<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Benito Pepe -  Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos</title>
	<atom:link href="http://www.benitopepe.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.benitopepe.com.br</link>
	<description>Filosofia, Sociologia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing, Gestão de Empresas, Treinamento de Equipes, Palestras e Assuntos da Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 00:58:37 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A Felicidade e a Alegria não devem ser violadas, corrompidas, mexidas!?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Relatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Thauma]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1271</guid>
		<description><![CDATA[Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso status quo, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/07/31/o-que-e-a-felicidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Que é a Felicidade?'>O Que é a Felicidade?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano'>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/felicidade.jpg" title="" class="shutterset_singlepic71" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/71__160x120_felicidade.jpg" alt="felicidade" title="felicidade" />
</a>
Muitas vezes alteramos nosso estado “Feliz” de Espírito simplesmente pelo fato de querer melhorá-lo. Pensamos que sempre podemos mais e mais, essa é a dinâmica da sociedade capitalista em que vivemos. Nunca estamos totalmente felizes nem alegres com nosso <em>status quo</em>, a nossa realidade pode, ainda que satisfatória, nos perturbar, seja por nossa realidade anterior mais “satisfatória” seja por observação da realidade de outrem.<span id="more-1271"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um de nós dá uma desculpa pelo motivo de sua “atitude insatisfatória” no presente. Por exemplo, uns vão dizer que é melhor gastar viajando ou fazendo isso ou aquilo do que gastar com médicos e com sua saúde. Outros vão dizer, fulano viveu a vida toda e tudo que construiu ficou aí, pois não viveu a vida, só pensou em trabalho, trabalho e mais trabalho. Outros ao contrário vão pensar: é melhor eu poupar e guardar meu dinheiro para um momento difícil em que eu possa precisar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem sua desculpa, seja ela para gastar ou para guardar. O que quero enfatizar não é a desculpa que usamos para fazer algo, mas sim a desculpa que damos para deixar de fazer algo que nos satisfaçam, desde que evidentemente seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando estamos em um estado de felicidade e/ou alegria devemos evitar mexer na situação. Para isso lembremo-nos de uma equipe de futebol. Quando o time está ganhando não deve ser mexido, como dizem: “Time que ganha não se mexe”. É claro que se houver necessidade de mexer no time, seja por contusão, por expulsão etc., aí não tem jeito, mas esteja certo que vai mudar o <em>status quo, </em>e então mexemos na “alegria” do momento. O que virá não se sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"> Devemos distinguir Alegria de Felicidade. Para um melhor entendimento destes termos vou dizer que entendo Alegria como algo mais passageiro, um fato, algo que <strong>nos dê</strong> alegria momentânea. Por exemplo, um momento com amigos batendo “papo”, um churrasco ou uma festa é normalmente um momento alegre. Embora muitos vão dizer isso é a Felicidade, eu prefiro chamar a Felicidade de algo mais duradouro. Essa é a distinção que quero fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Um dos grandes problemas da humanidade contemporânea no mundo ocidental é a vida frenética e desenfreada, sempre estamos dizendo que não temos tempo pra nada. Aliás, quem não tem tempo para a Vida não tempo para Viver. Para uma completa felicidade é preciso ter o tempo para plantar, o tempo para colher e o tempo para “curtir” a terra, descansar, enfim re-viver, tanto a terra como nós mesmos, aí está o segredo da Felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Precisamos sair da Rotina. Sempre achei que a rotina “come” o nosso tempo, mas alguns vão dizer há uma contradição entre sair da rotina e não mexer no time que está ganhando, então vou dizer: Saia da Rotina, mas sem mexer no Time. Como fazer isso?</p>
<p>Vejamos uma mensagem extraída do livro “O Mensageiro”:</p>
<p>Arranje um tempo para trabalhar.<br />
É o preço para alcançar a vitória.</p>
<p>Arranje um tempo para meditar.<br />
É a fonte da força.</p>
<p>Arranje um tempo para brincar.<br />
É o segredo da juventude.</p>
<p>Arranje um tempo para ler.<br />
É o fundamento para o saber.</p>
<p>Arranje um tempo para a devoção.<br />
Ela limpa o pó mundano dos nossos olhos.</p>
<p>Arranje um tempo para os amigos.<br />
Eles são a fonte da felicidade.</p>
<p>Arranje um tempo para amar.<br />
O amor é o maior sacramento da vida.</p>
<p>Arranje um tempo para sonhar.<br />
Os sonhos levam nossa alma até as estrelas.</p>
<p>Arranje um tempo para sorrir.<br />
É o meio para aliviar as cargas que temos que levar.</p>
<p>Arranje um tempo para planejar.<br />
Aí, então, terá tempo para as nove coisas acima.</p>
<p style="text-align: justify;"> Espero que esta pequena mensagem possa te ajudar, ela me ajudou muito e sempre me ajudará, pois defendo a Ideia do Sair da Rotina como meu <em>status quo,</em> dessa maneira e é assim para mim: Buscar dividir o tempo com atividades e lazeres diversificados. Mas se para você teu <em>status quo </em>é diferente e você está feliz com ele não o mude, não mexa no time, entende? Time que ganha não se mexe! Mas se teu time não está ganhando mexa nele, mude seus hábitos, crie atividades diferentes das que você faz hoje, busque novas amizades, isso não significa que você deve abandonar as antigas, não! A não ser que sejam “amizades” que não te acrescentam nada e nunca te acrescentaram&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto que quero enfatizar é a tal da “felicidade” relativizada. Essa é uma felicidade por inveja, ou seja lá o nome que queiramos dar. Quando estamos comparando o nosso <em>status quo </em>com os de outras pessoas, estamos relativizando nossa vida, aliás é isso o que o sistema capitalista mais aprecia, isso gera <strong>competitividade</strong>, <strong>concorrência</strong>, <strong>consumismo</strong> etc. Esse é o motor do capitalismo, sem isso o sistema não funcionaria pois gerar-se-ia uma “<strong>acomodação</strong>” e posterior “<strong>assimilação</strong>” tanto nas empresas quanto no consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Para justificar esse argumento vou mencionar uma pesquisa feita nos Estados Unidos, o maior símbolo do capitalismo na atualidade. A pesquisa perguntou a diversas pessoas o que elas prefeririam: ganhar 50.000,00 dólares por ano enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ganhassem 25.000,00 dólares, ou ganhar 100.000,00 dólares enquanto as demais pessoas próximas ganhariam 200.000,00 dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">                                                                                                                </p>
<p style="text-align: justify;">Você imagina qual foi a imensa maioria das respostas? Isso mesmo a grande maioria preferiria ganhar menos, desde que esse menos fosse o dobro dos seus visinhos. Isso é “Felicidade” relativizada e está pautada na Inveja, ou seja lá o nome que você queira dar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Caro amigo leitor se não nos <em>pré-ocuparmos</em> em relativizar nossa Felicidade, se dividirmos o nosso Tempo como na mensagem acima, se não pensarmos em mudar o nosso <em>Status Quo</em>, quando em Felicidade.. Então estou certo estaremos e Seremos Felizes. A alegria é Estar&#8230; A Felicidade é Ser!</p>
<p> Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/10/15/o-homem-e-a-natureza-uma-dadiva-um-acaso-e-o-ocaso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?'>O Homem e a Natureza; uma Dádiva? Um Acaso?  E o Ocaso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/07/31/o-que-e-a-felicidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Que é a Felicidade?'>O Que é a Felicidade?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano'>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/29/a-felicidade-e-a-alegria-nao-devem-ser-violadas-corrompidas-mexidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 14:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Palestrante]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1257</guid>
		<description><![CDATA[Muita gente me pergunta: “o que é preciso para ser um bom vendedor, um vendedor de sucesso?” Nesses tantos anos em que trabalho com vendedores já ouvi diversas vezes alguns colegas dizerem: “Venda é Sorte!” E eu questiono: será que vender é mesmo produto da Sorte?  Para essa afirmação, “venda é sorte”, poderíamos dizer também que produzir algo bem feito é sorte, fazer bem um serviço é sorte, por exemplo, um carpinteiro que faz móveis bem feitos é um homem de sorte, enfim o bom resultado é sorte; isso só a partir do momento que entendamos esta palavra como, dedicação, empatia com o público alvo, conhecimento do produto, gostar de pessoas etc. aí sim venda e Sorte! “Sorte” tem aquele que se dedica, sabe fazer, é persistente, e tem um bom Astral. Agora sim, vou substituir a palavra sorte por Astral. E para se ter um bom Astral é preciso estar em sintonia com o cosmos, equilibrar as nossas três inteligências básicas. Vamos ver isso!



Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing)'>Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo'>A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/vendedora.jpg" title="" class="shutterset_singlepic70" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/70__160x120_vendedora.jpg" alt="vendedora" title="vendedora" />
</a>
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Muita gente me pergunta: “o que é preciso para ser um bom vendedor, um vendedor de sucesso?” Nesses tantos anos em que trabalho com vendedores já ouvi diversas vezes alguns colegas dizerem: “Venda é Sorte!” E eu questiono: será que vender é mesmo produto da Sorte?  Para essa afirmação, “<strong>venda é sorte</strong>”, poderíamos dizer também que produzir algo bem feito é sorte, fazer bem um serviço é sorte. Por exemplo, um carpinteiro que faz móveis bem feitos é um homem de sorte. Enfim o bom resultado é sorte; isso só a partir do momento que entendamos esta palavra como, <strong>dedicação</strong>, <strong>empatia</strong> com o público alvo, <strong>conhecimento</strong> do produto, <strong>gostar de pessoas</strong> etc. aí sim venda é Sorte! “Sorte” tem aquele que se dedica, sabe fazer, é persistente, e tem um bom Astral. Agora sim, vou substituir a palavra sorte por Astral. E para se ter um bom Astral é preciso estar em sintonia com o <em>cosmos</em>, equilibrar as nossas três inteligências básicas. Vamos ver isso!<span id="more-1257"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns vendedores menos afortunados dizem: “Caramba eu estive aqui todo o dia e não vendi nada, dei uma saidinha de um minutinho, fui tomar um café e o cliente entrou e comprou com ele, ele é mesmo um vendedor de sorte..”.  “Fui pegar um objeto no estoque, quando voltei ele já estava com um cliente fechando um negócio..”  Bem, frases como essas agente ouve sempre, mas será que o colega é um &#8220;Vendedor de Sorte&#8221;, ou nós é que não estamos em sintonia com nossas inteligências?</p>
<p style="text-align: justify;"> Muitas vezes olhamos o outro lado e não olhamos para o nosso lado, olhamos a floresta, mas esquecemos de <strong>cuidar de nossa árvore</strong>. Pensar que o colega é sortudo sem observar a nós mesmo é o mesmo que pensar como aquela mãe que foi assistir ao desfile de sete de setembro e observa seu filho batendo fortemente os dois pés no chão em sua marcha triunfante e patriótica e diz: “olhem só o meu filho, é o único que está marchando corretamente os outros só batem um pé.”</p>
