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	<title>Benito Pepe -  Palestras, Workshops, Treinamentos de Equipes e Cursos &#187; Astronomia</title>
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	<description>Palestras, Treinamento de Equipes, Cursos, Workshops, Administração e Marketing, Gestão de Empresas, Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião e Assuntos da Atualidade</description>
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		<title>Ultrapassamos os 2200 comentários no Site/blog do Benito Pepe</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 13:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quero agradecer aos amigos, colegas professores, leitores e colaboradores em geral deste Site, que contribuíram e que vão continuar a compartilhar suas opiniões, criticas e sugestões complementando meus textos e artigos... Muito obrigado!


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/comente.jpg" title="" class="shutterset_singlepic166" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/166__160x120_comente.jpg" alt="comente" title="comente" />
</a>
Quero agradecer aos amigos, colegas professores, leitores e colaboradores em geral deste Site, que contribuíram e que vão continuar a compartilhar suas opiniões, criticas e sugestões complementando meus textos e artigos&#8230; Muito obrigado!<span id="more-2084"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Agradeço também mui carinhosamente aos funcionários, aos diretores de empresas e às equipes nas quais tenho me apresentado, por deixarem seus depoimentos na aba de mesmo nome: “<span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><strong><a title="Depoimentos e Comentários" href="http://www.benitopepe.com.br/comentarios/" target="_blank">Depoimentos</a></strong></span></span>” aqui neste Site. Muito obrigado pela carinhosa contribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Preciso também agradecer aos colegas professores que se utilizam dos meus textos em sala de aula e especialmente aos que vêm me agradecer publicamente e que dão os devidos créditos aos meus artigos e textos citando as fontes, ou seja, o meu Site. Obrigado pela ética! Aliás, é mais inteligente ter feito isso do que deixar os alunos perceberem que você teria se apoderado de um texto de outrem. Parabéns!</p>
<p style="text-align: justify;">Quero complementar dizendo que é muito gratificante para um escritor ver seus textos comentados e compartilhados pela internet, seja através do Facebook ou outros grupos sociais. É através destes comentários e compartilhamentos que vamos aperfeiçoando-nos e tendo mais incentivo pra continuar na empreitada, coisa que fazemos com todo prazer, muitas vezes nos privando de outro tipo de lazer ou mesmo em “ficar de bobeira” como muitos preferem fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">No mais estamos juntos e continuamos na empreitada. Parabéns a todos nós que juntos completamos 2200 comentários neste Site/blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <strong>Benito Pepe</strong></p>


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		<title>Feliz Natal a todas as Mentes. Mas Como cada ser humano vê o Natal?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2011/12/24/feliz-natal-a-todas-as-mentes-mas-como-cada-ser-humano-ve-o-natal/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” - o sul do mundo. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/imagem-presepio.jpg" title="" class="shutterset_singlepic157" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/157__160x120_imagem-presepio.jpg" alt="imagem-presepio" title="imagem-presepio" />
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Um dia desses estava refletindo quanto ao clima oposto nos dois hemisférios Terrestre. Na época do Natal, em 25 de dezembro, temos um frio intenso no hemisfério norte, enquanto há um calor imenso no “hemisfério de baixo” &#8211; o sul do mundo.<span id="more-2025"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A data para comemorarmos o Natal, como muitos sabem, foi definida exatamente para a época de um <strong>solstício</strong> (veja: “<span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank">O que é Natal? Qual a Origem do Natal?</a></span>”), desse modo temos temperaturas extremas, pois de um lado é Inverno e do outro é Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que você já tenha notado que o inverno é uma ótima estação para tomarmos vinho e comermos alimentos mais calóricos, certo? Bem, na época do Natal isso serve pra você que está no hemisfério Norte, agora, pra quem está no hemisfério Sul isso não combina nem um pouco, no máximo podemos tomar vinho branco gelado e o ideal é tomarmos sucos de frutas, cerveja e muita água. Quanto ao alimento deveríamos comer frutas frescas e tropicais, diferentemente do que ocorre no norte onde se comem frutas secas, castanhas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o clima influi nos alimentos que devemos ingerir, influi em nosso estado psicológico. Quando estamos às portas de uma determinada estação nossa mente vai se adaptando e esperando o “clima” que virá em todos os sentidos. A estação que chega traz uma série de perspectivas e expectativas. Por exemplo, o verão faz lembrarmo-nos da praia, das cachoeiras, dos parques aquáticos e outros ambientes abertos, enquanto que o inverno é tempo de se agasalhar e procurar ambientes fechados e afáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acredito que o clima do mundo, no sentido mesmo da temperatura, influi no psicológico e no comportamento das pessoas. As vestimentas do Papai Noel, ou Pai Natal, tem a ver com o clima frio, por outro lado, não tem nada a ver com o Verão Escaldante do Hemisfério Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que essa questão frio-calor na época do Natal é notada e certamente já foi pensada por muitos. O que pretendo levar à reflexão agora é como cada Mente vê o Natal, ou seja, o que se passa no coração, nas experiências e nas expectativas natalinas e pós- natalinas. E quero pensar tão somente e exclusivamente para os Cristãos do Mundo e principalmente com relação aos cristãos ocidentais, excluo portanto o mundo não cristão. (veja<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">É Natal&#8230; mas é para todo o Mundo</span></a>?)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao mundo Cristão há duas distinções religiosas básicas: os católicos e os evangélicos protestantes, que se dividem em mais de 33.600 denominações. Os Católicos que totalizam a metade de todos os cristãos são também Marianos, ou seja, proclamam o <em>magnificat</em> como está no Evangelho de <strong>Lucas</strong> <strong>1, 39-55:</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>39.Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. 40.Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. 42.Com voz forte, ela exclamou: “</em><strong><em>Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! </em></strong><em>43.Como mereço que </em><strong><em>a mãe do meu Senhor</em></strong><em> venha me visitar? 44.Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. 45.Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!”. 46.</em><strong><em>Maria então disse</em></strong><em> (este é o </em><strong><em>Magnificat</em></strong><em>) : 47.“A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48.porque ele olhou para a humildade de sua serva. </em><strong><em>Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz (bem Aventurada),</em></strong><em> 49.porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, 50.e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 51.Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. 52.Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. 53.Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. 54.Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a Celebração do Natal para os Católicos é também época de lembrar Maria, a propósito não há o filho sem a Mãe. Nós que somos Cristãos Deveríamos pensar na possibilidade de Deus estar nos falando através de Maria.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembro alguns dos pontos que foram levantados por mim quanto a esta época natalina:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O “clima”      no planeta e as influências naturais, tanto no psicológico, quanto nos      alimentos, etc.;</li>
<li>A      definição da data do Natal para um Solstício (veja o texto:<span style="color: #0000ff;"> <a title="O que é Natal? Qual a Origem do Natal?" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">o que é      Natal? Qual a origem do Natal</span></strong></a></span>);</li>
<li>As diversidades      de pensamentos no Mundo que em sua maioria não é cristã (veja o texto<span style="text-decoration: underline;">: <a title="É Natal... Mas é para todo o Mundo?" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>É Natal&#8230;      mas é para todo o Mundo?</strong></span></a><strong>)</strong></span></li>
<li>Por fim a      distinção nas Mentes dos Católicos e da maioria dos Evangélicos quanto a      Maria. (veja o texto: <span style="color: #0000ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a title="Manisfesto de Dreden: Maria e os Protestantes" href="http://www.benitopepe.com.br/2009/10/10/manifesto-de-dresden-maria-e-os-protestantes/" target="_blank">Manifesto de Dresden: Maria e os protestantes</a></span></strong></span>)      Há outros textos relacionados, você encontrará os links no final de cada      texto. Boa Leitura e boa Reflexão! Espero teus comentários!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim um Feliz Natal a todas as Mentes do Mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>A Maça na História da Humanidade e a Qualidade Total</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 01:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma fruta saborosa e saudável de cor avermelhada, mas também pode ser verde. A Maça parece transcorrer maravilhosamente pela história da humanidade. Um dia desses estava assistindo a um comercial na televisão e o anunciante me fez recordar dois momentos de altíssimo simbolismo em que a Maça aparece como protagonista imponente. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/maca.jpg" title="" class="shutterset_singlepic143" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/143__160x120_maca.jpg" alt="maca" title="maca" />
</a>
