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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Cristianismo</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Feliz Natal a todas as Mentes. Mas Como cada ser humano vê o Natal?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” - o sul do mundo. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/157__160x120_imagem-presepio.jpg" alt="imagem-presepio" title="imagem-presepio" />
</a>
Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” &#8211; o sul do mundo.<span id="more-2025"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A data para comemorarmos o Natal, como muitos sabem, foi definida exatamente para a época de um <strong>solstício</strong> (veja: “<span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank">O que é Natal? Qual a Origem do Natal?</a></span>”), desse modo temos temperaturas extremas, pois de um lado é Inverno e do outro é Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que você já tenha notado que o inverno é uma ótima estação para tomarmos vinho e comermos alimentos mais calóricos, certo? Bem, na época do Natal isso serve pra você que está no hemisfério Norte, agora, pra quem está no hemisfério Sul isso não combina nem um pouco, no máximo podemos tomar vinho branco gelado e o ideal é tomarmos sucos de frutas, cerveja e muita água. Quanto ao alimento deveríamos comer frutas frescas e tropicais, diferentemente do que ocorre no norte onde se comem frutas secas, castanhas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o clima influi nos alimentos que devemos ingerir, influi em nosso estado psicológico. Quando estamos às portas de uma determinada estação nossa mente vai se adaptando e esperando o “clima” que virá em todos os sentidos. A estação que chega traz uma série de perspectivas e expectativas. Por exemplo, o verão faz lembrarmo-nos da praia, das cachoeiras, dos parques aquáticos e outros ambientes abertos, enquanto que o inverno é tempo de se agasalhar e procurar ambientes fechados e afáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acredito que o clima do mundo, no sentido mesmo da temperatura, influi no psicológico e no comportamento das pessoas. As vestimentas do Papai Noel, ou Pai Natal, tem a ver com o clima frio, por outro lado, não tem nada a ver com o Verão Escaldante do Hemisfério Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que essa questão frio-calor na época do Natal é notada e certamente já foi pensada por muitos. O que pretendo levar à reflexão agora é como cada Mente vê o Natal, ou seja, o que se passa no coração, nas experiências e nas expectativas natalinas e pós- natalinas. E quero pensar tão somente e exclusivamente para os Cristãos do Mundo e principalmente com relação aos cristãos ocidentais, excluo portanto o mundo não cristão. (veja<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">É Natal&#8230; mas é para todo o Mundo</span></a>?)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao mundo Cristão há duas distinções religiosas básicas: os católicos e os evangélicos protestantes, que se dividem em mais de 33.600 denominações. Os Católicos que totalizam a metade de todos os cristãos são também Marianos, ou seja, proclamam o <em>magnificat</em> como está no Evangelho de <strong>Lucas</strong> <strong>1, 39-55:</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>39.Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. 40.Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. 42.Com voz forte, ela exclamou: “</em><strong><em>Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! </em></strong><em>43.Como mereço que </em><strong><em>a mãe do meu Senhor</em></strong><em> venha me visitar? 44.Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. 45.Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!”. 46.</em><strong><em>Maria então disse</em></strong><em> (este é o </em><strong><em>Magnificat</em></strong><em>) : 47.“A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48.porque ele olhou para a humildade de sua serva. </em><strong><em>Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz (bem Aventurada),</em></strong><em> 49.porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, 50.e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 51.Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. 52.Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53.Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. 54.Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a Celebração do Natal para os Católicos é também época de lembrar Maria, a propósito não há o filho sem a Mãe. Nós que somos Cristãos Deveríamos pensar na possibilidade de Deus estar nos falando através de Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembro alguns dos pontos que foram levantados por mim quanto a esta época natalina:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O “clima”      no planeta e as influências naturais, tanto no psicológico, quanto nos      alimentos, etc.;</li>
<li>A      definição da data do Natal para um Solstício (veja o texto:<span style="color: #0000ff;"> <a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">o que é      Natal? Qual a origem do Natal</span></strong></a></span>);</li>
<li>As diversidades      de pensamentos no Mundo que em sua maioria não é cristã (veja o texto<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>É Natal&#8230;      mas é para todo o Mundo?</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li>Por fim a      distinção nas Mentes dos Católicos e da maioria dos Evangélicos quanto a      Maria. (veja o texto: <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a title="Manisfesto de Dreden: Maria e os Protestantes" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/10/10/manifesto-de-dresden-maria-e-os-protestantes/" target="_blank">Manifesto de Dresden: Maria e os protestantes</a></span></strong></span>)      Há outros textos relacionados, você encontrará os links no final de cada      texto. Boa Leitura e boa Reflexão! Espero teus comentários!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim um Feliz Natal a todas as Mentes do Mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Igreja da Penha, o Santuário renovado e a Festa da Penha de Nº 376</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/10/09/igreja-da-penha-o-santuario-renovado-e-a-festa-da-penha-de-n%c2%ba-376/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 22:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
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</a>
História do Santuário da Penha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Tudo começou no início do século XVII, por volta do ano de 1635, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (grande pedra) para ver as suas plantações, uma vez que era proprietário de toda a área no entorno do atual Santuário. De repente foi atacado por uma enorme serpente.<span id="more-1915"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Baltazar, que era devoto de Nossa Senhora, quando se viu só e incapaz de se defender, pediu socorro a Nossa Senhora gritando: &#8220;Minha Nossa Senhora, valei-me!&#8221;. Nesse preciso momento surgiu um lagarto inimigo das serpentes, e travou-se uma luta mortífera entre os dois animais. Baltazar por sua vez, não perdeu tempo e fugiu.</p>
<p style="text-align: justify;">
Depois de se recuperar do susto, Baltazar reconheceu que o lagarto apareceu precisamente no momento em que ele pediu a proteção da Virgem Maria. Agradecido, por tão importante gesto maternal, Baltazar construiu uma pequena capela onde pôs uma imagem de Nossa Senhora. Se antes o Capitão Baltazar subia o penhasco para ver as suas plantações, a partir daí passou a subir também para agradecer tão primoroso gesto de carinho que a Mãe do Céu teve para com ele. Assim como ele, também os seus parentes, amigos e vizinhos e até mesmo pessoas curiosas, que à distância viam a pequena capela, passaram a subir a grande pedra (daí vem a palavra Penha) uns para pedir e outros para agradecer graças alcançadas por intercessão da Senhora do alto do Penhasco – Penha. De tanto as pessoas dizerem: vamos à Penha visitar Nossa Senhora, passaram a dizer: vamos visitar Nossa Senhora da Penha.</p>
<p style="text-align: justify;">
A devoção à Nossa Senhora da Penha foi se espalhando e cada vez era maior o número de pessoas que visitavam este lugar sagrado e encantador. Umas para pedir e outras para agradecer a sua intercessão.<br />
O capitão Baltazar doou todas as suas propriedades a Nossa Senhora da Penha, havia necessidade, porém, que alguém, com crédito, administrasse responsavelmente esse patrimônio. Foi criada então a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha no ano de 1728 a qual com muito zelo e dedicação demoliu a primeira capela &#8211; muito pequena &#8211; e construiu outra, com uma torre onde foram colocados dois pequenos sinos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Mais tarde, no ano de 1870, foi demolida esta capela e construído no seu lugar um novo templo: uma igreja com uma torre e novos sinos. Por volta do ano de 1900 houve uma nova intervenção. O templo foi ampliado, ganhando duas novas torres, nas quais, mais tarde, foi instalado um carrilhão com 25 sinos de origem portuguesa, adquiridos na Exposição Nacional do 1º Centenário da Independência do Brasil. Este Carrilhão foi inaugurado em 27 de setembro de 1925 com a bênção do então Núncio Apostólico no Brasil, Cardeal Dom Henrique Gasparri.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>A Escadaria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No ano de 1817 subia a pedra um piedoso casal quando a esposa, Sra. Maria Barbosa, comentou com o marido que pediria à Nossa Senhora da Penha para interceder por eles para que Deus lhes concedesse um filho, já que estavam casados há alguns anos e não tinham filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">
A Sra. Maria Barbosa confiou, pediu e prometeu que se tivesse um filho mandaria esculpir no duro granito do penhasco uma escadaria para facilitar o acesso dos devotos de Nossa Senhora da Penha ao Santuário. No ano seguinte o casal era presenteado com um lindo filho e no ano de 1819 a escadaria estava pronta. São 382 degraus talhados na própria pedra, mais ainda do que o número de dias do ano.<br />
O Santuário hoje</p>
<p style="text-align: justify;">
Colocado à entrada da cidade, com o sorriso de Mãe aos que chegam, quer pela Av. Brasil ou Linha Vermelha, quer pela Ponte Rio- Niterói ou mesmo pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Santuário de Nossa Senhora da Penha é, por excelência , o trono que Maria, Mãe de Deus, escolheu no Rio de Janeiro, para ser o centro de sua devoção entre nós. A este Santuário acorrem milhares de peregrinos vindos de todo o Brasil e do exterior, para trazer-lhe os seus agradecimentos por graças alcançadas, ou pedir a sua intercessão. À medida que vamos subindo a colina sagrada, sentimos que o ambiente se torna mais religioso. São inúmeras as pessoas que sobem a escadaria rezando, sobretudo a oração do terço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Melhoramentos:</strong> recentemente várias obras foram feitas para melhor receber os muitos(as) devotos(as) de Nossa Senhora da Penha. No pátio foram construídos novos banheiros; e uma Concha Acústica dotada de ótima estrutura para eventos culturais, numa área para 30 mil pessoas. O novo bondinho foi inaugurado em 2003, o qual tem capacidade para transportar ao Santuário, com toda segurança, até 500 pessoas por hora. Em breve será construído um abrigo para os peregrinos, um restaurante panorâmico e uma praça de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com o incessante aumento do número de devotos que visitam o Santuário tornam-se contínuas as obras de melhoria na sua infra-estrutura. Assim, a Irmandade tem um macro projeto para o espaço que pertence à Instituição o qual prevê a construção de uma nova igreja com capacidade para 20 mil pessoas; um ginásio poliesportivo para eventos, congressos, retiros etc., com capacidade para 5 mil pessoas; um hotel para 300 pessoas; sanitários; áreas de atendimento médico e outras melhorias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação da  376ª Festa de Nossa Senhora da Penha do Rio de Janeiro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Começou no dia 1° de outubro a  Festa de Nossa Senhora da Penha. Mas as festividades vão se estender até o dia 30 do mês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira abaixo a programação para os demais dias. Festa no ano de 2011</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 de outubro:</strong><br />
11h- 1ª Peregrinação dos motociclistas ao Santuário (Concha Acústica)<br />
15h – 6ª Romaria da Bíblia;<br />
- 6º Festival do Folclore Português (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 de outubro:</strong><br />
14h – Evento “Corações Unidos pela Paz” &#8211; Comunidade Coração Novo. (Concha Acústica).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16 de outubro:</strong><br />
15h – 10º Encontro de Corais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23 de outubro:</strong><br />
15h – Folclore Brasileiro &#8211; Colégio Nossa Senhora da Penha. (Concha Acústica)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>29 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; Mutirão de pintura no Santuário</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>30 de outubro:</strong><br />
9h &#8211; 5ª Corrida Rústica;<br />
15h – Encerramento da festa com procissão; Missa Campal, presidida por Dom Orani João Tempesta; coroação da imagem histórica de Nossa Senhora da Penha e show do cantor Jerry Adriani.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a title="Santuário da Penha no Rio de Janeiro" href="http://www.santuariopenhario.org.br" target="_blank">Site Oficial do Santuário da Penha</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>A Maça na História da Humanidade e a Qualidade Total</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 01:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma fruta saborosa e saudável de cor avermelhada, mas também pode ser verde. A Maça parece transcorrer maravilhosamente pela história da humanidade. Um dia desses estava assistindo a um comercial na televisão e o anunciante me fez recordar dois momentos de altíssimo simbolismo em que a Maça aparece como protagonista imponente. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/maca.jpg" title="" class="shutterset_singlepic143" >
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</a>