<p style="text-align: justify;"> Por outro lado os mais inteligentes vão perceber que &#8220;atenderam&#8221; a diversos clientes antes, em outros momentos ou outros dias e também não venderam nada. Bem, para estes eu posso responder a pergunta que o amigo leitor já deve estar se questionando&#8230; “Que três inteligências são essas?” Essas inteligências são: o famoso <strong>QI – Quociente de Inteligência</strong>; <strong>QE – Quociente de Inteligência Emocional; e o QS – Inteligência Espiritual.</strong> Todas elas frutos de estudos científicos<strong>.</strong>  (Se você quiser ver mais deste assunto leia &gt;&gt; “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/05/inteligencias-aplicadas-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">Inteligências Aplicadas no Ambiente de Trabalho</a></strong>”).</p>
<p style="text-align: justify;"> Estas Inteligências basicamente se resumem no <strong>QI</strong> que é a inteligência como comumente se conhece, é a Inteligência propriamente dita; o <strong>QE</strong> é a Inteligência Emocional também já bem comentada, e famosa com a obra de Goleman; agora a menos famosa, mas já em estudo há muito tempo é a <strong>QS</strong>, a <strong>Inteligência Espiritual</strong> (de Zohar e Marshall em seu livro &#8220;Inteligência Espiritual&#8221;), é bom deixar claro que esta inteligência não tem nada a ver com Religião, há pessoas não religiosas e até ateus declarados que têm uma inteligência espiritual bem avançada.  No entanto são mais evidentes os exemplos dentro dos religiosos. Grandes figuras do século XX que são ou foram líderes servidores óbvios incluem <strong>Mahatma Gandhi</strong>, <strong>Madre Teresa de Calcutá</strong>, <strong>Nelson Mandela</strong> e o <strong>Papa João Paulo II</strong>. Todos eles foram grandes líderes espirituais bem como servidores de suas sociedades. O Dalai Lama constitui outro exemplo evidente dessa liderança e é por esse motivo que sua liderança inspira não só tibetanos e budistas, mas também grandes segmentos da humanidade em geral. A <strong>motivação</strong> encontrada para seguir em frente, superar os obstáculos da vida e do trabalho, é mais facilmente percebida por aqueles que têm um alto nível de QS. Diversos estudos citados por Zohar também demonstram que <strong>a “meditação” diminui o estresse do cotidiano e conseqüentemente favorece um clima de trabalho mais agradável e produtivo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Podemos completar com outros autores que concluem:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8230;Isso nos mostra que não são as pessoas inteligentes e que possuem as melhores condições que vencem na vida e, sim, as mais motivadas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8230;Não é por acaso que as maiores empresas americanas e européias estão cada vez mais voltadas para a espiritualidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"> Caro leitor gostaria de concluir este assunto quanto as Inteligências dizendo que dificilmente encontraremos uma pessoa que tenha as três em um nível elevado, alguns terão destaque em uma ou outra destas, o importante é sabermos valorizar a que temos em proeminência e não esquecer as outras, buscando um equilíbrio harmônico, aí sim seremos uma pessoa de <strong>Alto Astral</strong>, <strong>Carisma</strong>, <strong>Harmonia</strong>, <strong>Simpatia</strong>, <strong>Empatia</strong>, estaremos na hora e local apropriados, enfim <strong>estaremos em sintonia com o cosmos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"> Por fim não é demais lembrar que em primeiro lugar o Vendedor tem que <strong>Gostar de Gente</strong>, Gostar de Pessoas, gostar de atender aos <strong>anseios</strong>, <strong>necessidades</strong> e <strong>desejos</strong> de um público; em segundo lugar <strong>conhecer muito bem do produto/serviço</strong> que ele está oferecendo. Caso ele não conheça alguma <strong>característica</strong>, <strong>vantagem</strong> ou <strong>benefício</strong> do produto, ele deve naturalmente perguntar ao seu gerente ou colega mais experiente, sem nenhum constrangimento. Ele pode pedir um minutinho ao cliente, se informar e depois  passar as informações com certeza, nunca responda ao cliente com dúvidas e inseguranças. É melhor dizer ao cliente: “deixe eu me certificar”, do que responder com erro.</p>
<p style="text-align: justify;"> No conjunto um vendedor de Sucesso precisa:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Boa Fluência Verbal</li>
<li>Poder de Auto Motivação</li>
<li>Alegria e Sorriso com o Cliente</li>
<li>Facilidade Real de Relacionamento – Empatia</li>
<li>Conhecimento do Produto e de Outras Possibilidades para o Cliente</li>
<li>Poder de Persuasão</li>
<li>Rapidez de Raciocínio e decisão para o fechamento do negócio</li>
<li>Criatividade e Imaginação</li>
<li>Espírito de Liderança</li>
<li>Ser Pontual nos seus compromissos</li>
<li>Não prometer o que não pode cumprir</li>
<li>Espírito empreendedor &#8211; iniciativa</li>
<li>Equilíbrio em suas Inteligências (QI, QE e QS)</li>
<li> Capacidade de Observação – Visão de “Grande Angular”</li>
<li>Determinação e Perseverança</li>
<li>Resistência Emocional</li>
<li>Assimilação Positiva a Novos Desafios</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> Um bom vendedor precisa identificar <strong>necessidades</strong>, <strong>desejos</strong> e <strong>possibilidades</strong> reais do cliente. Muitas vezes a realidade do cliente é diferente da sua intencionalidade, neste caso cabe ao vendedor identificar como sanar esse impasse com produtos similares e/ou superiores que venha a satisfazer ao cliente.</p>
<p style="text-align: justify;"> É isso Aí! Seja um vendedor de Sucesso! Compreenda seus objetivos, esteja motivado constantemente, procure harmonizar suas inteligências e aí sim, Boa Sorte!</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">Palestras, Treinamento de Equipes e Cursos. </p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/04/ambiente-de-trabalho-nas-pequenas-empresas-e-o-marketing-interno-endomarketing/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing)'>Ambiente de Trabalho nas Pequenas Empresas e o Marketing Interno (Endomarketing)</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo'>A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1216</guid>
		<description><![CDATA[Um dia desses estava no meu carro com meus filhos e deparei-me com um jovem senhor puxando por uma cordinha um carrinho muito bem manufaturado feito de garrafas Pet. Veja a foto do carrinho. O moço contou-me que estava desempregado e morando embaixo de uma ponte com sua família.  Não sei se isso foi mais um argumento e “malandragem” para ajudá-lo a vender seu produto através de sentimentalismos ou é fato real. Mas o que importa mencionarmos é a habilidade e criatividade deste artesão nato. 


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?'>O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/01/a-maquina-pode-substituir-o-homem/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Máquina pode substituir o Homem?'>A Máquina pode substituir o Homem?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/carrinho.jpg" title="" class="shutterset_singlepic68" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/68__160x120_carrinho.jpg" alt="                               " title="                               " />
</a>
Um dia desses estava no meu carro com meus filhos e deparei-me com um jovem senhor puxando por uma cordinha um carrinho muito bem manufaturado feito de garrafas Pet. Veja a foto ao lado (clique para ampliá-la). O moço contou-me que estava desempregado e morando embaixo de uma ponte com sua família.  Não sei se isso foi mais um argumento e “malandragem” para ajudá-lo a vender seu produto através de sentimentalismos ou é fato real. Mas o que importa mencionarmos é a habilidade e criatividade deste artesão nato.<span id="more-1216"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O brasileiro tem mesmo uma criatividade fantástica! Sabemos que isso se passa também em outros países da America latina e em muitos outros lugares do mundo, contudo é evidente que nos países que possuam o capitalismo como forma de governo haverá mais possibilidades do homem desenvolver sua criatividade e postura empreendedora como é nesse caso do senhor do carrinho de garrafas Pet.</p>
<p style="text-align: justify;">Notamos que para esse artesanato foram utilizadas pelo menos 7 ou 8 garrafas Pet, elas devem ter sido localizadas, recolhidas,  limpas e manufaturadas com ferramentas simples, não se usou cola nem outros produtos a não ser as próprias garrafas Pet.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginemos agora se um homem como esse é treinado, faça cursos de artesanato etc. Seria verdadeiramente um ápice.  Não há duvida que nossas habilidades são potencializadas quando treinamos, quando estudamos mais, quando fazemos cursos, assistimos a palestras, enfim enquanto nos aperfeiçoamos. Logo, fazer cursos, treinamentos e assistir a palestras elevam nossas habilidades às alturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem diga que já sabe tudo e que não precisa treinar, pois não tem o que aprender. Para esses eu sugiro a velha frase do grande filósofo Sócrates: “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/socrates-%e2%80%9cso-sei-que-nada-sei%e2%80%9d/" target="_blank">Só Sei que Nada Sei</a></strong>”.  Quem pensa que tudo sabe na verdade não está pronto pra aprender e, portanto nada sabe&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando identificamos nossas habilidades e podemos procurar desenvolve-las, devemos fazê-lo, dessa maneira alcançamos o nosso máximo. Façamos nossos trabalhos sempre com amor, devemos desenvolver nossa criatividade e principalmente colocar em prática nosso potencial. Há muito potencial adormecido, há muita gente que sabe, mas pensa que não sabe, esse é o extremo do falso sábio aquele que pensa que tudo sabe. Aquele com excesso de humildade ou timidez não externa seu potencial perde oportunidades e deixa de compartilhar seu potencial com a humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos e nem devemos fazer isso. Não compartilhar é um ato de egoísmo, é “pensar” só em nós e guardar nossas habilidades pra que? Se um grande poeta não escreve e não compartilha seus textos o que se passará? Ninguém saberá e ninguém terá oportunidade de refletir com esse texto&#8230; Da mesma maneira uma bela voz que se oculta, um mágico que não se apresenta, um palhaço que não atua, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós só vivemos depois que “acordamos”, enquanto estamos “sonhando” estamos dormindo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Acorde! Exponha-se! Acredite em você! Desperte teu potencial! Não tenha vergonha, o mundo não é dos envergonhados é dos caras-de-pau, que diga o “Vivo” Pinóquio&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/24/por-que-estou-publicando-aqui-por-que-publicar-aqui/" target="_blank">Por que estou publicando Aqui? Por que Publicar Aqui?</a></strong></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?'>O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/01/a-maquina-pode-substituir-o-homem/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Máquina pode substituir o Homem?'>A Máquina pode substituir o Homem?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem é “cego”?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/13/quem-e-%e2%80%9ccego%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/13/quem-e-%e2%80%9ccego%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 01:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1209</guid>
		<description><![CDATA[Muitos dirão: “cego é aquele que não quer ver”. Eu vou mais além. Cego não é apenas aquele que não quer ver, pois aquele que não quer ver, não vê porque não quer e dessa maneira  é um “cego consciente de sua cegueira”. O pior cego é aquele que pensa estar enxergando, mas no fundo não vê o que “pensa” ver, ele está em um mundo de “fábulas” onde  a “realidade” é uma coisa bem diferente... O cego, e agora me refiro mesmo ao “deficiente visual”, enxerga muito mais do que muitos que possuem sua visão plena, pois eles enxergam com o coração, enxergam através de outros sentidos, diferentemente dos que têm todos os sentidos. Estes não conseguem desenvolver essa verdadeira visão...


