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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos &#187; Contemporaneidade</title>
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	<description>Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing, Gestão de Empresas, Treinamento de Equipes, Palestras e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>O Brasil é independente? Qual a importância do dia 7 de Setembro?</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 22:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Se nós fossemos lutar contra Portugal será que teríamos como vencer? Será que hoje seriamos uma nação como ela é? A nossa primeira dívida externa foi útil? Existe algum país verdadeiramente independente na contemporaneidade? Qual a importância do dia 7 de Setembro?




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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/75__160x120_brasil-independente.jpg" alt="brasil-independente" title="brasil-independente" />
</a>
Publiquei este texto no ano passado com o título: “<strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/06/dia-da-independencia-do-brasil-7-de-setembro-de-1822/" target="_blank">Dia da Independência do Brasil, 7 de setembro de 1822</a></span></strong>”. De lá para cá tenho recebido milhares de visitas e muitos comentários, alguns postados diretamente no meu site/blog outros em privado pelo contato. Isto me fez publicar agora em um “texto organizado” um dos comentários e questionamentos que julgo mais pertinentes. Vou deixar alguns pontos em aberto para debate e novos comentários que os amigos leitores poderão postar aqui.<span id="more-1292"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos questionamentos que deixo é: como ficou o Brasil depois de sua independência?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, uma das situações bem claras é, <strong>ficou com uma boa dívida</strong> não é mesmo? Como sabemos e lembro no texto mencionado acima, (basta clicar no link), o Brasil comprou sua independência e este valor teve que ser pego emprestado da Inglaterra, esta foi a nossa primeira dívida externa.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão para pensarmos é: <strong>o Brasil é independente?</strong> Para se falar em independência precisamos ampliar o termo, não só pensá-lo como um país que não seja uma colônia, mas um país que possa gerir e gerar suas riquezas independentemente de outros países. E neste sentido, nos nossos dias, não há um país independente&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo globalizado exige uma interdependência entre as nações. Muitos países produzem algo em excesso e essa sobra pode e deve ser exportada, mas ninguém produz tudo o que precisa. Todos os países sempre dependerão de outras nações, que por sua vez também produzem algo em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato mais pitoresco de nossa independência foi comprá-la. Compramos nossa liberdade! O Brasil é mesmo um país diferente, pacífico, melhor do que fazer guerra é pagar para não entrar em guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixo alguns questionamentos para os amigos leitores que queiram postar seus comentários:</p>
<p style="text-align: justify;">Se nós fossemos lutar contra Portugal será que teríamos como vencer? Será que hoje seriamos uma nação como ela é? A nossa primeira dívida externa foi útil? Existe algum país verdadeiramente independente na contemporaneidade? Qual a importância do dia 7 de Setembro?</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 13:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gregos]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Modernos]]></category>

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		<description><![CDATA[Através deste trabalho de pesquisa sobre a vida, obra e a filosofia de Hegel pretendo mostrar uma panorâmica sobre esse grande filósofo que teve como base de seu pensamento  a Filosofia Grega Antiga (especialmente Heráclito e Parmênides);  a Filosofia Clássica (principalmente Aristóteles)  e a Filosofia dos Modernos (entre eles, Descartes,  Spinoza, Kant, Holderlin, Schiller, Fichte e Schelling).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/hegel.jpg" title="" class="shutterset_singlepic55" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/55__160x120_hegel.jpg" alt="hegel" title="hegel" />
</a>