Uma fruta saborosa e saudável de cor avermelhada, mas também pode ser verde. A Maça parece transcorrer maravilhosamente pela história da humanidade. Um dia desses estava assistindo a um comercial na televisão e o anunciante me fez recordar dois momentos de altíssimo simbolismo em que a Maça aparece como protagonista imponente.<span id="more-1823"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro é conhecido de todos os religiosos cristãos e que seguem a tradição judaica. Podemos ler na bíblia sagrada o episódio do pecado original quando Adão e Eva “comem da fruta proibida.” Essa fruta era exatamente a saborosa e saudável Maça; o segundo momento em que essa fruta aparece e de forma revolucionária na história da humanidade é quando “ela cai na cabeça” do grande físico Isaac Newton enquanto ele descansava à sombra de uma macieira. Nesse momento, Newton medita o porquê desta fruta cair, e posteriormente desenvolve a <strong>Lei da</strong> <strong>gravitação universal</strong> e as chamadas <strong>três leis de Newton</strong>. A propósito são estas leis, publicadas em 1687 na obra <em>Principia Mathematica</em>, que hoje em dia coloca um satélite em orbita, fez o homem chegar à Lua, e mede a física do nosso mundo, dessa maneira a mecânica clássica é fundamentada por Newton. Isso é bem diferente da lei da relatividade de Einstein que é uma lei mais universal e está fora do nosso mundo real pequenino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dois momentos: o caso do pecado original protagonizado por Adão e Eva; e o caso da relatividade de Newton, ambos foram lembrados no comercial. No entanto esses episódios me fizeram lembrar outra aparição da Maça agora na contemporaneidade e de maneira também revolucionária e extraordinária. É o caso da <em>Apple</em> (maça em inglês) esta imensa empresa tem muita história e é fortemente protagonizada por outro homem: o Sr Steve Jobs.<span style="color: #0000ff;"><strong> (<a title="Steve Jobs criador da Apple na Universidade de Stanford" href="http://www.benitopepe.com.br/2010/11/24/steve-jobs-o-criador-da-apple-na-universidade-de-stanford/" target="_blank">Para saber um pouco da história de Steve Jobs clique aqui) </a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora fazer um paralelo entre estes três momentos da aparição da maça na história da humanidade e a relação que elas têm com a Qualidade Total. No primeiro caso, o religioso, deve-se buscar a perfeição, ou seja, a Qualidade de Vida com Deus, dessa maneira o Crente precisa obedecer aos princípios religiosos, aos dogmas e mandamentos do Divino. “Buscai a Deus em primeiro lugar e todas as coisas vos serão acrescentadas”. E buscar a Deus é obedecer aos seus mandamentos. A Maça Bíblica no Gênesis simboliza a desobediência de Adão e Eva, neste caso a quebra da busca pela Qualidade Total, o que seria a revogação da Qualidade de Vida através da não Obediência Plena a Deus. E a desobediência foi o Pecado e o pecado leva a perda de Qualidade de Vida. A Qualidade Total inclui a Qualidade de Vida. O homem que não busca desenvolver a sua <strong><a title="Inteligências Aplicadas no Ambiente de Trabalho" href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/05/inteligencias-aplicadas-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">Inteligência Espiritual o seu QS</a></strong>, não é plenamente feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo momento em que a Maçã aparece, com Isaac Newton e a lei da gravitação universal, temos uma das maiores revoluções que ocorrem na história da humanidade. Foi e é através dela que podemos ter a abundância de tecnologias que nos rodeiam e nos informam neste mundo totalmente globalizado de nossos dias, como é o caso da postura dos satélites em órbita do Planeta. Informação é Qualidade de Vida, quando bem administrada pelo receptor, é claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim temos o caso de uma das maiores e mais revolucionárias empresas que já existiram: a <em>Apple (Maça)</em>. Praticamente todos os computadores e produtos desta empresa são sinônimos de Qualidade Total. O Mac, iPod,  iPhone e iPad. Aí se incluem um dos melhores PC, Note book, computadores de mão, telefones revolucionários, leitores de livros, tablets etc. Não há dúvida quanto a Qualidade e importância desta “Maça”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Entendemos assim que a Maçã já era há muito tempo um símbolo representativo de Qualidade Total. Portanto bom apetite e bom proveito ao “comer desta fruta”, a fruta da árvore do Conhecimento, da Verdade e da Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Veja uma pequena apresentação deste tema em um Treinamento:</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px;"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/L1nkPUGujp0?version=3" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/L1nkPUGujp0?version=3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>


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		<title>Planetário da Gávea comemora 50 anos da chegada do homem ao espaço</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 00:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[A inauguração da exposição "Yuri Gagarin: 50 anos do homem no espaço" acontece no dia 7 de abril e estará aberta à visitação do público a partir do dia 12, às 10h.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/120__160x120_yuri-gagarin.jpg" alt="yuri-gagarin" title="yuri-gagarin" />
</a>
Olá amigos astrônomos e amantes da astronomia, visite o Planetário da Gávea. No dia 12 de abril, comemoram-se os 50 anos do voo que levou o cosmonauta russo Yuri Gagarin ao espaço. Para lembrar essa data especial, o Planetário da Gávea, em parceria com o consulado da Rússia no Rio de Janeiro, realiza uma exposição que vai contar, por meio de fotografias, todo o processo que culminou com a chegada do primeiro homem ao espaço sideral.<span id="more-1586"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A inauguração da exposição &#8220;Yuri Gagarin: 50 anos do homem no espaço&#8221; acontece no dia 7 de abril e <strong>estará aberta à visitação do público a partir do dia 12, às 10h.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, serão 34 painéis com fotografias dos preparativos, da nave que levou o cosmonauta ao espaço, e da missão, que fez de Gagarin o primeiro homem a viajar além dos limites do nosso planeta em 12 de abril de 1961, no auge da Guerra Fria.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens também vão mostrar ao público a importância do feito de Gagarin para exploração espacial e a fama conquistada pelo russo. Além disso, quem visitar essa exposição pode aproveitar para conhecer as atrações do Planetário da Gávea, como as Sessões de Cúpula (sábados, domingos e feriados) e toda interatividade do Museu do Universo (terça a domingo), com 56 experimentos que ensinam conceitos astronômicos de maneira lúdica. Para visitar este espaço no Planetário a entrada é R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia).</p>
<p style="text-align: justify;">O Planetário da Gávea fica na Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100. Gávea. Informações pelo telefone: 21- 2274-0046.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe </p>


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		<title>Das Estações do Ano a Primavera é uma das mais Belas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 00:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Equinócio]]></category>
		<category><![CDATA[Estações]]></category>
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		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 22 de Setembro às 07h30min PM no ano de 2010, em uma Quarta-feira, teremos mais um Equinócio, ou seja, o dia com a mesma duração da noite. Este fato é cíclico.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/estacoes.jpg" title="" class="shutterset_singlepic76" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/76__160x120_estacoes.jpg" alt="estacoes" title="estacoes" />
</a>
Dia 22 de Setembro às 07h30min PM no ano de 2010, em uma Quarta-feira, tivemos mais um <strong>Equinócio</strong>, isto é, o dia com a mesma duração da noite. Este fato é cíclico, ou seja, se repete todo ano como ocorre com todas as demais estações: Verão, Outono e Inverno. Sendo que os equinócios são na Primavera e no Outono. Enquanto que no Verão e no Inverno não temos um equinócio e sim um <strong>Solstício</strong> que é quando há o dia mais longo do ano, como é o caso do Verão, ou o dia mais curto e, portanto, a noite mais longa do ano como ocorre no solstício de Inverno. <span id="more-1303"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que enquanto no hemisfério Sul é Primavera no hemisfério Norte é Outono, depois a próxima estação lá no hemisfério “superior” será Inverno e no hemisfério “inferior” será o tão esperado Verão que os brasileiros tanto amam.  Neste artigo vou falar um pouco das <strong>Estações do Ano</strong>, para ler especialmente sobre a Primavera veja meu outro texto: <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank">Primavera a Estação das Flores. (clique aqui!)</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estação do ano é um dos quatro períodos de três meses em que se costuma dividir o ano, segundo critérios astronômicos estabelecidos em função da posição da Terra com relação ao Sol. Distinguem-se, tradicionalmente, quatro grandes estações &#8211; primavera, verão, outono e inverno, associadas às diferentes atividades agrícolas, condições meteorológicas e costumes sociais que regem a vida na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Excetuando-se os trópicos, a característica essencial do ciclo das estações é um movimento pendular da temperatura entre uma máxima e uma mínima. As outras diferenças entre as quatro estações são subordinadas às alterações de temperatura. Assim, somente as estações extremas possuem características próprias. Se a divisão quádrupla das estações não estivesse tão demarcada no espírito popular, primavera e outono seriam considerados simples períodos de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano coincide com a sucessão de quatro estações, que se repetem periodicamente, a partir das mesmas datas.<strong> </strong>Denomina-se <strong>ano sideral</strong> o período de tempo transcorrido entre dois alinhamentos sucessivos do Sol e da Terra com uma estrela distante. Esse intervalo compreende 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 9,54 segundos, ou <strong>365,2564 dias solares médios</strong> &#8211; indicadores cronológicos mais precisos que os calculados por observações diretas da posição do Sol, pois sua medida é feita com referência a um corpo imaginário dotado de movimento regular. No entanto, o dia civil universalmente aceito e com o qual estão sincronizados os relógios de todo o mundo é definido pela observação diária do Sol (ano solar ou tropical).</p>
<p style="text-align: justify;">A Terra gira em torno do Sol e descreve em seu movimento uma elipse quase circular, cujo achatamento, ainda que pouco acentuado, adquire importância especial na determinação dos pontos astronômicos do espaço que marcam o início das estações. O Sol está num dos focos da elipse. Os dois pontos extremos chamam-se <strong>periélio</strong> (o mais próximo do Sol) e <strong>afélio</strong> (o mais distante).</p>
<p style="text-align: justify;"> A data que corresponde à posição da Terra no periélio é conhecida no hemisfério sul como solstício de verão (de inverno no hemisfério norte). Coincide aproximadamente com o início da estação, em 22 ou 23 de dezembro, que é o dia mais longo do ano no hemisfério sul (e o mais curto no hemisfério norte).</p>
<p style="text-align: justify;">A Terra passa pelo afélio pouco depois do início do inverno austral (verão boreal), que ocorre em 21 ou 22 de junho, o dia mais longo do ano no hemisfério sul (e o mais curto no hemisfério norte).</p>
<p style="text-align: justify;">As datas intermediárias, conhecidas como equinócios, marcam o início da primavera (22 ou 23 de setembro, no hemisfério sul; 20 ou 21 de março, no hemisfério norte), e do outono (20 ou 21 de março, no sul; 22 ou 23 de setembro, no norte).</p>
<p style="text-align: justify;">A variação da duração dos dias (mais longos no verão) e das noites (mais longas no inverno) durante o ano se deve ao fato de que o eixo em torno do qual a Terra realiza sua rotação não é perpendicular à direção de seu deslocamento em torno do Sol (plano orbital). O eixo da Terra mantém, em relação ao plano orbital, uma inclinação relativamente constante de 23<sup>o</sup> 27&#8242;, o que faz os raios solares incidirem mais perpendicularmente em um hemisfério do que no outro durante seis meses por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclinação da Terra no espaço é permanente, mas, com relação ao Sol, aparentemente se inverte ao passar pelos extremos da elipse. Os pontos equinociais marcam a mudança das estações frias para as quentes, ou vice-versa. O fenômeno tem várias conseqüências, entre as quais se destacam as diferenças de estados climáticos entre os dois hemisférios (o verão austral coincide com o inverno boreal). Outras conseqüências são a aparente variação da posição do Sol no céu, que surge sobre o horizonte em pontos diferentes, nas mesmas horas, ao longo do ano, e a diferente duração dos dias e das noites durante o ano, especialmente notável nos pólos.</p>