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/28/quem-mexeu-no-meu-queijo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Quem mexeu no meu Queijo?'>Quem mexeu no meu Queijo?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?'>O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/cego.jpg" title="" class="shutterset_singlepic66" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/66__160x120_cego.jpg" alt="cego" title="cego" />
</a>
Muitos dirão: “cego é aquele que não quer ver”. Eu vou mais além. Cego não é apenas aquele que não quer ver, pois aquele que não quer ver, não vê porque não quer e dessa maneira  é um “cego consciente de sua cegueira”. O pior cego é aquele que pensa estar enxergando, mas no fundo não vê o que “pensa” ver, ele está em um mundo de “fábulas” onde  a “realidade” é uma coisa bem diferente&#8230; O cego, e agora me refiro mesmo ao “deficiente visual”, enxerga muito mais do que muitos que possuem sua visão plena, pois eles enxergam com o coração, enxergam através de outros sentidos, diferentemente dos que têm todos os sentidos. Estes não conseguem desenvolver essa verdadeira visão&#8230;<span id="more-1209"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> É interessante lembrarmos que são conhecidos cinco sentidos e que a visão é apenas um destes sentidos.  Os outros são: a Audição, o Olfato, o Paladar e o Tato. Sabe-se também que alguns desenvolvem uns sentidos mais do que os outros, desta maneira é normal que quem não tenha bem apurado certo sentido terá os outros ou um dos outros muito melhor apurado que a média das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"> As empresas e as demais instituições necessitam de pessoas, e a partir do momento que se sabe que as pessoas são a parte mais importante de uma empresa, elas devem ser valorizadas. Qualquer empresa valoriza a capacidade de uma pessoa em sua tarefa, em sua atribuição. As empresas que valorizam <strong>a fala</strong>, por exemplo, buscam ou treinam quem melhor tenha esta aptidão e certamente será uma pessoa que tenha uma boa audição também, pois quem fala bem, via de regra, ouve bem. Neste caso o deficiente visual deve levar alguma vantagem, pois desenvolve melhor sua audição e, portanto tem mais atenção aos sons do ambiente. Leva vantagem também quando o foco estiver em qualquer dos outros sentidos, pois certamente ele os terá mais bem desenvolvidos, seja a Audição, como falamos, seja o Olfato, o Paladar ou e principalmente o Tato.</p>
<p style="text-align: justify;"> Todos os sentidos no fundo se resumem ao tato, além do <strong>tato</strong> propriamente dito, temos os sons que se propagam no ar e vêm <strong>tocar</strong> nossos tímpanos, temos o paladar que é sentido através do tato químico dos alimentos com as “papilas gustativas”; o olfato vem da mesma maneira química pelo ar tocar nosso sentido olfativo; a visão por fim funciona da mesma maneira as ondas e partículas da luz tocam nossas retinas. Portanto o tato é o nosso único sentido.</p>
<p style="text-align: justify;"> Quando falamos da Programação Neurolinguística lembramos de imediato os tipos de pessoas que podemos conhecer, estas basicamente se dividem em três grupos: as pessoas <strong>Visuais</strong> (que têm predominância na visão); as <strong>Auditivas</strong> (que tem mais atenção na audição); e as <strong>Cinestésicas</strong> (as que usam mais o tato, emoções e sensações). Há pessoas que se mesclam nestas três categorias, tendo um equilíbrio entre elas, mas o normal é que haja uma predominância em um dos sentidos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Por fim gostaria de concluir dizendo que certamente há outros sentidos que ainda não são conhecidos da ciência e para estes não se sabe ainda como é que se “enxerga”; dessa maneira quem pode ou poderá desenvolvê-lo melhor? Podemos chamá-lo de “sexto sentido” ou “primeiro sentido”. Talvez o verdadeiro sentido aí esteja e seja ele o próprio sentido da existência e da Vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/28/quem-mexeu-no-meu-queijo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Quem mexeu no meu Queijo?'>Quem mexeu no meu Queijo?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/07/11/o-que-e-preciso-para-ser-um-bom-vendedor-um-vendedor-de-sucesso/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?'>O que é preciso para ser um bom Vendedor(a), um Vendedor de Sucesso?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/13/quem-e-%e2%80%9ccego%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Máquina pode substituir o Homem?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/01/a-maquina-pode-substituir-o-homem/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/01/a-maquina-pode-substituir-o-homem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 02:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1186</guid>
		<description><![CDATA[Após indagarmos o supracitado podemos refazer a pergunta: a máquina poderá substituir o homem? Bem, muitos vão dizer que com toda essa tecnologia e maquinário, não haverá mais espaço para o homem e virá um dia em que o homem não terá mais emprego. Isso não é verdade. Vamos relembrar alguns pequenos fatos. Na antiguidade quando não havia a escrita, existiam os homens contadores das histórias eram poetas que, de memória, contavam as histórias de seu povo. Contavam mitos, fatos e atos ocorridos no seu mundo. Depois surgiu a escrita e alguns aprenderam a escrever e a ler e, portanto continuaram empregados, outros não.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/06/05/o-mundo-vai-acabar-o-homem-pode-ser-eterno-no-planeta-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?'>O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/homem-x-computador.jpg" title="" class="shutterset_singlepic65" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/65__160x120_homem-x-computador.jpg" alt="homem-x-computador" title="homem-x-computador" />
</a>
Durante muito tempo os administradores preocuparam-se exclusivamente com a eficiência da máquina  como meio de aumentar a produtividade da empresa. A própria teoria Clássica da Administração denominada por alguns autores de “teoria da máquina”  chegou ao requinte de tentar apurar a capacidade ótima dessa máquina, dimensionando em paralelo o trabalho do homem e calculando com bastante precisão o tipo motriz requerido, o rendimento potencial, o ritmo de operação, a necessidade de lubrificação, o consumo energético, a assistência para sua manutenção e o tipo de ambiente exigido para seu funcionamento, entre outros fatores.<span id="more-1186"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A ênfase sobre o equipamento e a conseqüente abordagem mecanicista da administração não resolveu o problema do aumento da eficiência da organização. O homem, configurado como um “aperta botões”, era visualizado como um objeto moldável aos interesses da organização e facilmente manipulável, uma vez que se acreditava fosse motivado exclusivamente por objetivos salariais e econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos tempos verificou-se que as organizações conseguiram resolver problemas relacionados com a primeira variável &#8211; <strong>a máquina</strong> &#8211; porém nenhum progresso fora alcançado com a segunda variável &#8211; <strong>o</strong> <strong>homem</strong> -, e a eficiência das organizações ainda estava a desejar.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da <strong>humanização da teoria da administração</strong> e com o surgimento da Escola das Relações Humanas, ocorreu uma reversão de abordagem e a preocupação principal dos administradores passou a ser <span style="text-decoration: underline;">o homem</span>. Os mesmos aspectos anteriormente colocados com relação à máquina passaram a ser colocados agora com relação ao homem.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas indagações surgiram:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em>Como conhecer e medir as potencialidades do homem? Como levá-lo a aplicar totalmente esse potencial e levá-lo a ser mais eficiente?</em></strong></li>
<li><strong><em>Qual a força básica que impulsiona suas energias à ação?</em></strong></li>
<li><strong><em>Quais são as necessidades de manutenção para um funcionamento estável duradouro?</em></strong></li>
<li><strong><em>Qual é o ambiente mais adequado para seu funcionamento? (<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/13/ambiente-de-trabalho-e-as-relacoes-interpessoais/" target="_blank">ambiente de trabalho e as relações Interpessoais</a>)</em></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">            Obviamente surgiu uma infinidade de respostas, provocando o aparecimento de técnicas administrativas capazes de criar condições para uma efetiva melhoria do desempenho humano dentro da organização. Com os primeiros estudos acerca da <strong>motivação humana</strong>, surgiu a Teoria Behaviorista da Administração, preocupada não somente com o comportamento individual do homem dentro da organização, mas principalmente com o próprio comportamento organizacional. Segundo essa nova abordagem, o homem vai para o trabalho vislumbrando consciente ou inconscientemente as <strong>perspectivas de satisfação</strong> e de <strong>auto-realização</strong> que as atividades que irá desenvolver lhe permitirão alcançar. Inúmeras pesquisas feitas revelaram certas aspirações fundamentais que condicionaram o comportamento humano dentro da organização: </p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Desejo de sentir-se <strong>necessário</strong> e importante para a organização da qual participa;</li>
<li>Desejo de sentir o interesse do chefe por seu <strong>sucesso</strong> e bem-estar;</li>
<li>Desejo de receber <strong>reconhecimento</strong> e aprovação pelo que faz, principalmente quando bem sucedido e quando produz proveito à organização;</li>
<li>Desejo de receber consideração e respeito por meio de um tratamento capaz de manter seu amor-próprio e sua <strong>auto-apreciação</strong>;</li>
<li>Desejo de participar e <strong>sentir-se</strong> <strong>integrado</strong> e feliz dentro de um ambiente de relacionamento compatível;</li>
<li>Desejo de sentir-se <strong>compreendido</strong> pelos superiores quanto aos problemas pessoais que o envolvem, e que muitas vezes condicionam seu pensamento e sua ação;</li>
<li>Percepção de possibilidades de <strong>permanência na organização</strong> de progresso e de futuro;</li>
<li>Visualização de <strong>objetivos organizacionais</strong> capazes de fazê-lo sentir-se orgulhoso de ser membro da organização.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Após indagarmos o supracitado podemos refazer a pergunta: <strong>a máquina poderá substituir o homem?</strong> Bem, muitos vão dizer que com toda essa tecnologia e maquinário, não haverá mais espaço para o homem e virá um dia em que o homem não terá mais emprego. Isso não é verdade. Vamos relembrar alguns pequenos fatos. Na antiguidade quando não havia a escrita, existiam os <strong>homens contadores das histórias </strong>eram poetas que, de memória, contavam as histórias de seu povo. Contavam mitos, fatos e atos ocorridos no seu mundo. Depois surgiu a escrita e alguns aprenderam a escrever e a ler e, portanto continuaram empregados, outros não.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante  mais alguns séculos esses homens e seus descendentes continuaram a sobreviver sendo escribas&#8230;  Quando surgiu a gráfica com Gutenberg por volta de 1450, estes “escribas” deixaram de trabalhar? Claro que não! Os que aprenderam a trabalhar com a gráfica mantiveram-se empregados e além do mais surgiu na verdade muitos outros cargos de trabalho. Por exemplo, têm-se a necessidade de alguém para operar essa prensa, outros para fazer a manutenção, outros para fabricá-la, outros para comercializá-la, outros para transportá-la etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando surge uma nova máquina, surge também uma infinidade de novas funções para os homens, portanto não é verdade que as máquinas vão substituir os homens. E por fim, são os homens que fazem as máquinas ou são estas que nos fazem?</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"> Link Relacionado:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/" target="_blank"> &#8221;A Importância do Treinamento. Treinar pra que?&#8221;</a></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/06/26/a-criatividade-do-homem-brasileiro-e-fantastica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!'>A Criatividade do Homem Brasileiro é Fantástica!</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/06/05/o-mundo-vai-acabar-o-homem-pode-ser-eterno-no-planeta-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?'>O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/06/01/a-maquina-pode-substituir-o-homem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sócrates: “Só sei que nada sei”</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/socrates-%e2%80%9cso-sei-que-nada-sei%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/socrates-%e2%80%9cso-sei-que-nada-sei%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 22:54:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Cicuta]]></category>
		<category><![CDATA[Maieutica]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1183</guid>
		<description><![CDATA[Sócrates foi um dos maiores filósofos de todos os tempos, nasceu por volta do ano 470 a.C. e morreu em 399 a.C. quando teve que tomar a cicuta (uma espécie de veneno) para se matar, pois foi condenado pela democracia ateniense sob a acusação de perverter os jovens e introduzir novos deuses. Teve como discípulos, entre outros, Xenofonte e Platão. Sócrates ficou conhecido e foi muito divulgado por seus discípulos principalmente por Platão que escreveu vários livros em diálogos, muitos deles, e especialmente na sua fase inicial, têm Sócrates como um dos principais interlocutores e também por isso são chamados de diálogos socráticos.


