maicon Jackson foi mesmo um homem e um menino, uma duplicidade, uma criança-homem no palco e um homem-criança fora do palco.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu me diverti com Maicon Jackson, dancei suas músicas, assisti aos seus videoclipes, mas fico pensando quando separo o artista da pessoa, será que Maicon preferiria essa vida se pudesse ter escolhido outra? Ele era um prisioneiro dentro de sua mansão, era um homem que não podia viver no sentido mais amplo da palavra. Muita gente acha que ter dinheiro é o mais importante e que o resto vem com ele, mas como? Ter dinheiro e não poder usufruir? O que adianta ser criança e não poder brincar como criança, ou pior, ser homem e não poder viver como homem?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, amigo leitor gostaria de finalizar fazendo uma pequena analogia. Da mesma forma que quando a infância é “quebrada” é um problema para o resto da vida daquela pessoa; ocorre o mesmo quando um homem é “desmontado” e torna-se criança ou infantiliza-se por toda a sua vida através das “informações” e transmissões da Industria Cultural que lhe “entretém” todos os dias com novelas, “jornalismos” e com programas que se misturam entre realidade e ficção confundindo nossa identidade como se confundem eles próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a Indústria Cultural não se importa com quem ou para quem está transmitindo. O que importa é o resultado, o Lucro que qualquer Industria almeja&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<span style="color:#333333;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 21:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Este texto terá mais perguntas do que respostas, desde já agradeço ao leitor que queira contribuir com um comentário ou venha a ajudar com alguma eventual resposta ou mesmos com novas perguntas. Começamos então com alguns questionamentos: Se o Mundo nunca acabasse e se o homem conseguisse ser eterno no Planeta o que isso acarretaria? [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343964805407664402" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 149px; height: 106px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SimTrU6DaRI/AAAAAAAAAUo/6flatycBjvE/s200/homem+robo+criando+robos.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333333;">Este texto terá mais perguntas do que respostas, desde já agradeço ao leitor que queira contribuir com um comentário ou venha a ajudar com alguma eventual resposta ou mesmos com novas perguntas.</p>
<p>Começamos então com alguns questionamentos:<span id="more-183"></span></p>
<p></span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#333333;">Se o Mundo nunca acabasse e se o homem conseguisse ser eterno no Planeta o que isso acarretaria?</p>
<p>A possibilidade da eternidade no Planeta seria uma dádiva ou maldição?</p>
<p>Bem, se pensarmos seja no magistério da Fé, ou ainda no da Ciência, são poucas as pessoas que não ambicionariam a eternidade. Certamente as pessoas religiosas pleiteiam a eternidade no pós-vida material; as pessoas não religiosas ou que não creiam em uma vida espiritual também desejariam uma eternidade aqui mesmo neste Planeta ou em outro planeta para o qual possamos viajar no futuro.</p>
<p>Notamos facilmente que até mesmo pessoas religiosas, ainda que não questionem ou reflitam os seus dogmas religiosos relativos ao pós-vida, querem prolongar a vida aqui na terra ao máximo possível. Dificilmente encontramos pessoas relativamente jovens que digam de coração sincero: &#8211; “viver é bom mas eu preferiria já estar na outra vida&#8230;”</p>
<p>Bem amigo leitor, independentemente da religião de cada um, na maioria das vezes queremos prolongar nossa vida aqui na Terra o quanto seja possível, aliás não é por isso e para isso que buscamos nos alimentar bem, fazer exercícios, lazer e até mesmo cuidar da vida espiritual? Alguns vão dizer: &#8211; “eu faço isso para viver melhor, não para aumentar o meu tempo de vida neste planeta”. Bem, isso é verdade sei que há pessoas que pensam assim, mas esses são poucos.</p>
<p>Fizemos com que a Vida Humana fosse prolongada, e isso está ocorrendo aos poucos no Planeta. A vida humana de fato está se prolongando na Terra. Hoje temos, ainda que para poucos, poucos mesmo! Uma condição de habitação, alimentação, saúde, condições hospitalares, operações cirúrgicas, transplantes, medicamentos, vitaminas, academias, diversos locais para o lazer, e possibilidade de viagem do hemisfério que esteja frio para o quente ou vice-versa em poucas horas. E tantas outras condições materiais que de fato fazem com que algumas pessoas possam viver melhor e durante mais tempo.</p>