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Através deste trabalho de pesquisa sobre a vida, obra e a filosofia de Hegel pretendo mostrar uma panorâmica sobre esse grande filósofo que teve como base de seu pensamento  a Filosofia Grega Antiga (especialmente Heráclito e Parmênides);  a Filosofia Clássica (principalmente Aristóteles)  e a Filosofia dos Modernos (entre eles, Descartes,  Spinoza, Kant, Holderlin, Schiller, Fichte e Schelling).<span id="more-1149"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O hegelianismo portanto  é tributário não só dos modernos,  do racionalismo cartesiano e do próprio idealismo alemão (no qual ele vai ser o ápice), como também é devoto da filosofia grega.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos gregos, podemos lembrar, Heráclito de Éfeso, de quem Hegel herda a ideia de dialética, entendida como estrutura da realidade e do pensamento. De Aristóteles, aceita três noções capitais: a do <em>universal</em>, imanente e não transcendente ao individual (antiplatonismo); a do <em>movimento</em>, ou de <em>vir-a-ser</em>, como passagem da potência para o ato; e, finalmente, a das <em>relações entre a razão e a experiência</em>, cuja necessidade interna deve ser revelada pelo pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Do racionalismo cartesiano, Hegel aceita a ideia da racionalidade do real, ou da consciência das <em>res cogitans</em> (coisa pensante) com a <em>res extensa</em> (coisa material); e do spinozismo, em particular, a intuição de que <em>qualquer afirmação é uma negação</em>, proposição de &#8220;importância capital&#8221;, segundo Hegel.</p>
<p style="text-align: justify;">Do criticismo Kantiano, base e ponto de partida da moderna filosofia alemã, Hegel herda, de modo especial, a distinção entre o entendimento e a razão e a ideia de uma lógica transcendental que, remontando às origens do conhecimento, considera os conceitos <em>a priori</em>, em relação aos objetos, formula as regras do pensamento puro e vincula as categorias à consciência de si, ao eu subjetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hegel parte da síntese a priori de Kant, em que o espírito é constituído substancialmente como sendo o construtor da realidade e toda a sua atividade é reduzida ao âmbito da experiência, porquanto é da íntima natureza da síntese <em>a priori</em> não poder, de modo nenhum, transcender a experiência. Aí se vê uma forma de imanência.</p>
<p style="text-align: justify;">De Fichte, Hegel aceita a noção de dialética como processo de afirmação, negação e negação da negação, na síntese; e de Schelling, a noção do idealismo objetivo e da identidade do sujeito e do objeto, na consciência do absoluto.</p>
<p style="text-align: justify;">Como veremos em sua biografia, entre seus colegas na universidade em Tubingen estavam o poeta Friedrich <strong>Holderlin</strong> e o filósofo Friedrich <strong>Schelling</strong>, que partilhavam sua admiração pela tragédia grega e pelos ideais da revolução francesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes filósofos e/ou poetas deixaram muitas marcas no pensamento de Hegel. Quando falamos de Hegel temos que lembrar que os fatos históricos são marcas e componentes intrínsecos em sua filosofia, fatos  como a Revolução Francesa e o advento de Napoleão são acontecimentos capitais. Para ele a Revolução é a tentativa de restauração da cidade antiga,  o triunfo da Razão e da Liberdade, a construção do real de acordo com o pensamento,  e Napoleão é &#8220;a alma do mundo&#8221;, a individualidade superior que, perseguindo apaixonadamente seu objetivo, é agente &#8220;de um fim que constitui uma etapa na marcha progressiva do Espírito Universal&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E não é à toa que Hegel escrevera a seu amigo Niethammer “Vi o Imperador, esta alma do mundo, sair da cidade a cavalo para uma missão de reconhecimento. É verdadeiramente uma sensação maravilhosa (<em>wunderbar</em>) ver um individuo que aqui, concentrado num ponto, sobre um cavalo, estende seu poder sobre o mundo e o domina.”  (Rovighi, 1999 p.696)</p>
<p><strong>Próximo tópico: </strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/" target="_blank"><strong>Pequena biografia de Hegel</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Abraços do Benito Pepe</strong></p>
<p><strong> </strong></p>


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		</item>
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		<title>A estética mercantilizada na contemporaneidade (1.5.1)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/a-estetica-mercantilizada-na-contemporaneidade-1-5-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 16:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>

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		<description><![CDATA[
Continuando e concluindo esse texto...

