<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Benito Pepe -  Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos &#187; Estética</title>
	<atom:link href="http://www.benitopepe.com.br/tag/estetica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.benitopepe.com.br</link>
	<description>Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing, Gestão de Empresas, Treinamento de Equipes, Palestras e Assuntos da Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Sep 2010 01:44:48 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 16:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=151</guid>
		<description><![CDATA[
Continuando e concluindo esse texto...

Na contemporaneidade as obras e a estética passam a ser mercantilizadas em vários aspectos na sociedade, não só nas obras de arte, como sabemos, pois esta teve várias fases e sempre dependia de alguma maneira dos “investidores” para que ela pudesse existir. Houve a época que eram as religiões, outras que [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”'>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/01/23/o-fenomeno-a-fenomenologia-e-a-astronomia-na-contemporaneidade-capitulo-4-%e2%80%93-introducao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Fenômeno, a Fenomenologia e a Astronomia na Contemporaneidade (capitulo 4 – introdução)'>O Fenômeno, a Fenomenologia e a Astronomia na Contemporaneidade (capitulo 4 – introdução)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307894555428651170" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 168px; height: 103px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/Salt-cmOAKI/AAAAAAAAAPo/6P_zvVw80Ro/s200/mulher_celular.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%E2%80%9Cprodutos-e-servicos%E2%80%9D/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Continuando e concluindo esse texto..</strong></span></a>.</span><a href="http://www.benitopepe.com/2009/02/arte-e-estetica-contemporanea-no.html"><br />
</a><br />
<span style="color:#333399;">Na contemporaneidade as obras e a estética passam a ser mercantilizadas em vários aspectos na sociedade, não só nas obras de arte, como sabemos, pois esta teve várias fases e sempre dependia de alguma maneira dos “investidores” para que ela pudesse existir. Houve a época que eram as religiões, outras que foram os governos, e agora é, em muitos casos, o valor de mercado gerado pelo capitalismo.<span id="more-151"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#333399;">Conforme comenta Chaui (2005)</span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Para que a autonomia das artes viesse a acontecer foi preciso que o modo de produção capitalista dessacralizas-se o mundo e laicizasse toda a cultura, lançando todas as atividades humanas no mercado. Isso significou, porém, que livres do poder religioso e do poder político, os artistas se viram a braços com o poder econômico. Ao se livrarem do valor de culto, as obras de arte foram aprisionadas pelo valor de mercado. (p.274).<br />
</em><br />
Comento agora nestes dois próximos tópicos, um pouco sobre a beleza estética tanto na humanidade quanto em produtos de consumo e sua mercantilização. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<p><strong>1.5.2. Nos seres humanos</strong></p>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Vimos recentemente nos noticiários, que uma “modelo” veio a falecer vítima de anorexia porque se julgava fora dos padrões estéticos em sua categoria. Ela já estava magérrima com seus cerca de 40 kg e 1,74 metros de altura, mas se acreditava fora das “medidas”. Isto nos mostra com tal clareza o quanto é inescrupuloso tais pensamentos com relação à estética humana e sua mercantilização, que é formada por diversos e diferentes grupos, cada qual com seus “valores” estéticos e interesses econômicos. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">É interessante relembrarmos que houve épocas que o padrão estético e de beleza estava nas “gordinhas”. Isto nos mostra que os valores humanos quanto à sua beleza variam com a época, e sabemos que dependem também da cultura de um certo povo, encontramos diversas culturas com padrões que, nós ocidentais, chamaríamos de esdrúxulos. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Mas o principal ponto que gostaria de destacar, é que na contemporaneidade se vê com toda a facilidade gente e mais gente. Humanos e mais humanos que entram em cirurgias e mais cirurgias estéticas em busca de uma perfeição apolínea. Não pretendo tecer opiniões quanto a isto, mas acho que a “industria da beleza” está bem satisfeita, e a cada dia, se lançam mais e mais cosméticos em busca dessa beleza&#8230; tanto quanto novas e mirabolantes “técnicas” de se fabricar esta tão esperada beleza estética humana. Esses humanos&#8230;. (!) </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<p><strong>1.5.3. Nos produtos de bens de consumo </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div style="text-align: justify;"><strong> </strong><span style="color:#333399;">A mercantilização da estética se dá em vários aspectos da sociedade contemporânea como dissemos, não só na arte por essência, mas em diversos produtos que são feitos de maneiras a “encantar” este povo, tanto quanto nos produtos abstratos repassados pela televisão. Sejam eles programas inúteis, ou até mesmo jornalísticos disfarçados de úteis. Como diz Chaui a realidade parece fictícia e a ficção parece realidade. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Precisamos aqui fazer uma pequena distinção entre desejos e necessidades, esta é algo oriundo nos seres humanos, tais como: necessidade de alimento, locomoção, e comunicação por exemplo, mas para satisfazê-las não precisamos comer um caviar ou um pescado que custa centenas de euros em um restaurante francês, não precisamos de um automóvel de ultima geração para nos locomover, e para nos comunicar não precisamos de um celular ultramoderno, que o falar através dele, é o menos importante tão requintado que é este aparelhinho de nossos dias. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Tudo isto são desejos criados por uma “industria cultural” mercantilizada, em que se usa da estética e da tecnologia, para cada vez mais aprimorar o “embelezamento” dos produtos de consumo. Porém essas técnicas também vieram a facilitar a vida do homem moderno e do contemporâneo, não se pode negar a facilidade que se alcançou e se alcança com tudo isto. Mas é preciso se separar e distinguir o que é belo do que é simplesmente útil. E foi isto que começou a ocorrer desde o final do século XIX e durante o século XX. Mas muitas vezes podemos ver nos dias de hoje, e em todo lugar, coisas que unem o belo ao útil. Chaui (2005) diz </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Os objetos produzidos com base no design indicam que foram concebidos com a preocupação de que, além de úteis, também sejam belos. No entanto, é possível distinguir entre esses objetos técnicos e as obras de arte.<br />
A diferença entre obra de arte e os objetos técnicos está em suas finalidades: a obra de arte é expressiva, o objeto técnico, ainda que belo, é funcional. (p.277).<br />
</em><br />
Como nos relembra Chaui, também é importante salientar que “as artes são vistas como <em>trabalho da expressão</em> e mostram que, desde que surgiram pela primeira vez, foram inseparáveis da ciência e da técnica.” (p.276). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Mas agora a <em>aura</em> é perdida através da <em>reprodução técnica</em> que, como nos diz Chaui, “permite a existência do objeto artístico em série e que, em certos casos, como na fotografia, no disco e no cinema, torna impossível distinguir entre o original e a cópia, isto é, desfaz as próprias idéias de original e cópia.” (p.279). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Isto ocorre também com todos os objetos de consumo que poderíamos chamar de “obras de arte vulgarizadas ou massificadas”, pois são o resultado de uma comoção mundial – refiro-me ao mundo ocidental capitalista &#8211; ao belo e útil, muitas vezes com até mais beleza do que utilidade propriamente dita, mas que emocionam, que apaixonam as pessoas a adquirirem tais produtos dotados de tanta beleza e tecnologia que na realidade tornam-se objetos para serem contemplados admirados e muitas vezes pouco utilizados em sua plena totalidade. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Estes produtos são feitos em série para as pessoas que os adquirem ou seja a massa. Como nos diz Chaui massa “É um agregado sem forma, sem rosto, sem identidade e sem pleno direito à cultura” (p.291). Ou seja pensa-se estar adquirindo este ou aquele produto para se sentir dentro de um grupo social e de certa maneira ser diferente e personalizado, mas na verdade se é massa, ou seja é coisa que não se distingue. É a massa “inculta”. Pois a industria cultural, introduz a divisão social entre elite “culta” e esta massa “inculta”. </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Em conseqüência temos a idéia de <em>mass media</em> ou os meio de massa que são utilizadas pela televisão e pelos diversos <em>meios</em> de comunicação. A mídia como é usada no Brasil, é o moldador desta massa. Se há massa é necessário “moldá-la”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como há pessoas para adquirem tantos produtos e cada vez mais produtos são lançados e a indústria não pode parar de produzir – pois faz parte da engrenagem capitalista – não há o interesse em se fabricar produtos duradouros, ao contrário estamos na era dos produtos descartáveis. Estamos na sociedade pós-industrial ou pós-moderna, é a “sociedade do descarte” como nos diz Chaui. Para fazer um trocadilho com o nome do nosso grande pensador que talvez tenha dado início a todo um modernismo que vem desaguar onde nos encontramos hoje, ou seja, Descartes; pois bem, será que ele poderia imaginar o que viria a ocorrer no século XX ou XXI, e o sentido desse trocadilho em português? O filósofo Descartes e a “sociedade do descarte”.(?) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Tudo é produzido para uso temporário e imediato, não se vende mais o produto necessário e útil, mas os <em>desejos</em> criados pela mídia. Os produtos são mais “belos” do que úteis. Mais desejado pelo inventivo status que apresentam, como sucesso, prosperidade, segurança, juventude, beleza pessoal, atração sexual, do que pela real necessidade do sujeito que aqui não é sujeito é massa. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">O marketing portanto elabora a criação dos desejos nesta massa, eticamente ele deveria identificar a necessidade e os desejos das pessoas e ai sim criar produtos para satisfazer esta necessidade e estes desejos. Assim na verdade o que temos são indivíduos que se tornam produtos. Vejamos e pensemos o tanto de coisas que carregamos quando saímos para trabalhar e até mesmo para o lazer, por que precisamos de tantas coisas? E o pior, tem que ser de tal marca.</span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">A imagem passa a nos perseguir. Como somos mercadorias ambulantes, como nos diz Chaui (2005) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>A propaganda passa a estimular imagens de indivíduos vencedores na competição instituída pelo mercado de trabalho: roupas, calçados, bolsas e pastas de grife, sabonetes, perfumes e desodorantes que sugerem requinte e glamour, cosméticos de marcas famosas, etc., passam a constituir o próprio corpo do individuo, formam sua imagem como uma espécie de segunda natureza ou de máscara colada em sua pele. (p.295).<br />
</em><br />
É aí também que se tem a idéia de dividir a sociedade em classes sócias e os programas de mídia, radio, televisão, jornal, revistas entre outros passem a programar seus horários e interesses de acordo com os patrocinadores e os vendedores destes “produtos” nos dois sentidos: tanto os produtos fabricados no próprio sujeito como os para pôr neste produto fabricado chamado “sujeito”. De acordo com seus interesses. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como nos diz Chaui, nós precisamos ser mantidos infantis e desta forma mais desejos de satisfações constantes, em outras palavras, precisamos toda hora de uma “balinha” de um docinho como crianças insaciáveis e pior sem maturidade. Não é interessante que reflitamos, que tenhamos críticas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Diferentemente do que a obra de arte, que nos faz refletir, pois é necessário um trabalho sensorial para compreendê-la, amá-la, criticá-la, nos produtos industriais em série e condicionados em nossa mente não com seus “valores” intrínsecos mas seu “valor” de imagem, não é necessário nenhum esforço. É sem dúvida mais fácil se alcançar os objetivos da mídia desta maneira. </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Como comenta Chaui (2005) </span></div>
<div><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Como os meios de comunicação nos infantilizam, diminuem nossa atenção e capacidade de pensamento, invertem realidade e ficção e prometem, por intermédio da publicidade, colocar a felicidade imediatamente ao alcance de nossas mãos, acabam nos transformando num público dócil e passivo. (p.299)<br />
</em><br />