<p style="text-align: justify;">As noites de inverno nos países escandinavos, por exemplo, são praticamente contínuas. Durante pequenos intervalos, o sol brilha, fraco, quase sobre o horizonte. No verão, ocorre o famoso efeito conhecido como noites brancas ou sol da meia-noite &#8211; quando o astro permanece visível durante as 24 horas do dia ou se oculta por apenas algumas horas. Nos equinócios, o dia e a noite duram exatamente doze horas cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regiões muito próximas da linha do equador, onde a variação térmica e a da incidência do Sol ao longo do ano é pequena, o critério para definição das estações são os períodos de seca e de chuva. Na Índia, por causa das monções, alternam-se três estações: uma fria e seca, de dezembro a fevereiro; uma quente e seca, de março a meados de junho; e uma chuvosa, de meados de junho a novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">O ciclo das estações tem conseqüências para a vida na Terra. As modificações climáticas se devem mais à inclinação do eixo terrestre do que à variação da distância da Terra ao Sol, de efeitos imperceptíveis mesmo nos pontos mais extremos da trajetória elíptica da translação.</p>
<p style="text-align: justify;"> A duração relativa dos dias e das noites influi nas condições meteorológicas predominantes em cada região. A atmosfera fica mais tempo exposta às radiações solares no verão do que no inverno, e o mesmo acontece com o mar, cuja temperatura aumenta o suficiente para provocar correntes oceânicas. Entretanto, o alto calor específico da água (quantidade de calor necessária para elevar em um grau Celsius a temperatura de um grama de água) faz do mar um imenso moderador térmico, que impede a queda acentuada da temperatura no inverno e o aumento excessivo no verão.</p>
<p style="text-align: justify;">A influência do mar na suavização das estações diminui nas terras mais continentais, cujo clima seco tende a provocar grandes diferenças entre as temperaturas máximas e mínimas. A função do mar como acumulador de calor, além disso, retarda os efeitos de fatores diversos sobre os índices de temperatura. Assim, as temperaturas extremas do ano não acontecem durante os solstícios, mas algumas semanas depois.</p>
<p style="text-align: justify;">A umidade, a pressão atmosférica e, em conseqüência, as precipitações, tanto em forma de chuva como de neve, se repetem periodicamente, em especial em determinadas estações típicas para cada região. Os ventos de monções representam também um claro exemplo de mudanças atmosféricas características das mudanças de estação. Sua formação se deve a uma descompensação nos fenômenos de resfriamento ou aquecimento da terra e do mar que, ao ocorrerem muito rapidamente, provocam ventos fortes e períodos de chuva ou de seca.</p>
<p style="text-align: justify;">Os animais mais evoluídos regulam seus ciclos vitais biológicos de acordo com as diferentes estações, ao longo das quais adequadamente distribuem suas principais atividades. A busca de alimentos se intensifica ou atenua segundo as condições climáticas e se adapta à época mais favorável para a manutenção das crias. Alguns animais hibernam durante a época fria, e quase todos experimentam mudanças de maior ou menor importância em seu metabolismo, para se adaptarem ao ambiente de cada estação.</p>
<p style="text-align: justify;">As plantas denunciam, de maneira mais acentuada, as particularidades térmicas de umidade ou de insolação características de cada estação. A primavera está associada ao período de floração e o outono à queda das folhas das árvores. Em determinados climas, a perda de umidade das florestas durante o verão aumenta perigosamente o risco de incêndios.</p>
<p style="text-align: justify;">A agricultura ajusta cada uma de suas fases ao período mais propício, que varia conforme o produto, o que em muitos casos possibilita obter mais de uma colheita por ano. Qualquer alteração de monta na data prevista para o início das manifestações climáticas correspondentes à estação em curso pode perturbar gravemente o desenvolvimento da lavoura.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança das estações afeta também o comportamento dos indivíduos. Alguns doentes mentais reagem de forma muito clara a essas alterações. O clima, associado à estação, provoca estados de ânimo que afetam grupos sociais inteiros. Diversos costumes, atitudes sociais e de trabalho estão relacionados com as estações do ano. O calor excessivo e as temporadas de chuvas torrenciais ou de nevascas podem recomendar a adoção de medidas reguladoras das diferentes atividades humanas: redistribuição de horários de trabalho, suspensão das aulas, adequação dos serviços públicos etc. Daí que surge também o horário de Verão em muitos países.</p>
<p style="text-align: justify;">As estações amenas, nem tão quentes, nem tão frias, são, via de regra, as mais agradáveis&#8230; Portanto feliz Primavera.</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Enciclopédia Barsa. </em></p>


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		</item>
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		<title>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 01:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[da contagem do tempo e do nascimento do calendário, temos que lembrar que o homem desde que começou a pensar e isso parece ser bem remoto, sempre se preocupou com a observação do Céu, ainda que para se guiar através do Sol ou das Estrelas.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tempo-calendario.jpg" title="" class="shutterset_singlepic48" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/48__160x120_tempo-calendario.jpg" alt="tempo-calendario" title="tempo-calendario" />
</a>
Em Primeiro lugar como vamos falar da  Contagem do Tempo e do Calendário<strong>&#8230; Feliz  2010!! Agora: FELIZ 2011!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Para falarmos da contagem do tempo e do nascimento do calendário, temos que lembrar que o homem desde que começou a pensar, de maneira racional e isso parece ser bem remoto, sempre se preocupou com a observação do Céu, ainda que para se guiar através do Sol ou das Estrelas.<span id="more-993"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O homem naturalmente observou que o Sol aparece em um ponto do Céu (leste) vai “subindo” até o ponto mais alto do Céu (zênite) e vai embora em outro ponto do Céu (oeste), dessa maneira se dá o dia e a noite. Notou-se que a Lua vai mudando de fase durante o transcorrer dos dias, assim passaram a chamar de mês cada vez que a lua completasse uma nova fase, isso se dá em mais ou menos  29 dias e 12 horas.  Observaram também que a cada dia o Sol “nascia” em um ponto um pouquinho diferente do anterior “caminhando” mais para o Norte ou para o Sul, e verificaram que quando o Sol nascia em determinado ponto, estavam em uma certa estação do ano: Verão, Outono, Inverno ou <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Primavera</strong></span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira o homem, ainda que sem possuir os conhecimentos de astronomia que temos hoje, pôde <strong>fazer um calendário</strong> e identificar quando chegaria a estação que lhe interessava. Com isso ele passa a dispor de um conhecimento básico para saber a melhor época para plantar, para viajar, e muitos povos calculavam quando seria melhor conceber (ou engravidar), a fim de ter um clima mais apropriado, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Conhecer os <strong>dias</strong>, os <strong>meses</strong> e o <strong>ano</strong> foi uma “simples” questão de observação da natureza. Eles verificaram que o “tempo” era cíclico e que o clima voltava de época em época a ter as mesmas características.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que eles “não sabiam” é que a Terra dá uma <strong>volta ao redor do Sol</strong> e que isso leva um ano ou seja 365 dias. Para ser mais preciso, o tempo que a Terra leva para voltar ao mesmo ponto em torno do Sol é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,2 segundos, daí a necessidade do ano bissexto e dos acertos no calendário de tempos em tempos tais como a cada ciclo de 400 anos (começou-se em 1600), seria bissexto também, mas 1700, 1800 e 1900 não o foram. Assim o ano de 2000 foi bissexto e 2100, 2200 e 2300 não o serão.  Ou seja só serão bissextos os anos seculares divisíveis por 400.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A pesar de todo esse malabarismo com o acerto do calendário ainda há um resíduo de 26,8 segundos por ano, o que na soma a cada 400 anos equivale a um total de 2 horas, 58 minutos e 40 segundos em relação à realidade astronômica. Nessa proporção haverá uma defasagem de um dia a cada 3.223 anos, há uma ideia para corrigir isso tornando comum o ano 4000 que seria bissexto pela regra de Gregório.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este calendário que o mundo ocidental e grande parte do mundo globalizado usa é o <strong>Calendário Gregoriano</strong> fundado pelo <strong>Papa Gregório XIII</strong> em 24 de fevereiro de 1582, depois de longos 5 anos de estudos e a fim de substituir o calendário Juliano. A contagem oficial começou em 15 de outubro de 1582, quando se “eliminou” dez dias (de 5 a 14 de Outubro de 1582), a fim de se acertar a defasagem do tempo das estações com a realidade do Céu, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cada “Ano” é uma “volta completa” em torno do Sol dada pelo Planeta Terra ou qualquer outro Planeta, cada Planeta leva  uma quantidade diferente de dias para completar esta volta, do ponto de vista terrestre, considerando o nosso dia de “24 horas”,  Mercúrio demora só 88 dias, Marte leva 687 dias para dar a volta ao redor do Sol e a Terra, como dissemos, demora um pouco mais de 365 dias. Isso significa, na verdade, que um ano, quando não for bissexto (com 366 dias) não se dá exatamente na zero hora do dia 1º de Janeiro mas em algumas horas depois&#8230; algo como <strong>5h 48m 45,2s.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Interessante é que a cada <strong>ano novo</strong> o povo está ligado no Calendário que vai surgir: <strong>2010</strong>, <strong>2011</strong>, <strong>2012</strong>&#8230;  no entanto muitos nem sabem ou lembram que acabamos de dar uma volta ao redor do Sol, e vamos começar uma nova volta, falo com um tom poético&#8230; a propósito e de qualquer maneira podemos lembrar de “dar a volta por cima” no ano que passou e pensar no ANO NOVO e parafraseando nosso amado Compositor e Doutor em Zoologia Paulo Manzolini, dizer: “<strong>Levanta Sacode a poeira e dá a volta por cima</strong>” aliás esta expressão ficou famosa por causa dessa música. E falando-se em “poeira”, lembremo-nos que <strong>somos poeira das estrelas</strong>&#8230; como menciono no artigo&gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>A Origem do Universo e da Vida</strong></span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tem gente que diz que o “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Tempo está passando mais rápido</strong></span></a>”, mas será que isso está mesmo ocorrendo? Há quem diga que o tempo não existe e que isso é apenas uma “convenção humana”. Bem, o que importa mesmo é vivermos o Nosso Tempo com felicidade e alegria. Precisamos estar em Sintonia com o Tempo, mas não necessariamente com o Calendário, aliás calendários existem muitos e diversos, alguns já até foram extintos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para saber mais ou ler sobre esta questão do Tempo e do Calendário sugiro alguns livros:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“<strong>Sobre o Tempo</strong>” de Norbert Elias, <strong>este autor alega que o tempo não existe em si</strong>,  <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/60434/?franq=285888" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>você pode adquirir clicando Aqui!</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recomendo</strong> o livro “<strong>Panorama visto do centro do Universo</strong>: a descoberta de nosso extraordinário lugar no cosmos” de Joel R. Primack e Nancy Ellen Abrams, este livro é muito interessante em vários aspectos e <strong>tem um capítulo especial sobre o Tempo</strong>, em uma panorâmica filosófica astronômica. <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21408863/?franq=285888" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Para adquirir clique Aqui!!</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“<strong>O Tempo que o Tempo tem</strong>: por que o ano tem 12 meses e outras curiosidades sobre o calendário” de Alexandre Cherman e Fernando Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Espero que tenha uma boa leitura e um Bom Tempo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraço do Benito Pepe</p>