Na contemporaneidade as obras e a estética passam a ser mercantilizadas em vários aspectos na sociedade, não só nas obras de arte, como sabemos, pois esta teve várias fases e sempre dependia de alguma maneira dos “investidores” para que ela pudesse existir. Houve a época que eram as religiões, outras que [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307894555428651170" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 168px; height: 103px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/Salt-cmOAKI/AAAAAAAAAPo/6P_zvVw80Ro/s200/mulher_celular.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%E2%80%9Cprodutos-e-servicos%E2%80%9D/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Continuando e concluindo esse texto..</strong></span></a>.</span><a href="http://www.benitopepe.com/2009/02/arte-e-estetica-contemporanea-no.html"><br />
</a><br />
<span style="color:#333399;">Na contemporaneidade as obras e a estética passam a ser mercantilizadas em vários aspectos na sociedade, não só nas obras de arte, como sabemos, pois esta teve várias fases e sempre dependia de alguma maneira dos “investidores” para que ela pudesse existir. Houve a época que eram as religiões, outras que foram os governos, e agora é, em muitos casos, o valor de mercado gerado pelo capitalismo.<span id="more-151"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#333399;">Conforme comenta Chaui (2005)</span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Para que a autonomia das artes viesse a acontecer foi preciso que o modo de produção capitalista dessacralizas-se o mundo e laicizasse toda a cultura, lançando todas as atividades humanas no mercado. Isso significou, porém, que livres do poder religioso e do poder político, os artistas se viram a braços com o poder econômico. Ao se livrarem do valor de culto, as obras de arte foram aprisionadas pelo valor de mercado. (p.274).<br />
</em><br />
Comento agora nestes dois próximos tópicos, um pouco sobre a beleza estética tanto na humanidade quanto em produtos de consumo e sua mercantilização. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<p><strong>1.5.2. Nos seres humanos</strong></p>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Vimos recentemente nos noticiários, que uma “modelo” veio a falecer vítima de anorexia porque se julgava fora dos padrões estéticos em sua categoria. Ela já estava magérrima com seus cerca de 40 kg e 1,74 metros de altura, mas se acreditava fora das “medidas”. Isto nos mostra com tal clareza o quanto é inescrupuloso tais pensamentos com relação à estética humana e sua mercantilização, que é formada por diversos e diferentes grupos, cada qual com seus “valores” estéticos e interesses econômicos. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">É interessante relembrarmos que houve épocas que o padrão estético e de beleza estava nas “gordinhas”. Isto nos mostra que os valores humanos quanto à sua beleza variam com a época, e sabemos que dependem também da cultura de um certo povo, encontramos diversas culturas com padrões que, nós ocidentais, chamaríamos de esdrúxulos. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Mas o principal ponto que gostaria de destacar, é que na contemporaneidade se vê com toda a facilidade gente e mais gente. Humanos e mais humanos que entram em cirurgias e mais cirurgias estéticas em busca de uma perfeição apolínea. Não pretendo tecer opiniões quanto a isto, mas acho que a “industria da beleza” está bem satisfeita, e a cada dia, se lançam mais e mais cosméticos em busca dessa beleza&#8230; tanto quanto novas e mirabolantes “técnicas” de se fabricar esta tão esperada beleza estética humana. Esses humanos&#8230;. (!) </span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<p><strong>1.5.3. Nos produtos de bens de consumo </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div style="text-align: justify;"><strong> </strong><span style="color:#333399;">A mercantilização da estética se dá em vários aspectos da sociedade contemporânea como dissemos, não só na arte por essência, mas em diversos produtos que são feitos de maneiras a “encantar” este povo, tanto quanto nos produtos abstratos repassados pela televisão. Sejam eles programas inúteis, ou até mesmo jornalísticos disfarçados de úteis. Como diz Chaui a realidade parece fictícia e a ficção parece realidade. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Precisamos aqui fazer uma pequena distinção entre desejos e necessidades, esta é algo oriundo nos seres humanos, tais como: necessidade de alimento, locomoção, e comunicação por exemplo, mas para satisfazê-las não precisamos comer um caviar ou um pescado que custa centenas de euros em um restaurante francês, não precisamos de um automóvel de ultima geração para nos locomover, e para nos comunicar não precisamos de um celular ultramoderno, que o falar através dele, é o menos importante tão requintado que é este aparelhinho de nossos dias. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Tudo isto são desejos criados por uma “industria cultural” mercantilizada, em que se usa da estética e da tecnologia, para cada vez mais aprimorar o “embelezamento” dos produtos de consumo. Porém essas técnicas também vieram a facilitar a vida do homem moderno e do contemporâneo, não se pode negar a facilidade que se alcançou e se alcança com tudo isto. Mas é preciso se separar e distinguir o que é belo do que é simplesmente útil. E foi isto que começou a ocorrer desde o final do século XIX e durante o século XX. Mas muitas vezes podemos ver nos dias de hoje, e em todo lugar, coisas que unem o belo ao útil. Chaui (2005) diz </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Os objetos produzidos com base no design indicam que foram concebidos com a preocupação de que, além de úteis, também sejam belos. No entanto, é possível distinguir entre esses objetos técnicos e as obras de arte.<br />
A diferença entre obra de arte e os objetos técnicos está em suas finalidades: a obra de arte é expressiva, o objeto técnico, ainda que belo, é funcional. (p.277).<br />
</em><br />
Como nos relembra Chaui, também é importante salientar que “as artes são vistas como <em>trabalho da expressão</em> e mostram que, desde que surgiram pela primeira vez, foram inseparáveis da ciência e da técnica.” (p.276). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Mas agora a <em>aura</em> é perdida através da <em>reprodução técnica</em> que, como nos diz Chaui, “permite a existência do objeto artístico em série e que, em certos casos, como na fotografia, no disco e no cinema, torna impossível distinguir entre o original e a cópia, isto é, desfaz as próprias idéias de original e cópia.” (p.279). </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Isto ocorre também com todos os objetos de consumo que poderíamos chamar de “obras de arte vulgarizadas ou massificadas”, pois são o resultado de uma comoção mundial – refiro-me ao mundo ocidental capitalista &#8211; ao belo e útil, muitas vezes com até mais beleza do que utilidade propriamente dita, mas que emocionam, que apaixonam as pessoas a adquirirem tais produtos dotados de tanta beleza e tecnologia que na realidade tornam-se objetos para serem contemplados admirados e muitas vezes pouco utilizados em sua plena totalidade. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Estes produtos são feitos em série para as pessoas que os adquirem ou seja a massa. Como nos diz Chaui massa “É um agregado sem forma, sem rosto, sem identidade e sem pleno direito à cultura” (p.291). Ou seja pensa-se estar adquirindo este ou aquele produto para se sentir dentro de um grupo social e de certa maneira ser diferente e personalizado, mas na verdade se é massa, ou seja é coisa que não se distingue. É a massa “inculta”. Pois a industria cultural, introduz a divisão social entre elite “culta” e esta massa “inculta”. </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Em conseqüência temos a idéia de <em>mass media</em> ou os meio de massa que são utilizadas pela televisão e pelos diversos <em>meios</em> de comunicação. A mídia como é usada no Brasil, é o moldador desta massa. Se há massa é necessário “moldá-la”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como há pessoas para adquirem tantos produtos e cada vez mais produtos são lançados e a indústria não pode parar de produzir – pois faz parte da engrenagem capitalista – não há o interesse em se fabricar produtos duradouros, ao contrário estamos na era dos produtos descartáveis. Estamos na sociedade pós-industrial ou pós-moderna, é a “sociedade do descarte” como nos diz Chaui. Para fazer um trocadilho com o nome do nosso grande pensador que talvez tenha dado início a todo um modernismo que vem desaguar onde nos encontramos hoje, ou seja, Descartes; pois bem, será que ele poderia imaginar o que viria a ocorrer no século XX ou XXI, e o sentido desse trocadilho em português? O filósofo Descartes e a “sociedade do descarte”.(?) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Tudo é produzido para uso temporário e imediato, não se vende mais o produto necessário e útil, mas os <em>desejos</em> criados pela mídia. Os produtos são mais “belos” do que úteis. Mais desejado pelo inventivo status que apresentam, como sucesso, prosperidade, segurança, juventude, beleza pessoal, atração sexual, do que pela real necessidade do sujeito que aqui não é sujeito é massa. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">O marketing portanto elabora a criação dos desejos nesta massa, eticamente ele deveria identificar a necessidade e os desejos das pessoas e ai sim criar produtos para satisfazer esta necessidade e estes desejos. Assim na verdade o que temos são indivíduos que se tornam produtos. Vejamos e pensemos o tanto de coisas que carregamos quando saímos para trabalhar e até mesmo para o lazer, por que precisamos de tantas coisas? E o pior, tem que ser de tal marca.</span></div>