Entendemos assim porque produtos e mais produtos nos fascinam tanto. Diferentemente de obras de arte sublimes e que exigem de nossa mente tanto esforço para compreendê-la, pois como somos doutrinados ou adestrados para de tal forma não entendê-la, ou não se interessar por ela, será que precisamos, portanto, nos libertar desta caverna, como alegoricamente colocou Platão?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div><strong><span style="color:#333399;">1.6. Comentários finais </span></strong></div>
<p><strong> </strong></p>
<div><strong> </strong><span style="color:#333399;">Fizemos uma pequena viagem no mundo da arte e da estética&#8230; passamos por alguns períodos e fases deste mundo. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como vimos atravessamos de um período das obras religiosas, às políticas e agora temos as obras ou produtos mercantilizados &#8211; como procuramos enfatizar &#8211; pautado na estética e no <em>design</em>, e nos produtos ou programas inventados pela mídia televisiva. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Ninguém nos ensina a ver, diferentemente de outros aprendizados como a ouvir e falar por exemplo. A “ver”, ninguém acha necessário ensinar, será que isso está certo? Ou nós precisaríamos aprender a ver? E assim talvez veríamos e distinguiríamos o que é arte do que é puramente produção para simples mercantilização, ou pior, manipulação. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos uma massa e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isto, e isto se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela para olhar de fora. É como querer fotografar o planeta Terra estando aqui no chão, não é possível! Precisamos ir ao espaço para vê-la por completo&#8230; </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Seria então interessante desapegarmo-nos um pouco desta funesta “obra” em que estamos envolvidos e olhando de fora nos libertar da caverna mercantilista na qual estamos presos e enclausurados. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Poderíamos dizer para finalizar que devemos fazer da nossa vida uma obra de arte e não da arte mercantilizada em produtos e serviços a nossa vida.</p>
<p>Abraços do Benito Pepe</p>
<p></span><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#333399;"><span style="color:#3366ff;"> </span></p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p>BELTRÃO, Maria da Conceição de Moraes Coutinho. <em>Ensaio de arqueologia</em>: uma abordagem transdisciplinar. 1.ed. Rio de Janeiro: ZIT Gráfica e editora, 2000, 184p.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. <em>Dicionário Oxford de filosofia</em>. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, 437p.</p>
<p>CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005, 424p.</p>
<p>__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, 539p.</p>
<p>ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 7, p.184-186.</p>
<p>______________, Mirador Internacional. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 8, p.4212-4218.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. <em>Dicionário básico de filosofia</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006, 309p.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, 298p.</p>
<p>KANT, Immanuel. <em>Textos seletos</em>. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005, 107p.</p>
<p></span></div>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”'>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/01/23/o-fenomeno-a-fenomenologia-e-a-astronomia-na-contemporaneidade-capitulo-4-%e2%80%93-introducao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Fenômeno, a Fenomenologia e a Astronomia na Contemporaneidade (capitulo 4 – introdução)'>O Fenômeno, a Fenomenologia e a Astronomia na Contemporaneidade (capitulo 4 – introdução)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Pinceladas” destes períodos da arte (1.3)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%e2%80%9cpinceladas%e2%80%9d-destes-periodos-da-arte-1-3/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%e2%80%9cpinceladas%e2%80%9d-destes-periodos-da-arte-1-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 15:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[
Continuando esse texto&#8230;

Escrevo agora, neste pequeno tópico, às vezes de forma um pouco fragmentada. Isto se dará de propósito, faz parte de um estilo, e retrata um período da história da filosofia da arte, e também representa algumas das minhas anotações.