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/socrates2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic64" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/64__160x120_socrates2.jpg" alt="socrates2" title="socrates2" />
</a>
Sócrates foi um dos maiores filósofos de todos os tempos, nasceu por volta do ano 470 a.C. e morreu em 399 a.C. quando teve que tomar a <strong>cicuta </strong>(uma espécie de veneno) para se matar, pois foi condenado pela <strong>democracia</strong> ateniense sob a acusação de <strong>perverter os jovens</strong> e <strong>introduzir novos deuses</strong>. Teve como discípulos, entre outros, Xenofonte e Platão. Sócrates ficou conhecido e foi muito divulgado por seus discípulos principalmente por Platão que escreveu vários livros em diálogos, muitos deles, e especialmente na sua fase inicial, têm Sócrates como um dos principais interlocutores e também por isso são chamados de diálogos socráticos.<span id="more-1183"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sócrates pregava um sistema moral absolutamente alheio às doutrinas religiosas de então e admitia a <strong>aristocracia</strong>, governo dos melhores, como a forma desejável de administração do estado, isso, entre outras coisas, fez com que se indispusesse com as autoridades conservadoras, o que lhe custou a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O cidadão grego, quando condenado, “tinha uma chance” de fugir, mas Sócrates preferiu permanecer em Atenas e tomar o veneno. Rejeitou vários planos de fuga elaborados por Critão e outros amigos. Suas últimas palavras foram para encomendar o sacrifício de um galo a Esculápio, o deus a quem se atribuía a cura da fadiga e dos males da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ele era o oposto do ideal clássico de beleza: tinha o nariz achatado, os olhos esbugalhados e a barriga saliente. Sempre cercado de jovens discípulos, gozava de muita popularidade em Atenas, embora seus ensinamentos também lhe valessem grande número de inimigos. Passava a maior parte do tempo ensinando em lugares públicos, como praças, mercados e ginásios, mas ao contrário dos filósofos profissionais, os <strong>sofistas</strong>, que combatia com vigor, não cobrava por suas lições. Evitava intervir diretamente em assuntos políticos. Pelo menos uma vez, no entanto, entre 406 e 405 a.C. integrou o conselho legislativo de Atenas. Em 404  a.C. arriscou a vida por recusar-se a colaborar em manobras políticas arquitetadas pela dinastia dos Trinta Tiranos, que governava a cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os diálogos socráticos têm como uma de suas características a <strong>aporia</strong>, ou seja, eles terminam sem conclusão, ficam sem saída. Sócrates como interlocutor é muito “chato” e leva seus interlocutores a concluírem que pensavam saber, mas depois de serem arguidos e “elevados” ao questionamento compreendem que pensavam saber, assim se conscientizam que não sabem.  Sócrates diz a eles: não fique triste por perceber que você não sabe, pelo menos agora você tem consciência da tua ignorância. Agora você sabe que não sabe.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que Sócrates dizia fazer era a <strong>Maiêutica</strong>, algo como um processo de parto. Ele dizia que da mesma maneira que sua mãe (que era parteira) dava à luz as crianças, ele era parteiro de homens, fazia nascer o “conhecimento” que já estava dentro das pessoas, ou melhor, despertava um canal, um caminho através da <strong>dialética socrática </strong>a fim de, pela <strong>refutação</strong> buscar o “conhecimento” ainda que fosse o da consciência da ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O exemplo clássico da aplicação da maiêutica é o diálogo platônico intitulado <em>Mênon</em>, no qual Sócrates leva um escravo ignorante a descobrir e formular vários teoremas de geometria. A indução, finalmente, consiste na apreensão da essência (do universal que se acha contido no particular), na determinação conceitual e na definição. Não se trata, para Sócrates, de definir a beleza do cavalo, dos objetos inanimados, do escudo, da espada ou da lança, por exemplo, mas <strong>a beleza em si mesma</strong>, em sua essência ou determinação universal. Segundo Aristóteles, a <strong>indução</strong> e a <strong>definição</strong> podem ser atribuídas a Sócrates, cujo pensamento, a rigor, não se confunde com o de Platão. A teoria socrática das essências, no entanto, preparou a teoria platônica das ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra grande marca de Sócrates é ter “transportado” o “estudo da natureza” para o estudo do homem ou da “natureza do homem”. Assim ele é <strong>um divisor de águas</strong> entre os filósofos chamados pré-socráticos que têm basicamente como características o estudo da <em>physis</em> (rudemente traduzimos como natureza), e outros filósofos que vão valorizar o homem. Então Sócrates baixa os olhos, do “céu” para o “chão.”  Segundo palavras de Cícero, &#8220;Sócrates fez a filosofia descer dos céus à terra&#8221;. Antes, os filósofos buscavam obsessivamente uma explicação para o mundo natural. Para Sócrates, no entanto, a especulação filosófica devia se voltar para outro assunto, mais urgente: o homem e tudo o que fosse humano, como a ética e a política.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desinteressado da física e preocupado apenas com as coisas morais, a antropologia socrática é a essência capaz de regular a conduta humana e orientá-la no sentido do bem. A virtude supõe o conhecimento racional do bem, razão pela qual se pode ensinar. O que há de comum entre todas as virtudes é a sabedoria, que, segundo Sócrates, é o poder da alma sobre o corpo, a temperança ou o domínio de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há pessoas que dizem: “eu sei isso, sei aquilo, sei tudo. Já vivi muito e não tenho mais o que aprender.”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bem, quem acha que sabe tudo não está aberto pra aprender, portanto não aprende. E se não aprende não sabe, assim quem pensa que sabe tudo na verdade nada sabe. Ao contrário quem tem consciência que não sabe e está pronto pra aprender sabe muito e quanto mais sabe percebe que mais tem a aprender&#8230; Este é o verdadeiro sábio, aquele que tendo consciência da sua ignorância abre o coração para ouvir, ler, viver, enfim aprender.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como dizia Sócrates: “Só sei que nada sei.” Este é o verdadeiro sábio.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas palavras<strong> “só sei que nadas sei” </strong>Sócrates<strong> </strong>reagiu ao pronunciamento do oráculo de Delfos, que o apontara como o mais sábio de todos os homens.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <strong>Benito Pepe</strong></p>


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/socrates-%e2%80%9cso-sei-que-nada-sei%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Homenagem” ao dia das Mães</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/%e2%80%9chomenagem%e2%80%9d-ao-dia-das-maes/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/%e2%80%9chomenagem%e2%80%9d-ao-dia-das-maes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 14:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[datas comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1178</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns anos atrás escrevi um texto falando sobre “Mãe e Pai” comentava sobre ser genitores e dizia da importância de se valorizar nossas raízes, e hoje complemento: nossas Sementes também. Digo isso não só por agora ter filhos, mas também para completar o ciclo do processo, pais filhos e filhos dos filhos...


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/05/01/mensagem-para-as-maes-para-os-pais-e-para-os-filhos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mensagem para as Mães, para os Pais e para os Filhos.'>Mensagem para as Mães, para os Pais e para os Filhos.</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?'>O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/18/o-mundo-que-se-diz-cristao-e-suas-leis-nao-cristas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Mundo que se Diz Cristão e suas leis não Cristãs'>O Mundo que se Diz Cristão e suas leis não Cristãs</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/dia_da_mae-l.jpg" title="" class="shutterset_singlepic63" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/63__160x120_dia_da_mae-l.jpg" alt="dia_da_mae-l" title="dia_da_mae-l" />
</a>
Há alguns anos atrás escrevi um texto falando sobre <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/05/01/mensagem-para-as-maes-para-os-pais-e-para-os-filhos/" target="_blank">“<strong>Mãe e Pai</strong>”</a> comentava sobre ser genitores e dizia da importância de se valorizar nossas raízes, e hoje complemento: nossas Sementes também. Digo isso não só por agora ter filhos, mas também para completar o ciclo do processo, pais filhos e filhos dos filhos&#8230;<span id="more-1178"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por que e para que ter um dia das mães? Muitos vão dizer: todos os dias são dias das Mães. È claro que sim, todos os dias são dias das mães, dia dos pais, como também todos os dias devem ser vividos como o dia do Natal, etc. No entanto o comércio, o governo e as instituições religiosas definem datas especiais e comemorativas, estas datas têm propósitos diversos, muitos bem nobres, outros nem tanto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quanto ao dia das mães é bom lembrarmos que seria uma data totalmente desnecessária, como também deveria ser o dia dos pais, o dia das crianças, etc. Veja que se criou um dia dos genitores e um dos gerados, Pais e filhos. É o dia das mães, dia dos pais, dias das crianças.  Mas isso pra que? Para lembrar às famílias que elas existem, e devem comemorar suas relações? Nessa sociedade cada vez mais dotada e formada pelo consumismo desenfreado e fomentada por muitas das instituições que integram o capitalismo, na verdade o que se quer é dar fôlego a esse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não tenho nada contra o consumo, muito pelo contrário sei que ele é necessário no processo da economia, mas o que se faz cada vez mais é supervalorizar essas datas em prol do consumismo, não pelo suposto “valor” das datas em si. Muitas dessas datas são criadas apenas e tão somente para promover o consumismo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ocorre que muitos podem consumir e nem percebem que estão é “sendo consumidos” a partir do momento que se envolvem e são envolvidos dentro deste ciclo. È claro que todos gostam de ganhar presentes, lembranças, mimos etc., no entanto isso não precisa e não deveria ser feito em uma data específica, simplesmente criada para esse fim. Aliás, é muito mais agradável e tem muito mais valor o fator surpresa, ou seja, se ganhar algo quando não se tem a menor expectativa de que isso iria ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro ponto que precisamos enfatizar é que uma grande parcela da sociedade não pode dar presentes aos seus pais, ou filhos como é o caso do Natal, quando há muita e muita frustração por parte de inúmeros “plebeus sociais”, que não podem ganhar aquele tão almejado brinquedo e vê seus visinhos ganhando. Se não houvesse uma data específica certamente a frustração seria menor, pois esta seria em doses homeopáticas, ver-se-ia um coleguinha ganhando um presentinho em um dia, outro amiguinho ganhando em outra, outro depois etc., não tantos presentes e tanta propaganda nos veículos da mídia todos de uma só vez como uma artilharia de guerra, os coitadinhos precisam procurar uma trincheira&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Portanto quem pode presenteie sua mãe, seu pai, seus filhos, enamorados, etc. e tal, mas não precisa ser nessas datas criadas para esse fim. Além do mais podemos notar que em alguns desses dias é um verdadeiro transtorno sair para comemorar a tal data. È o caso específico do dia das Mães, os restaurantes ficam lotados, temos que esperar um tempão em uma fila para entrarmos no estabelecimento, depois esperar mais outro tanto para ser atendido e por fim mais uma eternidade para chegar nosso pedido, e aí é uma correria e um tumultuado falatório. Muitos desses restaurantes na saída dão uma rosa para as mães ali presentes, isso talvez seja um consolo e pedido de desculpas pelo transtorno e pela demora&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É por esse e outros motivos que nossa família, que também não deixa passar em branco essa data, o dia das mães, prefere comemorar em casa mesmo, mas “sem presentes” a não ser estar presentes. Bem, aproveitemos para reunir a família, para conversar, para trocar informações, mas lembremo-nos, o dia das mães é todo dia. Mãe é mãe, antes, depois e sempre. Quando somos criancinhas temos o amor e o apoio de nossas mães, quando crescemos continuamos tendo o amor e esse apoio e quando nossa mãe parte, certamente parte a nossa árvore, a nossa sombra, o nosso principal oxigênio, o nosso ar fresco, e não é fácil para nenhum filho ver a sua árvore partir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Você que não tem mais a sua árvore ou sua semente, precisa lembrar que a mesma árvore que gerou você, esse belo fruto, deixou em você todas as possibilidades para que você gerasse uma nova árvore e assim pudesse também dar novos frutos, que por sua vez poderão dar novas árvores e assim a vida continua&#8230; Mesmo que você não tenha mais uma mãe ou não pode ser mãe, ou seu filho partiu, pode acreditar, você é uma semente e de alguma maneira pode continuar a semear, Mãe é quem gera sementes e as sementes podem ser uma infinidade de coisas. Portanto FELIZ DIA DAS MÃES!!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <strong>Benito Pepe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/05/01/mensagem-para-as-maes-para-os-pais-e-para-os-filhos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mensagem para as Mães, para os Pais e para os Filhos.'>Mensagem para as Mães, para os Pais e para os Filhos.</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?'>O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/18/o-mundo-que-se-diz-cristao-e-suas-leis-nao-cristas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Mundo que se Diz Cristão e suas leis não Cristãs'>O Mundo que se Diz Cristão e suas leis não Cristãs</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/05/09/%e2%80%9chomenagem%e2%80%9d-ao-dia-das-maes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Páscoa é Renascer, é Vida Nova! É Passagem</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 18:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1171</guid>
		<description><![CDATA[Quando falamos em Páscoa vem para a maioria das pessoas a lembrança da ressurreição de Cristo, isso é a páscoa para os cristãos, aliás essa é a essência do cristianismo, o Cristianismo não teria nascido se Jesus Cristo não tivesse ressuscitado, essa é a prova que os discípulos precisavam para crer nos ensinamentos do mestre.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?'>O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?'>Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?'>O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/pascoa_0.jpg" title="" class="shutterset_singlepic62" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/62__160x120_pascoa_0.jpg" alt="pascoa_0" title="pascoa_0" />
</a>