Uma fruta saborosa e saudável de cor avermelhada, mas também pode ser verde. A Maça parece transcorrer maravilhosamente pela história da humanidade. Um dia desses estava assistindo a um comercial na televisão e o anunciante me fez recordar dois momentos de altíssimo simbolismo em que a Maça aparece como protagonista imponente.<span id="more-1823"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro é conhecido de todos os religiosos cristãos e que seguem a tradição judaica. Podemos ler na bíblia sagrada o episódio do pecado original quando Adão e Eva “comem da fruta proibida.” Essa fruta era exatamente a saborosa e saudável Maça; o segundo momento em que essa fruta aparece e de forma revolucionária na história da humanidade é quando “ela cai na cabeça” do grande físico Isaac Newton enquanto ele descansava à sombra de uma macieira. Nesse momento, Newton medita o porquê desta fruta cair, e posteriormente desenvolve a <strong>Lei da</strong> <strong>gravitação universal</strong> e as chamadas <strong>três leis de Newton</strong>. A propósito são estas leis, publicadas em 1687 na obra <em>Principia Mathematica</em>, que hoje em dia coloca um satélite em orbita, fez o homem chegar à Lua, e mede a física do nosso mundo, dessa maneira a mecânica clássica é fundamentada por Newton. Isso é bem diferente da lei da relatividade de Einstein que é uma lei mais universal e está fora do nosso mundo real pequenino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dois momentos: o caso do pecado original protagonizado por Adão e Eva; e o caso da relatividade de Newton, ambos foram lembrados no comercial. No entanto esses episódios me fizeram lembrar outra aparição da Maça agora na contemporaneidade e de maneira também revolucionária e extraordinária. É o caso da <em>Apple</em> (maça em inglês) esta imensa empresa tem muita história e é fortemente protagonizada por outro homem: o Sr Steve Jobs.<span style="color: #0000ff;"><strong> (<a title="Steve Jobs criador da Apple na Universidade de Stanford" href="http://www.benitopepe.com.br/2010/11/24/steve-jobs-o-criador-da-apple-na-universidade-de-stanford/" target="_blank">Para saber um pouco da história de Steve Jobs clique aqui) </a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora fazer um paralelo entre estes três momentos da aparição da maça na história da humanidade e a relação que elas têm com a Qualidade Total. No primeiro caso, o religioso, deve-se buscar a perfeição, ou seja, a Qualidade de Vida com Deus, dessa maneira o Crente precisa obedecer aos princípios religiosos, aos dogmas e mandamentos do Divino. “Buscai a Deus em primeiro lugar e todas as coisas vos serão acrescentadas”. E buscar a Deus é obedecer aos seus mandamentos. A Maça Bíblica no Gênesis simboliza a desobediência de Adão e Eva, neste caso a quebra da busca pela Qualidade Total, o que seria a revogação da Qualidade de Vida através da não Obediência Plena a Deus. E a desobediência foi o Pecado e o pecado leva a perda de Qualidade de Vida. A Qualidade Total inclui a Qualidade de Vida. O homem que não busca desenvolver a sua <strong><a title="Inteligências Aplicadas no Ambiente de Trabalho" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/05/inteligencias-aplicadas-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">Inteligência Espiritual o seu QS</a></strong>, não é plenamente feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo momento em que a Maçã aparece, com Isaac Newton e a lei da gravitação universal, temos uma das maiores revoluções que ocorrem na história da humanidade. Foi e é através dela que podemos ter a abundância de tecnologias que nos rodeiam e nos informam neste mundo totalmente globalizado de nossos dias, como é o caso da postura dos satélites em órbita do Planeta. Informação é Qualidade de Vida, quando bem administrada pelo receptor, é claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim temos o caso de uma das maiores e mais revolucionárias empresas que já existiram: a <em>Apple (Maça)</em>. Praticamente todos os computadores e produtos desta empresa são sinônimos de Qualidade Total. O Mac, iPod,  iPhone e iPad. Aí se incluem um dos melhores PC, Note book, computadores de mão, telefones revolucionários, leitores de livros, tablets etc. Não há dúvida quanto a Qualidade e importância desta “Maça”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Entendemos assim que a Maçã já era há muito tempo um símbolo representativo de Qualidade Total. Portanto bom apetite e bom proveito ao “comer desta fruta”, a fruta da árvore do Conhecimento, da Verdade e da Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Veja uma pequena apresentação deste tema em um Treinamento:</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px;"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/L1nkPUGujp0?version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/L1nkPUGujp0?version=3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>


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		<item>
		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 2)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 01:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
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		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no "Sacrum Comercium", a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de "selo do reino dos céus". À Dama Pobreza clamam os menores: "Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!" (SC 21,22).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/129__160x120_tau-com-nos.jpg" alt="tau-com-nos" title="tau-com-nos" />
</a>
</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-1/" target="_blank"><strong>Veja a primeira parte deste texto, clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Continuando&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal da Cruz Vitoriosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor:<span id="more-1643"></span></p>
<p style="text-align: justify;">reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no &#8220;Sacrum Comercium&#8221;, a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de &#8220;selo do reino dos céus&#8221;. À Dama Pobreza clamam os menores: &#8220;Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!&#8221; (SC 21,22).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU e a Bênção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco se apropriou da bênção deuteronômica, transcreveu-a com o próprio punho e deu a Frei Leão: &#8220;Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a tua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz. Irmão Leão; o Senhor te abençoe!&#8221; Sob o texto da bênção, o próprio Frei Leão fez a seguinte anotação: &#8220;São Francisco escreveu esta bênção para mim, Irmão Leão, com seu próprio punho e letra, e do mesmo modo fez a letra TAU como base&#8221;. Assim, Francisco, num profundo momento de comunicação divina, com delicadeza paternal e maternal, abençoa seu filho, irmão, amigo e confidente. Abençoar é marcar com a presença, é transmitir energias que vêm da profundidade da vida. O Senhor te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>O TAU e a Cura dos Enfermos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No relato de alguns milagres, conta-se que Francisco fazia o sinal da cruz sobre a parte enferma dos doentes. Após ter recebido os estigmas no Monte Alverne, Francisco traz em seu corpo as marcas do Senhor Crucificado e Ressuscitado. Marcado pelo Senhor, imprime a marca do Senhor que salva em tudo o que faz. Conta-nos um trecho das Fontes Franciscanas que um enfermo padecia de fortes dores; invoca Francisco e o santo lhe aparece e diz que veio para responder ao seu chamado, que traz o remédio para curá-lo. Em seguida, toca-lhe no lugar da dor com um pequeno bastão arrematado com o sinal do TAU, que traz consigo. O enfermo ficou curado e permaneceu em sua pele, no lugar da dor, o sinal do TAU (cf. 3Cel159). O Senhor identifica-se com o sofrimento de seu povo. Toma a paixão do humano e do mundo sobre si. Afasta a dor e deixa o sinal de Amor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A Cor do TAU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU, freqüentemente, é reproduzido em madeira, mas quando, pintado, sempre vem com a cor vermelha. O Mestre Nicolau Verdun, num quadro do século XII, representa o Anjo Exterminador que passa enquanto um israelita marca sobre a porta de sua casa um TAU com o Sangue do Cordeiro Pascal que se derrama num cálice. O Vermelho representa o sangue do Cordeiro que se imola para salvar. Sangue do Salvador, cálice da vida! Em Fontecolombo, Francisco deixou o TAU grafado em vermelho. O TAU pintado na casula de Frei Leão no mural de Greccio também é vermelho. O pergaminho escrito para Frei Leão no Monte Alverne, marca em vermelho o Tau que assina a bênção. O Vermelho é símbolo da vida que transcende, porque se imola pelos outros. Caminho de configuração com Jesus Crucificado para nascer na manhã da Ressurreição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usar o TAU é lembrar-se do Transcendental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente usa o Tau. Não é um amuleto, mas um sacramental que nos recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir, progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: Cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, <strong>saudar a todos com a Paz e o Bem</strong>. Usar o TAU é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o TAU é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Tau deve ser sinal de espiritualidade, deve ser um sinal de que aquele que o usa é uma pessoa que vive a intenção de permanecer em constante conversão e mudança de vida, em vontade firme de se tornar nova criatura; deve ser sinal de que aquele que o ostenta é uma pessoa que busca a sua salvação e de todos os homens na cruz de Jesus Cristo; deve ser um sinal de que aquele que o traz é uma pessoa que vive e esforçar-se por ser pobre, por se despojar e desprender dos bens terrenos para se enriquecer dos valores das bem-aventuranças: o Reino de Deus, a paz, a mansidão, a fraternidade universal, a misericórdia e o perdão, o respeito pela criação, a alegria, a partilha de bens, a luta pela justiça e a paixão por Jesus Cristo pobre, Crucificado e Ressuscitado.<a href="http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/12.htm#_ftn1"><em> </em></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro Tau franciscano é aquele todo de madeira, sem nenhum tipo de apetrecho fixado a ele (crucifixo, foto, desenho&#8230;), também não é aquele feito de aço ou outro metal (ouro, pratas, etc.). Ele também precisa ter o cordão com os três nós. Esse entendimento vem da época de Francisco, pois ele usava apenas um Tau de madeira preso a um cordão com os três nós. Tudo que difere disso faz com que eles não sejam “verdadeiros TAUs franciscanos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Entende-se que o melhor Tau não é o comprado, mas aquele que nós ganhamos de alguém, pois essa pessoa reconhece em nós os três nós&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relembrando o Sinal bíblico usado pelo profeta Ezequiel:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Chamou o Senhor Deus o homem vestido de linho branco, que trazia à cintura os instrumentos de escriba e lhe disse: percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com um <strong>“T”</strong> na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.” (Ez 9,3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">Todo aquele que tinha sido assinalado com o “T” foi poupado do extermínio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Papa Inocêncio III (1160-1216) explica o sentido do Tau: “Tem a forma de Cruz<a title="cruz salvação Jesus Cristo calvário" href="http://cantodapaz.com.br/blog/2007/01/27/ninguem-te-ama-como-eu-martin-valverde/"></a>; quem o traz consigo, vive sua fé.”</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, <strong>o Tau é:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de penitência e conversão interior;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de dor pelos pecados do mundo;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recordação de nosso batismo; nossa marca de Filhos de Deus;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinal de salvação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco selava o que escrevia com o Tau, para significar a densidade do Amor de Deus, concretizado na Cruz de Cristo, sinal de Salvação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração de São Francisco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Senhor<strong>!</strong> Fazei de mim um instrumento da vossa paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ódio, que eu leve o amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver discórdia, que eu leve a união.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver erro, que eu leve a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver desespero, que eu leve a esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde houver trevas, que eu leve a luz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ó Mestre</strong>, fazei que eu procure mais:</p>
<p style="text-align: justify;">consolar, que ser consolado;</p>
<p style="text-align: justify;">compreender, que ser compreendido;</p>
<p style="text-align: justify;">amar, que ser amado.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois é dando que se recebe.</p>
<p style="text-align: justify;">É perdoando que se é perdoado.</p>
<p style="text-align: justify;">E é morrendo que se vive para a vida eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Glorioso São Francisco</em><em>, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: cancaonova.com</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Termino com uma oração que tem afinidade com a questão da horizontalidade humana e a verticalidade na busca em Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">“Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com as realidades do Céu, fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós a nossa humanidade. Por Cristo nosso Senhor. Amém”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O TAU na história e o cordão com três nós em São Francisco de Assis (parte 1)</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 00:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
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		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O TAU está além de uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao " T " na língua portuguesa. O Tau é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. O Divino e o humano. 