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		<title>Referências Bibliográficas do Texto Heidegger e os Gregos</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/referencias-bibliograficas-do-texto-heidegger-e-os-gregos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 19:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto >  “Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu” você pode acompanhar este texto seguindo o link no final de cada tópico (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada > “A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o Thauma Aparece”  da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/bibliografia.gif" title="" class="shutterset_singlepic45" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/45__160x120_bibliografia.gif" alt="bibliografia" title="bibliografia" />
</a>
Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto &gt;  “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu</span></a>” </strong>você pode acompanhar este texto <strong>seguindo o link no final de cada tópico</strong> (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada &gt;<strong> “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o <em>Thauma</em> Aparece</span></a>” </strong> da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.<span id="more-966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue a bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga? </em>2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo; </em>tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">_________________. E<em>nsaios e conferencia;</em> tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. <em>Immanuel Kant</em>: Textos seletos. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia?</em>: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Benito Pepe</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 00:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>

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		<description><![CDATA[o Nascimento da Filosofia Racional, depois   a “Reviravolta” do Pensamento Filosófico falamos também da  Astronomia e do Esquecimento do Céu e apresentamos a bibliografia


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/heidegger2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic42" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/42__160x120_heidegger2.jpg" alt="heidegger2" title="heidegger2" />
</a>
Este texto será dividido em partes, temos nesta primeira parte além de uma <strong>introdução</strong> geral, um tópico falando sobre <strong><span style="color: #000000;">o Nascimento da Filosofia Racional,</span> </strong>depois<strong> </strong>há um tópico<strong> </strong>falando sobre <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/%E2%80%9Ca-reviravolta%E2%80%9D-do-pensamento-filosofico/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>a “Reviravolta” do Pensamento Filosófico</strong></span></a> logo após falamos do<strong> <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/o-esquecimento-de-nossa-origem-cosmica/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Esquecimento de Nossa Origem Cósmica</span></a>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim postamos<strong> </strong>as<strong> <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/referencias-bibliograficas-do-texto-heidegger-e-os-gregos/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Referências Bibliográficas</span></a>.<span id="more-952"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pretendemos neste texto mencionar a relação de Heidegger com os gregos antigos, especialmente os pré-socráticos, que em sua visão, viam uma outra “manifestação” quando se falava na questão do Ser e/ou da “possibilidade” do desvelamento (<em>aletheia</em>) ou da “ocultação” natural. Heidegger propõe uma releitura dos pré-socráticos de maneira diferente das que foram feitas pela tradição: Platão e Aristóteles entre outros posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência final,  quando falamos do Céu, pretendemos ampliar os sentidos para além de uma epifania (<em>epiphaneia</em>), e ver o Céu como nossa origem cósmica, da mesma maneira, distorcida posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à “Filosofia”, precisamos lembrar que ela não era totalmente racionalista como passa a ser em seguida e que continua na contemporaneidade. Esta Filosofia é conhecida como racionalista, mas na sua origem  não era assim. Vemos por fim, através da <strong>nova cosmologia</strong>, uma possibilidade de “reviravolta” que poderia reativar o nosso pensamento à filosofia originária.</p>
<p style="text-align: justify;">Como acreditamos que para esta “reviravolta” a Nova Cosmologia pode contribuir, dedicamos um tópico especial para falar da Astronomia e do esquecimento do Céu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Nascimento da Filosofia Racional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há um “consenso” para se falar sobre o “nascimento” da Filosofia, ela surge  pelo questionamento dos homens que queriam e buscavam a <em>verdade, </em>mas não queriam “explicações incoerentes”, assim começa um processo de pensamento diferenciado e racional que pudesse contrapor-se, de certa maneira,  às tradições “míticas”. Como comenta Chaui</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A filosofia surgiu quando alguns gregos, admirados e espantados com a realidade, insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera, começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas, demonstrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos naturais e as coisas da natureza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana, e que a própria razão é capaz de conhecer-se a si mesma. (2005, p.25).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas o questionamento que podemos e devemos fazer desde já é: será que a Filosofia tomou conta do pensamento&#8230;. ou  tirou um “mito” e contribuiu para a criação de outro?</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente todos os filósofos “antes” de Sócrates (séc. VI – V a.C.), por isso  chamados de   –  <em>pré</em>-<em>socráticos &#8211; </em> tiveram como características do pensamento <em>noções</em> que tentam explicar a realidade da natureza.   Aí  a filosofia e a ciência têm seu início.  Entre essas noções, mencionadas por Marcondes, cito a <em>Physis</em> e o <em>Cosmo</em>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A <em>physis &#8211; </em></strong>Por os primeiros filósofos serem estudiosos ou teóricos da natureza (<em>physis</em>),  portanto o objeto de investigação desses “filósofos-cientistas” era o mundo natural. Eles buscavam explicação através desta mesma realidade e não fora dela, ou seja,  investigavam a própria natureza.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O <em>cosmo &#8211; </em></strong>O termo <em>kosmos, </em>para eles, liga-se as ideias de ordem, harmonia e mesmo beleza (já que a beleza resulta da harmonia das formas; daí  o  termo “cosmético”). O cosmo é assim o mundo natural, o espaço celeste enquanto realidade ordenada de acordo com princípios racionais. O cosmo entendido assim, como ordem, se opõe ao <em>caos</em>, que seria a falta de ordem, o estado da matéria antes de sua organização.  Esta ordem do cosmo é racional, “razão” significando aí leis que regem e organizam essa realidade. (2005, p.24-27)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quanto a <em>physis</em> precisamos lembrar que a palavra vem do verbo <em>phiein</em> que significa surgir, nascer, brotar, “dar à luz”. Isso é importante para entendermos o sentido mais amplo que esta palavra tinha para os gregos antigos e que fará sentido com o que queremos mencionar mais à frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, podemos elucidar, como lembra Chaui que  foi “graças aos primeiros filósofos gregos e a ideia que a natureza é uma ordem que segue leis universais e necessárias  que”:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>No início do século XVII, Galileu Galilei deu novo impulso à física ao estudar o movimento dos graves ou “pesados” (ou a estabelecer as leis da queda dos corpos) e, para isso, a demonstrar as leis naturais do movimento uniforme e do movimento uniformemente variado.  (&#8230;)  Isaac Newton, no final daquele mesmo século,  a estabelecer as leis matemáticas da física, a demonstrar as três leis do movimento e a chamada “lei da gravitação universal”, que, como o nome indica, é  válida para todos os corpos naturais. (&#8230;)  E, no século XX, levou Albert Einstein a estabelecer uma lei válida para toda a matéria e energia do universo, lei que se exprime na fórmula E=mc2.  (2005, p.20).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois vem o período da modernidade e há uma retomada do racionalismo de uma maneira bem particular, quando são refutadas e quebradas muitas teses da Astronomia do passado, como foi o caso do geocentrismo, entre tantas outras refutações. Mas, com todas as “quebradeiras” a única coisa que não se quebrou foram as “esferas cristalinas” por que elas não existiam&#8230; Após tantas reformulações, o que é que sobra para este <em>ser</em>? Émile Noel questiona François Châtelet:  Qual é, então, a pergunta filosófica que Descartes faz?<strong> </strong>Châtelet  responde:</p>
<p style="text-align: justify;">.<em>..poderíamos dizer que até Descartes a filosofia fez esta pergunta:  Que é o ser?  Como ele é? Descartes pergunta: Que é o conhecimento? Isso equivale a validar o trabalho de Galileu, a mostrar em que condições gerais o trabalho de Galileu se torna inteligível. (1994, p.63).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">“Portanto em que consiste o heliocentrismo?” Prossegue Châtelet, “consiste em dizer ao sujeito empírico que está aqui neste mundo: Você  acha que o mundo é como você o vê. Mas vou lhe fazer uma proposta: vamos, em espírito, até o Sol, para observar o mundo a partir dali.” (1994, p.63)  Châtelet continua concluindo que às vezes as coisas podem ser mais simples do que nós imaginamos, mas nós precisamos ver de outro ângulo. Nós precisamos sair de “nosso casulo” e irmos à busca do <em>verdadeiro</em> conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de <em>racionalismo</em> modifica-se dos tempos gregos para a modernidade no que tange o seu jeito de ser, agora ele está mais pautado na matemática no que diz respeito às ciências naturais e especialmente na Astronomia. Para Descartes até mesmo Deus é uma “evidência” da luz natural e não da luz sobrenatural. É a <em>razão</em> que demonstra a existência de Deus. Não é mais o Deus de Moisés, de Abraão e de Jacó.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No próximo tópico </strong>&gt;  <strong> </strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/%E2%80%9Ca-reviravolta%E2%80%9D-do-pensamento-filosofico/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>“A reviravolta” do Pensamento Filosófico</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">Benito Pepe</span></strong></a></p>


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		</item>
		<item>
		<title>A Astronomia de Aristóteles</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/09/30/a-astronomia-de-aristoteles/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 02:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
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Continuando o texto: <a href="../2009/09/19/a-fisica-e-a-astronomia-de-aristoteles-%E2%80%93-uma-visao-geral/" target="_blank">A Física e a Astronomia de Aristóteles</a></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos agora a <em>desmatematização</em> da filosofia e da natureza enfocada por Aristóteles em detrimento do valor que seu mestre Platão dava à matemática, aqui se mostra uma das diferenças entre eles. Segundo nos lembra Zingano, Aristóteles diria que:</p>