Quando falamos em Páscoa vem para a maioria das pessoas a lembrança da ressurreição de Cristo, isso é a páscoa para os cristãos, aliás essa é a essência do cristianismo, o Cristianismo não teria nascido se Jesus Cristo não tivesse ressuscitado, essa é a prova que os discípulos precisavam para crer nos ensinamentos do mestre.<span id="more-1171"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esse tema foi um dos primeiros artigos que desenvolvi há alguns anos atrás com o título: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/" target="_blank">“o que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?”</a> Ainda hoje vemos pessoas que não compreendem a importância da Páscoa para o Cristianismo e há outras pessoas que não têm a menor ideia do que seja a páscoa, pensam somente em ovos de páscoa, coelhinhos de páscoa e outras coisas mais , estimuladas pelo comércio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Precisamos lembrar que a páscoa tem relação com a quaresma, com o carnaval e com a Semana Santa, que começa no domingo de ramos e termina no domingo de páscoa, passando pela 5ª feira Santa, 6ª feira da Paixão de Cristo e o  Sábado de Aleluia. Enfim chegamos ao ápice do Cristianismo o Domingo da Páscoa e todos os domingos desde então passam a ser o dia do Senhor, há uma música cristã que diz assim: “Hoje é domingo dia do Senhor, nossa igreja está sempre cheia de cristãos em oração, porque hoje é domingo dia do Senhor&#8230;”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O carnaval é uma festa de origem pagã, o Cristianismo a toma como a despedida (da carne) antes da quaresma, terminando na 4ª feira de cinzas, se quiser saber mais leia: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank">“o que é carnaval, qual é a origem do carnaval?”</a> Aí podemos ver que, da mesma forma que o Natal, o Carnaval “perde sua origem”, toma um “viés cristão” e aos poucos vai retomando sua origem pagã, a partir do momento em que estas festas, tanto o Natal, quanto o Carnaval vão perdendo suas importâncias apoderadas e adaptadas ao cristianismo e vão voltando a ser festas pagas, pois as pessoas não se lembram nem do aniversariante, no Natal, nem da quaresma que vai entrar após o Carnaval e agora está ocorrendo o mesmo com a Páscoa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A festa mais importante do Cristianismo e sua origem através da ressurreição de Jesus não pode ser esquecida, esperamos que a festa da páscoa possa voltar às suas origens religiosas, surgidas com os Judeus, antes para comemorar a libertação da escravidão do Egito, e  depois com os Cristãos também é uma passagem, mas agora muito mais fundamental&#8230;. Bem, a única coisa que gostaria de acrescentar é: <strong>não viva a Páscoa como uma festa pagã</strong>, lembre-se do motivo da Páscoa, lembremo-nos dos nossos ancestrais&#8230; FELIZ PÁSCOA!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?'>O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?'>Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?'>O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 14:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Considerações Finais]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1166</guid>
		<description><![CDATA[Por fim não podemos deixar de evidenciar que a filosofia de Hegel lançou as bases para a  maior parte das tendências filosóficas e ideológicas que vieram depois, tais como o marxismo, o existencialismo  e a fenomenologia. Por exemplo, o desenvolvimento da dialética mediante a substituição da ideia pela matéria foi uma tese central no pensamento de Karl Marx. Não é exagero afirmar, portanto, que a obra de Hegel implantou um quadro de referências indispensáveis para a compreensão das abordagens filosóficas posteriores.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/01/31/consideracoes-finais-quanto-ao-texto-%e2%80%9ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”'>Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/16/consideracoes-finais-e-referencias-bibliograficas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações finais e Referências Bibliográficas'>Considerações finais e Referências Bibliográficas</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/consideracoes-finais.jpg" title="" class="shutterset_singlepic60" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/60__160x120_consideracoes-finais.jpg" alt="consideracoes-finais" title="consideracoes-finais" />
</a>
Concluindo o Texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%E2%80%9Cmodernos%E2%80%9D-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/" target="_blank"><em>Hegel os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</em></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim não podemos deixar de evidenciar que a filosofia de Hegel lançou as bases para a  maior parte das tendências filosóficas e ideológicas que vieram depois, tais como o <strong>marxismo</strong>, o <strong>existencialismo</strong> e a <strong>fenomenologia</strong>. Por exemplo, o desenvolvimento da dialética mediante a substituição da <strong>ideia</strong> pela <strong>matéria</strong> foi uma tese central no pensamento de <strong>Karl Marx</strong>. Não é exagero afirmar, portanto, que a obra de Hegel implantou um quadro de referências indispensáveis para a compreensão das abordagens filosóficas posteriores.<span id="more-1166"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos um exemplo muito célebre da dialética hegeliana que será um dos pontos de partida da reflexão de Karl Marx. Trata-se de um episódio dialético tirado da <strong>Fenomenologia do Espírito</strong>, o do <strong>senhor</strong> e o <strong>escravo</strong>. Dois homens lutam entre si. Um deles é pleno de coragem. Aceita arriscar sua vida no combate, mostrando assim que é um homem livre, superior à sua vida. O outro, que não ousa arriscar a vida, é vencido. O vencedor não mata o prisioneiro, ao contrário, conserva-o cuidadosamente como testemunha e espelho de sua vitória. Tal é o escravo, o &#8220;servus&#8221;, aquele que, ao pé da letra, foi conservado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a)</strong> O senhor obriga o escravo, ao passo que ele próprio goza os prazeres da vida. O senhor não cultiva seu jardim, não faz cozer seus alimentos, não acende seu fogo: ele tem o escravo para isso. O senhor não conhece mais os rigores do mundo material, uma vez que interpôs um escravo entre ele e o mundo. O senhor, porque lê o reconhecimento de sua superioridade no olhar submisso de seu escravo, é livre, ao passo que este último se vê despojado dos frutos de seu trabalho, numa situação de submissão absoluta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b) </strong>Entretanto, essa situação vai se transformar dialeticamente porque a posição do senhor abriga uma contradição interna: o senhor só o é em função da existência do escravo, que condiciona a sua. O senhor só o é porque é reconhecido como tal pela consciência do escravo e também porque vive do trabalho desse escravo. Nesse sentido, ele é uma espécie de escravo de seu escravo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>c)</strong> De fato, o escravo, que era mais ainda o escravo da vida do que o escravo de seu senhor (foi por medo de morrer que se submeteu), vai encontrar uma nova forma de liberdade. Colocado numa situação infeliz em que só conhece provações, aprende a se afastar de todos os eventos exteriores, a libertar-se de tudo o que o oprime, desenvolvendo uma consciência pessoal. Mas, sobretudo, o escravo incessantemente ocupado com o trabalho, aprende a vencer a natureza ao utilizar as <strong>leis da matéria</strong> e recupera uma certa forma de liberdade (o domínio da natureza) por intermédio de seu trabalho. Por uma conversão dialética exemplar, o trabalho servil devolve-lhe a liberdade. Desse modo, o escravo, transformado pelas provações e pelo próprio trabalho, ensina a seu senhor a verdadeira liberdade que é o domínio de si mesmo. Assim, a liberdade estóica se apresenta a Hegel como a reconciliação entre o domínio e a servidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim a propósito de se declarar que a volta, a retomada, da filosofia da natureza na modernidade, ainda que não propositalmente, colabora com o capitalismo. Podemos pegar este gancho e distinguir a natureza em si, de uma natureza do homem que obviamente são coisas diferentes. A natureza no homem seria uma segunda natureza, onde incluímos a cultura, valores, condições políticas, sócio econômicas entre outros fatores que são formadores dessa natureza humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse homem é um processo da história, é moldado, é parte de uma estrutura que o faz, o determina, o cria. Enfim o homem é uma “natureza” feita pela “natureza”. O homem é o que é, não porque quer ser o que é, mas porque a história o faz assim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia e Referências bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">KOYRÉ, Alexandre. <em>Estudos de história do pensamento filosófico</em>, Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991.</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia: </em><em>do romantismo ao empiriocriticismo</em>, v.5.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">ROVIGHI,  Sofia Vanni. <em>História da filosofia moderna</em>: da revolução científica a Hegel. São Paulo: Edições Loyola, 1999.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/01/31/consideracoes-finais-quanto-ao-texto-%e2%80%9ca-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece%e2%80%9d/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”'>Considerações finais quanto ao texto “A Filosofia e a Astronomia: instâncias em que o thauma aparece”</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/16/consideracoes-finais-e-referencias-bibliograficas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações finais e Referências Bibliográficas'>Considerações finais e Referências Bibliográficas</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O idealismo Lógico</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 14:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Idealismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lógica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1160</guid>
		<description><![CDATA[Com o idealismo absoluto de Hegel, o idealismo fenomênico kantiano alcança logicamente o seu vértice metafísico. Hegel fica fiel ao historicismo romântico, concebendo a realidade como vir-a-ser, desenvolvimento. Este vir-a-ser, porém, é racionalizado por Hegel, elevado a processo dialético como mencionamos acima; e este processo dialético não é um movimento a quo adi quod, e sim um processo circular, emanentista.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dialética Hegeliana'>Dialética Hegeliana</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena biografia de Hegel'>Pequena biografia de Hegel</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/logica.jpg" title="" class="shutterset_singlepic59" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/59__160x120_logica.jpg" alt="logica" title="logica" />
</a>
Continuando o Texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%E2%80%9Cmodernos%E2%80%9D-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/" target="_blank"><em>Hegel os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</em></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o idealismo absoluto de Hegel, o idealismo fenomênico kantiano alcança logicamente o seu vértice metafísico. Hegel fica fiel ao historicismo romântico, concebendo a realidade como vir-a-ser, desenvolvimento. Este vir-a-ser, porém, é racionalizado por Hegel, elevado a processo dialético como mencionamos acima; e este processo dialético não é um movimento <em>a quo adi quod</em>, e sim <strong>um processo circular, emanentista</strong>.<span id="more-1160"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como a filosofia de Spinoza, a de Hegel é uma filosofia da inteligibilidade total, da imanência absoluta. A razão aqui não é apenas, como em Kant, o entendimento humano, o conjunto dos princípios e das regras segundo as quais pensamos o mundo. Ela é igualmente a realidade profunda das coisas, a essência do próprio Ser. Ela é não só um modo de pensar as coisas, mas o próprio modo de ser das coisas: <em>&#8220;O racional é real e o real é racional&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que podemos considerar Hegel como o filósofo idealista por excelência, uma vez que, para ele, o fundo do Ser (longe de ser uma coisa em si inacessível) é, em definitivo, <strong>Ideia</strong>, <strong>Espírito</strong>. Sua filosofia representa, ao mesmo tempo, com relação à crítica kantiana do conhecimento, <strong>um retorno à ontologia</strong>. É o ser em sua totalidade que é significativo e cada acontecimento particular no mundo só tem sentido finalmente em função do Absoluto do qual não é mais do que um aspecto ou um momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Hegel porém se distingue de Spinoza e surge para nós como um filósofo essencialmente moderno, pois, para ele, o mundo que manifesta a <em>Ideia</em> não é uma natureza semelhante a si mesma em todos os tempos, que dizia que a leitura dos jornais era &#8220;sua prece matinal cotidiana&#8221;, como todos os seus contemporâneos, muito meditou sobre a <strong>Revolução Francesa</strong>, e esta lhe mostra que as estruturas sociais, assim como os pensamentos dos homens, podem ser modificadas, subvertidas no decurso da história. O que há de original em seu idealismo é que, para Hegel, <strong>a ideia se manifesta como processo histórico:</strong> <em>&#8220;A história universal nada mais é do que a manifestação da razão&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso compreender também que a história é um progresso. O vir-a-ser de muitas peripécias não é senão a história do Espírito universal que se desenvolve e se realiza por etapas sucessivas para atingir, no final, a plena posse, a plena consciência de si mesmo. <em>&#8220;O absoluto, diz Hegel, só no final será o que ele é na realidade&#8221;</em>. O panteísmo de Spinoza identificava Deus com a natureza: <em>Deus sive natura</em>. O panteísmo hegeliano identifica Deus com a História. Deus não é o que é,  ao menos só é parcial e muito provisoriamente o que atualmente é,  Deus é o que se realizará na História.</p>
<p style="text-align: justify;">Se pensarmos na história da Vida no Planeta Terra, podemos considerar que provavelmente no inicio havia só minerais, depois vieram os vegetais, e em seguida os animais. Assim podemos questionar: isso não  nos dá a impressão que seres cada vez mais complexos,  organizados e autônomos “surgem” no planeta?</p>
<p style="text-align: justify;">O Espírito, de início adormecido, dissimulado e como que estranho a si mesmo, &#8220;alienado&#8221; no universo, surge cada vez mais manifestamente como ordem, como <strong>liberdade</strong>, logo como consciência. Esse progresso do Espírito continua e se concluirá através da história dos homens. Cada povo cada civilização, de certo modo, tem por missão realizar uma etapa desse progresso do Espírito. O Espírito humano é de início uma consciência confusa, um espírito puramente subjetivo, é a sensação imediata. Depois, ele consegue encarnar-se, objetivar-se sob a forma de civilizações, de instituições organizadas. Tal é o espírito objetivo que se realiza naquilo que Hegel chama de &#8220;o mundo da cultura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que a questão da liberdade está em pauta no pensamento dos modernos, eles observavam e refletiam&#8230; onde se encontra a liberdade? O que é a liberdade? Por exemplo, Schiller vai dizer que da mesma forma que se educa através da razão, se pode educar a sensibilidade com as obras de arte e que é a técnica do objeto que expressa a liberdade, mas desde que esta técnica “não apareça”. A grande obra de arte vai te coagir à liberdade, é aparência no fenômeno, é aparência na forma, é uma liberdade estética. Um exemplo seria a técnica da bailarina que “não aparece” e assim não demonstra estar fazendo esforço, ela parece estar “voando” suavemente no palco.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, o Espírito se descobre mais claramente na consciência artística e na consciência religiosa para finalmente apreender-se na Filosofia (notadamente na filosofia de Hegel, que pretende totalizar sob sua alçada todas as outras filosofias) como Saber Absoluto. Desse modo, a filosofia é o saber de todos os saberes: a sabedoria suprema que, no final, totaliza todas as obras da cultura (é só no crepúsculo, diz Hegel, que o pássaro de Minerva levanta voo).</p>