O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (www.franciscanos.org.br), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tau.jpg" title="" class="shutterset_singlepic128" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/128__160x120_tau.jpg" alt="tau" title="tau" />
</a>
 </strong>O TAU está além de<strong> </strong>uma marca bíblica. O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao &#8221; <strong>T</strong> &#8221; na língua portuguesa. O <strong>Tau</strong> é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o <strong>Céu</strong> e a <strong>Terra</strong>. O Divino e o humano.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto que segue é um compendio que fiz me baseado em alguns artigos e principalmente no texto de Frei Vitório Mazzuco,  encontrados no site dos franciscanos (<a href="http://www.franciscanos.org.br/">www.franciscanos.org.br</a>), no final do texto eu adiciono algo mais e incluo a Oração de São Francisco.<span id="more-1639"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Linguagem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego. O mundo judaico e, conseqüentemente, a linguagem bíblica mostram a busca do transcendente. É preciso colocar o Deus da Vida como centro da história. É a nossa verticalidade,  isto é, o nosso voltar-se para o Alto. O mundo grego nos ensinou a pensar e perguntar pelo sentido da vida, do humano e das coisas. Descobrir o significado de tudo é pisar melhor o chão, saber enraizar-se. É a nossa horizontalidade. A Teologia é, e a Filosofia também pode ser serva da fé e do pensamento. Quem sabe onde está, parte para voos mais altos. É como o galho de pessegueiro, cortado em forma de TAU é usado para buscar veios d&#8217;água. Ele vibra quando a fonte aparece cheia de energia. Coloquemos o TAU na fonte de nossas palavras!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU, o cordão e os três nós</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos: <strong>obediência</strong>, <strong>pobreza</strong>, <strong>pureza de coração</strong>. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é <strong>valor de quem sabe colocar tudo em comum</strong>. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é <strong>a coragem da partilha</strong>. <strong>Ser puro de coração é ser transparente</strong>, <strong>casto</strong>, <strong>verdadeiro</strong>. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel aos seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há certos sinais que revelam uma escolha de vida. O TAU, um dos mais famosos símbolos franciscanos, hoje está presente no peito das pessoas num cordão, num broche, enfeitando paredes numa escultura expressiva de madeira, num pôster ou pintura.</p>
<p style="text-align: justify;">Que escolha de vida revela o TAU? Ele é um símbolo antigo, misterioso e vital que <strong>recorda tempo e eternidade.</strong> A grande busca do humano querendo tocar sempre o divino e este vindo expressar-se na condição humana. Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! <strong>Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo.</strong> Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. Francisco de Assis o atualizou e o   imortalizou. Ele não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU, Sinal bíblico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe somente um texto bíblico que menciona explicitamente o TAU, última letra do alfabeto hebraico, Ezequiel 9, 1-7: &#8220;Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem&#8221;. O TAU é a mais antiga grafia em forma de cruz. Na Bíblia é usado como ato de assinalar. Marcar com um sinal, é muito familiar na Bíblia. Assinalar significa lacrar, fechar dentro de um segredo, uma ação. É confirmar um testemunho e comprometer aquele que possui o segredo. O TAU é selo de Deus; significa estar sob o domínio do Senhor, é a garantia de ser reconhecido por Ele e ter a sua proteção. É segurança e redenção, voltar-se para o Divino, sopro criador animando nossa vida como aspiração e inspiração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU na Idade Média</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vimos o significado salvífico que a letra hebraica do TAU recebe na Bíblia. Mas <strong>o TAU </strong>tem<strong> </strong>também um significado extrabíblico, bastante divulgado na Idade Média: perfeição, meta, finalidade última, santo propósito, vitória, ponto de equilíbrio entre forças contrárias. A sua linha vertical significa o superior, o espiritual, o absoluto, o celeste. A sua linha horizontal lembra a expansão da terra, o material, a carne. O TAU lembra a imagem do sustentáculo da serpente bíblica: clavada numa estaca como sinal da vitória sobre a morte. Uma vitória mística, isto é, nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É cruz vitoriosa, perfeição, salvação, exorcismo. Um poder sobre as forças hostis, um talismã de fé, um amuleto de esperança usado por gente devota sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU do Penitente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Francisco de Assis viveu em um ambiente no qual o TAU estava carregado de uma grande riqueza simbólica e tradicional. Assumiu para si a marca do TAU como sinal de sua conversão e da dura batalha que travou para vencer-se. Não era tão fácil para o jovem renunciar seus sonhos de cavalaria para chegar ao despojamento do Crucificado que o fascinou. Escolhe ser um cavaleiro penitente: eliminar os excessos, os vícios e viver a transparência simples das virtudes. Na sua luta interior chegou a uma vitória interior. Um homem que viveu a solidão e o desafio da comunhão fraterna; que viveu o silêncio e a canção universal das criaturas; que experimentou incompreensão e sucesso, que vestiu o hábito da penitência, que atraiu vidas, encontrou um modo de marcar as paredes de Santa Maria Madalena em Fontecolombo, de assinar cartas com este sinal. De lembrar a todos que o Senhor nos possui e nos salva sob o signo do TAU.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Franciscano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TAU franciscano atravessa oito séculos sendo usado e apreciado. É a materialização de uma intuição. Francisco de Assis é um humano que se move bem no universo dos símbolos. O que é o TAU franciscano? É <strong>Verdade</strong>, <strong>Palavra</strong>, <strong>Luz</strong>, <strong>Poder</strong> e <strong>Força da mente</strong> direcionada para um grande bem. Significa lutar e discernir o verdadeiro e o falso. É curar e vivificar. É eliminar o erro, a mentira e todo o elemento discordante que nega a paz. É unidade e reconciliação. Francisco de Assis está penetrado e iluminado, apaixonado e informado pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade. É um batalhador incansável da Paz, o Profeta da Harmonia e Simplicidade. É a encarnação do discernimento: pobre no material, vencedor no espiritual. Marcou-se com este sinal da luz, vida e sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O TAU Como Ideal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1.200 prelados, 412 bispos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9, 1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU, vibrante de cuidado, ternura e misericórdia aprendida de seu Senhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>TAU nas Fontes Franciscanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os biógrafos franciscanos nos dão testemunhos da importância que São Francisco dava ao TAU: &#8220;O Santo venerava com grande afeto este sinal&#8221;, &#8220;O sinal do TAU era preferido sobre qualquer outro sinal&#8221;, &#8220;O recomendava, freqüentemente, em suas palavras e o traçava com as próprias mãos no rodapé das breves cartas que escrevia, como se todo o seu cuidado fosse gravar o sinal do TAU, segundo o dito profético, sobre as fontes dos homens que gemem e lutam, convertidamente a Jesus&#8221;, &#8220;O traçava no início de todas as suas ações&#8221;, &#8220;Com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas&#8221; (cf. LM 4,9; 2,9; 3Cel 3). Assim Francisco vestia-se da túnica e do TAU na total investidura de um ideal que abriu muitos caminhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/06/11/o-tau-na-historia-e-o-cordao-com-tres-nos-em-sao-francisco-de-assis-parte-2/" target="_blank"><strong>Veja a segunda parte deste texto clique aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Veja alguns Destaques das 200 publicações. Parabéns ao Site: Benito Pepe!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 01:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com grande satisfação que comunico aos amigos e leitores do meu Site/blog que acabamos de completar 200 publicações, incluem-se aqui artigos, trechos de meus trabalhos acadêmicos, monografias e textos diversos. A imensa maioria são textos meus, mas há também alguns textos de amigos aos quais agradeço pela colaboração. Aproveito para apresentar alguns dos textos mais visitados. Vamos a eles:


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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É com grande satisfação que comunico aos amigos e leitores do meu Site/blog que acabamos de completar 200 publicações, incluem-se aqui artigos, trechos de meus trabalhos acadêmicos, monografias e textos diversos. A imensa maioria são textos meus, mas há também alguns textos de amigos aos quais agradeço pela colaboração. Aproveito para apresentar alguns dos textos mais visitados. Vamos a eles:<span id="more-1603"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clique nos títulos para visitar os artigos completos&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/12/09/o-melhor-aprendizado-e-atraves-da-pratica-ou-da-teoria/" target="_blank">O Melhor Aprendizado é Através da Prática ou da Teoria?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde jovem eu escuto as pessoas dizerem: na teoria é uma coisa na prática é outra. De fato Há duas maneiras básicas de se aprender: uma é com a prática, a outra é com a teoria. Nesse contexto podemos aprender errando e acertando, isso ocorre com a prática. A outra forma de aprender é também com os erros e acertos, no entanto agora consideramos os erros e acertos de outrem, isso ocorre através da teoria. Em outras palavras aprendermos com nossos erros (prática) e/ou com os erros dos outros (teoria)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/01/22/a-fabula-do-rato-e-uma-analogia-com-o-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">A Fábula do Rato e uma Analogia com o Ambiente de Trabalho</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fábula que segue nos leva a refletir quanto aos “problemas de trabalho” e as relações interpessoais. A Fábula do Rato, nos mostra claramente como deveríamos nos comportar no Ambiente de Trabalho. Muitas vezes esquecemos que fazemos parte da mesma Rede de Relações Interpessoais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/02/12/porque-contratar-um-palestrante/" target="_blank">Por que contratar um Palestrante?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos se questionam quanto a contratar um palestrante. Há ainda quem pense que uma palestra pode não influenciar nos resultados do empreendimento, seja uma empresa, um hotel ou qualquer instituição em que haja pessoas. É claro que esse é um pensamento pequeno, se assim fosse o número de palestrantes não estaria crescendo de maneira meteórica no Brasil. A relação crescimento da empresa-palestrante é diretamente proporcional&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/%e2%80%9chomenagem%e2%80%9d-ao-dia-das-maes/" target="_blank">Homenagem ao dia das Mães</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por que e para que ter um dia das mães? Muitos vão dizer: todos os dias são dias das Mães. È claro que sim, todos os dias são dias das mães, dia dos pais, como também todos os dias devem ser vividos como o dia do Natal, etc. No entanto o comércio, o governo e as instituições religiosas definem datas especiais e comemorativas, estas datas têm propósitos diversos, muitos bem nobres, outros nem tanto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/" target="_blank">A importância do Treinamento, Treinar pra que?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em treinamento, principalmente nas médias empresas, vem logo a pergunta: treinar pra que? Essa pergunta não parte só do funcionário, mas também é uma “preocupação” do empresário que pensa de maneira subliminar e mesquinha. Ele pensa que vai preparar melhor um funcionário para depois perdê-lo para o mercado&#8230;<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/13/ambiente-de-trabalho-e-as-relacoes-interpessoais/" target="_blank">Ambiente de Trabalho e as Relações interpessoais</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente reflete no ser humano?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, podemos, por exemplo, observar um shopping Center e a maneira como as pessoas normalmente se comportam quando estão lá dentro. A limpeza, o clima, a decoração, as pessoas bem vestidas ou não, fazem com que ajamos de certa maneira&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/" target="_blank">Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno – Endomarketing</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apresento em tópicos este trabalho acadêmico que fiz na minha Especialização em Marketing. Iniciamos com um <strong>Resumo</strong> e uma <strong>Introdução</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O homem se humilha se castram seus sonhos seu sonho é sua vida e Vida é trabalho e sem o seu trabalho o homem não tem honra e sem a sua honra, se morre, se mata não dá pra ser feliz, não dá pra ser feliz…</em></p>
