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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Bibliografia</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Steve Jobs, o criador da Apple, na Universidade de Stanford</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 23:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamento Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma lição de Vida... “Faça o que você ama fazer!” “Você tem que encontrar o que você ama...”
Ele é conhecido por Steve Jobs e é quase impossível ainda não ter ouvido falar dele. Nasceu em São Francisco no dia 24 de Fevereiro de 1955.
É co-fundador da Apple e da NeXT e é provavelmente uma das pessoas que mais influenciou o desenvolvimento tecnológico e a forma como as pessoas interagem com a tecnologia. Comprou também a Pixar Studios à Lucasfilm, sendo atualmente uma das referências de topo quando se fala em filmes de animação.



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			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/steve_jobs.png" title="" class="shutterset_singlepic100" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/100__160x120_steve_jobs.png" alt="steve_jobs" title="steve_jobs" />
</a>
Uma lição de Vida&#8230; “Faça o que você ama fazer!”</h3>
<h3 style="text-align: justify;">“Você tem que encontrar o que você ama&#8230;”</h3>
<p style="text-align: justify;">Ele é conhecido por <strong>Steve Jobs</strong> e é quase impossível ainda não ter ouvido falar dele. Nasceu em São Francisco no dia 24 de Fevereiro de 1955 e <strong>faleceu no dia 05 de Outubro de 2011</strong>, com 56 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">É co-fundador da <strong>Apple</strong> e da <strong>NeXT</strong> e é provavelmente uma das pessoas que mais influenciou o desenvolvimento tecnológico e a forma como as pessoas interagem com a tecnologia. Comprou também a <strong>Pixar Studios</strong> à <strong>Lucasfilm</strong>, sendo atualmente uma das referências de topo quando se fala em filmes de animação.<span id="more-1470"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Encanta o mundo inteiro com as suas apresentações e com o lançamento de produtos e serviços revolucionários como o <strong>iPod</strong>, o <strong>iPhone</strong>, o <strong>iTunes</strong> e muitos outros. Parabéns ao Steve Jobs, sem dúvida um grande Ícone.</p>
<p style="text-align: justify;">Inspire-se com o discurso de Steve Jobs em Stanford:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja a íntegra do discurso de Steve Jobs, o criador da Apple, para os formandos da Universidade de Stanford:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por Steve Jobs</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira história é sobre ligar os pontos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;">E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.</p>
<p style="text-align: justify;">De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minha segunda história é sobre amor e perda.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação – o Macintosh – e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Minha terceira história é sobre morte.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo -  expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções.</p>
<p style="text-align: justify;">Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja os <strong>Vídeos gravados</strong> e disponibilizados no <strong>You tube</strong> desta apresentação de Steve Jobs:</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
<object style="height: 390px; width: 640px;"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C8TERnDJPFk?version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/C8TERnDJPFk?version=3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
<strong>Vídeo Parte 2 </strong></p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px;"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ksoo-G_YB2o?version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/ksoo-G_YB2o?version=3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Referências Bibliográficas do Texto Heidegger e os Gregos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 19:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto >  “Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu” você pode acompanhar este texto seguindo o link no final de cada tópico (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada > “A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o Thauma Aparece”  da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto &gt;  “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu</span></a>” </strong>você pode acompanhar este texto <strong>seguindo o link no final de cada tópico</strong> (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada &gt;<strong> “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o <em>Thauma</em> Aparece</span></a>” </strong> da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.<span id="more-966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue a bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga? </em>2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo; </em>tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">_________________. E<em>nsaios e conferencia;</em> tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. <em>Immanuel Kant</em>: Textos seletos. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia?</em>: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Benito Pepe</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>A Física e a Astronomia de Aristóteles – uma visão geral</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 16:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma sequência do texto: Aristóteles uma Visão Geral de sua Obra e &#8220;Doutrina&#8221;. Introdução Pretendemos neste texto explanar sucintamente sobre a  physis ou “física” tema que desde os seus primórdios  sempre retorna no mundo ocidental, esse assunto não se dá  só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/universo-aristotelico.gif" title="" class="shutterset_singlepic26" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/26__160x120_universo-aristotelico.gif" alt="universo-aristotelico" title="universo-aristotelico" />
</a>