<p style="text-align: justify;">A matemática é o instrumento científico utilizado para examinar o mundo do ponto de vista de sua quantidade, mas ela não é capaz de nos dar por si só a natureza do mundo. (2005, p.65)<span id="more-822"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira fica claro que Aristóteles apontava a matemática apenas para a quantidade. Então a física de Aristóteles diferentemente do que passará a ser na modernidade é “qualitativa” e não “quantitativa” como vigora a partir de Galileu Galilei que é quem a matematiza “definitivamente”, e seus sucessores seguem o mesmo caminho. Nas palavras de Galileu: “ A matemática é a linguagem da natureza”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aristóteles via a natureza e o lugar como algo qualitativo assim seria da “qualidade” de cada substância ou corpo ocupar o seu “lugar natural” e isso é o que faz parte da <em>entelékheia</em> de cada corpo. Então para Aristóteles, impor a um ser algo contrário à sua natureza é uma violência. É o que ocorre, por exemplo, quando retiramos uma pedra do chão, seu “lugar natural”, ao largarmos a pedra ela volta “naturalmente” para o “seu lugar”. Hierarquicamente Aristóteles configura a Terra no centro do “universo”; à sua volta, está a água; o ar está acima da terra e da água e, enfim, acima do ar, está o último elemento atmosférico, o fogo. Portanto  o fogo e o ar sobem naturalmente, enquanto a terra e água caem naturalmente, todos em  busca dos seus lugares naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi à toa que Aristóteles adotou a tese do geocentrismo<a href="#_ftn1">[1]</a> (a terra no centro do “universo”) como para ele o movimento é eterno  adota também a tese do movimento natural, e como a terra é pesada teria que estar no centro, o lugar natural de um corpo pesado, por isso a terra estaria no centro do universo seu lugar natural. A origem desse pensamento vem da questão do mundo fechado e finito porém eterno<strong>. </strong>Para<strong> </strong> Aristóteles o universo é finito (um corpo tem que ter limites) porém ele é eterno, não foi criado ou seja não teve um momento de nascimento e também não terá um fim,  sempre existiu e sempre existirá. A partir desse pensamento ele defende a ideia do movimento eterno,  sempre houve corpos em movimento e corpos em repouso, e a Terra estaria em repouso no centro desse universo, enquanto que  os outros corpos estariam girando em movimentos circulares em torno dela.</p>
<p style="text-align: justify;">O espaço é pleno e não há o vazio, se o vazio existisse seria o mesmo que admitir o não-ser e isso seria uma contradição lógica, dessa forma Aristóteles  de maneira metafísica,  justifica o “quinto elemento” ou “<em>éter</em>” que seria quem estaria preenchendo o espaço entre os corpos celestes e da mesma maneira esses “corpos” seriam constituídos de <em>éter </em>por isso não se deteriorariam, e não teriam outro tipo de mutação a não ser a de translação, diferentemente do que ocorre na Terra e na região sublunar, onde os quatro elementos (terra, água, ar e fogo) esses sim passiveis de toda mutação e transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira, Aristóteles em seu tratado <em>Do Céu</em>,  postula uma separação “física” e “real” entre a região supralunar (acima da lua) e a sublunar (abaixo da lua, o nosso mundo). Não seria possível um material daquela região “composto de éter” vir para a Terra e nem um material do planeta Terra ir para aquela região, há assim um isolamento definitivo, o céu composto de <em>éter</em> (incorruptível) não poderia misturar-se com a terra. Naquela região incorruptível<strong> </strong>haveria as “esferas celestes”,<strong> </strong>explicação<strong> </strong>dada<strong> </strong>por alguns astrônomos da época e que eram apoiadas e complementadas por Aristóteles para justificar o movimento dos astros “em torno da terra”.  Ali estariam girando ao redor da terra, em “círculos perfeitos”, as estrelas e os planetas<a href="#_ftn2">[2]</a> que estariam “colados” às esferas, cada um na sua “esfera cristalina” correspondente.  Essa tese foi proposta primeiramente por Eudoxo (astrônomo da época de Aristóteles), Calipos (também da época) aumenta a quantidade de esferas e sofistica o sistema, Aristóteles com sua tese do “lugar natural” e do <em>éter</em> ou quinta essência, solidifica essa explicação e o geocentrismo; e posteriormente com Ptolomeu já no séc. II d.C alcança sua maior expressão no <em>Almagesto.<a href="#_ftn3"><strong>[3]</strong></a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Para explicar esse complexo de movimentos celeste, Aristóteles recorre ao ápice de toda a sua metafísica, dizendo que há um “primeiro motor”, que é imóvel mas dá origem a todo movimento celeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, como dissemos, e é lembrado por Reale</p>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;) a física Aristotélica (e também grande parte da cosmologia) é, na verdade, uma metafísica do sensível. Assim não é de surpreender o fato de que a <em>Física</em> esteja prenhe de considerações metafísicas, chegando até a culminar com a demonstração da existência de um Primeiro Motor imóvel: radicalmente convencido de que, “se não houvesse o eterno, não existiria tampouco o devir” (2004, p.209)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com isso vemos claramente que, a pesar de suas diferenças com seu  mestre Platão, Aristóteles herda muito do Platonismo de maneira a não se separar do supra-sensível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Considerações finais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aristóteles implanta a lógica (começando do nada) e com ela tem um bom instrumento, um método (um caminho) para estudar a <em>physis</em>, a natureza, o mundo.  Precisamos ter em mente a época em que Aristóteles viveu e seus poucos recursos, dessa maneira podemos perceber que ele foi um mestre e um ícone para o mundo ocidental, não só no que tange à filosofia, como  também para a própria ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a Astronomia de Aristóteles,  abrimos um parêntesis especial para dizer que o tempo que dura o “sistema Aristotélico”, quanto à questão do Céu, é algo que por si só merece uma reflexão. Por exemplo, o sistema geocêntrico defendido por Aristóteles dura quase dois mil anos, isso mesmo! Dois milênios&#8230; até que seja refutado pelo heliocentrismo re-introduzido definitivamente por Copérnico em 1554. (embora Copérnico o tenha tomado de Aristarco de Samos (c. 310-230 a.C.)).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto interessante é recordarmos que a separação do “mundo” em dois, sendo  um supralunar  (o dos astros acima da lua);  e um sublunar (o nosso mundo) “aqui em baixo” com sua separação física radical,  só é refutada muito tempo depois com Isaac Newton já no século XVII.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim pudemos ter uma pequena ideia da importância e relevância que Aristóteles teve e tem no mundo ocidental através de seus estudos nos diversos campos do conhecimento e que ainda hoje são considerados quando falamos em física e em astronomia,  portanto  não é à toa que estamos aqui mais uma vez falando de Aristóteles.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> O geocentrismo (a terra no centro do “universo”)  era um pensamento quase que unânime na época de Aristóteles, uma notável exceção era Aristarco de Samos (c. 310-230 a.C.)  para ele era o Sol que estava no centro do “universo” e a terra girava em tordo dele – ou seja o heliocentrismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> A palavra “Planeta” vem do grego e quer dizer “corpo errante” ou “estrela errante”, aquele que não seguia uma trajetória, não ocupava uma posição constante, ou seja não fazia parte das “estrelas fixas”  no céu.  Assim eram chamados de planetas não só os próprios planetas conhecidos de então: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, como também a Lua e o Sol. É atribuída a Anaxímenes a primeira diferenciação formal entre Estrela e Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a> <em>Almagesto</em> (“grande tratado”) é uma obra de Cláudio Ptolomeu composta de 13 livros e ficou famosa por seu nome árabe – <em>Al-Majist</em>. O intricado modelo criado por seu autor era necessário para explicar o movimento aparente dos planetas, preservando-se a ideia (equivocada) de um Universo geocêntrico. Esse modelo seria o paradigma da astronomia por 15 séculos, sendo desbancado pelo modelo heliocêntrico de Nicolau Copérnico, que por sua vez toma a ideia original de Aristarco de Samos.<strong> </strong></p>


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		<title>Primavera a estação das Flores</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os anos há quem espere ansiosamente por esta bela estação, há quem diga que é a mais bela de todas as quatro estações. Nesta época do ano não temos mais o frio intenso do Inverno e ainda não temos o calor do Verão, há um clima ameno, agradável, e acima de tudo florido. É [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/flores-brancas-na-primavera.jpg" title="" class="shutterset_singlepic29" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/29__160x120_flores-brancas-na-primavera.jpg" alt="flores-brancas-na-primavera" title="flores-brancas-na-primavera" />
</a>
Todos os anos há quem espere ansiosamente por esta bela estação, há quem diga que é a mais bela de todas as quatro estações. Nesta época do ano não temos mais o frio intenso do Inverno e ainda não temos o calor do Verão, há um clima ameno, agradável, e acima de tudo florido. É mesmo lindo poder apreciar as flores e o verde dos jardins e das montanhas que ressurgem depois de “congelarem”, é como se o <a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank">tempo </a>tivesse parado e agora voltado a surgir juntamente com a Vida que estava adormecida ou mesmo “Morta”.<span id="more-816"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esta é a  estação do <strong>equinócio</strong>, como também o é a do Outono. Ambas precedem aos extremos climáticos do planeta, uma ao Inverno, outra ao Verão. Uma, ao intenso frio. A outra, ao intenso calor. O Equinócio é o momento do ano em que o dia dura exatamente o mesmo tempo que a noite, ou seja “12 horas”, isso colabora para termos um clima moderado e agradável. Neste momento do ano que no hemisfério Sul começa em 22 ou 23 de Setembro e vai até  21 ou 22  de Dezembro, e no hemisfério Norte começa em 20 ou 21 de Março e vai até 21 ou 22 junho, temos o Sol mais “próximo do equador”. Quem está nos trópicos  ou mais para os pólos sul ou norte, pode sentir melhor as estações do ano e nesse momento há uma amenidade intermediária ao extremo clima.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Prima Vera&#8230; Prima Vera&#8230; é como muitos brincam chamando essa estação, como se chamassem a sua amada Prima Vera para brincar&#8230; Aliás é um lindo momento para brincar pois se pode ficar exposto ao belo clima em um parque, em uma floresta urbana, como é o caso da “Floresta da Tijuca” no Rio de Janeiro, a maior floresta dentro de uma cidade em todo o Planeta Terra,  a propósito o Rio de Janeiro oferece uma diversidade imensa de lugares naturais com excelente clima nesta época do ano, são parques, praias, bosques, praças, além de diversas florestas e “parques nacionais” em reservas. Portanto se você está em um ponto do planeta que pode aproveitar essa estação do equinócio, seja a primavera do Sul ou o Outono do Norte, aproveite! ela dura pouco&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando começa a  estação da Primavera o dia é idêntico à noite, porém a cada dia que passa o dia vai ficando mais longo e a noite mais curta, dessa maneira vamos tendo mais tempo de sol a cada dia até culminarmos com o dia mais longo do ano no Verão, aí teremos o Solstício e o Sol começa a “retornar novamente” até chegar outra vez no outro equinócio, mas agora o de outono e aí vai o processo contrário o dia vai ficando mais curto e a noite mais longa até culminar com a noite mais longa do ano, chegamos no Inverno.</p>