<p style="text-align: justify;">(Gonzaguinha)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/30/como-surgiu-a-filosofia-continuacao-capitulo-2-2/" target="_blank">Como Surgiu a Filosofia?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falamos um pouco de como surgiu ou como se deu a origem da Filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tales, da colônia grega de Mileto – por isso chamado <strong>Tales de Mileto</strong>(1) – é um dos nomes mais importantes para o surgimento do pensamento filosófico-científico, como é dado por “Aristóteles, no livro I da Metafísica”. Aristóteles afirma ser Tales de Mileto, no Séc. VI a.C., o iniciador do pensamento filosófico-científico&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank">O tempo está passando mais rápido?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma pergunta que muitos fazem constantemente, e a resposta é sempre afirmativa para a maioria das pessoas, pois sentem realmente o tempo “voando”, entretanto a resposta está Certa e Errada&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2011/04/18/feliz-semana-santa-feliz-pascoa-mas-o-que-e-a-pascoa/" target="_blank">Mas o que é páscoa?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O texto: <strong>“Mas o que é Páscoa?”</strong> eu publique originalmente no Site <strong>Planetanews.com</strong> em 2003. Desde então ele sempre foi um campeão de visitas durante a quaresma, Semana Santa e Páscoa. Foi copiado e publicado em inúmeros sites pela Internet. Agora eu o publico aqui e no final deste texto indico alguns links para outros artigos que escrevi falando sobre esse tema, faço um compêndio desses artigos sobre a <strong>Páscoa</strong>, <strong>Semana Santa</strong>, e <strong>datas relacionadas</strong>. Veja os links e um resumo de cada artigo, o que ele trata e qual a sua relação com os outros textos&#8230;<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank">O que é Carnaval? Qual a sua origem?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muita controvérsia quando se fala em carnaval, dizem haver apologias obscuras e de origem pagã, outros só vêem uma festa como outra qualquer. Bem, vamos discorrer um pouco sobre este tema historicamente até os dias de hoje; o que é Carnaval e qual é a origem do Carnaval?&#8230;<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/31/a-alegoria-da-caverna-de-platao-%e2%80%93-livro-vii-da-republica/" target="_blank">A Alegoria da Caverna de Platão – livro VII da República</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa alegoria, também chamada Mito da Caverna foi escrita por Platão século IV a.C, está contida no livro VII da Republica de Platão. É Leitura imprescindível para todas as pessoas de qualquer área de atuação&#8230;<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/05/16/o-apolineo-e-o-dionisiaco-%e2%80%93-apolo-e-dioniso-em-nietzsche-a-perda-da-proximidade-com-a-natureza-que-tinha-o-homem-antigo/" target="_blank">O Apolíneo e o Dionisíaco &#8211; Apolo e Dioniso em Nietzsche: a perda da proximidade com a natureza que tinha o homem antigo</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há diversos deuses apresentados pela mitologia grega, o “principal” deles é Zeus que seria o “deus dos deuses” para os gregos antigos. Apollo e Dioniso, dois desses deuses da mitologia grega são tratados por Nietzsch de uma maneira bastante interessante e que contribui de maneira “espetacular” para a compreensão de sua obra, especialmente e especificamente citados em “O nascimento da tragédia” (1872). A arte grega tem origem além do homem e representa “forças” que estão presentes no Mundo&#8230;<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank">Primavera a Estação das Flores</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os anos há quem espere ansiosamente por esta bela estação, há quem diga que é a mais bela de todas as quatro estações. Nesta época do ano não temos mais o frio intenso do Inverno e ainda não temos o calor do Verão, há um clima ameno, agradável, e acima de tudo florido. É mesmo lindo poder apreciar as flores e o verde dos jardins e das montanhas que ressurgem depois de “congelarem”, é como se o <a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank">tempo </a>tivesse parado e agora voltado a surgir juntamente com a Vida que estava adormecida ou mesmo “Morta”&#8230;<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/09/03/eficiencia-e-eficacia-o-que-importa-e-a-%e2%80%9ccaca%e2%80%9d/" target="_blank">Eficiência e Eficácia o que Importa é a “Caça”?</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para respondermos a esta pergunta precisamos entender os termos: <strong>Eficiência</strong> e <strong>Eficácia</strong>. Sumamente vou lembrar que a Eficácia é quando “conseguimos que as coisas certas sejam realizadas”, enquanto que a Eficiência é “a capacidade de fazer as coisas corretamente”, isso difere, portanto, da capacidade de conseguir que as coisas certas sejam feitas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a></span></p>


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		<title>Feliz Semana Santa! Feliz Páscoa!  Mas o que é a Páscoa?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto: “Mas o que é Páscoa?” eu publique originalmente no Site Planetanews.com em 2003. Desde então ele sempre foi um campeão de visitas durante a quaresma, Semana Santa e Páscoa. Foi copiado e publicado em inúmeros sites pela Internet. Agora eu o publico aqui e no final deste texto indico alguns links para outros artigos que escrevi falando sobre esse tema, faço um compêndio desses artigos sobre a Páscoa, Semana Santa, e datas relacionadas. Veja os links e um resumo de cada artigo, o que ele trata e qual a sua relação com os outros textos.




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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/122__160x120_pascoa-com-jesus-cristo.jpg" alt="pascoa-com-jesus-cristo" title="pascoa-com-jesus-cristo" />
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O texto: <strong>“Mas o que é Páscoa?”</strong> eu publique originalmente no Site <strong>Planetanews.com</strong> em 2003. Desde então ele sempre foi um campeão de visitas durante a quaresma, Semana Santa e Páscoa. Foi copiado e publicado em inúmeros sites pela Internet. Agora eu o publico aqui e no final deste texto indico alguns links para outros artigos que escrevi falando sobre esse tema, faço um compêndio desses artigos sobre a <strong>Páscoa</strong>, <strong>Semana Santa</strong>, e <strong>datas relacionadas</strong>. Veja os links e um resumo de cada artigo, o que ele trata e qual a sua relação com os outros textos.<span id="more-1592"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas O que é Páscoa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Legal que muitos de nós fiquemos felizes com a Semana Santa, com a Páscoa, momentos de nos confraternizar, nos alegrar, de dar e receber ovos de Páscoa&#8230; Mas porquê isto? Bem! Para quem ao menos gosta da História e da essência dos fatos e atos ocorridos, vale continuar a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Já há alguns milênios (3,5) os Judeus já comemoravam a Páscoa. Mas como? Jesus Cristo não havia nem mesmo nascido! É verdade! No início, as comemorações da Páscoa já eram nesta época do ano: Março, Abril (primavera no hemisfério norte) eram para comemorar as colheitas. Era, portanto, a festa das colheitas. A alegria de festejar e “bebemorar” com o sucesso de um período trabalhado e seus frutos (na verdade a festa da colheita era 50 dias após a páscoa).</p>
<p style="text-align: justify;">Muito bem! Mas os nossos Pais religiosos, os Judeus, foram escravizados no Egito (Império naquela época). Ficaram como escravos muitos anos&#8230; Até que, com ajuda de Deus, conseguiram sair da escravidão e voltar à terra prometida e foi o que ocorreu por coincidência ou projeto Divino também nesta mesma época da Páscoa e, assim, então, a comemoração dos Judeus passou a ser a da Passagem, do Êxodo, da libertação da terra do Egito.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora onde está a Páscoa Cristã? A nossa Páscoa, que é, sem dúvida, a maior Festa e a maior comemoração de todas as festas cristãs, está exatamente neste mesmo período do ano, pois mais uma vez por coincidência ou não ocorre também nesta época.</p>
<p style="text-align: justify;">O Verbo que era a palavra se fez carne e veio habitar entre nós e após um período aqui na terra nos mostrou que nós também somos eternos, pois o que vivemos é uma Páscoa, ou seja, em Hebreu Páscoa quer dizer PASSAGEM assim sendo, Jesus o Cristo, nos mostrou que aqui é apenas um local de passagem e acima de tudo de aprendizagem. Portanto o mais importante não é o que construímos materialmente, mas, sim, o que construímos espiritualmente. Jesus, após ser crucificado e morto (na época da festa da Páscoa judaica, pois ele havia ido até Jerusalém para as comemorações &#8211; ele também era Judeu), ele ressuscita no 3º dia e aparece aos seus discípulos algumas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto nós, os Cristãos, comemoramos esta época do ano como a maior de todas as festas, assim, ela é mais importante que o próprio Natal (Nascimento de Jesus). Apesar de o Calendário Gregoriano contar os anos do nascimento de Cristo, na verdade nós estamos há uns 1970 anos de comemorações de Páscoas Cristãs.</p>
<p style="text-align: justify;">E para quê os Ovos, os coelhos&#8230;? O raciocínio é sempre lógico como também muitas vezes é a Fé! Como foi aprendido que a verdadeira Vida é após esta Páscoa (Passagem) assim sendo temos que comemorar a Vida e o que é melhor para simbolizar a vida do que o ovo! E o coelho, é lógico. Como o bichinho procria, não é mesmo? Bem, devemos lembrar também que os fatos e símbolos foram incididos em outro mundo &#8211; o chamado mundo velho (berço da humanidade) &#8211; e com suas culturas, portanto também é interessante relembrar que tudo em História se deve contemporizar.</p>
<p style="text-align: justify;">A passagem por esta terra, por este planeta, é o que temos consciência neste momento, quanto ao futuro temos a esperança. Páscoa, portanto, é a passagem, mas não a passagem desta vida para outra, mas de toda a passagem por esta vida, com todos os seus anos de conhecimentos, aprendizagens, vivências e experiências. Portanto, a Páscoa é, em suma, a comemoração da VIDA!</p>
<p style="text-align: justify;">Feliz páscoa para você!</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/" target="_blank">O que é Páscoa? Qual a Origem da Páscoa?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste texto eu falo sobre a Páscoa, Quaresma, Semana Santa, como surgiu a festa da páscoa judaica e a cristã, o que significam os símbolos da páscoa, o pentecoste entre outros temas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/" target="_blank">Páscoa é renascer, é Vida Nova! É Passagem</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui procuro resgatar o sentido espiritual da páscoa, enfatizando o viés vertical – homem-céu &#8211; e abdicando do sentido puramente secular ou pagão da festa, ou seja, a sua horizontalidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/" target="_blank">Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como é definida a data do carnaval, veremos que a data tem a ver com a data da páscoa. Lembramos a questão astronômica da Lua cheia e a Páscoa, os 40 dias da quaresma&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank">O que é carnaval? Qual a Origem do Carnaval?</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma história do carnaval, sua relação com a data da páscoa, onde e como surgiu o carnaval, o carnaval nas diversas épocas da história desde sua origem no renascimento e em tempos modernos, o carnaval no Brasil, o carnaval carioca, sociedades carnavalescas, escolas de samba&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>São Sebastião Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>

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		<description><![CDATA[São Sebastião, Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro. Foi soldado e capitão da Guarda imperial romana. Por ser Cristão confesso, foi martirizado por Diocleciano.