<p>A prova disso é o problema com a previdência que já está ocorrendo em vários países no mundo. A média de estimativa de vida está subindo verdadeiramente e progressivamente a cada década, a cada ano que passa.</p>
<p>Há paises desenvolvidos que a idade média é muito alta, muito alta mesmo e são tantos aposentados que o risco de “quebra” da previdência já é eminente .</p>
<p>Como seriam as condições quanto à previdência (aposentadoria) para um homem eterno?</p>
<p>Já temos hoje esse problema com a Previdência. E isso só pelo fato da vida humana está durando mais, imagine se a vida fosse eterna aqui no planeta, como seria? Ou não haveria condições de aposentadoria e você teria que trabalhar eternamente, ou você morreria por não ter condições de se alimentar e subsistir (lembremos que mesmo máquinas precisam de energia e manutenção) e assim de qualquer maneira acabaria com a possibilidade de sua eternidade.</p>
<p>Aí está um bom motivo para procurar trabalhar em algo que você ame mesmo fazer, imagine ter que trabalhar toda a eternidade em algo que não lhe dê prazer? Então independentemente de sua eternidade procure fazer isso desde já, que tal?</p>
<p>Outra questão que devemos lembrar que provavelmente ocorreria em algum momento, se é que já não esteja ocorrendo, ainda que por outros motivos, é a questão da natalidade controlada rigorosamente devido ao excesso de humanos que passariam a existir neste nosso planetinha azul, aliás será que ele continuará azul? O mundo era imenso, mas está “cada dia menor”. Se não passássemos a um controle rigoroso, viveríamos como ratos uns sobre os outros&#8230;</p>
<p>No início do século XIX, aproximadamente em 1802, éramos “apenas” 1 bilhão de habitantes. Hoje somos em 6,6 bilhões (6.600.000.000) de habitantes, nossa população está em explosão demográfica desde a Revolução Industrial que começou na Inglaterra em meados do século XVIII. Há uma estimativa que no final deste século XXI a população mundial atinja a extraordinária quantidade de 11 bilhões (11.000.000.000) de pessoas vivas no Planeta Terra.</p>
<p>Qual seria a quantidade de humanos que estariam aqui no Planeta, quando e se alcançássemos a possibilidade da eternidade? Como seria o planeta com a eternidade, um mundo de idosos? Ou, eternos jovens? Em que momento pararíamos o nosso envelhecimento? Com que idade conservar-nos-íamos. E as crianças e os velhinhos como iriam ser tratadas? Quantos seriam?</p>
<p>Outra questão para considerarmos é a questão econômica, qual seria o limite de crescimento imposto e quem controlaria esse crescimento? A possibilidade de prosperidade se daria para um percentual menor ainda do que se dá hoje? E o pior: nem todos poderiam ser eternos?</p>
<p>Sabe-se hoje que muitos morrem sedo, por não terem condições mínimas de saneamento básico, alimentação, moradia etc, isso é um fato para a maioria da população mundial, de qualquer maneira morrem mas sabem que os outros (“ricos”) morrerão também, mas saber que outros serão eternos enquanto você vai morrer é outra coisa.</p>
<p>Como ficariam as questões dogmáticas religiosas?</p>
<p>Como seria para as pessoas que tem fé na vida após a vida saber que poderiam optar em se manter aqui eternamente ou morrer para nascer na vida espiritual? É provável que, como vimos, essa vida eterna na Terra não seria para todo mundo, só para um grupo privilegiado que conseguisse alcançar as condições financeiras necessárias para a eternidade terrena e esses teriam que decidir seus destinos&#8230; Ficar aqui ou ir para o “milagre-surpresa” do pós-vida? Esses “privilegiados”, teriam que escolher o seu destino: A Vida Eterna na Terra, ou A Vida Eterna na Espiritualidade (e sem saber que vida teriam lá&#8230;)</p>
<p>Estou começando a achar que o paraíso é mesmo para os “pobres” e que é mais fácil um Rico passar pelo buraco de uma agulha do que entrar no Céu.</p>
<p>Em fim, será que a Natureza ou Deus não sabe o que faz? Creio que seja melhor, nascer, crescer, viver, aprender e depois morrer. Assim se dá chance a novos seres humanos nascerem, viverem e morrerem. Esse é um processo natural da Vida e é um aprendizado dos mais profundos que se possa imaginar. Desse Jeito nós refletimos, e pensamos de maneira não egoísta, tive a minha chance, agora é a vez das novas gerações&#8230;</p>