<div><span style="color:#333399;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">A imagem passa a nos perseguir. Como somos mercadorias ambulantes, como nos diz Chaui (2005) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>A propaganda passa a estimular imagens de indivíduos vencedores na competição instituída pelo mercado de trabalho: roupas, calçados, bolsas e pastas de grife, sabonetes, perfumes e desodorantes que sugerem requinte e glamour, cosméticos de marcas famosas, etc., passam a constituir o próprio corpo do individuo, formam sua imagem como uma espécie de segunda natureza ou de máscara colada em sua pele. (p.295).<br />
</em><br />
É aí também que se tem a idéia de dividir a sociedade em classes sócias e os programas de mídia, radio, televisão, jornal, revistas entre outros passem a programar seus horários e interesses de acordo com os patrocinadores e os vendedores destes “produtos” nos dois sentidos: tanto os produtos fabricados no próprio sujeito como os para pôr neste produto fabricado chamado “sujeito”. De acordo com seus interesses. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como nos diz Chaui, nós precisamos ser mantidos infantis e desta forma mais desejos de satisfações constantes, em outras palavras, precisamos toda hora de uma “balinha” de um docinho como crianças insaciáveis e pior sem maturidade. Não é interessante que reflitamos, que tenhamos críticas. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Diferentemente do que a obra de arte, que nos faz refletir, pois é necessário um trabalho sensorial para compreendê-la, amá-la, criticá-la, nos produtos industriais em série e condicionados em nossa mente não com seus “valores” intrínsecos mas seu “valor” de imagem, não é necessário nenhum esforço. É sem dúvida mais fácil se alcançar os objetivos da mídia desta maneira. </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Como comenta Chaui (2005) </span></div>
<div><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><em>Como os meios de comunicação nos infantilizam, diminuem nossa atenção e capacidade de pensamento, invertem realidade e ficção e prometem, por intermédio da publicidade, colocar a felicidade imediatamente ao alcance de nossas mãos, acabam nos transformando num público dócil e passivo. (p.299)<br />
</em><br />
Entendemos assim porque produtos e mais produtos nos fascinam tanto. Diferentemente de obras de arte sublimes e que exigem de nossa mente tanto esforço para compreendê-la, pois como somos doutrinados ou adestrados para de tal forma não entendê-la, ou não se interessar por ela, será que precisamos, portanto, nos libertar desta caverna, como alegoricamente colocou Platão?</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div><strong><span style="color:#333399;">1.6. Comentários finais </span></strong></div>
<p><strong> </strong></p>
<div><strong> </strong><span style="color:#333399;">Fizemos uma pequena viagem no mundo da arte e da estética&#8230; passamos por alguns períodos e fases deste mundo. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Como vimos atravessamos de um período das obras religiosas, às políticas e agora temos as obras ou produtos mercantilizados &#8211; como procuramos enfatizar &#8211; pautado na estética e no <em>design</em>, e nos produtos ou programas inventados pela mídia televisiva. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Ninguém nos ensina a ver, diferentemente de outros aprendizados como a ouvir e falar por exemplo. A “ver”, ninguém acha necessário ensinar, será que isso está certo? Ou nós precisaríamos aprender a ver? E assim talvez veríamos e distinguiríamos o que é arte do que é puramente produção para simples mercantilização, ou pior, manipulação. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos uma massa e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isto, e isto se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela para olhar de fora. É como querer fotografar o planeta Terra estando aqui no chão, não é possível! Precisamos ir ao espaço para vê-la por completo&#8230; </span></div>