Provavelmente São Sebastião nasceu em Narbonne. E Foi martirizado em 20 de Janeiro de 288. Os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/sao-sebastiao.jpg" title="" class="shutterset_singlepic113" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/113__160x120_sao-sebastiao.jpg" alt="sao-sebastiao" title="sao-sebastiao" />
</a>
Provavelmente São Sebastião nasceu em Narbonne. E Foi martirizado em 20 de Janeiro de 288. Os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos. O seu nome deriva do grego <em>sebastós</em>, que significa <em>divino</em>, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).<span id="more-1532"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos Cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, nem os diversos deuses, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.</p>
<p style="text-align: justify;">Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse mistério o levava a consolar os Cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.</p>
<p>São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante de um imperador muito triste, porque era uma traição [ao Império]. Mas ele deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.</p>
<p style="text-align: justify;">
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensar que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado. Portanto São Sebastião foi levado duas vezes ao martírio em nome de Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira sentença dada pelo imperador romano Diocleciano, como vimos, foi amarrá-lo e flechá-lo até a morte. É recolhido semimorto pelos cristãos,  que o levaram para casa e curaram-lhe as feridas. Recuperado, retorna ao imperador para reafirmar sua fidelidade a Cristo. Diocleciano, cheio de cólera, o condena à morte por espancamento, Morto a pauladas. Outra Cristã recolhe o corpo do herói da fé e o sepulta com veneração devida aos mártires, nas catacumbas, que haveriam de ser conhecidas pelo seu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião foi um grande missionário do seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1565, foi escolhido como Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião continua a nos falar através do exemplo de sua vida e de sua morte. Ele foi um grande missionário de seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época. Que a lembrança e rememoração de sua vida nos fortaleça no testemunho cristão em meio às adversidades da vida; que nem mesmo o desamor, a maldade e a violência possam vencer a nossa fé. Olhando o exemplo de São Sebastião, possamos dizer cada vez mais: “Quem nos separará do Amor de Cristo? Pois, se Deus é por nós, quem será contra nós?</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oração a São Sebastião:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião / corajoso missionário em tempos difíceis, / testemunha do Evangelho através da própria vida,  / dedicado amigo dos cristãos perseguidos, / protetor contra a violência, as doenças e as guerras! / São Sebastião, / Padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, / intercedei por nós junto ao Pai / a fim de que, inspirados por vosso testemunho, / nos tornemos a cada dia / firmes no caminho do bem, / perseverantes na prática das virtudes, /  fies mensageiros do amor de Deus, / construtores da justiça e da paz, / consolo e ânimo dos que sofrem, /  defensores dos aflitos, / solidários na dor e nos tormentos, /  instrumentos constantes de evangelização. / Amém.</p>
<p style="text-align: justify;">São Sebastião, rogai por nós!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe </p>


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		<title>Feliz Natal! Feliz Aniversário! O Nascimento e a Vida de Jesus Cristo!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 23:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!). Este ano vou falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que não seja para todo o Mundo; e por fim, falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/nascimento-de-jesus.jpg" title="" class="shutterset_singlepic107" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/107__160x120_nascimento-de-jesus.jpg" alt="nascimento-de-jesus" title="nascimento-de-jesus" />
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Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Estamos aí em mais um Natal, mais um Ano Novo que começa. O natal é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, no entanto a data real do aniversário do Mestre ninguém sabe ao certo. Precisávamos de uma data, e nada melhor do que utilizarmo-nos de uma festa já existente na época inicial do Cristianismo, mas eu não quero falar disso agora, se você quer saber <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">O que é natal? Qual a origem do Natal? (clique aqui!</span>). </a></strong>Este<strong> </strong>ano<strong> </strong>vou<strong> </strong>falar da essência do Natal Cristão; da sua importância para a humanidade, ainda que <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank">não seja para todo o Mundo</a></span>; </strong>e por fim,<strong> </strong>falo um pouco da Vida do maior Mestre que já viveu neste Planeta e da síntese de sua mensagem.<span id="more-1497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Natal não é “apenas” a data do Nascimento de Jesus Cristo. O Natal deve ser o <strong>re</strong>-<strong>nascimento</strong> de uma Nova Esperança para os Cristãos. Embora nós Cristãos, não somos a religião absoluta no Planeta e nem mesmo a maioria, pois somos tão somente 1/3 ou 33 % das religiões (isso se somando todas as 33.600 denominações ditas “cristãs”), nós influímos na Cultura de muita gente, o Mundo Cristão Ocidental transformou o Planeta e influi de alguma maneira em quase seis bilhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos nossos dias, em muitos dos países do Planeta, há uma árvore de Natal em alguma praça, em algum ponto estratégico, em algum lugar. Isso por si só mostra a evidência e o poder de influência da religião Cristã. Também o <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/" target="_blank">calendário</a></span></strong> que o mundo usa é o calendário cristão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Exatamente como fora anunciado, &#8220;o Verbo se fez Carne e habitou entre nós&#8221;. No seio de uma Virgem puríssima. Estamos no segundo ato do drama da humanidade. Agora, um anjo abre as portas de um novo paraíso,  e conversa com uma mulher. Ele é um anjo bom e ela a nada mais aspira do que ser a &#8220;serva do Senhor&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, Deus a fez &#8220;bendita entre as mulheres&#8221; e &#8220;todas as nações a chamarão bem-aventurada&#8221;. &#8220;O anjo Gabriel foi, por Deus, enviado a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão, que se chamava José, da casa de Davi, e o nome da Virgem era Maria&#8221;. (Lc 1, 26)</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos no Evangelho: Entrando o Anjo onde ela estava, disse: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, bendita és tu entre as mulheres. Quando ela ouviu, turbou-se com o seu dizer e cogitava que saudação fosse esta. E o anjo lhe disse: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás em teu seio e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu Pai, e reinará na casa de Jacó eternamente. E o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, pois que não conheço varão? E respondendo, o anjo lhe disse: O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. E por isso que o Santo que nascerá de ti será chamado Filho de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, Temos que lembrarmo-nos da essência do Natal, de sua época, de uma situação econômica, e de um império que dominava o povo judeu. Precisamos lembrar que as mulheres naquela época e naquela região, não tinham valor, não eram se quer citadas, e mesmo assim nós temos o que temos de Maria e sobre Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há aniversário, ou melhor, nascimento – Natal – se não houver a Mãe. Este ano proponho: lembremo-nos do <strong>aniversariante</strong>, de sua <strong>mensagem</strong> e de sua <strong>Mãe</strong>, será que o filho &#8211; o próprio Deus encarnado &#8211; desprezaria sua Mãe no dia do seu aniversário?</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto houver mulheres no mundo, ainda que bem distantes da profundidade de Maria, mas com vontade e prontidão para servir, o Mundo terá uma Esperança!</p>
<p style="text-align: justify;">Os Cristãos são os seguidores de Jesus Cristo. São aqueles que acreditam em uma Nova Vida, são os que têm Esperança na Transformação do Planeta e acreditam na Vida Eterna. Para sermos Verdadeiros Cristãos, devemos seguir a essência da mensagem do Cristo. A mensagem do mestre foi tão clara, simples e objetiva: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo!” As palavras de Jesus segundo o evangelista Mateus no capitulo 22 versículos 37a39 diz exatamente assim: &#8220;Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo o entendimento&#8221; (Mt 22,37). E continua assim: &#8220;Amarás o teu próximo como a ti mesmo&#8221; (Mt 22, 39).</p>
<p style="text-align: justify;"> A Palavra  “<strong>evangelho”</strong> quer dizer: “<strong>Boa Nova”</strong>, ou a “<strong>Boa</strong> <strong>Notícia”</strong>! Há esperança! Há uma Nova Chance! Há uma Nova Oportunidade!</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso bastava, e basta, que o homem se arrependa de seus erros, seus pecados. E busque a Vida Nova em Cristo. FELIZ NATAL!! Aproveite a Festa! Mas não ignore o Aniversariante que é o Dono da Festa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Religião Versus Ciência</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 01:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/98__160x120_ciencia_versus_religiao.jpg" alt="ciencia_versus_religiao" title="ciencia_versus_religiao" />
</a>
Este texto que segue me foi enviado pelo amigo José Maria dias, a quem se devem os créditos da compilação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob certo aspecto, não existe conflito algum entre religião e ciência, mas, visto sobre outro ângulo, esse conflito é implacável. Os dois pontos de vista são corretos, pois apenas acentuam os aspectos diferentes dessas relações. Estudemo-los, pois, separadamente.  O primeiro, isto é o da inexistência do conflito, acentua que as crenças religiosas se referem ao mundo extra-sensório. Portanto não podem ser comprovadas pelos métodos científicos, e também não podem ser negadas.<span id="more-1464"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de apresentar a questão consiste em afirmar que a religião trata de causas originais e a ciência das imediatas. O cientista pode crer em Deus e, todavia, ser um ótimo biólogo; apenas encara os fatos e princípios da Biologia como outras tantas manifestações da obra divina. No laboratório, sua conduta pode ser apropriada à situação científica e, na igreja, adequada à situação religiosa sem qualquer incongruência. Tal atitude é perfeitamente natural; todavia sabemos de muitos grandes cientistas que foram homens pios, ao passo que muitos outros foram ateus, e sabemos, também, que muitos deles, pios e ímpios, tiveram grandes problemas com a religião organizada justamente devido aos seus pontos de vista científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em parte, a raiz do problema é a seguinte; a linha divisória entre o conhecido e o ignoto é inconstante. O que ainda ontem era, ignorado, hoje é conhecido. Ainda não há muito tempo, a origem do homem sobre a terra era ignorada pelo intelecto humano. A crença religiosa preencheu a lacuna com a “narrativa precisa” dessa origem. Tal narrativa foi aceita por ter sido encarada como uma revelação divina. Entretanto, a investigação científica começou a levar a origem terrestre do homem para o domínio dos fatos. Foi então que surgiu um sério conflito. O cientista não podia aceitar a narrativa religiosa como absolutamente verídica, sobretudo para a ciência. Tal situação criou uma tensão entre ele e o leigo comum e as autoridades religiosas. Enquanto a linha divisória entre o conhecido e o ignoto for assim inconstante, ou, em outras palavras, enquanto a ciência continuar a progredir, existirá sempre o conflito entre religião e ciência. Nenhuma das duas será destruída por esse choque, pois quando a religião perde uma batalha limita-se a bater em retirada para níveis mais elevados.