<p>Você ainda quer ser eterno? Bem, procure fazer algo para a humanidade, algo que faça as pessoas lembrarem de você, os seus filhos, os seus netos e outras gerações, assim você será eterno. Plante uma árvore, escreva um livro, tenha um filho, ou pelo menos poste um comentário neste artigo&#8230;</p>
<p>Abraços do</p>
<p></span> <span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Benito </span><span style="color: #000000;">Pepe</span></span><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><br />
<span style="color:#333333;">P.S. Dedico este texto ao amigo Vicemar Barbosa</p>
<p></span><strong><span style="color:#333333;">Links relacionados:</span></strong></span></div>
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</span></strong></span></div>
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<span style="color: #0000ff;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank">A origem do Universo e da Vida&#8230;</a></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><br />
</strong></span></div>
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<div style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/01/origem-do-dia-dos-mortos-dia-de-finados-2-de-novembro/" target="_blank">Origem do dia dos Mortos&#8230;</a></strong></div>
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<p></span></div>
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<div style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank">O tempo está passando mais rápido?</a></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><br />
</strong></span></div>
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<div style="text-align: justify;"><span class="fullpost"></p>
<p></span></div>


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		</item>
		<item>
		<title>A origem do Universo e da Vida (há vida só aqui na Terra?)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apostilas Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em Universo e Vida vem à nossa mente de forma inevitável a pergunta: Estamos sozinhos no Universo ou há vida em outros lugares além do Planeta Terra? Vou colocar para reflexão inicial uma frase de Carl Sagan: &#8211; &#8220;Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300901362459780242" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 140px; height: 104px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SZCVtCrMpJI/AAAAAAAAANQ/hTkBHuKa38Q/s200/bigbang.bmp" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;">Quando falamos em Universo e Vida vem à nossa mente de forma inevitável a pergunta: Estamos sozinhos no Universo ou há vida em outros lugares além do Planeta Terra?<span id="more-133"></span><span class="fullpost"> </span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;">Vou colocar para reflexão inicial uma frase de Carl Sagan: &#8211; &#8220;Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. Em qualquer dos casos, a conclusão é assombrosa.&#8221; Em outras palavras: Da mesma maneira é fascinante, pensarmos que estamos sozinhos neste universo ou pensar que haja outras vidas em outros planetas ou “corpos” celestes no cosmos&#8230;</div>
<div style="text-align: justify;">Amigo leitor só há essas duas possibilidades estamos sozinhos no cosmos e isso seria um “desperdício de espaço” incrível, ou estamos acompanhados. Não é realmente fascinante qualquer que seja a situação?</div>
<p>Bem, vamos começar. Primeiramente temos que entender o que é Universo e o que é Vida.<br />
O que você acha que é o Universo? O que você pensa que é Vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Universo é tudo o que existe (ponto). É isso mesmo, para que não haja dúvida e falem em Universos paralelos, outras dimensões etc. Portanto tudo o que houver é o Universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se falar em o que é “Vida” já é mais complicado, no entanto podemos dar algumas características pelo que a ciência conhece nos dias de hoje sobre o que seja vida: em princípio “toda vida tem que ter células”, aliás a célula bacteriana foi provavelmente a primeira forma de vida no Planeta, daí teríamos tido uma evolução e diversas outras formas de vida foram surgindo saindo inicialmente do Mar. Esse é um fato aceito pela maioria dos estudiosos da origem da Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato também que a vida é uma soma de outras vidas, como sabemos nosso organismo é composto por células. Interessante também é lembrarmos que muitos dos seres vivos animais devoram outros seres vivos para Viver, e é o nosso caso: nos alimentamos de outros animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, filosoficamente falando, com