Para Platão, como nos relembra a Enciclopédia Mirador (1994) o belo era aquilo que imitasse [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”'>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307877091821133458" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 119px; height: 128px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SaleF7lunpI/AAAAAAAAAPg/a0bC7NBDCjY/s200/arte-na-grecioa-antiga.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%E2%80%9Cprodutos-e-servicos%E2%80%9D/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Continuando esse texto&#8230;</strong></span></a><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><br />
<span style="color:#cc6600;">Escrevo agora, neste pequeno tópico, às vezes de forma um pouco fragmentada. Isto se dará de propósito, faz parte de um estilo, e retrata um período da história da filosofia da arte, e também representa algumas das minhas anotações.<span id="more-150"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#cc6600;">Para Platão, como nos relembra a Enciclopédia Mirador (1994) o belo era aquilo que imitasse da melhor maneira possível tudo o que estava no “mundo das idéias” assim quando um marceneiro fazia um móvel: </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><em>Precisava da idéia desse móvel, modelo invariável verdadeira realidade porque não muda, não perceptível pelos sentidos, mas apreensível pela inteligência. Ora se o móvel é apenas cópia imperfeita do modelo ideal, o quadro que do móvel poderá fazer o pintor não passará de imitação da imitação, cópia da cópia, mais imperfeito ainda, porque reprodução da aparência. (p.4212).<br />
</em><br />
Portanto, para Platão, a arte era apenas uma imitação de uma aparência que produzia somente a ilusão de uma realidade. Pois, para Platão, como podemos ver na alegoria da caverna, nós estamos presos, acorrentados, nesta caverna (o mundo material) e não conseguimos contemplar a luz do dia, a luz do sol, verdadeira realidade que só alcançamos após a morte, no <em>mundo das idéias. </em></span></div>
<p><em> </em></p>
<div style="text-align: justify;"><em> </em><span style="color:#cc6600;">Já com Aristóteles, discípulo de Platão, mas filósofo que após a morte deste, começa a implementar sua própria filosofia, a essência da beleza e da arte está na imitação das coisas reais.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#cc6600;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Aristóteles considerava belo tudo que tivesse “certa grandeza e ordem” em suas reflexões sobre a arte era necessário limite, ordem e simetria. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">“Em 1753, o teórico Baumgarten introduz o termo estética para designar um ramo da filosofia relacionado à essência e à percepção do belo e do feio. Em 1790, surge a <em>Crítica da faculdade de julgar,</em> de Kant.” (Sinopse das aulas – Rosana Suares – 2006, p.6). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Em Kant, encontramos o desenvolvimento do embrião da estética tal como a entendemos hoje, disciplina filosófica independente. Para ele a satisfação só é estética quando gratuita e desligada de qualquer interesse. Como já mencionamos, o belo para Kant é universal. Distingue o belo do agradável. Para Kant o homem que se pauta na arte é pacífico. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#cc6600;">Como dissemos, Kant distingue o belo do agradável. Conforme a Mirador (1994)</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><em>Enquanto o juízo referente ao agradável supõe o prazer provocado pelo objeto, o juízo estético, ao contrário, é anterior ao prazer e o determina. O objeto só é agradável porque causa prazer, ao passo que é a beleza do objeto que emociona e provoca o prazer estético. (p.4213).<br />
</em><br />
Utilizarei um pouco, este sentido estético de Kant ao comentar, mais à frente, sobre a questão estética nos produtos de consumo. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Para Hegel o belo artístico não está na natureza, ou na simples imitação dela, mas sim nas obras criadas pelos homens, se o artista “apenas” imitasse a natureza não a ultrapassaria, não lhe seria superior. É portanto essencial que o artista produza com o espírito e assim participe da verdade, pois só o espírito é verdadeiro. Conforme relembrado na Mirador, no verbete correspondente à estética. </span></div>