<p style="text-align: justify;">Compreendemos bem, em todo caso, que, nessa filosofia puramente imanentista, Deus só se realiza na história. Em outras palavras, a forma de civilização que triunfa a cada etapa da história é aquela que, naquele momento, melhor exprime o Espírito. Após ter saudado em Napoleão &#8220;o espírito universal a cavalo&#8221;, Hegel verá no estado prussiano de seu tempo a expressão mais perfeita do Espírito Absoluto. Por conseguinte, Hegel é daqueles que acham que a força não &#8220;oprime&#8221; o direito, mas que o exprime, que aquele que é vitorioso na História é,  simultaneamente, o mais dotado de valor e que a virtude, como ele diz, &#8220;exprime o curso do mundo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as normas da lógica clássica, essa identificação da Razão com o Devir histórico é absolutamente paradoxal. De fato, a lógica clássica considera que uma proposição fica demonstrada quando é reduzida, identificada a uma proposição já admitida. A lógica vai do idêntico ao idêntico. A história, ao contrário, é o domínio do mutável. O acontecimento de hoje é diferente do de ontem. Ele o contradiz. Aplicar a razão à história, por conseguinte, seria mostrar que a mudança é aparente, que no fundo tudo permanece idêntico. Aplicar a razão à história seria negar a história,  recusar o tempo. Ora, contrariando tudo isso, o racionalismo de Hegel coloca o devir, a história, em primeiro plano. Como isso é possível? Bem, isso é possível pelo processo dialético como vimos no tópico anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos uma síntese apresentada por Reale quanto à questão da lógica em Hegel:</p>
<p style="text-align: justify;">A “lógica” de Hegel não é puro “instrumento” ou “método”, como a lógica tradicional, e sim o estudo da <em>estrutura do todo, </em>no sentido de que a própria Lógica, enquanto idéia-em-si, é auto-estruturação do quadro do todo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Lógica começa e se desenvolve inteiramente no plano definitivamente ganho da <em>Fenomenologia do espírito</em>, isto é, no plano do saber absoluto, em que desapareceu toda diferença entre “certeza” (que implica subjetividade) e “verdade” (que é sempre objetividade), entre “saber” como <em>forma</em> e “saber” como <em>conteúdo</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A tese de fundo da lógica hegeliana, que se remete à antiga posição de Parmênides, é que “pensar” e “ser” coincidem: o pensamento em seu processo, realiza a si mesmo e o próprio conteúdo, e esta realização dialética é ao mesmo tempo, de modo cada vez renovado, um “pensar o ser” e o “ser do pensamento”. A Lógica coincide assim com a <em>ontologia </em>(ou seja, com a <em>metafísica</em>), e nesse sentido constitui a síntese especulativa dos conteúdos que se encontram no <em>Organon</em> e na <em>Metafísica</em> de Aristóteles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu conjunto, portanto, a Lógica é o reino do pensamento puro; <em>é a verdade como ela é em si e por si sem véu, é a exposição de Deus como ele é em sua eterna essência antes da criação da natureza e de cada espírito finito.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>logos</em> da Lógica deve ser concebido também como desenvolvimento e processo dialético: a “idéia lógica” é a <em>totalidade de suas determinações conceituais em sue desdobramento dialético. </em></p>
<p style="text-align: justify;">As três esferas fundamentais da Lógica são: o ser, a essência e o conceito. (2005, 120)<em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Precisamos lembrar que <strong>Hegel implanta uma nova lógica</strong> e a nova lógica hegeliana difere da antiga, não somente pela negação do princípio de identidade e de contradição,  como eram concebidos na lógica antiga,  mas também porquanto a nova lógica é considerada como sendo a própria lei do “ser”. Quer dizer, coincide com a ontologia, em que o próprio objeto já não é mais o “ser”, mas o devir absoluto.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira sintética podemos mencionar a diferenciação da nova lógica hegeliana da seguinte maneira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1.</strong> A <strong>lógica tradicional</strong> afirma que <strong>o ser é idêntico a si mesmo e exclui o seu oposto</strong> (princípio de identidade e de contradição); ao passo que a <strong>lógica hegeliana</strong> sustenta que <strong>a realidade é essencialmente mudança</strong>, devir, passagem de um elemento ao seu oposto;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. </strong> A <strong>lógica tradicional</strong> afirma que o <strong>conceito é universal <em>abstrato</em></strong>, enquanto apreende o ser imutável, realmente, ainda que não totalmente; ao passo que a <strong>lógica hegeliana</strong> sustenta que <strong>o conceito é universal <em>concreto</em></strong>, isto é, conexão histórica do particular com a totalidade do real, onde <strong>tudo é essencialmente conexo com tudo</strong>;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3.</strong> A <strong>lógica tradicional</strong> distingue substancialmente a filosofia, cujo objeto é o universal e o imutável, da história, cujo objeto é o particular e o mutável; ao passo que a <strong>lógica hegeliana</strong> assimila a filosofia com a história, enquanto o ser<strong> é vir-a-ser;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. </strong>A <strong>lógica tradicional</strong> distingue-se da ontologia, enquanto o nosso pensamento, se apreende o ser, não o esgota totalmente,  como faz o pensamento de Deus; ao passo que a <strong>lógica hegeliana</strong> coincide com a ontologia, porquanto <strong>a realidade é o desenvolvimento dialético do próprio <em>&#8220;logos&#8221;</em> divino, que no espírito humano adquire plena consciência de si mesmo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Demos ênfase à questão lógica em Hegel e não foi à toa, pois a questão lógica, é sem dúvida a suma de sua metafísica e como nos lembra Reale</p>
<p style="text-align: justify;">De algum tempo para cá, está no auge a <em>Ciência da lógica, </em>valorizada principalmente por causa das estreitas relações que, em Hegel, existem entre o “elemento lógico” e a “linguagem”, que hoje está no centro dos interesses filosóficos. Entretanto, é verdade que a lógica contém tudo, porque também é uma “filosofia primeira”, ou seja, uma “metafísica”; porém, só contém tudo em certa perspectiva, que é a da “Ideia como Logos” (2005, p.98)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/" target="_blank"><strong>Considerações finais e a bibliografia</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dialética Hegeliana'>Dialética Hegeliana</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena biografia de Hegel'>Pequena biografia de Hegel</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dialética Hegeliana</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 13:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Antítese]]></category>
		<category><![CDATA[Dialética]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Processo dialético]]></category>
		<category><![CDATA[Síntese]]></category>
		<category><![CDATA[Tese]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1155</guid>
		<description><![CDATA[Hegel foi o maior expoente do "idealismo alemão", que, como decorrência da filosofia kantiana, e em oposição a ela, fato que começou com Fichte e Schelling, desenvolve muito de seu pensamento. Esses dois pensadores tinham procurado tratar a realidade como baseada num só princípio, para superar o dualismo de sujeito e objeto, estabelecido por Kant, segundo o qual só era possível conhecer a aparência fenomenológica das coisas, não sua essência.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O idealismo Lógico'>O idealismo Lógico</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/dialetica-hegeliana_0.jpg" title="" class="shutterset_singlepic58" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/58__160x120_dialetica-hegeliana_0.jpg" alt="dialetica-hegeliana_0" title="dialetica-hegeliana_0" />
</a>
Continuando o Texto: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%E2%80%9Cmodernos%E2%80%9D-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/" target="_blank"><em>Hegel os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</em></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hegel foi o maior expoente do &#8220;idealismo alemão&#8221;, que, como decorrência da filosofia kantiana, e em oposição a ela, fato que começou com Fichte e Schelling, desenvolve muito de seu pensamento. Esses dois pensadores tinham procurado tratar a realidade como baseada num só princípio, para superar o dualismo de sujeito e objeto, estabelecido por Kant, segundo o qual só era possível conhecer a aparência fenomenológica das coisas, não sua essência.<span id="more-1155"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O principio básico do idealismo está no próprio homem (na subjetividade), ou seja, se encontra a realidade através do homem e é ele quem “define a realidade”. Grosso modo o oposto do idealismo é o materialismo. Podemos considerar Platão como o primeiro idealista onde, para ele, a realidade estava no “mundo das ideias”, nas formas inteligíveis, atingíveis apenas pela razão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para Hegel, o fundamento supremo da realidade não era esse e também não  podia ser o &#8220;absoluto&#8221; de Schelling nem o &#8220;eu&#8221; de Fichte e sim a &#8220;ideia&#8221;, que se desenvolve numa linha de estrita necessidade. A dinâmica dessa necessidade não teria sua lógica determinada pelos princípios de identidade e contradição, mas sim pela &#8220;<strong>dialética</strong>&#8220;, realizada em três fases: <strong>tese</strong>, <strong>antítese</strong> e <strong>síntese</strong>. Assim toda realidade primeiro &#8220;se apresenta&#8221;, depois se nega a si própria e num terceiro momento supera e elimina essa contradição.  Dessa maneira, para Hegel, a dialética é o único método de garantir o conhecimento científico do absoluto e de “elevar” a filosofia à ciência, onde a verdade pode receber a forma rigorosa do sistema de cientificidade, conforme nos lembra Reale que continua&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A dialética nascera no ambiente da Escola de Eléia, principalmente com Zenão, e na grecidade havia alcançado seus vértices com Platão; na era moderna fora retomada por Kant, que porém a privara de verdadeiro valor cognoscitivo. Hegel se remete à dialética clássica, mas conferindo movimento e dinamicidade às essências e aos conceitos universais que, já descobertos pelos antigos, haviam porém permanecido com eles em uma espécie de repouso rígido, quase solidificados. O coração da dialética se torna assim o <em>movimento, </em>e precisamente o <em>movimento circular </em>ou <em>em</em> <em>espiral, com ritmo triádico. </em>Os três<em> </em>momentos do movimento dialético são:</p>
<p style="text-align: justify;">1) a <strong><em>tese</em></strong>, que é o momento abstrato ou intelectivo;</p>
<p style="text-align: justify;">2) a <strong><em>antítese</em></strong>, que é o momento dialético (em sentido estrito) ou negativamente racional;</p>
<p style="text-align: justify;">3) a <strong><em>síntese</em></strong>, que é o momento especulativo ou positivamente racional. (2005, p.106)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo esse esquema, a ideia lógica, o princípio, converte-se em seu contrário, a natureza, e esta em espírito, que é a &#8220;síntese&#8221; de ideia e natureza: a ideia &#8220;para si&#8221;. A cada uma dessas etapas correspondem, respectivamente, a<strong> lógica</strong>, a<strong> filosofia natural</strong> e a <strong>filosofia do espírito</strong>. A parte mais complexa do sistema é essa última: <strong>o espírito</strong> se desdobra em &#8220;<strong>subjetivo</strong>&#8220;, &#8220;<strong>objetivo</strong>&#8221; e &#8220;<strong>absoluto</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>espírito subjetivo</strong> é o de cada indivíduo, e o <strong>espírito objetivo</strong> é a manifestação da ideia na história: sua expressão máxima é constituída pelo estado, que realiza <strong>a razão universal humana,</strong> síntese do espírito subjetivo e do objetivo no espírito absoluto. Este alcança o máximo do conhecimento de si mesmo, de maneira cada vez mais perfeita, na <strong>arte</strong>, na <strong>religião</strong> e na <strong>filosofia</strong>. Assim, o espírito só chega a se compreender como tal no homem, já que existe &#8220;unidade e identidade da natureza divina e da natureza humana&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Processo dialético</strong> é  um processo racional original,  no qual a contradição não mais é o que deve ser evitado a qualquer preço, mas, ao contrário, se transforma no próprio motor do pensamento, ao mesmo tempo em que é o motor da história, já que esta última não é senão o Pensamento que se realiza. Repudiando o princípio da contradição de Aristóteles, em virtude do qual uma coisa não pode ser e, ao mesmo tempo, não ser, Hegel põe a contradição no próprio núcleo do pensamento e das coisas simultaneamente. O pensamento não é mais estático, ele procede por meio de contradições superadas, da <em>tese</em> à <em>antítese</em> e, daí, à <em>síntese</em>, como num diálogo em que a verdade surge a partir da discussão e das contradições. Uma proposição (tese) não pode se pôr sem se opor a outra (antítese) em que a primeira é negada, transformada em outra que não ela mesma (&#8221;alienada&#8221;). A primeira proposição encontrar-se-á finalmente transformada e enriquecida numa nova fórmula que era, entre as duas precedentes, uma ligação, uma &#8220;mediação&#8221; (síntese).</p>
<p style="text-align: justify;">A dialética para Hegel é o procedimento superior do pensamento é, ao mesmo tempo, &#8220;a marcha e o ritmo das próprias coisas&#8221;. Vejamos, por exemplo, como <strong>o conceito</strong> fundamental <strong>de “ser”</strong> se enriquece dialeticamente. Como é que <strong>o ser</strong>, essa noção simultaneamente a mais abstrata e a mais real, a mais vazia e a mais compreensiva (essa noção em que o <strong>velho</strong> <strong>Parmênides</strong> se fechava: o ser é, nada mais podemos dizer), transforma-se em outra coisa? É em virtude da contradição que esse conceito envolve. <strong>O conceito de ser é o mais geral</strong>, mas também <strong>o mais pobre</strong>. “Ser”, sem qualquer qualidade ou determinação,  é, em última análise, não ser absolutamente nada, é “não ser”! O ser, puro e simples, equivale ao não-ser (eis a antítese). É fácil ver que essa contradição se resolve no vir-a-ser (posto que vir-a-ser é não mais ser o que se era). Os dois contrários que engendram o devir (síntese), aí se reencontram fundidos, reconciliados.</p>