relação ao homem abrimos um outro ponto: o homem é um ser diferente, pois é um ser que pensa o Ser. É um ser que pensa a existência, pensa a vida, pensa a morte, pensa o cosmos. Essa é sem dúvida uma experiência que poucos seres no universo têm, ou seremos só nós? Ao menos no Planeta terra, somos só nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvemos: “Conhecimento Vulgar”, Cultura, Religião, Filosofia, Ciência. E com o desenvolvimento de nossa capacidade de emitir sons, falar, através de um canal de nosso aparelho digestivo: a boca; pudemos desde tempos remotos transmitir “conhecimentos”; depois desenvolvemos a Escrita Cuneiforme (4000 a.C) o alfabeto (+ ou – 1000 a.C) e assim passamos a disponibilizar de maneira “eterna” nossos “conhecimentos” para todas as gerações; desenvolvemos a imprensa com Gutenberg (séc XV) e assim multiplicamos os leitores; e por fim agora com a Internet distribuímos o “conhecimento” de uma maneira inimaginável até então.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltemos ao tema: Vida! Não podemos determinar claramente o que é vida. Há grupos místicos ou religiosos que afirmam que a vida está em tudo&#8230;. não podemos esquecer o transcendente ainda que filosoficamente. Devemos ter grande respeito ao que nos transcende: <strong>o</strong> <strong>Universo</strong> nossa origem cósmica (somos poeiras das estrelas). <strong>A</strong> <strong>terra</strong>, muito menos ela, pode ser desprezada. Somos parte da natureza quanto a isso não há dúvida, temos em nosso organismo vários dos componentes contidos no planeta Terra: Oxigênio (65%), Carbono (18,5 %), Hidrogênio (9,5%), Nitrogênio (3,2%), e tantos outros metais encontrados na natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que somos poeira das estrelas? Bem, o fato é que sabemos que nebulosas formam estrelas e as “poeiras” que darão origem àquela estrela podem ter sido já o resíduo (a poeira) de outras estrelas. Cada estrela que “morre” deixa elementos mais pesados que a anterior, cada nova geração tem portanto as condições e quantidades maiores de elementos químicos que podem possibilitar a Vida. O nosso Sol por exemplo é de terceira geração ou seja morreram antes dele surgir duas gerações de estrelas que deixaram elementos químicos mais pesados uma para as outras e que possibilitaram a vida nesse resíduo de “poeira” que desenvolveu a nossa Estrela, o Sol e o Planeta Terra.</p>
<p>Como diz Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabemos que tudo o que existe no nosso universo (e também nós mesmos) é constituído de minúsculas partículas de matéria e de energia, e que forças naturais atuam sobre essas partículas, aglomerando-as para formar tudo o que existe. Porém, hoje não existe mais distinção entre matéria e energia. Segundo Einstein, matéria e energia são dois estados diferentes de uma mesma “substancia quântica universal”. Os conhecimentos científicos atuais parecem, portanto, convergir com os da filosofia antiga, que afirmam que tudo o que existe deve provir de uma única fonte. (2004, p.9).<br />
</em><br />
Há um ponto que precisamos refletir quanto a nossa origem e quanto à natureza e o nosso esquecimento de imanência (pertencimento) a ela. Para corroborar com esse pensamento cito um trecho que menciono no tópico: <a href="http://benitopepe.com.br/2009/01/28/a-astronomia-e-o-esquecimento-do-ceu-4-3/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">A Astronomia e o Esquecimento do Céu</span></a>, também postado por mim. Brockelman diz:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que perdemos, portanto, foi a habilidade de ver nossa vida como parte de uma ordem e uma realidade mais amplas, para além de nossos transitórios desejos e sonhos diários. Ao ver a natureza e todo o universo como uma “matéria” posta aqui para nossa transformação e uso infinitamente produtivos, reduzimos a realidade a um mero valor extrínseco para nós; ela não é mais vivenciada como intrinsecamente valiosa em si. Por conseqüência, perdemos todo senso de pertencer a um drama e a uma realidade mais vastos e significativos. (2001, p.23)<br />
</em><br />
Quanto a essa questão da origem do universo e/ou da vida, há diversos “grupos” espalhados pelo planeta que em épocas distintas da história da humanidade tiveram e têm seus próprios “mitos” de criação (quando falo em mito refiro-me a palavra grega <em>mythos</em>, que tem um sentido muito mais amplo). Vide o nosso exemplo do mundo ocidental com origem Judaico-Greco-Romana-Cristã. Não vamos entrar nesse ponto, até porque este não é um artigo religioso, mas quero lembrar que são inúmeros estes relatos da origem do Universo e da Vida. Mas, no mínimo, devemos respeitar os nossos antepassados e as idéias quanto ao Criacionismo.</p>