<div><span style="color:#cc6600;">Mas de qualquer maneira estaremos limitados pela matéria, por isso a arte é limitada por ela mesma. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Nietzsche procura interpretar o sentido da cultura grega, em relação com os espíritos Apolíneos, representados pela escultura, e o de Dionísio, pela música, pela embriaguez, pela emoção, em detrimento de um pensamento mais racionalista apolíneo. Assim o artista deve ter uma relação consigo mesmo. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Lembramos que a arte no período moderno começa com os repetidores de Aristóteles na poética e depois vai perdendo a força e o receituário vai mudando-se. Até atingir-se a sua nova natureza.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Como vimos. Antes, com Platão, o belo estava no mundo das idéias, em Aristóteles o belo estava no objeto. Em Kant está em uma relação entre o <em>sujeito</em> e o <em>objeto</em>. Depois passamos a uma visão diferenciada em Nietzsche que diz que o belo está em uma relação do artista com ele mesmo.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">De qualquer forma há alguns pontos comuns desde Sócrates ou Platão até a atualidade, conforme comentado no verbete da enciclopédia Barsa (1994): </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">1. Na contemplação desinteressada de um objeto, o homem tem certas percepções sensíveis a que chama de estéticas ou de belas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">2. Toda a experiência estética é valorizada por si mesma e não por alguma verdade filosófica, científica, religiosa ou política que possa conter ou por alguma influência que venha a exercer na conduta humana. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">3. A pesar dessa experiência se situar no terreno das emoções, paixões e percepções, como seus elementos constitutivos, é contudo capaz de constituir uma válvula de escape nas suas grandes tensões pela contemplação mental de seus aspectos mais humanos. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">4. Não se pode pensar no belo ou no valor estético como uma qualidade ou uma propriedade intrínseca de um objeto físico, mas somente como uma relação do modo de ser ou de uma qualidade do objeto com a sensibilidade. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">5. Quando se fala em bom gosto, autênticas experiências estéticas, não se pode deixar adulterar-se por desejos e moda do momento. O mau gosto se revela na incapacidade de experimentar experiências estéticas ou de só experimentá-las deturpadas por interesses pessoais ou por falta de imaginação. </span></div>
<div><span style="color:#cc6600;"> </span></div>
<p><strong>1.4. Do clássico ao moderno e ao contemporâneo da estética </strong></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Na antiguidade tínhamos os artesãos que produziam obras poéticas ou líricas, tínhamos as obras sacras consideradas a própria imagem dos deuses gregos&#8230; ou melhor&#8230; eles estavam vivos nelas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">A arte muda com a tecnologia possível e a cultura de cada época, mas fica sempre uma técnica, uma maneira de se fazer algo. Por exemplo, as milenares pinturas rupestres em cavernas na França e mesmo no Brasil como são mencionadas por Beltrão (2000) podem datar da mesma época, ou seja, cerca de 30.000 anos. E é interessante que, neste caso, tem as mesmas características representando animais pleistocênicos e conhecimentos de astronomia, ainda que estejam tão distantes uma da outra (p.87). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Quanto à “evolução” tecnológica ou a forma de se fazer arte, poderíamos comentar, além das pinturas rupestres tão remotas, as estátuas gregas, as famosas pinturas em paredes e quadros da renascença, o advento da fotografia, que começa no preto e branco. E do cinema que da mesma forma evolui, e, talvez hoje, seja a maneira mais popular, juntamente com a televisão, de se transmitir a “arte”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Sem dúvida a tecnologia e o avanço científico influi na arte e na maneira de se fazer arte, mas é interessante mencionar que de qualquer jeito, apesar do que nos trouxe toda esta parafernália tecnológica, não se deixou de vivenciar as representações mais antigas da bela arte. Por exemplo, ainda hoje podemos apreciar belas estátuas – ainda que com outros olhos &#8211; belos quadros também podem ser vistos, apesar de termos a fotografia, aliás podemos apreciar fotos preto e branco como verdadeiras obras de arte, apesar de termos fotos coloridas; contudo continuamos a apreciar as fotografias apesar de facilmente podermos filmar tudo. pretendemos dizer que a arte também é, de certa maneira, e apesar de tudo o que esteja à sua volta, algo transcendental, algo emocional, subjetivo e algo eterno e independente da própria tecnologia. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Mas, da mesma maneira, a estética modifica-se com a tecnologia, contudo mantém algo do “passado” em suas raízes. Como dissemos o principal objetivo da estética em produtos de consumo é emocionar o comprador, é fazer com que ele possa se encantar, encontrar mais do que procura no produto, e desta forma ele passe a ser o maior divulgador desta “obra de arte”, como dissemos, nós sentimos a “necessidade” de compartilhar nossos sentimentos sobre o belo ou o que achamos belo, estético. Veremos mais à frente a influência deste “boca a boca”, da mídia e de outras formas de marketing na arte mercantilizada de nossos dias. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">É preciso também entender a arte de outra maneira, referir-me-ei aos produtos de uma indústria cultural, aí temos produtos em série e de consumo rápido no mercado da moda e nos meios de comunicação de massa por exemplo, tanto quanto uma diversidade de outros produtos que pautam a estética como um ferramental a mais para a venda. </span></div>