<p style="text-align: justify;">A natureza é linda, nossa viagem nessa <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/17/a-nave-espacial-chamada-terra-ou-agua/" target="_blank">Nave espacial</a> também o é, vivamos as estações do ano. Viva a Primavera!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Curiosidades e informações quanto à Primavera</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento do <strong>equinócio</strong> pode-se observar com fidelidade os pontos cardeais, sabendo-se que o sol nasce exatamente no ponto <strong>Leste</strong> e se põe no <strong>Oeste</strong> localiza-se com precisão o Norte e o Sul. Mas, como vimos, isso só ocorre neste dia, depois o sol vai se dirigindo para o Sul. Dependendo do hemisfério em que nos encontramos teremos uma perspectiva diferente. Se estivermos no Sul observamos o sol vindo em nossa direção se estamos no Norte observamos o sol indo “embora”.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra <strong>equinócio</strong> vem do Latim, <em>aequus</em> (igual) e <em>nox</em> (noite), e significa &#8220;noites iguais&#8221;, ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A primavera é o início da reprodução de muitas espécies vegetais e animais, muitos pássaros “namoram” nessa época.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja algumas das plantas que tem destaque nessa época do ano: rosa, girassol, margaridinha, orquídea, jasmim, hortênsia, helicônia, alamanda, clívia, gérbera, hibisco, gazânia, jasmim-estrela, lágrima-de-cristo, boca-de-leão, crisântemo, frésia, estefânia, narciso, violeta, dedaleira, dama-da-noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveite para visitar as cidades serranas é lindo!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a> e lindas flores para você.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja os textos: </strong></p>
<p><a title="Permanent Link to O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?" href="../2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/">O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso? E o Ocaso?</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/17/a-nave-espacial-chamada-terra-ou-agua/" target="_blank">A Nave espacial chamada terra&#8230;</a></p>


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		<title>A  Física de Aristóteles</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/09/24/a-fisica-de-aristoteles/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 21:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando o texto: A Física e a Astronomia de Aristóteles Para se falar da física e da astronomia de Aristóteles é preciso ir um pouco antes deste grande filósofo, é nos pré-socráticos onde estão os embriões de um estudo sobre a physis, todavia bem diferente dos estudos aristotélicos.  De qualquer maneira é o estagirita quem [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/aristoteles-01.jpg" title="" class="shutterset_singlepic28" >
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</a>
Continuando o texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/19/a-fisica-e-a-astronomia-de-aristoteles-%E2%80%93-uma-visao-geral/" target="_blank">A Física e a Astronomia de Aristóteles</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para se falar da física e da astronomia de Aristóteles é preciso ir um pouco antes deste grande filósofo, é nos pré-socráticos onde estão os embriões de um estudo sobre a <em>physis, </em>todavia bem diferente dos estudos aristotélicos.  De qualquer maneira é o estagirita quem retoma de uma forma “substancial” a física, e por isso passa a ser reconhecido por muitos  no mundo ocidental como o pai dessa “ciência”.<span id="more-808"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos estudos dos pré-socráticos estavam mais focados no campo dos elementos primordiais, na natureza e nas origens das coisas, na <em>arché. </em>Por exemplo, podemos lembrar aquele que é considerado pelo próprio  Aristóteles como o primeiro filósofo, Tales de Mileto<a href="#_ftn1">[1]</a>, este teria iniciado um “princípio físico”: “Tudo é Água”.<em> </em>Outros “pensadores” completaram os quatro elementos além da “água”, ou seja: “Terra”, “Ar” e “Fogo”. No caso de Aristóteles tem-se como base não essas questões, mas o movimento, e não somente o movimento de translação, no entanto um movimento que seria melhor chamá-lo “mutação” pois envolve mais claramente o sentido que este “filósofo-cientista” queria postular. Como nos lembra Cherman, Aristóteles fala no início do livro III da <em>Física:</em></p>
<p style="text-align: justify;">“A natureza é um princípio de movimento e de mudança e é objetivo de nossas indagações. Devemos portanto estar certos de que entendemos o que é o movimento, pois, se não sabemos isso, também não sabemos o que é a natureza.” (2004, p.22)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na antiguidade se entendia como física tudo o que se relacionava com a natureza, assim além da física propriamente, tínhamos a química, a biologia, a geologia, e outros estudos que dizem respeito à natureza como é o caso da Astronomia. Lembramos que para Aristóteles a matéria é “qualificada” e os quatro elementos são a matéria em sua mais simples qualificação. Os quatro elementos primordiais (água, ar, terra e fogo) constituiriam, segundo relações complexas, a matéria de tudo o que existe, e variando em suas qualidades passa-se de uma substância a outra. Dessa maneira Aristóteles pensava poder explicar as transformações que ocorrem na natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Distinguindo-se dos Eleatas, que pregavam o não movimento (não mobilismo), o estagirita os refuta resolvendo essa questão. Parmênides dizia que o movimento seria uma passagem do ser ao não-ser. De maneira diversa Aristóteles entende o “movimento” como a passagem de uma forma de ser para outra forma de ser, ou seja do “ser em potência” para o “ser em ato”. O ser tem muitos significados. O “não-ser” quando em  potência real  é capacidade e possibilidade efetiva de chegar ao ato. Entendendo-se o movimento como a passagem da potência ao ato, têm-se várias formas de mutação, considerando especialmente algumas categorias, conforme resume Reale:</p>
<p style="text-align: justify;">1) da substância; a mutação segundo a substância é “a geração e a corrupção&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;">2) da qualidade; a mutação segundo a qualidade é “a alteração”;</p>
<p style="text-align: justify;">3) da quantidade;  a mutação segundo a quantidade é “o aumento e a diminuição”;</p>
<p style="text-align: justify;">4) do lugar; a mutação segundo o lugar é “a translação” (2004, p.207).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando referimo-nos ao termo “mutação” abrangemos as diversas “modificações” da “substância”, contudo pretendemos  especificamente falar sobre a questão da “translação”, que é mais pertinente a astronomia aristotélica que queremos mencionar. A translação se refere ao movimento no sentido literal, ou seja, a passagem de um “objeto” de um “ponto” para  “outro”.  Veremos isso mais à frente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/30/a-astronomia-de-aristoteles/" target="_blank">A Astronomia de Aristóteles</a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a></p>
<p>Para  ver a <strong>Bibliografia e as Referências Bibliográficas</strong> vá ao final do tópico anterior <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/19/a-fisica-e-a-astronomia-de-aristoteles-%E2%80%93-uma-visao-geral/" target="_blank"><strong>clique aqui!</strong></a><strong> </strong></p>
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> Tales da colônia grega de Mileto por isso chamado Tales de Mileto  (fim do século VII início do VI a.C.)  possui, antes de tudo, um saber que poderíamos qualificar de científico: prevê o eclipse do sol de 28 de maio de 585, afirma que a Terra repousa sobre a água; mas ele tem igualmente um saber técnico: se lhe atribui o desvio do curso de um rio. Como lembra Hadot (2004 p. 43)</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>A Física e a Astronomia de Aristóteles – uma visão geral</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 16:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma sequência do texto: Aristóteles uma Visão Geral de sua Obra e &#8220;Doutrina&#8221;. Introdução Pretendemos neste texto explanar sucintamente sobre a  physis ou “física” tema que desde os seus primórdios  sempre retorna no mundo ocidental, esse assunto não se dá  só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/universo-aristotelico.gif" title="" class="shutterset_singlepic26" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/26__160x120_universo-aristotelico.gif" alt="universo-aristotelico" title="universo-aristotelico" />
</a>
Essa é uma sequência do texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/09/aristoteles-uma-visao-geral-de-sua-obra-e-doutrina/" target="_blank">Aristóteles uma Visão Geral de sua Obra e &#8220;Doutrina&#8221;.</a></p>
<p><strong>Introdução</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pretendemos neste texto explanar sucintamente sobre a  <em>physis</em> ou “física<em>” </em>tema<em> </em>que desde os seus primórdios  sempre retorna no mundo ocidental, esse assunto não se dá  só na origem da filosofia no mundo grego, mas é retomado em vários períodos da filosofia e da ciência, desde os pré-socráticos, no  período clássico, na modernidade e agora na contemporaneidade com a física quântica; a física sempre esteve em evidência. Falaremos aqui do período clássico especificamente em Aristóteles,  concluiremos com a Astronomia de Aristóteles.<span id="more-802"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Aristóteles divide o “conhecimento” ou as ciências em três ramos: as “<strong>ciências</strong> <strong>teoréticas</strong>” (que buscam o saber em si mesmo) consistem na metafísica, na física,  e na matemática; as “<strong>ciências práticas</strong>” (buscam o saber para, através dele, alcançar a perfeição moral)  incluem a ética e a política; e as “<strong>ciências poiéticas</strong>” (são as que tendem a produção de determinada coisa). Aristóteles considerava  a “teologia” como filosofia primeira o que veio a ser classificado posteriormente como “metafísica”, termo que Aristóteles nunca usou, talvez essa palavra tenha surgido quando foram organizadas as obras deste filósofo por Andrônico de Rodes no século I a.C. As obras que não se enquadravam nos seguimentos anteriores e que ficaram depois da física teriam sido chamadas <em>metafísica</em> (<em>meta</em> = depois, além; <em>physis</em> = <em>física</em><em>).</em> <em>Aquilo que está além da física</em> nos dá “coincidentemente” um amplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Mencionamos essa divisão das obras de Aristóteles para esclarecer a distinção que a filosofia primeira, a “teologia” vem a ter em todo o corpus aristotélico, sabemos portanto que as outras, muitas vezes estarão em função desta. Nossa ênfase aloca-se na Física e na Astronomia de Aristóteles, quanto a física o estagirita a considerava a filosofia segunda, mas isso não menosprezava essa ciência muito pelo contrário ele a considerava muito importante,  Abbagnano nos lembra deste ponto quando fala dos fundamentos do Aristotelismo dizendo da:</p>
<p style="text-align: justify;">Importância atribuída por Aristóteles à natureza e o valor e a dignidade das indagações a ela dirigidas. Enquanto Platão pensava que tais indagações só poderiam atingir um grau de probabilidade muito inferior ao conhecimento científico (<em>Tim</em>., 29 c) Aristóteles considerava que nada há na natureza tão insignificante que não valha a pena ser estudado, visto que, em todos os casos, o verdadeiro objeto da pesquisa é a <em>substância</em> das coisas. (2007, p.90)</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a física Abbagnano lembra que</p>