<p>Falando “cientificamente” temos em uma <strong>Linha do Tempo da Criação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No “inicio” era a Singularidade infinita (um ponto &#8211; há 13,7 bilhões de anos atrás);</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros micro-segundos as forças gravitacionais e nucleares se separam;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 1 e 3 minutos a Matéria surge em partículas, juntamente com o hélio e o hidrogênio;</p>
<p style="text-align: justify;">300.000 anos depois: hidrogênio e hélio formam nuvens encaroçadas;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre e 1 e 5 bilhões de anos: forma-se cerca de 50 bilhões de galáxias;</p>
<p style="text-align: justify;">8 bilhões de anos depois surge o Sol e os planetas do sistema solar;</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns bilhões de anos depois surge a Vida na Terra, no inicio apenas formas microscópicas;</p>
<p>Entre 3 e 4 bilhões de anos atrás: DNA, fotossíntese, e regeneração sexual;</p>
<p>Há 700 milhões de anos surgem as criaturas multicelulares no oceano;</p>
<p style="text-align: justify;">Há 550 milhões de anos os primeiros moluscos de concha aparecem, também novas formas de vida marinha como peixes e animais mamíferos surgirão daí;</p>
<p>400 milhões de anos, a vida emerge do oceano;</p>
<p style="text-align: justify;">Há 235 milhões de anos, aparecem os dinossauros; [há 65 milhões de anos são extintos os dinossauros que viveram aqui durante 170 milhões de anos – nós só estamos aqui há 2 milhões.].</p>
<p>Há 216 milhões de anos, aparecem os primeiros mamíferos;</p>
<p style="text-align: justify;">210 milhões de anos atrás, ocorre a ruptura da pangéia e formação de continentes;</p>
<p style="text-align: justify;">2,8 milhões de anos surgem os primeiros humanos: <em>Homo habilis</em>.</p>
<p>1 milhão de anos – o <em>Homo erectus</em>.</p>
<p>Entre 200 e 300.000 anos atrás – Arcaico <em>Homo sapiens</em>.</p>
<p>Hoje “a ciência vê o Todo na nova cosmologia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em se falando em “ver o Todo”, não poderíamos deixar de mencionar a física quântica e quanto a isso cito o que diz Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vistos no plano atômico, todos os corpos que constituem o universo do ser humano possuem um comportamento dinâmico de troca de partículas. Os átomos que estão agregados aos corpos não são permanentes. Eles fluem constantemente através dos corpos sólidos: a pedra e o corpo físico humano compartilham os mesmos átomos. (&#8230;) Como os átomos fluem constantemente de um corpo para outro, a separação entre os corpos é, portanto, ilusória. Mesmo que o ser humano queira, não pode se isolar dela e de nada. (2004, p.20).<br />
</em><br />
Bem amigo leitor, uma coisa é certa: o milagre de ser é impressionante. Apesar de nem sempre termos sido o que somos hoje, nós Somos! E no amanha&#8230; o que Seremos?</p>
<p>Abraços do <strong><span style="color: #888888;">Benito Pepe</span></strong></p>
<p><strong>Links relacionados com esta postagem:<br />
</strong><br />
<span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/28/a-astronomia-e-o-esquecimento-do-ceu-4-3/comment-page-1/" target="_blank">A Astronomia e o Esquecimento do Céu.</a></span></p>
<p><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/04/a-estrada-do-tempo-e-da-vida/" target="_blank">A Estrada do Tempo e da Vida.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #00ccff;"><br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/28/do-mito-a-filosofia-o-caso-da-astronomia-capitulo-2/" target="_blank">Do Mito à Filosofia, o Caso da Astronomia.</a></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/31/consideracoes-finais-quanto-ao-texto-%E2%80%9Ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%E2%80%9D/" target="_blank">Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instancias em que o thauma aparece”</a></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências Bibliográficas:<br />
</strong><br />
ANDREETA, José Pedro. Quem se atreve a ter certeza? : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<div style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. Cosmologia e criação: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</div>


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