Essa é uma sequência do texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/09/aristoteles-uma-visao-geral-de-sua-obra-e-doutrina/" target="_blank">Aristóteles uma Visão Geral de sua Obra e &#8220;Doutrina&#8221;.</a></p>
<p><strong>Introdução</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pretendemos neste texto explanar sucintamente sobre a  <em>physis</em> ou “física<em>” </em>tema<em> </em>que desde os seus primórdios  sempre retorna no mundo ocidental, esse assunto não se dá  só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários períodos da filosofia e da ciência, desde os pré-socráticos, no  período clássico, na modernidade e agora na contemporaneidade com a física quântica; a física sempre esteve em evidência. Falaremos aqui do período clássico especificamente em Aristóteles,  concluiremos com a Astronomia de Aristóteles.<span id="more-802"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Aristóteles divide o “conhecimento” ou as ciências em três ramos: as “<strong>ciências</strong> <strong>teoréticas</strong>” (que buscam o saber em si mesmo) consistem na metafísica, na física,  e na matemática; as “<strong>ciências práticas</strong>” (buscam o saber para, através dele, alcançar a perfeição moral)  incluem a ética e a política; e as “<strong>ciências poiéticas</strong>” (são as que tendem a produção de determinada coisa). Aristóteles considerava  a “teologia” como filosofia primeira o que veio a ser classificado posteriormente como “metafísica”, termo que Aristóteles nunca usou, talvez essa palavra tenha surgido quando foram organizadas as obras deste filósofo por Andrônico de Rodes no século I a.C. As obras que não se enquadravam nos seguimentos anteriores e que ficaram depois da física teriam sido chamadas <em>metafísica</em> (<em>meta</em> = depois, além; <em>physis</em> = <em>física</em><em>).</em> <em>Aquilo que está além da física</em> nos dá “coincidentemente” um amplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Mencionamos essa divisão das obras de Aristóteles para esclarecer a distinção que a filosofia primeira, a “teologia” vem a ter em todo o corpus aristotélico, sabemos portanto que as outras, muitas vezes estarão em função desta. Nossa ênfase aloca-se na Física e na Astronomia de Aristóteles, quanto a física o estagirita a considerava a filosofia segunda, mas isso não menosprezava essa ciência muito pelo contrário ele a considerava muito importante,  Abbagnano nos lembra deste ponto quando fala dos fundamentos do Aristotelismo dizendo da:</p>
<p style="text-align: justify;">Importância atribuída por Aristóteles à natureza e o valor e a dignidade das indagações a ela dirigidas. Enquanto Platão pensava que tais indagações só poderiam atingir um grau de probabilidade muito inferior ao conhecimento científico (<em>Tim</em>., 29 c) Aristóteles considerava que nada há na natureza tão insignificante que não valha a pena ser estudado, visto que, em todos os casos, o verdadeiro objeto da pesquisa é a <em>substância</em> das coisas. (2007, p.90)</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a física Abbagnano lembra que</p>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;) pode-se dizer que nasceu com Aristóteles, que a considerava “a filosofia segunda” e, no grupo das ciências teóricas, distingui-a da <em>teologia</em><strong> </strong>e da<strong> </strong><em>matemática</em><strong> </strong>(<em>Met</em>.,XI, 7, 1064 b 1) (2007, p.536)</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a física de Aristóteles é bem diferente da maneira como foi vista pelos seus predecessores tanto quanto pela forma como  será vista posteriormente e mesmo em nossos dias, e não poderia estar tão distante da “metafísica”, conforme lembra Reale.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Aristóteles, porém a física é a ciência das formas e das essências; comparada com a física moderna, a de Aristóteles, mais que ciência, revela-se uma ontologia ou metafísica do sensível. (2004, p.207)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na próxima postagem falamos mais da:  <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/24/a-fisica-de-aristoteles/" target="_blank"><strong>Física de Aristóteles</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br">Benito Pepe</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia e Referências Bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">ABBAGNANO, Nicola. <em>Dicionário de filosofia</em>. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">AUBENQUE, Pierre. “Aristóteles”, <em>Dicionário dos Filósofos</em>, dir. Denis Huisman, trad. C. Berliner, São Paulo: Martins Fontes, 2001. (pp.61-72)</p>
<p style="text-align: justify;">CASTRO, Suzana de. <em>Três formulações do objeto da Metafísica de Aristóteles</em>&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">CHERMAN, Alexandre. <em>Sobre os ombros de gigantes</em>: uma história da física.1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga</em>? 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">______________. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, v.1.; tradução de Ivo Storniolo; 2.ed. São Paulo: Paulus, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">ZINGANO, Marco. <em>Platão &amp; Aristóteles</em>: o fascínio da filosofia. 2. ed. São Paulo: Odysseus editora, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Bibliografia e Referências bibliográficas</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/03/06/bibliografia-e-referencias-bibliograficas/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/03/06/bibliografia-e-referencias-bibliograficas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 19:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Disponibilizo de imediato a Bibliografia consultada além das Referências bibliográficas deste texto: Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing); REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOM SUCESSO, Edina de Paula. Trabalho e qualidade de vida. 1.ed. Rio de Janeiro: Dunya, 1997. BEKIN, Saul Faingaus. Endomarketing: como praticá-lo com sucesso. 1.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310168180949773650" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 115px; height: 95px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SbGB03sX7VI/AAAAAAAAAQo/tr_bGN3Krrk/s200/bibliografia.jpg" border="0" alt="" /><br />