<p style="text-align: justify;">(&#8230;) pode-se dizer que nasceu com Aristóteles, que a considerava “a filosofia segunda” e, no grupo das ciências teóricas, distingui-a da <em>teologia</em><strong> </strong>e da<strong> </strong><em>matemática</em><strong> </strong>(<em>Met</em>.,XI, 7, 1064 b 1) (2007, p.536)</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a física de Aristóteles é bem diferente da maneira como foi vista pelos seus predecessores tanto quanto pela forma como  será vista posteriormente e mesmo em nossos dias, e não poderia estar tão distante da “metafísica”, conforme lembra Reale.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Aristóteles, porém a física é a ciência das formas e das essências; comparada com a física moderna, a de Aristóteles, mais que ciência, revela-se uma ontologia ou metafísica do sensível. (2004, p.207)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na próxima postagem falamos mais da:  <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/24/a-fisica-de-aristoteles/" target="_blank"><strong>Física de Aristóteles</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br">Benito Pepe</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia e Referências Bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">ABBAGNANO, Nicola. <em>Dicionário de filosofia</em>. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">AUBENQUE, Pierre. “Aristóteles”, <em>Dicionário dos Filósofos</em>, dir. Denis Huisman, trad. C. Berliner, São Paulo: Martins Fontes, 2001. (pp.61-72)</p>
<p style="text-align: justify;">CASTRO, Suzana de. <em>Três formulações do objeto da Metafísica de Aristóteles</em>&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">CHERMAN, Alexandre. <em>Sobre os ombros de gigantes</em>: uma história da física.1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga</em>? 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">______________. Textos básicos de filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, v.1.; tradução de Ivo Storniolo; 2.ed. São Paulo: Paulus, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">ZINGANO, Marco. <em>Platão &amp; Aristóteles</em>: o fascínio da filosofia. 2. ed. São Paulo: Odysseus editora, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>


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		<title>A importância da Relação “Tempo-espaço” na Relatividade de Einstein</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/09/04/a-importancia-da-relacao-%e2%80%9ctempo%e2%80%9d-na-relatividade-de-einstein/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[campos gravitacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[Relação tempo-espaço]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da relatividade geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto sobre Einstein Esse pensamento com relação à questão do tempo muda significativamente com Einstein. O tempo absoluto é muito diferente deste “tempo” simplesmente humano. Outra coisa bem interessante quanto ao “tempo” é que ele passa a ser visto como uma outra dimensão. Para localizar espacialmente um objeto, são suficientes três medidas: de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/08/21/albert-einstein-o-fisico-e-maior-pensador-do-seculo-xx/" target="_blank"><strong>Continuando o texto sobre Einstein</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/alberteinsteintempo.jpg" title="" class="shutterset_singlepic24" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/24__160x120_alberteinsteintempo.jpg" alt="alberteinsteintempo" title="alberteinsteintempo" />
</a>
Esse pensamento com relação à questão do tempo muda significativamente com Einstein. O tempo absoluto é muito diferente deste “tempo” simplesmente humano. Outra coisa bem interessante quanto ao “tempo” é que ele passa a ser visto como uma outra dimensão.<span id="more-790"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para localizar espacialmente um objeto, são suficientes três medidas: de <strong>comprimento</strong>, <strong>largura</strong> e <strong>altura</strong>. Assim, com um eixo de três coordenadas, se pode descrever a posição de um ponto no espaço. Para localizar um evento, que ocorre durante um intervalo determinado, exige-se a noção adicional de <strong>tempo</strong>. Assim, combinando o primeiro sistema, tridimensional, com a medida de tempo, chega-se à noção de <strong>espaço-tempo</strong>, <strong>tetradimensional</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de espaço-tempo, que relaciona duas categorias tratadas de forma independente pela física tradicional, foi postulado por Albert Einstein na <strong>teoria especial da relatividade</strong>, de 1905, e na <strong>teoria geral da relatividade</strong>, de 1915. O senso comum nunca admitiu conexão entre espaço e tempo. Até o fim do século XIX, acreditava-se que o espaço físico era um plano contínuo de três dimensões &#8211; isto é, o conjunto de todos os pontos possíveis &#8211; ao qual se aplicavam os postulados da geometria euclidiana. As coordenadas cartesianas pareciam naturalmente adaptadas a esse espaço. O tempo era visto então como independente do espaço, como um contínuo separado, unidimensional, totalmente homogêneo em sua extensão infinita. Qualquer &#8220;momento atual&#8221; no tempo poderia ser tomado como uma origem: a partir dessa origem, se media o tempo transcorrido ou a transcorrer até qualquer outro momento passado ou futuro. A mecânica clássica, expressa matematicamente com rigor por <strong>Isaac Newton</strong>, repousa sobre a idéia de espaço e tempo absolutos.</p>
<p style="text-align: justify;">As noções tradicionais sobre espaço e tempo absolutos, no entanto, são teóricas e não intuitivas, como freqüentemente se acredita. Para o senso comum, elas são as únicas possíveis, pois se é muito simples pensar em comprimento e largura, e relativamente simples pensar em comprimento, largura e altura, imaginar um espaço <strong>tetradimensional</strong> é impossível. Para localizar um objeto no espaço, sabe-se que é necessário situá-lo em relação a outros objetos, que funcionam como sistema de referência, ou referencial espacial. O referencial ideal é o sistema de três eixos de coordenadas que partem de uma origem. Observe-se que quando alguém se refere a &#8220;um ponto fixo no espaço&#8221;, na verdade está falando de um ponto cujas coordenadas espaciais, em determinado referencial, são constantes, ou seja, o objeto está em repouso em relação ao referencial. Da mesma forma, quando se diz que um corpo se desloca no espaço, trata-se de um corpo cujas coordenadas num referencial dado são variáveis. A noção de espaço, como a de movimento, é sempre relativa a um referencial espacial. Não existe, portanto, um padrão único ou absoluto de inércia.</p>
<p style="text-align: justify;">A inexistência da inércia absoluta significa que não se pode afirmar que dois eventos ocorridos no mesmo lugar, mas em instantes diferentes, ocorreram realmente no mesmo lugar do espaço. Supondo por exemplo que uma bola ao quicar no interior de um trem em movimento toque o assoalho do veículo a cada segundo, ela será vista quicando sempre no mesmo lugar para um observador situado no interior do trem, ou seja, um observador para quem o assoalho do trem esteja em repouso relativo. Para um observador sentado à beira da estrada, no entanto, a bola vai quicar cada vez vários metros adiante da vez precedente, pois o assoalho do trem está em movimento em relação a ele.</p>
<p style="text-align: justify;">O referencial espacial parece satisfatório para situar objetos, ou pontos, mas para situar os acontecimentos, ou os movimentos, é necessário acrescentar uma coordenada de tempo ao sistema de referência. Pode-se definir um referencial de espaço-tempo associando um relógio a cada ponto fixo de um sistema de coordenadas espaciais. Assim, se estabelece uma relação entre dois sistemas em movimento: caracteriza-se um evento ocorrido num sistema de comparação com outro evento, em outro sistema. O universo em que a coordenada de tempo de um sistema depende tanto da coordenada de tempo quando das coordenadas de espaço de um outro sistema em movimento relativo denomina-se Universo de Minkowski  e constitui a alteração essencial postulada pela teoria especial da relatividade em relação à física tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">As noções de tempo e de repouso ficam também, dessa forma, associadas ao referencial, e se torna impossível afirmar a priori que o intervalo de tempo entre dois acontecimentos seja sempre, em todos os casos, independente do referencial. O que se pode afirmar é que se dois acontecimentos tiveram coordenadas de espaço (<em>x</em>,<em> i </em>e<em> z</em>) e de tempo (<em>t</em>) coincidentes, eles definem o mesmo ponto no espaço-tempo. O <strong>espaço-tempo</strong> é a única verdadeira ideia absoluta. A separação em duas noções diferentes <strong>- </strong>espaço e tempo <strong>- </strong>só é possível quando se escolhe um sistema de referência espacial: um acontecimento fica então localizado em relação a esse referencial. Mas, da mesma forma, pode-se escolher um sistema de quatro coordenadas. O acontecimento, assim, se torna em relação ao espaço-tempo, contínuo tetradimensional.</p>
<p style="text-align: justify;">O universo de Minkowski contém uma classe distinta de sistemas de referência e tende a não ser afetado pela presença da matéria (massa) em seu interior. Em tal universo, todo conjunto de coordenadas, ou de eventos específicos de espaço-tempo, é descrito como um &#8220;aqui-agora&#8221;, ou um ponto universal. Os intervalos aparentes de espaço e tempo entre eventos dependem da velocidade do observador, que não pode, em nenhum caso, exceder a velocidade da luz. Em qualquer sistema de referência inercial, todas as leis físicas permanecem inalteradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja também o meu texto “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/comment-page-1/" target="_blank"><strong>O tempo está passando mais rápido</strong></a>?”</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do<a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"> Benito Pepe</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL, Gênios da Ciência – Einstein.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações.</p>


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		<title>Relatividade geral e a confirmação da Teoria</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/09/01/relatividade-geral-e-a-confirmacao-da-teoria/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/09/01/relatividade-geral-e-a-confirmacao-da-teoria/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 20:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[campos gravitacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[teoria da relatividade geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto sobre Einstein&#8230; As aplicações da relatividade restrita são múltiplas, da fissão nuclear à metrologia. Depois de um início difícil, a Relatividade Geral foi comprovada pela experiência e tornou-se uma ferramenta de medição em astrofísica. A principal limitação da relatividade especial era sua aplicação restrita a sistemas de referência inerciais, de velocidade retilínea [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #00ccff;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/08/21/albert-einstein-o-fisico-e-maior-pensador-do-seculo-xx/" target="_blank"><strong>Continuando o texto sobre Einstein&#8230;</strong></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/curvatura-espaco.jpg" title="" class="shutterset_singlepic23" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/23__160x120_curvatura-espaco.jpg" alt="curvatura-espaco" title="curvatura-espaco" />
</a>