<p style="text-align: justify;">Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/" target="_blank"><strong>O idealismo Lógico</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/o-idealismo-logico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O idealismo Lógico'>O idealismo Lógico</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pequena biografia de Hegel</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 13:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1152</guid>
		<description><![CDATA[Hegel, Georg Wilhelm Friedrich. Nasceu em 27 de agosto de 1770 em Stuttgart em uma família protestante. Com 18 anos em 1788,  iniciou seus estudos em  filosofia e teologia no seminário de Tubingen e foi colega de Holderlin e Schelling. Hegel adquiriu conhecimento perfeito da filologia clássica, sobretudo da língua grega.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/08/04/pequena-biografia-de-platao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena Biografia de Platão'>Pequena Biografia de Platão</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/hegel-biografia.jpg" title="" class="shutterset_singlepic56" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/56__160x120_hegel-biografia.jpg" alt="hegel-biografia" title="hegel-biografia" />
</a>
Continuando o Texto: <em>Hegel os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade </em>– <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%E2%80%9Cmodernos%E2%80%9D-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/" target="_blank">veja a Introdução clicando aqui!</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hegel, Georg Wilhelm Friedrich. Nasceu em 27 de agosto de <strong>1770</strong> em Stuttgart em uma família protestante. Com 18 anos em <strong>1788</strong>,  iniciou seus estudos em  filosofia e teologia no seminário de Tubingen e foi colega de Holderlin e Schelling. Hegel adquiriu conhecimento perfeito da filologia clássica, sobretudo da língua grega.<span id="more-1152"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Durante seu período em Tubingen, preparou-se para a carreira eclesiástica e seus primeiros escritos trataram de assuntos teológicos. Ao deixar o seminário, porém, afasta-se da religião e os trabalhos que produz refletem a “influência” de Kant. Nunca deixará, no entanto, de se preocupar com as questões religiosas, também  se ateve às questões políticas. Ele dizia que &#8220;a leitura dos jornais é uma espécie de oração da manhã realista&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Hegel viveu também em Berna, na Suíça, onde, inspirado pela leitura de seu compatriota Immanuel Kant, escreveu vários ensaios sobre o cristianismo, que só seriam publicados em 1907. No fim de <strong>1796</strong>, mudou-se para Frankfurt, onde Holderlin lhe conseguira um lugar de preceptor. As esperanças de colaborar com Holderlin, porém, foram frustradas pela loucura que acometeu o poeta. O fato provocou em Hegel uma crise de depressão, que ele combateu entregando-se ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, o período também lhe proporcionou uma &#8220;emancipação&#8221; do pensamento kantiano e um ponto de partida para seu próprio sistema filosófico.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de trabalhar alguns anos como preceptor em famílias ricas,  e com a morte de seu pai em <strong>1799</strong>, Hegel herda um pequeno patrimônio e assim pode se dedicar inteiramente aos estudos. Dessa maneira pôde  habilitar-se como docente livre na universidade de Jena em <strong>1801</strong>, atuando como livre docente viveu em clima romântico e estudou o idealismo de Johann Gottlieb Fichte e de Schelling. Suas conclusões se expressariam na obra<em> Differenz des Fichte</em>&#8216;<em>schen und Schelling&#8217;schen Systems der Philosophie </em>(1801; <em>Diferença dos sistemas filosóficos de Fichte e Schelling</em>), em que creditava a ambos os pensadores a virtude de tentar superar o dualismo kantiano, embora sem chegar a elaborar sistemas coerentes. De qualquer maneira toma posição a favor de Schelling.</p>
<p style="text-align: justify;">De <strong>1807 a 1808</strong>, Hegel foi diretor de um jornal em Bamberg, e de <strong>1808 a 1816</strong>, diretor do ginásio em Nuremberg. Tornou-se, então, professor da universidade de Heidelberg e, em <strong>1818</strong>, foi chamado para Berlim, ocupando a cátedra de filosofia, vaga desde a morte de Fichte, e ali permaneceu até sua morte de cólera, em plena atividade, em 14 de novembro de <strong>1831</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As principais obras de Hegel são: <em>Diferença dos sistemas filosóficos de Fichte e Schelling (1801); <em> A Fenomenologia do Espírito </em></em><em>(1807) obra onde Hegel se afasta se Schelling e apresenta um tipo de pensamento totalmente original, dotado de marca doravante inconfundível</em><em>;</em> <em>C<em>iência da Lógica </em></em><em>(1812-1816)</em>; <em>A Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compendio </em><em>(1817) esta obra foi reeditada em 1827 e 1830,  com ampliações. Outra edição, em três volumes, foi feita pelos alunos, entre 1840 e 1845 já depois da morte do mestre, contendo esclarecimentos que Hegel dava nas aulas, portanto esta edição é a mais clara</em>; <em>A Filosofia do Direito </em><em>(1821)</em><em>.</em> Hegel de fato foi um gênio poderoso, sua cultura foi vastíssima, bem como a sua capacidade sistemática, tanto assim que muitos o consideram o Aristóteles e o Tomás de Aquino do pensamento moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos evidenciar que Hegel tinha interesses bastante variados e uma vasta cultura. Podemos mencionar também alguns dos trabalhos juvenis (desenvolvido entre 1793-1800) e que <strong>são de grande importância para a compreensão da gênese do sistema hegeliano</strong>. Seguramente nestes Escritos da juventude encontramos a chave do hegelianismo, ou pelo menos o verdadeiro Hegel, como endossam Reale (2005) e Koyré (1991) entre outros comentadores, porém negligenciando as obras da idade moderna deixa-se de compreender o Hegel da <em>Lógica</em>.  No período da juventude destacam-se os escritos teológicos. São eles:</p>
<p style="text-align: justify;">1)      <em>Religião popular e cristianismo</em> (fragmentos);</p>
<p style="text-align: justify;">2)      <em>A vida de Jesus </em>(1795);</p>
<p style="text-align: justify;">3)      <em>A possibilidade da Religião cristã</em> (1795/1796, primeira redação, a segunda se dá em 1800, mas fica incompleta);</p>
<p style="text-align: justify;">4)      <em>O espírito do cristianismo e seu destino </em>(1798);</p>
<p style="text-align: justify;">5)      Fragmento de sistema (1800).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No jornal que Hegel publicou, “Jornal critico de filosofia,”  se destacam dois artigos: <em>Relações entre o ceticismo e a filosofia</em>; e <em>Fé e saber</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras obras publicadas pelos seus alunos, além da já mencionada <em>Enciclopédia </em>(de 1840-1845),<em> </em> foram: <em>Aulas sobre a filosofia da história</em>; <em>Estética</em>; <em>Aulas de filosofia da religião</em>; e <em>Aulas sobre a história da filosofia.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Rovighi (1999, p.695)  nos lembra que Hegel “habilitou-se” para o ensino universitário com uma tese, publicada no jornal citado acima, chamada “De orbitis planetarum” onde exalta Kepler e combate Newton, recriminando-o por ter Matematizado a Física, por ter dado caráter físico a grandezas puramente matemáticas. Lembramos que a matematização da física, na modernidade, começa com Galileu Galilei.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Próximo tópico: <a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/" target="_blank"><strong>Dialética Hegeliana</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade'>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/08/04/pequena-biografia-de-platao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena Biografia de Platão'>Pequena Biografia de Platão</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hegel  os Gregos e os “Modernos”: uma fissura para a contemporaneidade</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 13:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporaneidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gregos]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Modernos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1149</guid>
		<description><![CDATA[Através deste trabalho de pesquisa sobre a vida, obra e a filosofia de Hegel pretendo mostrar uma panorâmica sobre esse grande filósofo que teve como base de seu pensamento  a Filosofia Grega Antiga (especialmente Heráclito e Parmênides);  a Filosofia Clássica (principalmente Aristóteles)  e a Filosofia dos Modernos (entre eles, Descartes,  Spinoza, Kant, Holderlin, Schiller, Fichte e Schelling).


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena biografia de Hegel'>Pequena biografia de Hegel</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dialética Hegeliana'>Dialética Hegeliana</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/hegel.jpg" title="" class="shutterset_singlepic55" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/55__160x120_hegel.jpg" alt="hegel" title="hegel" />
</a>
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Através deste trabalho de pesquisa sobre a vida, obra e a filosofia de Hegel pretendo mostrar uma panorâmica sobre esse grande filósofo que teve como base de seu pensamento  a Filosofia Grega Antiga (especialmente Heráclito e Parmênides);  a Filosofia Clássica (principalmente Aristóteles)  e a Filosofia dos Modernos (entre eles, Descartes,  Spinoza, Kant, Holderlin, Schiller, Fichte e Schelling).<span id="more-1149"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O hegelianismo portanto  é tributário não só dos modernos,  do racionalismo cartesiano e do próprio idealismo alemão (no qual ele vai ser o ápice), como também é devoto da filosofia grega.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos gregos, podemos lembrar, Heráclito de Éfeso, de quem Hegel herda a ideia de dialética, entendida como estrutura da realidade e do pensamento. De Aristóteles, aceita três noções capitais: a do <em>universal</em>, imanente e não transcendente ao individual (antiplatonismo); a do <em>movimento</em>, ou de <em>vir-a-ser</em>, como passagem da potência para o ato; e, finalmente, a das <em>relações entre a razão e a experiência</em>, cuja necessidade interna deve ser revelada pelo pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Do racionalismo cartesiano, Hegel aceita a ideia da racionalidade do real, ou da consciência das <em>res cogitans</em> (coisa pensante) com a <em>res extensa</em> (coisa material); e do spinozismo, em particular, a intuição de que <em>qualquer afirmação é uma negação</em>, proposição de &#8220;importância capital&#8221;, segundo Hegel.</p>
<p style="text-align: justify;">Do criticismo Kantiano, base e ponto de partida da moderna filosofia alemã, Hegel herda, de modo especial, a distinção entre o entendimento e a razão e a ideia de uma lógica transcendental que, remontando às origens do conhecimento, considera os conceitos <em>a priori</em>, em relação aos objetos, formula as regras do pensamento puro e vincula as categorias à consciência de si, ao eu subjetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hegel parte da síntese a priori de Kant, em que o espírito é constituído substancialmente como sendo o construtor da realidade e toda a sua atividade é reduzida ao âmbito da experiência, porquanto é da íntima natureza da síntese <em>a priori</em> não poder, de modo nenhum, transcender a experiência. Aí se vê uma forma de imanência.</p>
<p style="text-align: justify;">De Fichte, Hegel aceita a noção de dialética como processo de afirmação, negação e negação da negação, na síntese; e de Schelling, a noção do idealismo objetivo e da identidade do sujeito e do objeto, na consciência do absoluto.</p>
<p style="text-align: justify;">Como veremos em sua biografia, entre seus colegas na universidade em Tubingen estavam o poeta Friedrich <strong>Holderlin</strong> e o filósofo Friedrich <strong>Schelling</strong>, que partilhavam sua admiração pela tragédia grega e pelos ideais da revolução francesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes filósofos e/ou poetas deixaram muitas marcas no pensamento de Hegel. Quando falamos de Hegel temos que lembrar que os fatos históricos são marcas e componentes intrínsecos em sua filosofia, fatos  como a Revolução Francesa e o advento de Napoleão são acontecimentos capitais. Para ele a Revolução é a tentativa de restauração da cidade antiga,  o triunfo da Razão e da Liberdade, a construção do real de acordo com o pensamento,  e Napoleão é &#8220;a alma do mundo&#8221;, a individualidade superior que, perseguindo apaixonadamente seu objetivo, é agente &#8220;de um fim que constitui uma etapa na marcha progressiva do Espírito Universal&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E não é à toa que Hegel escrevera a seu amigo Niethammer “Vi o Imperador, esta alma do mundo, sair da cidade a cavalo para uma missão de reconhecimento. É verdadeiramente uma sensação maravilhosa (<em>wunderbar</em>) ver um individuo que aqui, concentrado num ponto, sobre um cavalo, estende seu poder sobre o mundo e o domina.”  (Rovighi, 1999 p.696)</p>
<p><strong>Próximo tópico: </strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/" target="_blank"><strong>Pequena biografia de Hegel</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Abraços do Benito Pepe</strong></p>
<p><strong> </strong></p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/consideracoes-finais-do-texto-hegel-os-gregos-e-os-modernos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;'>Considerações Finais do texto: Hegel os Gregos e os Modernos&#8230;</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/pequena-biografia-de-hegel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Pequena biografia de Hegel'>Pequena biografia de Hegel</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/dialetica-hegeliana/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dialética Hegeliana'>Dialética Hegeliana</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/28/hegel-os-gregos-e-os-%e2%80%9cmodernos%e2%80%9d-uma-fissura-para-a-contemporaneidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Formação de Preços, um momento importante dos 4ps</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/09/formacao-de-precos-um-momento-importante-dos-4ps/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/09/formacao-de-precos-um-momento-importante-dos-4ps/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento de Equipes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1144</guid>
		<description><![CDATA[Quando falamos em Preço, precisamos lembrar dos 4ps do Marketing, ou melhor podemos incluir um quinto “P” e que sem dúvidas é o mais importante e ao mesmo tempo o mais “problemático” e impactante de todos os “p” é o P do “Pessoal”.  Na maioria das empresas teremos sempre o “P” da Praça, que é a localização da empresa o “P” do Pessoal, mencionado acima, o “P” da Promoção ou Publicidade, o “P” do Produto ou serviço fornecido, e por fim um dos “Ps” mais preocupantes e que também pode ser um dos diferenciais de uma empresa, o “P” do Preço.