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideologia religiosa torna-se cada vez mais imprecisa, mais e mais filosófica, cada vez menos antropomórfica. Transfere-se do fundamental para o liberal, do dogma para a filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">A outra raiz do conflito reside no fato de que a ciência, da mesma forma que qualquer outra instituição organizada, possui uma fé própria. Desenvolve hábitos de atitudes espirituais e éticas diferentes das que prevalecem nas religiões tradicionais. A procura científica da verdade empírica como o mais elevado objetivo a ser atingido é exatamente o oposto da procura religiosa da verdade não-empírica. O cientista desenvolve um ceticismo inerente sobre as asserções relativas à existência, sem levar em conta a identidade do seu autor. Assim está sempre inclinado a encarar com algum ceticismo as afirmações sobre a natureza do paraíso, a vida após a morte, o mal do pecado, a ocorrência dos milagres e o caráter revelador da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">A religião afasta-se desse ceticismo pela reinterpretação das suas  asserções, tornando-as simbólicas e alegóricas, e não literais. Falo, também, salientando a importância dos sentimentos religiosos para com as crenças religiosas. Entretanto nunca se entrega. O mais sério conflito entre religião e ciência surge quando a própria religião é submetida a análise cientifica. Dependente, como é da fé subjetiva, a religião murcha como uma folha diante da chama quando enfrentada pela atitude científica. Assim o homem que vai a igreja sem a ideia da adoração, mas com a intenção de analisar as causas do comportamento que observa, achar-se-á incompatibilizado com a ocasião. Encontrar-se-á na mesma posição daquele que assiste a um jogo de futebol, não com a intenção de apreciar o jogo, mas, sim, com a de observar os estranhos gritos e atitudes da multidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Se todos os integrantes da multidão assumissem a mesma atitude não haveria qualquer entusiasmo, nenhum interesse. A análise sistemática é o oposto do entusiasmo coletivo. Se o público em geral, levasse a cabo uma análise da conduta religiosa lançando mão dos instrumentos sistemáticos da pesquisa, seria a morte da religião. Desnecessário dizer que tal hipótese é improvável. A maior parte dos cientistas tentará analisar todas as coisas antes de interessar-se pela religião, e a maioria dos leigos nem sequer pode compreender a exposição do problema. O que passa por ser estudo religioso é, em geral, a história da doutrina religiosa, e não a explicação cientifica do comportamento religioso propriamente dito.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Sociedade Humana de Kingsley Davis da Editora Fundo de cultura.</p>


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		<title>A Itália e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 14:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
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		<description><![CDATA[A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no Quattrocento (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/96__160x120_duomo-firenze.jpg" alt="duomo-firenze" title="duomo-firenze" />
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A arte renascentista começou a manifestar-se plenamente no <em>Quattrocento</em> (século XV) em Florença. A situação econômica, social e cultural daquela cidade era favorável ao esplendor artístico. O orgulho dos florentinos expressou-se em seguida nas estátuas dos santos patronos para os nichos de Orsanmichele (Or San Michele), obra de vários artistas, entre os quais Donatello e Lorenzo Ghiberti, assim como na maior cúpula construída desde a antiguidade, erguida por Filippo Brunelleschi na catedral.<span id="more-1457"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1401 foi realizado naquela cidade um concurso para a confecção das portas em bronze do batistério de San Giovanni, no qual o vencedor foi Ghiberti. O pagamento dessas obras escultóricas e arquitetônicas e a decoração dos palácios, igrejas e monastérios ficou a cargo de ricas famílias de comerciantes e dignitários, entre as quais se destacou a dos Medici.</p>
<p style="text-align: justify;">O iniciador da pintura renascentista foi Masaccio. A monumentalidade de suas composições e o naturalismo de suas obras fazem dele uma figura essencial da pintura do século XV, como se pode apreciar nos afrescos da capela Brancacci.<br />
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51300"></a>Contemporâneos de Masaccio foram fra Angélico, pintor idealista de cenas religiosas, e Paolo Uccello, preocupado com os escorços (figuras em posturas oblíquas ao plano da obra artística) e as perspectivas. À segunda metade do século XV, auge da tendência pictórica racionalista e investigadora, pertenceram Piero della Francesca, que se sentiu atraído pelo valor da luz como elemento expressivo, e Sandro Botticelli, com quem triunfou um estilo sinuoso e refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento ou <em>Cinquecento</em> floresceu entre 1490 e 1527, ano em que Roma, que substituíra Florença como centro artístico, foi saqueada pelas tropas imperiais de Carlos V. O período contou com três figuras de primeira magnitude: Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael. Cada um desses artistas personificou um aspecto peculiar desse momento: Da Vinci foi o arquétipo do homem renascentista, um gênio solitário que se interessou pelas facetas múltiplas do conhecimento; Michelangelo encarnou o poder criador e concebeu vários projetos inspirando-se no corpo humano como veículo essencial para a expressão de emoções e sentimentos; e Rafael exemplificou o espírito clássico da harmonia, da beleza e da serenidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Da Vinci, autor da &#8220;Gioconda&#8221; (ou &#8220;Mona Lisa&#8221;) e da &#8220;Última ceia&#8221;, tenha sido reconhecido em sua época como um grande artista, seu constante e profundo interesse no conhecimento da anatomia humana, do mecanismo do vôo das aves e da estrutura interna de animais e plantas não lhe permitiu produzir uma obra pictórica extensa. Os primeiros exemplos escultóricos de Michelangelo, como o &#8220;David&#8221;, revelam uma grande habilidade técnica que lhe permitiu mais tarde curvar suas figuras de forma helicoidal, explorando as possibilidades expressivas da anatomia humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que tenha se iniciado como escultor, sua obra mais conhecida é o gigantesco afresco da abóbada da capela Sistina, na qual combinou a teologia cristã e a filosofia neoplatônica. Rafael, que na juventude sofreu a influência de Da Vinci e Michelangelo, distinguiu-se por sua preferência pela harmonia e clareza clássicas, características que podem ser apreciadas em uma de suas obras mais célebres, &#8220;Escola de Atenas&#8221;. Nesse trabalho, um afresco para o Vaticano, representou juntos, em conversa tranqüila, diversos filósofos, artistas e homens de ciência, tanto da antiguidade como seus contemporâneos, dispostos em um cenário colossal de características greco-latinas.<br />
O criador do <em>Cinquecento</em> arquitetônico foi Donato Bramante, que chegou a Roma em 1499. Sua primeira obra-prima foi o pequeno templo de são Pedro em Montorio, de planta centralizada, semelhante à dos templos circulares clássicos. O papa Júlio II escolheu Bramante para edificar a nova basílica de São Pedro, de gigantescas proporções, que deveria substituir a igreja paleocristã do século IV. O projeto só foi completado muito tempo depois da morte de Bramante e dele participaram artistas como Rafael e Michelangelo, que desenhou a enorme cúpula.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/48459"></a>Em Veneza, onde Antonello da Messina havia introduzido o óleo, técnica própria do norte da Europa durante o século XV, sucedeu-se uma série de pintores brilhantes &#8212; Giorgione, Ticiano, Tintoretto, Veronese &#8212; com os quais chegou ao seu esplendor máximo a escola veneziana, cujas características são o colorido, a luz vaporosa, a sensualidade e os temas pagãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Difusão da arte renascentista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51302"></a>Fora da Itália difundiram-se com certa rapidez as novidades estéticas italianas graças às viagens de artistas à Itália e à difusão proporcionada pela invenção da imprensa. Embora na arquitetura demorassem um pouco a se impor os critérios renascentistas, devido à permanência do gótico, na escultura e sobretudo na pintura chegaram a se destacar artistas extraordinários. No norte da Europa, onde ficara famoso o esplendor da escola gótica flamenga, minuciosa e de ricos cromatismos graças ao emprego do óleo, destacaram-se o gravador e pintor alemão Albrecht Dürer, que conjugou o estilo clássico renascentista com o gótico germânico com grande habilidade, e o flamengo Pieter Brueghel o Velho, interessado na reprodução de cenas da vida cotidiana não isentas de ironia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51298"></a>Na Espanha, a arte do Renascimento foi muito mais religiosa do que nos demais países da Europa, fruto do espírito da Contra-Reforma, e alcançou seu maior brilhantismo com a arquitetura austera de El Escorial, obra de Juan de Herrera y Gutiérrez de la Vega e com a obra de El Greco, que se caracteriza por figuras alongadas, de marcante espiritualidade, uma técnica livre e uma gama de cores e brilhos de origem veneziana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Literatura</strong><br />
Ao lado das artes plásticas, a literatura italiana viveu uma época proto-renascentista personificada por Dante Alighieri, contemporâneo de Giotto. Sua obra mais representativa, a <em>Divina comédia</em>, pertencia à Idade Média por sua construção e suas idéias, mas sua visão subjetiva e sua poderosa expressividade a aproximavam do Renascimento. Petrarca e Boccaccio também pertenceram ao período literário que precedeu o Renascimento, por seus estudos do latim e seus escritos em língua vernácula.</p>
<p style="text-align: justify;">O alto Renascimento foi representado na Europa por indivíduos notáveis como o francês François Rabelais, o português Luís de Camões, o italiano Ludovico Ariosto e o britânico Christopher Marlowe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong><br />
Também a música alcançou um enorme desenvolvimento no Renascimento, época na qual triunfou a música vocal polifônica, conjunto de várias vozes e instrumentos formando um todo harmonioso, e a profana, exemplificada no madrigal. O coro da capela Sistina, do Vaticano, que participava dos serviços religiosos oficiados pelo papa, atraiu músicos e intérpretes vocais de toda a Itália e até mesmo do norte da Europa. Entre seus membros destacaram-se os compositores Josquin des Prés e Giovanni Pierluigi da Palestrina, mestre da polifonia religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Reforma, Contra-Reforma e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 13:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.