As aplicações da <strong>relatividade restrita</strong> são múltiplas, da <strong>fissão nuclear</strong> à <strong>metrologia</strong>. Depois de um início difícil, a <strong>Relatividade Geral</strong> foi comprovada pela experiência e tornou-se uma ferramenta de medição em <strong>astrofísica</strong>.<span id="more-786"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A principal limitação da relatividade especial era sua aplicação restrita a sistemas de referência inerciais, de velocidade retilínea e constante em relação uns aos outros. A generalização das hipóteses da relatividade restrita ampliou o princípio da invariabilidade das leis da natureza a qualquer sistema, inclusive os de tipo não inercial ou dotados de uma aceleração ou velocidade variável com relação aos sistemas inerciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Campos gravitacionais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo de Einstein, com a globalização dos postulados relativistas, foi desenvolver um modelo de campo gravitacional no qual definiu as características dos sistemas cinemáticos e dinâmicos em condições próximas ao limite da velocidade da luz. As ideias de Einstein foram enriquecidas por trabalhos de Hermann Bondi, Sir Fred Hoyle, Thomas Gold e Ernest Pascual Jordan.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A Confirmação da teoria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As hipóteses de Einstein, apesar de sua brilhante demonstração teórica, só alcançaram pleno reconhecimento internacional depois do surgimento de <strong>provas experimentais </strong>de sua validade. Entre os principais resultados que apoiaram as hipóteses relativistas se incluem: a explicação das <strong>anomalias observadas desde o século XIX nas órbitas do planeta Mercúrio</strong>, mediante a inclusão do conceito de campo gravitacional relativista, no qual <strong>a trajetória da luz se curva na presença de fortes campos gravitacionais</strong>; a interpretação dos fenômenos das partículas atômicas lançadas em alta velocidade no interior de aceleradores como ciclotrons e similares; e a construção de teorias cosmológicas da estrutura de sistemas galáticos e estelares e da forma e origem do universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida o maior triunfo e o que lhe acarretou fama em 1919 foi quando durante um eclipse solar possibilitou-se observações e fotografias que comprovaram os efeitos da <strong>curvatura do espaço</strong> ao se constatar que <strong>a luz vinda das</strong> <strong>“estrelas próximas”</strong> <strong>curvava-se</strong>, ou seja, as estrelas  “não estavam” onde se pensava que elas estariam como ocorre sem o efeito da <strong>gravidade do Sol</strong>. Um dos locais de onde foram feitas essas observações foi na cidade de Sobral, no Ceará, Brasil. Para o Brasil enviou-se uma equipe inglesa de cientistas astrônomos, desta maneira este país teve uma participação na confirmação da teoria de Einstein por ser um dos locais de onde se puderam observar aquele eclipse, lembrando que essas observações ocorreram em  diversos pontos do Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="51287"></a>As equações de Einstein permitiram <strong>prever a conversão de matéria em energia nos reatores e bombas nucleares</strong>. Nos últimos anos do século XX, outras previsões de Einstein na teoria da relatividade geral eram ainda objeto de pesquisa. <strong>Entre essas previsões se incluem a existência de ondas gravitacionais e dos buracos negros,</strong> objetos formados pelo colapso de estrelas de grande massa, dos quais nem a luz conseguiria escapar. Em maio de 1994, o telescópio espacial americano Hubble detectou pela primeira vez um objeto que correspondia às características de um buraco negro superdenso, situado a cinqüenta milhões de anos-luz da Terra, na galáxia gigante M87.</p>
<p style="text-align: justify;">Como podemos observar as consequências e confirmações da teoria da relatividade ainda estão em estudo, e alguns dos postulados por Einstein, da mesma maneira,  poderão ser confirmados no futuro, isso demonstra a grandeza do grande físico e pensador do século XX.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No próximo tópico concluímos falando da <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/04/a-importancia-da-relacao-%E2%80%9Ctempo%E2%80%9D-na-relatividade-de-einstein/" target="_blank">importância da relação: &#8220;tempo-espaço&#8221;.</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank">Benito Pepe</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL, Gênios da Ciência – Einstein.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações.</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<item>
		<title>A Bomba Atômica, a Teoria da Relatividade e o  Pacifismo buscado por Einstein</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 00:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[Relatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o texto sobre Einstein&#8230; Em 1933, um ano após visitar universidades e instituições de pesquisas nos Estados Unidos, Einstein renunciou a seus cargos na Alemanha, onde os nazistas já estavam no poder, e fixou residência em território americano. Passou a ensinar no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, do qual se tornaria [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/08/21/albert-einstein-o-fisico-e-maior-pensador-do-seculo-xx/" target="_blank">Continuando o texto sobre Einstein&#8230;</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/lego_einstein.jpg" title="" class="shutterset_singlepic21" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/21__160x120_lego_einstein.jpg" alt="lego_einstein" title="lego_einstein" />
</a>
Em 1933, um ano após visitar universidades e instituições de pesquisas nos Estados Unidos, Einstein renunciou a seus cargos na Alemanha, onde os nazistas já estavam no poder, e fixou residência em território americano. Passou a ensinar no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, do qual se tornaria diretor. Em 1940 adotou a cidadania americana.<span id="more-767"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Durante esse período, o desenvolvimento de <strong>armas nucleares </strong>e as manifestações cada vez mais freqüentes de racismo no mundo constituíram as principais preocupações de Einstein. Os físicos alemães Otto Hahn e Lise Meitner tinham descoberto como provocar artificialmente a <strong>fissão do urânio</strong>. Na Itália, as pesquisas de Enrico Fermi indicavam ser possível provocar uma <strong>reação em cadeia</strong>, com a liberação de um número cada vez maior de átomos de urânio e, em conseqüência, de enorme quantidade de <strong>energia</strong>. Fermi, que acabara de chegar aos Estados Unidos, e os físicos húngaros Leo Szilard e Eugene Wigner pediram então a Einstein que entrasse em contato com a Casa Branca. Ele escreveu então uma carta ao presidente Franklin Roosevelt em que alertava para o risco que significaria para a humanidade a utilização pelos nazistas da tecnologia nuclear na fabricação de armas de grande poder destrutivo. Logo após receber a mensagem, o chefe de estado americano deu início ao projeto Manhattan, que tornou os Estados Unidos pioneiros no aproveitamento da <strong>energia atômica</strong> em todo o mundo e resultou na <strong>fabricação da primeira bomba atômica. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora não tivesse participado do projeto e sequer soubesse que uma bomba atômica tinha sido construída até que <strong>Hiroxima</strong> fosse arrasada, em <strong>1945</strong>, o nome de Einstein passou para a história associado ao advento da era atômica. Durante a segunda guerra mundial, ele participou da organização de grupos de apoio aos refugiados e, terminado o conflito, após o lançamento de bombas atômicas em <strong>Hiroxima</strong> e <strong>Nagasaki</strong>, uniu-se a outros cientistas que lutavam para evitar nova utilização da bomba. Intensificando a militância pacifista, defendeu particularmente o estabelecimento de uma organização mundial de controle sobre as armas atômicas. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais vale destacar <em>Warum Krieg?</em> (1933;<em> Por que a guerra?</em>), em colaboração com Sigmund Freud; <em>Mein Weltbild</em> (1949;<em> O mundo como eu o vejo</em>); e <em>Out of My Later Years </em>(1950; <em>Meus últimos anos</em>). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e mais profunda do universo. Suas descobertas tornaram possível entender o comportamento das <strong>partículas</strong> animadas de grande velocidade e suas respectivas leis. Os princípios da relatividade revolucionaram a física newtoniana pois, com o emprego de aceleradores, tornou-se possível obter partículas animadas de enorme velocidade, cuja mecânica em muito se afasta das leis newtonianas.</p>
<p style="text-align: justify;">Einstein conseguiu reduzir as leis da mecânica e harmonizá-las com aquelas que regem as propriedades dos campos eletromagnéticos. Com sua <strong>concepção de fóton</strong>, permitiu que mais tarde se fundissem, na teoria ondulatória de Louis de Broglie, a mecânica e o eletromagnetismo, o que no século anterior parecia impossível. Albert Einstein morreu em Princeton, em 18 de abril de 1955.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Teoria da Relatividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As <strong>hipóteses relativistas</strong> elaboradas por Albert Einstein no início do século XX para explicar a estrutura do cosmos transcenderam o âmbito científico e, com o passar dos anos, se transformaram num <strong>símbolo paradigmático da filosofia </strong>e do modo de entender o mundo durante o que se chamou de era da relativização.</p>
<p style="text-align: justify;">Teoria da relatividade é o modelo da física que, por meio de uma concepção generalizada dos sistemas naturais, descreve o movimento de corpos submetidos a velocidades semelhantes à da Luz. Enunciada fundamentalmente por Albert Einstein, no início do século XX, a teoria da relatividade suscitou ampla renovação científica ao alterar algumas ideias básicas da física clássica e oferecer uma explicação coerente e unificada para grande número de fenômenos da natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Em virtude de sua complexidade e das datas de publicação dos trabalhos de Einstein, a teoria da relatividade se distingue entre o <strong>modelo especial</strong>, ou <strong>restrito</strong>, postulado em <strong>1905</strong> e apoiado em alguns trabalhos precursores, e a <strong>Relatividade Geral</strong>, publicada por Einstein entre 1912 e <strong>1917</strong>, que inclui a noção de Campo Gravitacional e procura condensar num modelo único todas as manifestações físicas do universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Historicamente, a teoria da relatividade ampliou as idéias existentes no momento de sua aparição e englobou as teorias clássicas como um caso particular de suas propostas. Assim, a mecânica clássica, baseada nos princípios da dinâmica de <strong>Isaac Newton</strong>, e os fundamentos da eletricidade e do magnetismo, reunidos nas leis enunciadas por James Clerk Maxwell, constituem casos particulares da teoria relativista sob as condições especiais presentes em sistemas com componentes de movimento extremamente lento em comparação com a velocidade de deslocamento da luz que é de aproximadamente 300.000 quilômetros por segundo (velocidade essa capaz de, teoricamente, dar 7 voltas no planeta terra em um segundo – com essa mesma velocidade se chegaria à Lua em um segundo, e no Sol em 8 minutos)</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo tópico:  <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/08/27/relatividade-especial-e-o-que-ela-acarretou-quais-foram-as-consequencias/" target="_blank">Relatividade Especial</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do<a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"> Benito Pepe</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL, Gênios da Ciência – Einstein.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">ENCICLOPÉDIA, Barsa. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações.</p>
<p style="text-align: justify;">


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