<div><span style="color:#333399;">Seria então interessante desapegarmo-nos um pouco desta funesta “obra” em que estamos envolvidos e olhando de fora nos libertar da caverna mercantilista na qual estamos presos e enclausurados. </span></div>
<div><span style="color:#333399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#333399;">Poderíamos dizer para finalizar que devemos fazer da nossa vida uma obra de arte e não da arte mercantilizada em produtos e serviços a nossa vida.</p>
<p>Abraços do Benito Pepe</p>
<p></span><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#333399;"><span style="color:#3366ff;"> </span></p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p>BELTRÃO, Maria da Conceição de Moraes Coutinho. <em>Ensaio de arqueologia</em>: uma abordagem transdisciplinar. 1.ed. Rio de Janeiro: ZIT Gráfica e editora, 2000, 184p.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. <em>Dicionário Oxford de filosofia</em>. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, 437p.</p>
<p>CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005, 424p.</p>
<p>__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, 539p.</p>
<p>ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 7, p.184-186.</p>
<p>______________, Mirador Internacional. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 8, p.4212-4218.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. <em>Dicionário básico de filosofia</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006, 309p.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, 298p.</p>
<p>KANT, Immanuel. <em>Textos seletos</em>. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005, 107p.</p>
<p></span></div>


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		<item>
		<title>A Arte e a Estética Contemporânea no Mercado Consumidor de “Produtos e Serviços”</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 20:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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1.1. Introdução


O objetivo deste texto, como o próprio título já evidencia, é o de comentar a estética na contemporaneidade, especialmente no mercado de produtos e serviços. Mas antes vamos conceituar e contextualizar a estética em alguns períodos da história. Pretendemos explanar sobre a importância que a estética toma em nossos dias. Incluímos aqui, todo tipo [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307590896025962386" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 132px; height: 125px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SahZzJK5h5I/AAAAAAAAAPY/KVWqRG-g22Q/s200/chuveiro_design.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><span style="color:#666666;"><strong><span style="color:#339999;">1.1. Introdução</span></strong></span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong><span style="color:#339999;"><br />
</span></strong></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;"><span style="color:#339999;">O objetivo deste texto, como o próprio título já evidencia, é o de comentar a estética na contemporaneidade, especialmente no mercado de produtos e serviços. Mas antes vamos conceituar e contextualizar a estética em alguns períodos da história. Pretendemos explanar sobre a importância que a estética toma em nossos dias. Incluímos aqui, todo tipo de estética</span> </span><span style="color:#339999;">mercantilizada. Por exemplo, a preocupação contemporânea com a “beleza estética,” em todos os sentidos, tanto quanto aos objetos de consumo, como também, com a própria “beleza humana” que muito é comercializada.<span id="more-149"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#339999;">Acredito que, talvez, não tenha havido nenhum momento da história da humanidade, que se tenha dado tanto valor à estética em todos os objetos de consumo, desde os que estão em nossas mãos, como os celulares ultramodernos – por exemplo &#8211; que também são usados como aparelhos de telefone – tanto quanto a outros produtos como: os automóveis, utensílios domésticos, acessórios do ambiente de trabalho, entre tantos outros produtos inimagináveis. E tudo isto com uma atração extraordinariamente elaborada. Tudo está evidentemente pautado em um visual estético incrementado para nos atrair, para nos <em>emocionar</em>. Tudo é feito como “verdadeiras” obras de arte&#8230; mas o que são obras de arte? O que é estética? E como ela é usada nos nossos dias? </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Estamos na época da estética, hoje tudo precisa, além de ser útil, ser estético&#8230; belo, encantador, superior a tudo e a todos&#8230; </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">É a mídia, os meios de comunicação que “moldam” esta massa e estes produtos, a divulgação ou fabricação do que é belo ou não, no sentido mercantilista e social ou para o inventivo status produzido, como veremos.