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo'>A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/28/quem-mexeu-no-meu-queijo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Quem mexeu no meu Queijo?'>Quem mexeu no meu Queijo?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/preco.gif" title="" class="shutterset_singlepic54" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/54__160x120_preco.gif" alt="preco" title="preco" />
</a>
Quando falamos em Preço, precisamos lembrar dos 4ps do Marketing, ou melhor podemos incluir um quinto “P” e que sem dúvidas é o mais importante e ao mesmo tempo o mais “problemático” e impactante de todos os “p” é o P do “Pessoal”.  Na maioria das empresas teremos sempre o “P” da Praça, que é a localização da empresa o “P” do Pessoal, mencionado acima, o “P” da Promoção ou Publicidade, o “P” do Produto ou serviço fornecido, e por fim um dos “Ps” mais preocupantes e que também pode ser um dos diferenciais de uma empresa, o “P” do Preço.<span id="more-1144"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas tomam o Preço como fator de diferenciação, mas isso ocorre não só para os preços mais baixos. Ocorre também com as empresas que têm como diferencial o preço mais elevado e portanto prezam a qualidade máxima e um público muito mais exigente e não preocupado com preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia com tanta facilidade à informação, com fácil  acesso à Internet e demonstrações claras e transparentes de todas as empresas via “Web”, é muito mais acirrada essa concorrência quanto ao Preço, e as empresas procuram disponibilizar para seus clientes a menor margem possível de lucro, algumas de maneira equivocada, trabalham com preços incapazes de compor suas planilhas de custos, isso porque estão pensando só na concorrência, depois constatarão e contabilizarão seus prejuízos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fixar preços através do mercado e para não perder mercado, pode ser um “tiro pela culatra”,  o ideal é sempre analisar os custos e a qualidade do serviço e/ou produto oferecido, atendimento, localização, publicidade,  pessoal. Enfim uma soma de fatores deverão ser levados em conta para formar o Preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este assunto foi tema de debate em uma de nossas reuniões do <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>grupo relaciono</strong></span></a>, onde empresários de diversos setores se reúnem para trocar informações e criar relacionamento. Nessa reunião se questionou se devemos ou podemos praticar preços mais baixos. E o consenso foi de que esporadicamente e em situações adversas podemos, após verificar que nossos custos foram cobertos, praticar descontos a fim de conquistar e/ou manter novos clientes. Mas note que é preciso cobrir os custos. É bom lembrar que há empresas que “investem” nos preços como se fosse uma “propaganda” uma promoção de sua empresa e de seus produtos, exemplos como esse foram e são praticados por algumas companhias aéreas que promovem promoções de tarifas aéreas que valem por <strong>pouco tempo</strong> e é só para alguns clientes que conseguem acesso e aquisição da passagem. O efeito é o famoso boca a boca e a divulgação do nome da empresa. Essa é uma estratégia de marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há também as empresas que entram no mercado de maneira agressiva com preços que “derrubam” a concorrência e pagam, literalmente pagam para ganhar uma fatia do mercado. Nessa batalha  é importante saber até onde você pode ir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Às vezes pensar muito no concorrente faz esquecermos do nosso trabalho e dos nossos diferencias que, como dissemos, nem sempre estão no preço. Quais são os nossos diferencias? O que faz nosso produto custar o que ele custa? Essas são questões que devemos refletir e fazer com que nossos clientes reflitam e <strong>percebam</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Foi também levantada a questão do preço do concorrente desleal, preço este que faz com que as boas empresas “percam” seus clientes maleáveis. Para essa questão levantou-se a hipótese de se pensar até onde podemos ir nessa briga de preços. É interessante mantermos alguns clientes, e arriscarmos não poder atender a outros? Às vezes é melhor oferecer um diferencial que não o preço a fim de mantermos nossos clientes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há momentos que podemos praticar preços promocionais a fim de gerar recursos e/ou capital de giro dispensando a capitalização no mercado financeiro onde os juros muitas vezes são exorbitantes. Mas neste caso a política de preços é esporádica e ocasional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os preços também podem ser oferecidos de maneira promocional a fim de manter a fidelidade de nossos clientes, e neste caso, há uma oferta com prazos contratuais. Nessa hipótese lembramos o velho dilema: “é mais fácil manter um cliente antigo do que conquistar um novo”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um ponto interessante e que acolhe não só nossos clientes como ajuda a conquistar novos clientes é o incentivo a indicações por parte de nossos clientes e amigos, gratificando os amigos que indicam amigos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há também momentos de situações econômicas melindrosas em que o preço é fundamental. Nessas ocasiões precisamos negociar também com nossos fornecedores, é bom lembrar que temos clientes mas também somos clientes uns dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o preço depende do relacionamento, o valor do preço é resultado de um bom trabalho de <strong>atendimento</strong>, ou seja do relacionamento com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, sem dúvidas um dos maiores investimentos que qualquer empresa deve fazer é investir no seu “P” mais importante o Pessoal, e aí sim treinar e treinar para um bom Atendimento Diferenciado, Cortez, Amigável, Simpático e com conhecimento técnico, das características do produto e acima de tudo dos benefícios do seu produto e/ou serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Preço não é tudo! E muitas vezes é um dos últimos fatores que os clientes de maior exigibilidade vão analisar e muitos nem o fazem, desconsideram a questão do preço. Portanto caro colega pense antes de formar seus preços.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Podemos definir nossos preços, pensando no nosso público, e podemos pensar no nosso público ou melhor no público que queremos ou podemos ter pensando no nosso preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo'>A Importância do Relacionamento Empresarial e do Tempo</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A Importância do Treinamento. Treinar pra que?'>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/11/28/quem-mexeu-no-meu-queijo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Quem mexeu no meu Queijo?'>Quem mexeu no meu Queijo?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/03/09/formacao-de-precos-um-momento-importante-dos-4ps/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 21:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Equinócio]]></category>
		<category><![CDATA[Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Quaresma]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Santa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=1131</guid>
		<description><![CDATA[Mais um carnaval que vem passando, e todo ano surge a mesma pergunta: quando é o carnaval este ano? Este fato ocorre porque o Carnaval é uma das festividades que tem a sua data móvel. Então como é definida a data do carnaval? A data do Carnaval é definida a partir da marcação da data da Páscoa que logicamente também tem sua data móvel. 


Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Carnaval, qual é a origem do Carnaval?'>O que é Carnaval, qual é a origem do Carnaval?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Páscoa é Renascer, é Vida Nova! É Passagem'>Páscoa é Renascer, é Vida Nova! É Passagem</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?'>O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?</a></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/veneza2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic53" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/53__160x120_veneza2.jpg" alt="veneza2" title="veneza2" />
</a>
Mais um carnaval que vem passando, e todo ano surge a mesma pergunta: <strong>quando é o carnaval este ano?</strong> Este fato ocorre porque o Carnaval é uma das festividades que tem a sua data móvel. Então como é definida a data do carnaval? A data do Carnaval é definida a partir da marcação da data da Páscoa que logicamente também tem sua data móvel.<span id="more-1131"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para se calcular a data da Páscoa é fácil, basta sabermos quando será o primeiro domingo após a <strong>Lua Cheia</strong> que vem depois do dia “21 de março”, que é quando temos o equinócio de outono no hemisfério sul ou equinócio de primavera no hemisfério norte. <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">Já falamos aqui sobre o equinócio, veja este link.</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois de marcar a data da Páscoa é só retroceder “<strong>47 dias</strong>” e teremos a <strong>3ªf. de carnaval</strong> o dia para nos despedirmos da carne, até este dia a <strong>carne vale</strong>, <strong>Carnaval</strong>&#8230; depois façamos uma abstinência de 40 dias, é a quaresma. Na verdade a quaresma (40 dias), acaba uma semana antes do domingo da Páscoa, ou seja é no <strong>Domingo de Ramos</strong>, que foi quando Jesus chegou em Jerusalém a fim de comemorar a Páscoa Judaica com seus correligionários judeus. A partir deste domingo, chamado domingo de ramos, pois o povo saldou a Jesus com Ramos, provavelmente de Palmeiras, começa a <strong>Semana Santa</strong> que foi a famosa semana em que Jesus fica em Jerusalém com seus apóstolos, faz a Santa Ceia, celebrando a páscoa judaica e depois é pego e crucificado morto e sepultado e ressuscita  no domingo de Páscoa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este ano de <strong>2010 o carnaval é em 16 de fevereiro</strong>. Este é o dia do carnaval, uma terça feira, como sempre. Mas na prática o carnaval começa bem antes e continua depois&#8230; os dias mais intensos e que são considerados feriados para a maioria das pessoas é desde 6ªf. à noite dia 12 de fevereiro e vai até 4ªf. de cinzas dia 17 de fevereiro as 12:00 hs.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Domingo de Páscoa este ano de 2010, cairá em 04 de Abril, que é o primeiro domingo depois da Lua Cheia após o dia 21 de março. Se você retroceder 47 dias chegará na 3ª f. de Carnaval dia 16 de fevereiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com relação a <strong>Origem do Carnaval</strong>, <strong>como ele surgiu</strong> e outros dados mais sobre o carnaval, visite meu texto &gt;&gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>O que é  carnaval, qual é a origem do carnaval?</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Carnaval, qual é a origem do Carnaval?'>O que é Carnaval, qual é a origem do Carnaval?</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2010/03/30/pascoa-e-renascer-e-vida-nova-e-passagem/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Páscoa é Renascer, é Vida Nova! É Passagem'>Páscoa é Renascer, é Vida Nova! É Passagem</a></li><li><a href='http://www.benitopepe.com.br/2009/03/03/o-que-e-pascoa-qual-a-origem-da-pascoa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?'>O que é Páscoa, qual a origem da Páscoa?</a></li></ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/25/carnaval-quando-e-como-e-definida-essa-data-por-que-surgiu-o-carnaval/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