<span style="color:#666666;">Disponibilizo de imediato a Bibliografia consultada além das Referências bibliográficas deste texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing)</span>;</a><br />
<span class="fullpost"> </span></span></p>
<div><span style="color:#666666;"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<span id="more-156"></span></strong></span></div>
<p style="text-align: justify;">BOM SUCESSO, Edina de Paula. Trabalho e qualidade de vida. 1.ed. Rio de Janeiro: Dunya, 1997.</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">BEKIN, Saul Faingaus. Endomarketing: como praticá-lo com sucesso. 1.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">BRUM, Analisa de Medeiros. Respirando endomarketing. 2.ed. Porto Alegre: L&amp;PM, 2003.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6.ed. São Paulo: Campus, 2000.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">DRUCKER, Peter Ferdinand. O melhor de Peter Drucker: obra completa. São Paulo: Nobel, 2002.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. 36.ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">KOTLER, Philip. Administração de marketing: analise, planejamento, implementação e controle; tradução Ailton Bomfim Brandão. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">LONGENECKER, Justin G.; MOORE, Carlos W.; PETTY, J. William. Administração de pequenas empresas: ênfase na gerência empresarial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1997.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">MAGALHÃES, Celso. Técnica da chefia e do comando. 9.ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1980.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 5.ed. São Paulo: Pioneira, 2000.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento organizacional. 9.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">SILVA, João Martins da. 5S para praticantes. 1.ed. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1995.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">ZOHAR, Danah; MARSHALL, Ian. QS: Inteligência Espiritual. 2.ed. Rio de Janeiro: Record, 2002.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#666666;"> </span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p>BRUM, Analisa de Medeiros. Um olhar sobre o Marketing interno. 3.ed. Porto Alegre: L&amp;PM, 2000.</p>
<p></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">CATALDI, Maria José Giannella. O stress no ambiente de trabalho. 1.ed. São Paulo: LTr, 2002.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">DEL PRETTE, Almir; DEL PRETTE, Zilda A. P. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. 1.ed. Petrópolis: Vozes, 2001.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">FIGUEIREDO, Guilherme J. Purvin de. Direito ambiental: e a saúde dos trabalhadores. 1.ed. São Paulo: LTr, 2000.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">FRITZEN, Silvino José. Relações humanas interpessoais: nas convivências grupais e comunitárias. 12.ed. Petrópolis: Vozes, 2001.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">GOMES, Débora Dias. Fator k conscientização e comprometimento: criando qualidade no ambiente da organização. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 1995.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">HABARA, Inês B. Yajima. São os japoneses realmente diferentes?:o que as máscaras culturais escondem. 1.ed. Rio de Janeiro: Grifo, 1996.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">MCKENNA, D. Douglas; MCHENRY, Jeffrey J. Políticas no ambiente de trabalho: aprenda a reconhecer os jogos políticos e a lidar com eles. Tradução Edite Sciulli. São Paulo: Nobel, 1996.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">MELLO, Sandro Nahmias. Meio ambiente do trabalho: direito fundamental. 1.ed. São Paulo: LTr, 2001.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">MINICUCCI, Agostinho. Relações humanas: psicologia das relações interpessoais. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2001.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">SIMMONS, Annette. Jogos territoriais: como entender e eliminar rivalidades e falta de comunicação no ambiente de trabalho. Tradução Claudia Lopes. São Paulo: Futura, 1998.</span></div>
<div><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">SPILLER, Eduardo Santiago et al. Gestão de serviços e marketing interno.1.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004.</p>
<p>Abraços do <strong>Benito Pepe</strong><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></p>
<p></span></div>
<p><span style="color:#666666;"> </span></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Comentários Finais e Referências Bibliográficas (1.5)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 19:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Comentários Finais]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Concluindo este texto&#8230; Como vimos estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos “massa” e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isso, e isso se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307193456201651426" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 118px; height: 126px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SabwVGctVOI/AAAAAAAAAPA/Q6B_frhJciQ/s200/indutria+cultural.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/24/a-industria-cultural-e-a-influencia-nas-das-ciencias-especialmente-a-astronomia/" target="_blank">Concluindo este texto&#8230;</a><br />
</span><br />
<span style="color:#666666;">Como vimos estamos tão envolvidos e dentro desta “obra” que na verdade esquecemos que somos “massa” e somos modelados para fazer parte desta obra, embora não consigamos perceber isso, e isso se justifica a partir do momento que, como estamos dentro, não podemos ver, pois seria necessário que saíssemos de dentro dela para olhar de fora. É como querer fotografar o planeta Terra estando aqui no chão, não é possível! Precisamos ir ao espaço para vê-la por completo&#8230;<span id="more-147"></span><br />