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#339999;"><strong>1.2. Estética</strong> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">O termo estética, de origem grega, segundo a enciclopédia Barsa, ou a Mirador no verbete correspondente, “significaria etimologicamente: teoria sobre a natureza da percepção sensível” ou “faculdade de percepção pelos sentidos, estese”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">“Numa palavra, a estética é o estudo do belo e da arte em geral, do ponto de vista histórico, científico e filosófico.” Barsa (1994), volume 7 (p.184) </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Segundo Blackburn no dicionário <em>Oxford de filosofia</em> (1997), estética é: “O estudo dos sentimentos, conceitos e juízos resultantes de nossa apreciação das artes, ou da classe mais geral de objetos considerados tocantes, belos ou sublimes.” (p.127).</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Podemos dizer assim que a estética, de certa maneira, cuida ou aprecia o emocional das pessoas no que tange às artes ou objetos em geral considerados ou não de consumo. Ele continua dizendo no verbete que: </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><em>A estética se preocupa com problemas tais como: O que é uma obra de arte? O que torna uma obra de arte bem-sucedida? Pode a arte ser um veículo da verdade? &#8230; Por que tiramos prazer estético do inesperado, como acontece com as tragédias ou com o horror de algumas cenas naturais? &#8230;. Qual é o papel da imaginação na produção e na apreciação da arte? (p.127).</em></span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #33cccc;">Segundo Blackburn, muitas destas questões, tem origem em Platão. Ele cita os diálogos: Íon, o Banquete e Fedro e diz que os mesmos preocupam-se com o lugar da beleza na ordem das coisas. Já no período moderno a estética torna-se autônoma com a obra de Baumgarten, entre outros, e sobretudo em Kant:</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;"><em>Na Crítica da faculdade do juízo, Kant aborda o problema de saber como são possíveis os juízos de beleza, já que não são passiveis de demonstração ou de qualquer redução a regras e estão tão intimamente relacionados com a expressão do prazer do sujeito. Sua solução se baseia na consciência de que há uma harmonia entre o entendimento e a imaginação e que, uma vez que essa harmonia pode ser apreendida por qualquer ser racional, os juízos de gosto podem ser partilhados pelos outros, atingindo assim a sua necessária objetividade. (p.127).<br />
</em><br />
Assim temos que para Kant a beleza seria algo com uma tal universalidade. Algo para ser compartilhado. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Entendemos então o porquê de uma “preocupação” que se há em partilhar o que achamos belo ou estético. E por isso nos sentimos bem quando as pessoas para as quais tecemos um comentário, sobre um filme, ou sobre um objeto específico, e elas também gostam, também acham interessante, belo, estético, isto nos faz sentirmos “felizes” conosco mesmos, como se tivéssemos compartilhando verdadeiramente esta noção, esta emoção e este prazer proporcionado por tal “beleza”. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#339999;">Mas, talvez nem sempre tenha sido assim, a visão da arte e do belo muda um pouco na história, vejamos: dando umas “pinceladas” nesta história.</p>
<p>Abraços do</p>
<p></span><span style="color:#3366ff;">Benito Pepe</span><span style="color:#339999;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><br />
Próximo tópico: <span style="color:#3366ff;">&#8220;</span><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/28/%E2%80%9Cpinceladas%E2%80%9D-destes-periodos-da-arte-1-3/" target="_blank"><strong>Pinceladas” destes períodos da arte</strong></a>.</span><a href="http://www.benitopepe.com/2009/02/pinceladas-destes-periodos-da-arte-13.html"><br />
</a></p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p>BELTRÃO, Maria da Conceição de Moraes Coutinho. Ensaio de arqueologia: uma abordagem transdisciplinar. 1.ed. Rio de Janeiro: ZIT Gráfica e editora, 2000, 184p.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de filosofia. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997, 437p.</p>
<p>CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005, 424p.</p>
<p>__________. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, 539p.</p>
<p>ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 7, p.184-186.</p>