<p style="text-align: justify;"><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">Abraços do </span><span style="color:#3366ff;">Benito Pepe</span><span style="color:#cc6600;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><br />
No próximo tópico: <span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>A estética mercantilizada na contemporaneidade</strong></span></a><br />
</span><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;"><strong>Referências bibliográficas</strong> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#cc6600;">BELTRÃO, Maria da Conceição de Moraes Coutinho. Ensaio de arqueologia: uma abordagem transdisciplinar. 1.ed. Rio de Janeiro: ZIT Gráfica e editora, 2000, 184p.</span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de filosofia. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, 437p.</p>
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005, 424p.</p>
<p style="text-align: justify;">__________. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, 539p.</p>
<p style="text-align: justify;">ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 7, p.184-186.</p>
<p style="text-align: justify;">______________, Mirador Internacional. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 8, p.4212-4218.</p>
<p style="text-align: justify;">JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006, 309p.</p>
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, 298p.</p>
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. Textos seletos. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005, 107p.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”'>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%e2%80%9cpinceladas%e2%80%9d-destes-periodos-da-arte-1-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 20:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://benitopepe.com.br/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[
1.1. Introdução


O objetivo deste texto, como o próprio título já evidencia, é o de comentar a estética na contemporaneidade, especialmente no mercado de produtos e serviços. Mas antes vamos conceituar e contextualizar a estética em alguns períodos da história. Pretendemos explanar sobre a importância que a estética toma em nossos dias. Incluímos aqui, todo tipo [...]


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%e2%80%9cpinceladas%e2%80%9d-destes-periodos-da-arte-1-3/' rel='bookmark' title='Permanent Link: “Pinceladas” destes períodos da arte (1.3)'>“Pinceladas” destes períodos da arte (1.3)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)'>A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307590896025962386" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 132px; height: 125px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SahZzJK5h5I/AAAAAAAAAPY/KVWqRG-g22Q/s200/chuveiro_design.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><span style="color:#666666;"><strong><span style="color:#339999;">1.1. Introdução</span></strong></span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong><span style="color:#339999;"><br />
</span></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><span style="color:#339999;">O objetivo deste texto, como o próprio título já evidencia, é o de comentar a estética na contemporaneidade, especialmente no mercado de produtos e serviços. Mas antes vamos conceituar e contextualizar a estética em alguns períodos da história. Pretendemos explanar sobre a importância que a estética toma em nossos dias. Incluímos aqui, todo tipo de estética</span> </span><span style="color:#339999;">mercantilizada. Por exemplo, a preocupação contemporânea com a “beleza estética,” em todos os sentidos, tanto quanto aos objetos de consumo, como também, com a própria “beleza humana” que muito é comercializada.<span id="more-149"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#339999;">Acredito que, talvez, não tenha havido nenhum momento da história da humanidade, que se tenha dado tanto valor à estética em todos os objetos de consumo, desde os que estão em nossas mãos, como os celulares ultramodernos – por exemplo &#8211; que também são usados como aparelhos de telefone – tanto quanto a outros produtos como: os automóveis, utensílios domésticos, acessórios do ambiente de trabalho, entre tantos outros produtos inimagináveis. E tudo isto com uma atração extraordinariamente elaborada. Tudo está evidentemente pautado em um visual estético incrementado para nos atrair, para nos <em>emocionar</em>. Tudo é feito como “verdadeiras” obras de arte&#8230; mas o que são obras de arte? O que é estética? E como ela é usada nos nossos dias? </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Estamos na época da estética, hoje tudo precisa, além de ser útil, ser estético&#8230; belo, encantador, superior a tudo e a todos&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">É a mídia, os meios de comunicação que “moldam” esta massa e estes produtos, a divulgação ou fabricação do que é belo ou não, no sentido mercantilista e social ou para o inventivo status produzido, como