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O esplendor intelectual alcançado pelos humanistas contribuiu para o surgimento da Reforma, movimento de rebelião contra a Igreja Católica que convulsionou o centro da Europa ao longo do século XVI. O detonador da ruptura da unidade religiosa européia foi o alemão Martinho Lutero, ao colocar nas portas da igreja do castelo de Wittenberg, em 1517, suas famosas 95 teses, nas quais atacava, entre outros problemas, a venda de indulgências pelos papas.<span id="more-1454"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A atitude de Lutero não foi um fato isolado nem circunstancial e sim a resposta a uma época de crise. A Reforma coincidiu com um profundo descontentamento econômico, o desprestígio da hierarquia eclesiástica, a propagação de correntes místicas, os contínuos conflitos bélicos e uma desorientação espiritual generalizada. Era evidente, sobretudo para o clero germânico, a necessidade de uma reforma que devolvesse à igreja a essência do cristianismo.</p>
<p style="text-align: justify;">O luteranismo, que rechaçava ainda a autoridade do papa, a maioria dos sacramentos e o culto à Virgem e defendia a livre interpretação da Bíblia e a prioridade da fé sobre os atos como meio de salvação, não tardou a propagar-se por todo o norte e centro da Europa, sobretudo entre a nobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação católica teve como seu primeiro protagonista o imperador Carlos V , obstinado na luta contra os protestantes e na busca da unidade religiosa. Apesar da vitória imperial na batalha de Mühlberg em 1547, o resultado final foi a assinatura da Paz de Augsburgo em 1555, que confirmou a ruptura entre católicos e protestantes. A Igreja Católica buscou, além disso, combater a Reforma mediante a chamada Contra-Reforma, movimento de reação que se apoiou no Concílio de Trento (1545-1563) e na Companhia de Jesus. O concílio reafirmou os dogmas católicos atacados por Lutero, fortaleceu a hierarquia eclesiástica e estimulou o ensino da religião. Por sua vez, a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada em 1534 pelo espanhol Ignácio de Loyola, propôs-se a difundir, sob as ordens do papa, a doutrina católica por todo o mundo; para tanto, os jesuítas realizaram um amplo e abrangente trabalho educativo, por meio da criação de inúmeras escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A era dos grandes inventos e descobrimentos geográficos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/51299"></a>O anseio pelo conhecimento e o espírito científico do homem renascentista, cujo melhor protótipo foi Leonardo da Vinci, provocaram uma verdadeira revolução. Difundiram-se e aperfeiçoaram-se inventos orientais como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da imprensa, atribuída ao alemão Johannes Gutenberg, que aperfeiçoou os sistemas medievais de impressão com a criação dos tipos ou caracteres metálicos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da cartografia, os avanços na arte da navegação, o conhecimento da bússola, o desaparecimento das rotas comerciais das caravanas para o Oriente, devido à presença dos turcos otomanos, e o espírito dinâmico e curioso do homem moderno foram fatores que se conjugaram para tornar possíveis os grandes descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, nos quais espanhóis e portugueses tiveram papel preponderante.</p>
<p style="text-align: justify;">As explorações portuguesas, incentivadas pelo Infante D. Henrique o Navegador, foram protagonizadas por Bartolomeu Dias, que chegou até o cabo das Tormentas (posteriormente cabo da Boa Esperança), no sul da África; Vasco da Gama, que alcançou a costa da Índia; e Pedro Álvares Cabral, que no ano de 1500 descobriu o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os espanhóis, por sua vez, exploraram mais o Atlântico, pois pretendiam chegar às Índias pelo oeste, convencidos da esfericidade da Terra. O pioneiro dessas explorações foi Cristóvão Colombo, que realizou quatro viagens às terras que acreditava serem a Índia e que constituíam um novo continente. O dia 12 de outubro de 1492, quando a primeira expedição de Colombo desembarcou nas novas terras, é considerado a data do descobrimento da América. A partir de então e durante todo o século XVI os espanhóis, seguidos dos franceses, britânicos e portugueses, lançaram-se ao descobrimento de novas terras: Hernán Cortés conquistou o império asteca, Vasco Núñez de Balboa chegou até o mar do Sul (posteriormente oceano Pacífico), Francisco Pizarro dominou o império inca, Álvar Núñez Cabeza de Vaca percorreu o sul do que seriam os Estados Unidos e Juan Sebastián Elcano conseguiu completar a primeira circunavegação da Terra, iniciada por Fernão de Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arte do Renascimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista alcançou sua expressão máxima nas artes plásticas. Tratava-se de uma arte baseada na observação do mundo visível e em uma série de princípios matemáticos e racionais, como equilíbrio, harmonia e perspectiva. Pouco a pouco foram sendo substituídas as expressivas formas góticas por novas linhas em conformidade com os modelos da antiguidade clássica. Nas mãos de homens como Leonardo da Vinci, a arte não foi apenas uma forma de plasmar a beleza, mas também um aspecto do conhecimento, um meio de explorar a natureza e demonstrar a realização dos descobrimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem da arte renascentista encontra-se na Itália e foi precedida por uma fase proto-renascentista, o <em>Trecento</em>, que se estendeu do final do século XIII até o fim do século XIV, estimulada pelo espírito cultural franciscano. O exemplo de são Francisco de Assis incentivou diversos poetas e artistas italianos a valorizarem a natureza. As obras do mais destacado pintor do <em>Trecento</em>, Giotto, revelam um novo estilo pictórico preocupado mais com o espaço, os volumes e a penetração psicológica dos personagens do que com as linhas decorativas e as composições hieráticas de seus predecessores como Cimabue, Duccio di Buoninsegna e Simone Martini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong><strong> </strong></p>


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		<title>O quadro Político, Econômico e Social na Idade Moderna e o Renascimento</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No século XIV, a baixa Idade Média entrava em pleno declínio e, com ela, parte do sistema feudal. O Sacro Império Romano-Germânico, que lutara anteriormente contra o papado para obter o controle da Itália e conseguir a união da Europa, encontrava-se muito debilitado, fragmentado entre diferentes famílias nobres rivais sobre as quais se estendia a autoridade quase honorária do imperador.


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No século XIV, a baixa Idade Média entrava em pleno declínio e, com ela, parte do sistema feudal. O Sacro Império Romano-Germânico, que lutara anteriormente contra o papado para obter o controle da Itália e conseguir a união da Europa, encontrava-se muito debilitado, fragmentado entre diferentes famílias nobres rivais sobre as quais se estendia a autoridade quase honorária do imperador.<span id="more-1452"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A crise afetava também a Igreja Católica, que, primeiro, em 1309, teve sua sede pontifícia transferida temporariamente para Avignon, no sul da França, e depois sofreu as conseqüências do chamado cisma do Ocidente, no qual o mundo cristão se dividiu entre os partidários do papa Urbano VI e os do antipapa Clemente VII.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evolução política</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A reorganização política teve início na Itália no final do século XIII, com sua desvinculação do poder imperial e sua fragmentação em diversas cidades-estados, que passaram do regime comunal ou municipal para o senhorial, exercido por algumas famílias nobres, como os Gonzaga, os Sforza e os Medici. Mais tarde essas cidades se converteram no centro dos vários estados italianos da época moderna &#8212; as repúblicas de Veneza e de Florença, o ducado de Milão, o reino de Nápoles e os estados pontifícios, que mantiveram entre si constantes conflitos na tentativa de conquistar a hegemonia.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa fragmentação não ocorreu em outros territórios europeus onde, ao contrário, se estabeleceram diversas monarquias nacionais e autoritárias: a Espanha dos reis católicos, a Inglaterra de Henrique VII e a França de Luís XI. Isso se deveu, em primeiro lugar, à consolidação da autoridade do soberano frente ao poder da nobreza. Esses novos estados modernos caracterizaram-se pela centralização, a organização administrativa, a crescente burocratização e a criação de um exército poderoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Na implantação desses regimes autoritários, teve grande importância a mudança produzida na mentalidade política, que, baseando-se no direito romano e na filosofia aristotélica, legitimaria a autoridade suprema do monarca e a existência de um estado forte e organizado. A grande figura do pensamento político da época foi o florentino Nicolau Maquiavel, autor de <em>O príncipe</em> (1513), no qual elaborou uma teoria política que separava pela primeira vez a moral dos indivíduos da moral, ou razão, de estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia e sociedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora a base da economia continuasse a ser a agricultura, conquistaram grande impulso a indústria têxtil, a mineração e, sobretudo, as atividades comerciais, graças ao ápice do desenvolvimento das cidades mediterrâneas (Veneza, Marselha, Nápoles) e do norte da Europa (Antuérpia, Amsterdam, Hamburgo). A crescente importância do setor comercial resultou na fortuna de famílias como as dos Medici, os Strozzi ou os Fugger, que lhes permitiram intervir de forma direta na política ou dar seu apoio financeiro às monarquias que atravessavam crises econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O descobrimento da América representou um fato transcendental para a vida econômica do Renascimento. Abriram-se novos mercados, floresceram cidades da orla atlântica, como Sevilha e Lisboa, e fluíram os metais e as riquezas, que proporcionaram grandes benefícios a burgueses e banqueiros e permitiram que a Espanha realizasse uma ampla política de intervenção em grande parte da Europa e do Mediterrâneo. No entanto, a excessiva afluência de tesouros americanos ao continente europeu favoreceu uma alarmante alta dos preços devido à abundância da moeda em circulação.</p>
<p style="text-align: justify;">O desaparecimento das grandes pestes medievais, o auge da vida urbana e certos melhoramentos nas condições de vida das populações ocasionaram um crescimento demográfico expressivo em quase toda a Europa ocidental, conseqüência da alta taxa de natalidade e do declínio da mortalidade infantil. As principais zonas de povoamento eram o norte da Itália, os Países Baixos e o centro da França.</p>
<p style="text-align: justify;">No topo da estrutura social estava a nobreza, que se havia instalado nas grandes cidades, em luxuosos palácios ou mansões, seguida pela alta burguesia, enriquecida pelo comércio e pelos negócios financeiros. Os camponeses, que constituíam a classe menos favorecida, viviam em condições extremamente desfavoráveis. Recorreram muitas vezes a revoltas, criando um clima de instabilidade social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um mundo em transformação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O espírito renascentista expressou-se desde cedo no humanismo, movimento intelectual que teve início e alcançou seu apogeu na Itália, protagonizado por Giannozzo Manetti, Marsilio Ficino e Lorenzo Valla, entre outros. Os humanistas buscaram respostas para as questões do momento e para isso recorreram tanto ao cristianismo como à filosofia greco-latina. Criaram assim um sistema intelectual caracterizado pela supremacia do homem sobre a natureza e pela rejeição das estruturas mentais impostas pela religião medieval. A intenção do humanismo era desenvolver no homem o espírito crítico e a plena confiança em suas possibilidades, condições que lhe haviam sido proibidas durante a época medieval.</p>
<p style="text-align: justify;">Da Itália, o humanismo difundiu-se até o norte e estendeu-se por quase toda a Europa graças à invenção da imprensa, que facilitou a divulgação dos textos clássicos e das novas idéias com grande rapidez. O mais destacado humanista do norte da Europa foi Erasmo de Rotterdam, autor de <em>Encomium moriae</em> (1509; <em>O elogio da loucura</em>), obra em defesa da tolerância e da liberdade de pensamento que resumiu a essência moral do humanismo. Entre os humanistas espanhóis destacou-se Juan Luis Vives.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>Renascimento uma Visão Geral</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.