</span><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#666666;">Seria então interessante desapegarmo-nos um pouco desta funesta “obra” em que estamos envolvidos e olhando de fora nos libertar da caverna mercantilista na qual estamos presos e enclausurados. </span></span></div>
<p><span class="fullpost"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;">O que a indústria cultural faz é nos infantilizar, nos tornar produtos e principalmente criar desejos incessantes em nossos “pensamentos”…. o Marketing juntamente com a indústria cultural potencializam suas forças e alcançam seus objetivos juntamente com seus sócios, sejam eles empresas ou no caso em questão os governos de alguns países, que conseguem claramente seduzir este povo, essa massa que é moldada a seu bel prazer. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#666666;"><br />
</span></div>
<div><span style="color:#666666;">Vamos então ao espaço façamos viagens, mas que “viagens” faremos?</span></div>
<p>Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span style="color:#666666;"> </span></p>
<div><span style="color:#666666;"> </span></div>
<div><span style="color:#666666;"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.</p>
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>NOBRE, Marcos. A teoria crítica. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia, Vl 6: de Nietzsche à escola de Frankfurt; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p></span></div>


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		</item>
		<item>
		<title>Referências Bibliográficas do texto “A filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/02/02/referencias-bibliograficas-do-texto-%e2%80%9ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue agora as Referências Bibliográficas quanto ao texto: A filosofia e a Astronomia: instância em que o thauma (o espanto) aparece. Esta foi minha monografia apresentada à PUC-Rio como um dos requisitos para se obter o Certificado em Especialização em Filosofia Contemporânea. Abraços do Benito Pepe Veja minha dedicatória e agradecimentos no próximo tópico ANDREETA, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298280785166800866" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 173px; height: 105px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_JraJqR5Z7q8/SYdGTXglF-I/AAAAAAAAAM4/eXhXwgbfTAE/s200/livros.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="color:#009900;">Segue agora as Referências Bibliográficas quanto ao texto: <span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank">A filosofia e a Astronomia: instância em que o <em>thauma</em> (o espanto) aparece.</a> </span><span style="color:#009900;">Esta foi minha monografia apresentada à PUC-Rio como um dos requisitos para se obter o Certificado em Especialização em Filosofia Contemporânea.<br />
</span></span><br />
<span style="color:#009900;">Abraços do Benito Pepe<span id="more-130"></span></span><a href="http://www.benitopepe.com/"><span style="color:#3366ff;"> </span></a></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/04/dedicatoria-e-agradecimentos/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Veja minha dedicatória e agradecimentos no próximo tópico<br />
</span><span style="color:#3366ff;"> </span></a><span class="fullpost"><br />
<span style="color:#009900;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p>BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Edições Paulinas , 1985.</p>
<p>BLACKBURN, Simon. <em>Dicionário Oxford de Filosofia</em>. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997.</p>
<p>BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p>CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p>CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p>__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p>CHERMAN, Alexandre. <em>Cosmo-o-quê?:</em> uma introdução à cosmologia. 1.ed. Rio de Janeiro: Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, 2000.</p>
<p>_________. Sobre os ombros de gigantes: <em>uma história da física</em>. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p>DELACAMPAGNE, Christian. <em>História da filosofia no século XX</em>; tradução, Lucy Magalhães. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997.</p>
<p>DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p>FOUCAULT, Michel. <em>Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento</em>. Ditos e escritos II, Manuel Barros da Motta (Org.) 1.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.</p>
<p>GLEISER, Marcelo. <em>A harmonia do mundo</em>: aventuras e desventuras de Johannes Kepler, sua astronomia mística e a solução do mistério cósmico, conforme reminiscências de seu mestre Michael Maestlin. 1.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.</p>
<p>HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga</em>? 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p>HAWKING, Stephen. <em>O universo numa casca de noz</em>; tradução de Ivo Korytowski; 6.ed. São Paulo: Arx, 2002.</p>
<p>HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo</em>; tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p>_________________. <em>Ensaios e conferencia</em>; tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p>JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. <em>Dicionário básico de filosofia</em>. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.</p>
<p>KANT, Immanuel. Immanuel Kant: <em>Textos seletos</em>. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p>MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p>NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia</em>?: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p>POWELL, Corey S. <em>A equação de Deus</em>: como Einstein transformou o conceito de religião. Tradução Ivo Korytowski. 1.ed. São Paulo: Arx, 2005.</p>
<p>NUNES, Benedito. <em>Heidegger &amp; Ser e tempo</em>. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p>REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p>VIEIRA, Fernando. <em>Identificação do céu</em>. 3.ed. Rio de Janeiro: Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, 2002.</p>
<p><span style="color:#3366ff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/04/dedicatoria-e-agradecimentos/" target="_blank">No Próximo tópico: minha dedicatória e agradecimentos.</a><br />
</span></p>
<p></span></span></div>


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