veremos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#339999;"><strong>1.2. Estética</strong> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">O termo estética, de origem grega, segundo a enciclopédia Barsa, ou a Mirador no verbete correspondente, “significaria etimologicamente: teoria sobre a natureza da percepção sensível” ou “faculdade de percepção pelos sentidos, estese”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">“Numa palavra, a estética é o estudo do belo e da arte em geral, do ponto de vista histórico, científico e filosófico.” Barsa (1994), volume 7 (p.184) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Segundo Blackburn no dicionário <em>Oxford de filosofia</em> (1997), estética é: “O estudo dos sentimentos, conceitos e juízos resultantes de nossa apreciação das artes, ou da classe mais geral de objetos considerados tocantes, belos ou sublimes.” (p.127).</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Podemos dizer assim que a estética, de certa maneira, cuida ou aprecia o emocional das pessoas no que tange às artes ou objetos em geral considerados ou não de consumo. Ele continua dizendo no verbete que: </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><em>A estética se preocupa com problemas tais como: O que é uma obra de arte? O que torna uma obra de arte bem-sucedida? Pode a arte ser um veículo da verdade? &#8230; Por que tiramos prazer estético do inesperado, como acontece com as tragédias ou com o horror de algumas cenas naturais? &#8230;. Qual é o papel da imaginação na produção e na apreciação da arte? (p.127).</em></span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #33cccc;">Segundo Blackburn, muitas destas questões, tem origem em Platão. Ele cita os diálogos: Íon, o Banquete e Fedro e diz que os mesmos preocupam-se com o lugar da beleza na ordem das coisas. Já no período moderno a estética torna-se autônoma com a obra de Baumgarten, entre outros, e sobretudo em Kant:</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><em>Na Crítica da faculdade do juízo, Kant aborda o problema de saber como são possíveis os juízos de beleza, já que não são passiveis de demonstração ou de qualquer redução a regras e estão tão intimamente relacionados com a expressão do prazer do sujeito. Sua solução se baseia na consciência de que há uma harmonia entre o entendimento e a imaginação e que, uma vez que essa harmonia pode ser apreendida por qualquer ser racional, os juízos de gosto podem ser partilhados pelos outros, atingindo assim a sua necessária objetividade. (p.127).<br />
</em><br />
Assim temos que para Kant a beleza seria algo com uma tal universalidade. Algo para ser compartilhado. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Entendemos então o porquê de uma “preocupação” que se há em partilhar o que achamos belo ou estético. E por isso nos sentimos bem quando as pessoas para as quais tecemos um comentário, sobre um filme, ou sobre um objeto específico, e elas também gostam, também acham interessante, belo, estético, isto nos faz sentirmos “felizes” conosco mesmos, como se tivéssemos compartilhando verdadeiramente esta noção, esta emoção e este prazer proporcionado por tal “beleza”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Mas, talvez nem sempre tenha sido assim, a visão da arte e do belo muda um pouco na história, vejamos: dando umas “pinceladas” nesta história.</p>
<p>Abraços do</p>
<p></span><span style="color:#3366ff;">Benito Pepe</span><span style="color:#339999;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><br />
Próximo tópico: <span style="color:#3366ff;">&#8220;</span><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%E2%80%9Cpinceladas%E2%80%9D-destes-periodos-da-arte-1-3/" target="_blank"><strong>Pinceladas” destes períodos da arte</strong></a>.</span><a href="http://www.benitopepe.com/2009/02/pinceladas-destes-periodos-da-arte-13.html"><br />
</a></p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p>BELTRÃO, Maria da Conceição de Moraes Coutinho. Ensaio de arqueologia: uma abordagem transdisciplinar. 1.ed. Rio de Janeiro: ZIT Gráfica e editora, 2000, 184p.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de filosofia. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, 437p.</p>
<p>CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005, 424p.</p>
<p>__________. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, 539p.</p>
<p>ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 7, p.184-186.</p>
<p>______________, Mirador Internacional. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 8, p.4212-4218.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006, 309p.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, 298p.</p>
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. Textos seletos. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005, 107p.</p>
<p></span></div>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%e2%80%9cpinceladas%e2%80%9d-destes-periodos-da-arte-1-3/' rel='bookmark' title='Permanent Link: “Pinceladas” destes períodos da arte (1.3)'>“Pinceladas” destes períodos da arte (1.3)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)'>A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