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A descoberta de novos continentes, a visão antropocêntrica do mundo, a invenção da bússola e da imprensa, a afirmação dos estados nacionais e a difusão de variadas formas artísticas inspiradas no mundo greco-latino definiram a configuração do Renascimento, um brilhante período da cultura européia que se seguiu à Idade Média.<span id="more-1449"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como Renascimento designa-se o poderoso movimento artístico e literário que surgiu na Itália dos séculos XV (<em>Quattrocento</em>) e XVI (<em>Cinquencento</em>), irradiando-se depois para a Europa ao norte dos Alpes, promovendo em toda parte um pronunciado florescimento da arquitetura, escultura, pintura e das artes decorativas, da literatura e da música e um novo enfoque da política. Embora hoje também se fale, metaforicamente, em renascenças na história da civilização egípcia antiga ou da chinesa, trata-se na verdade de um fenômeno específico da civilização européia moderna que, malgrado o intervalo da Idade Média, nunca esqueceu suas bases na civilização greco-romana da antiguidade, da civilização &#8220;clássica&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado a princípio por eruditos e historiadores como um ressurgimento da cultura clássica depois de um amplo declínio medieval, mais tarde o termo adquiriu também uma série de conotações políticas, econômicas e até religiosas. Embora, de modo geral, o movimento tenha sido considerado como de total oposição ao período medieval, alguns historiadores tendem a ver o Renascimento mais como um processo evolutivo do que uma ruptura profunda, pois diversas manifestações renascentistas foram identificadas já no início do século XII. Entre esses prenúncios destacaram-se a redução da influência da Igreja Católica e do Sacro Império Romano-germânico, o surgimento das cidades-estados, o desenvolvimento das línguas nacionais e o início do desmoronamento das estruturas feudais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Historiografia </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi Jules Michelet quem, no século XIX, incorporou em definitivo a expressão Renascimento à terminologia histórica. Entretanto, a idéia de um renascer cultural encontra-se nos próprios humanistas dos séculos XII, XIV e XVI, que a definem enfaticamente. Em oposição ao que consideram ser as trevas medievais, exaltam os novos tempos, em que ressurgem as letras e as artes. Petrarca orgulha-se de haver feito renascer os estudos clássicos, esquecidos por muitos séculos. Bocaccio atribui a Dante o ressurgimento da poesia e a Giotto, o renascer da pintura. Lorenzo Valla<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-admin/44741"></a>, em <em>Elegantiae lingua latinae</em> (1471; <em>Elegâncias do latim</em>), proclama que &#8220;a pintura, a escultura e a arquitetura, depois de prolongada e profunda degeneração, em que chegaram quase a morrer com a própria cultura, renascem e revivem agora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É, porém, com a obra do artista e historiador de arte Giorgio Vasari que o termo <em>rinascita</em> define a renovação artística dos séculos XIII a XIV, de Giotto a Michelangelo. Descreve Vasari &#8220;a vida, as obras, o talento artístico e as vicissitudes dos que fizeram ressuscitar as artes já envelhecidas&#8221;. E acrescenta: &#8220;Quem contemplou a história da arte em sua ascensão e em seu declínio compreenderá mais facilmente o sucesso de seu renascimento [<em>della sua rinascita</em>] e da perfeição a que tem chegado em nossos dias.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos na definição historiográfica do período registraram-se no século XVIII com o racionalismo, quando se formulou a antítese entre a Idade Média (caracterizada como um período que não se regia pela razão) e o Renascimento. Além disso, alguns homens de letras, como o francês Voltaire e o britânico Edward Gibbon, começaram a considerar a queda de Constantinopla, em 1453, como um fato de valor transcendental para o Ocidente, uma vez que tal acontecimento permitiu um conhecimento mais profundo da cultura greco-latina. Outro historiador britânico, William Roscoe, em seu livro <em>The Life of Lorenzo de Medici</em> (1795; <em>A vida de Lourenço de Medici</em>), demonstrou pela primeira vez o papel primordial exercido no início do século XVI por Florença, vista como a &#8220;nova Atenas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No século XIX sistematizaram-se os estudos sobre o Renascimento. Michelet estabeleceu, em <em>L&#8217;Histoire de la Renaissance</em> (1855; <em>A História do Renascimento</em>), a expressão para designar uma determinada época cultural e histórica. É característica, nessa fase, a total identificação de Renascimento e humanismo: este, tendo desenterrado os tesouros artísticos e literários da antiguidade greco-romana, é considerado a base do Renascimento, da criação das obras de arte novas pelo aproveitamento das lições gregas e romanas. Essa identificação ainda inspira a mais influente de todas as obras sobre o Renascimento, a de Jacob Burckhardt.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemporâneo de Michelet, o grande historiador Burckhardt escreveu <em>Die Kultur der Renaissance in Italien</em> (1860;<em> A cultura do Renascimento na Itália</em>), no qual considerou que a arte renascentista foi o ponto mais alto atingido pela produção cultural da Europa moderna, pois atingiu o meio-termo feliz entre o primitivismo ingênuo da Idade Média e a exaltação artificial do barroco. Pelo estudo do sereno equilíbrio dos gregos, os artistas do Renascimento teriam conseguido o mesmo equilíbrio entre realismo e idealismo: uma nova arte clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Burckhardt, essa vitória não se limita à arquitetura, à escultura e à pintura. O Renascimento descobriu o mundo exterior, que a Idade Média cristã havia exorcizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriu a beleza física do homem e da mulher. Descobriu, no centro desse mundo novo, o grande indivíduo. Homens como Leon Battista Alberti, Leonardo da Vinci e Michelangelo são gênios universais, grandes artistas, grandes poetas e grandes cientistas ao mesmo tempo. O Renascimento teria sido a mais &#8220;genial&#8221; de todas as épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo descoberto o mundo, o Renascimento também quis dominá-lo pela inteligência. Não dispondo ainda das ciências naturais e matemáticas, de Galileu e Descartes, pretendeu realizar sua ambiação pela magia, pelos estudos cabalísticos de Pico della Mirandola e pela astrologia, em que acreditava mais que na religião cristã. O ponto de vista estético dominava até a política: os &#8220;tiranos&#8221; como Giangaleazzo Visconti e Lourenço de Medici em Florença e o rei Ferrante em Nápoles transformaram seus estados em obras de arte, cientificamente administrados. Maquiavel escreveu-lhes a teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, pelas façanhas desse individualismo, o Renascimento pagou um alto preço: a decadência moral. A Itália do século XVI afigura-se aos historiadores um país de criminosos inteligentíssimos. A autobiografia do ourives e escultor Benvenuto Cellini, um dos documentos mais característicos da época, descreve a vida de um homem genial e sem nenhum escrúpulo. O próprio Burckhardt, humanista pouco cristão, sente um calafrio ao falar de Maquiavel, e olha com horror fascinado os crimes de César Borgia. Posteriormente, no século XX, surgiram numerosos estudos sobre a arte do período, como os de Erwin Panofsky, André Chastel e Rudolf Wittkower.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: Enciclopédia <strong>Barsa</strong></p>


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		<title>O Renascimento – outra perspectiva</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 21:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[O Renascimento começou na Itália e seu desenvolvimento e difusão foram possíveis graças a uma série de circunstâncias da história italiana. Com o progresso das cidades e do comércio, muita gente enriqueceu a ponto de ficar em condições de proteger os artistas e gastar bastante com a Arte; os protetores dos artistas eram chamados "mecenas". Estes acabavam conhecidos e respeitados por todos. 


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O Renascimento começou na Itália e seu desenvolvimento e difusão foram possíveis graças a uma série de circunstâncias da história italiana. Com o progresso das cidades e do comércio, muita gente enriqueceu a ponto de ficar em condições de proteger os artistas e gastar bastante com a Arte; os protetores dos artistas eram chamados &#8220;mecenas&#8221;. Estes acabavam conhecidos e respeitados por todos.<span id="more-1441"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A Arte os ajudava a conseguir créditos e a divulgar as atividades das suas empresas, contribuindo para o seu progresso. Os príncipes, cada vez mais poderosos, desejando legalizar sua autoridade, recorriam aos &#8220;humanistas&#8221; que justificavam e divulgavam seus atos e ideias. Como a fato de ser mecenas era sinal de prestígio, o interesse social uniu-se ao econômico e ao político em benefício do Renascimento. A produção artística foi favorecida pelo equilíbrio existente entre as forças universais representadas pelo Papado e pelo Império, que se empenhavam numa luta para o controle político da Itália. Além disso tudo, a Itália tinha sempre diante dos olhos os monumentos, construções e obras de arte da Antigüidade grego-romana. </p>
<p style="text-align: justify;">Foi só bem mais tarde, por ocasião das guerras da Itália com outros países, que o Renascimento atingiu o resto da Europa. Em nenhum desses outros países, no entanto, foi tão &#8220;completo&#8221; quanto na Itália. Adquiriram-se características próprias em cada um deles, só um aspecto do movimento (intelectual ou artístico) mereceu destaque. Desde o século XIV, a Itália conheceu obras literárias de característica já renascentistas, mas ainda mesclada de elementos medievais (A Divina Comédia, de Dante; Decamerão de Boccaccio; África de Petrarca); seu período de maior produção artística foi entre 1450 e 1550. No restante da Europa foi principalmente durante o século XVI que o Renascimento produziu suas melhores obras. Os homens que viveram durante o Renascimento tiveram consciência de que sua época era bem diferente da Idade Média. Consideravam a cultura medieval muito inferior a da Antigüidade e opunham uma à outra, como se não houvesse continuidade entre elas, julgavam viver um período de luzes depois das &#8220;trevas&#8221; medievais.</p>
<p style="text-align: justify;">Houve por isso, um retorno à cultura greco-romana, tanto no plano artístico como na maneira de pensar. Isso trouxe a descoberta do valor e das possibilidades do homem, que passou a ser considerado o centro de tudo. Na Idade Média, o centro era Deus. Foi também acentuada a importância do estudo da natureza (em vez dos ensinamentos dos mestres e da tradição, como na Idade Média. A característica mais marcante do Renascimento foi o seu profundo racionalismo, isto é, a convicção de que tudo pode ser explicado pela razão do homem e pela ciência, a recusa de acreditar em qualquer coisa que não tenha sido provada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os métodos experimentais, a observação científica, o desenvolvimento da contabilidade, a organização política racional, que começaram no Renascimento, são exemplos desse racionalismo. O Renascimento teve dois aspectos: o civil, ligados às cidades dirigidas pela alta burguesia e pela nobreza ligada ao comércio, e o cortesão, relativo aos príncipes e nobres da corte. Foi o renascimento cortesão que se difundiu pela maioria dos países europeus, pois os temas do Renascimento civil só poderiam penetrar em regiões onde as condições sociais e econômicas fossem semelhantes às da Itália, como foi o caso dos Países Baixos (Bélgica e Holanda).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há outros tópicos quanto ao Renascimento, siga as setas acima do título desta postagem e os Links abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: <strong>História Moderna e Contemporânea</strong> de José Jobson de Andrade Arruda. </p>


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