<p>______________, Mirador Internacional. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, 1994. V. 8, p.4212-4218.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário básico de filosofia. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006, 309p.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005, 298p.</p>
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. Textos seletos. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005, 107p.</p>
<p></span></div>


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			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/27/a-arte-e-a-estetica-contemporanea-no-mercado-consumidor-de-%e2%80%9cprodutos-e-servicos%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O Fenômeno, a Fenomenologia e a Astronomia na Contemporaneidade (capitulo 4 – introdução)</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/01/23/o-fenomeno-a-fenomenologia-e-a-astronomia-na-contemporaneidade-capitulo-4-%e2%80%93-introducao/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/01/23/o-fenomeno-a-fenomenologia-e-a-astronomia-na-contemporaneidade-capitulo-4-%e2%80%93-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 17:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômeno]]></category>
		<category><![CDATA[Fenomenologia]]></category>

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Esta é uma pequena introdução ao 4º capítulo do texto: A filosofia e a Astronomia – Instâncias em que o thauma aparece.
Temos como objetivo neste capítulo, esclarecer os termos e as definições de fenômeno e fenomenologia através de alguns autores desta corrente filosófica, como Husserl e principalmente Martin Heidegger; e fazer uma analogia entre o [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294550181361928562" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 163px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SXoFVpWOyXI/AAAAAAAAAMA/KWT2lkWsnc4/s200/aurora_boreal_fenomeno_provocado_colisao_manifestacoes_magneticas_sol+arvore_ybs.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Esta é uma pequena introdução ao 4º capítulo do texto: A filosofia e a Astronomia – Instâncias em que o thauma aparece.</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color:#993399;">Temos como objetivo neste capítulo, esclarecer os termos e as definições de fenômeno e fenomenologia através de alguns autores desta corrente filosófica, como Husserl e principalmente Martin Heidegger; e fazer uma analogia entre o esquecimento do Ser tratado por Heidegger no seu livro: Ser e Tempo e a Astronomia ou melhor o esquecimento ou desconhecimento desta nossa origem Cósmica.<span id="more-124"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#993399;">Ao falarmos de fenomenologia não poderíamos deixar de citar Edmund Husserl que foi o mestre de Heidegger e para quem este dedica o seu livro Ser e Tempo. Outros fenomenólogos mais recentes também devem ser lembrados tais como: Sartre e Merleau-Ponty. </span></span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><span class="fullpost"><span style="color:#993399;"><br />
O esquecimento do Ser mencionado por Heidegger nos proporciona mostrar um outro esquecimento análogo que é o esquecimento de nossa origem cósmica. Como sabemos a filosofia e o estudo do Ser ou ontologia, começa na Grécia antiga principalmente com os chamados pré-socráticos: aqueles autores que vieram antes de Sócrates, e que estão muitas vezes sendo retomados em nossa contemporaneidade. </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993399;">A fenomenologia é uma das principais correntes filosóficas da contemporaneidade e portanto deve estar em evidência em nossos estudos interdisciplinares. Tomaremos também sucintamente a questão da técnica tratada por Heidegger e os desdobramentos que esta “permite” e ao mesmo tempo “des-possibilita” o lembrar-se do Céu. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993399;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#993399;">Os fenomenólogos reduziram, puseram entre parênteses, abstraíram os “fenômenos” a fim de chegar na “essência” do que pretendiam analisar. Analisavam um “fenômeno” onde viam “valor”. Portanto nós também de maneira análoga o faremos, buscando o fenômeno astronomia-cosmos e nossa origem daí esquecida.</span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/24/o-fenomeno-4-1/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">No próximo tópico procuramos definir o que é Fenômeno.</span></a><a href="http://www.benitopepe.com/2009/01/o-fenmeno-41.html"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a></p>


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