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	<title>Benito Pepe</title>
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	<description>Filosofia, Astronomia, Religião, Administração, Marketing e Assuntos da Atualidade</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Mar 2010 00:56:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Formação de Preços, um momento importante dos 4ps</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em Preço, precisamos lembrar dos 4ps do Marketing, ou melhor podemos incluir um quinto “P” e que sem dúvidas é o mais importante e ao mesmo tempo o mais “problemático” e impactante de todos os “p” é o P do “Pessoal”.  Na maioria das empresas teremos sempre o “P” da Praça, que é a localização da empresa o “P” do Pessoal, mencionado acima, o “P” da Promoção ou Publicidade, o “P” do Produto ou serviço fornecido, e por fim um dos “Ps” mais preocupantes e que também pode ser um dos diferenciais de uma empresa, o “P” do Preço.


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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Quando falamos em Preço, precisamos lembrar dos 4ps do Marketing, ou melhor podemos incluir um quinto “P” e que sem dúvidas é o mais importante e ao mesmo tempo o mais “problemático” e impactante de todos os “p” é o P do “Pessoal”.  Na maioria das empresas teremos sempre o “P” da Praça, que é a localização da empresa o “P” do Pessoal, mencionado acima, o “P” da Promoção ou Publicidade, o “P” do Produto ou serviço fornecido, e por fim um dos “Ps” mais preocupantes e que também pode ser um dos diferenciais de uma empresa, o “P” do Preço.<span id="more-1144"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas tomam o Preço como fator de diferenciação, mas isso ocorre não só para os preços mais baixos. Ocorre também com as empresas que têm como diferencial o preço mais elevado e portanto prezam a qualidade máxima e um público muito mais exigente e não preocupado com preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia com tanta facilidade à informação, com fácil  acesso à Internet e demonstrações claras e transparentes de todas as empresas via “Web”, é muito mais acirrada essa concorrência quanto ao Preço, e as empresas procuram disponibilizar para seus clientes a menor margem possível de lucro, algumas de maneira equivocada, trabalham com preços incapazes de compor suas planilhas de custos, isso porque estão pensando só na concorrência, depois constatarão e contabilizarão seus prejuízos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fixar preços através do mercado e para não perder mercado, pode ser um “tiro pela culatra”,  o ideal é sempre analisar os custos e a qualidade do serviço e/ou produto oferecido, atendimento, localização, publicidade,  pessoal. Enfim uma soma de fatores deverão ser levados em conta para formar o Preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este assunto foi tema de debate em uma de nossas reuniões do <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>grupo relaciono</strong></span></a>, onde empresários de diversos setores se reúnem para trocar informações e criar relacionamento. Nessa reunião se questionou se devemos ou podemos praticar preços mais baixos. E o consenso foi de que esporadicamente e em situações adversas podemos, após verificar que nossos custos foram cobertos, praticar descontos a fim de conquistar e/ou manter novos clientes. Mas note que é preciso cobrir os custos. É bom lembrar que há empresas que “investem” nos preços como se fosse uma “propaganda” uma promoção de sua empresa e de seus produtos, exemplos como esse foram e são praticados por algumas companhias aéreas que promovem promoções de tarifas aéreas que valem por <strong>pouco tempo</strong> e é só para alguns clientes que conseguem acesso e aquisição da passagem. O efeito é o famoso boca a boca e a divulgação do nome da empresa. Essa é uma estratégia de marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há também as empresas que entram no mercado de maneira agressiva com preços que “derrubam” a concorrência e pagam, literalmente pagam para ganhar uma fatia do mercado. Nessa batalha  é importante saber até onde você pode ir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Às vezes pensar muito no concorrente faz esquecermos do nosso trabalho e dos nossos diferencias que, como dissemos, nem sempre estão no preço. Quais são os nossos diferencias? O que faz nosso produto custar o que ele custa? Essas são questões que devemos refletir e fazer com que nossos clientes reflitam e <strong>percebam</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Foi também levantada a questão do preço do concorrente desleal, preço este que faz com que as boas empresas “percam” seus clientes maleáveis. Para essa questão levantou-se a hipótese de se pensar até onde podemos ir nessa briga de preços. É interessante mantermos alguns clientes, e arriscarmos não poder atender a outros? Às vezes é melhor oferecer um diferencial que não o preço a fim de mantermos nossos clientes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há momentos que podemos praticar preços promocionais a fim de gerar recursos e/ou capital de giro dispensando a capitalização no mercado financeiro onde os juros muitas vezes são exorbitantes. Mas neste caso a política de preços é esporádica e ocasional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os preços também podem ser oferecidos de maneira promocional a fim de manter a fidelidade de nossos clientes, e neste caso, há uma oferta com prazos contratuais. Nessa hipótese lembramos o velho dilema: “é mais fácil manter um cliente antigo do que conquistar um novo”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um ponto interessante e que acolhe não só nossos clientes como ajuda a conquistar novos clientes é o incentivo a indicações por parte de nossos clientes e amigos, gratificando os amigos que indicam amigos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há também momentos de situações econômicas melindrosas em que o preço é fundamental. Nessas ocasiões precisamos negociar também com nossos fornecedores, é bom lembrar que temos clientes mas também somos clientes uns dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o preço depende do relacionamento, o valor do preço é resultado de um bom trabalho de <strong>atendimento</strong>, ou seja do relacionamento com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, sem dúvidas um dos maiores investimentos que qualquer empresa deve fazer é investir no seu “P” mais importante o Pessoal, e aí sim treinar e treinar para um bom Atendimento Diferenciado, Cortez, Amigável, Simpático e com conhecimento técnico, das características do produto e acima de tudo dos benefícios do seu produto e/ou serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Preço não é tudo! E muitas vezes é um dos últimos fatores que os clientes de maior exigibilidade vão analisar e muitos nem o fazem, desconsideram a questão do preço. Portanto caro colega pense antes de formar seus preços.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Podemos definir nossos preços, pensando no nosso público, e podemos pensar no nosso público ou melhor no público que queremos ou podemos ter pensando no nosso preço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval, quando é? Como é definida essa data? Por que surgiu o Carnaval?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 21:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um carnaval que vem passando, e todo ano surge a mesma pergunta: quando é o carnaval este ano? Este fato ocorre porque o Carnaval é uma das festividades que tem a sua data móvel. Então como é definida a data do carnaval? A data do Carnaval é definida a partir da marcação da data da Páscoa que logicamente também tem sua data móvel. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/veneza2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic53" >
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Mais um carnaval que vem passando, e todo ano surge a mesma pergunta: <strong>quando é o carnaval este ano?</strong> Este fato ocorre porque o Carnaval é uma das festividades que tem a sua data móvel. Então como é definida a data do carnaval? A data do Carnaval é definida a partir da marcação da data da Páscoa que logicamente também tem sua data móvel.<span id="more-1131"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para se calcular a data da Páscoa é fácil, basta sabermos quando será o primeiro domingo após a <strong>Lua Cheia</strong> que vem depois do dia “21 de março”, que é quando temos o equinócio de outono no hemisfério sul ou equinócio de primavera no hemisfério norte. <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">Já falamos aqui sobre o equinócio, veja este link.</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois de marcar a data da Páscoa é só retroceder “<strong>47 dias</strong>” e teremos a <strong>3ªf. de carnaval</strong> o dia para nos despedirmos da carne, até este dia a <strong>carne vale</strong>, <strong>Carnaval</strong>&#8230; depois façamos uma abstinência de 40 dias, é a quaresma. Na verdade a quaresma (40 dias), acaba uma semana antes do domingo da Páscoa, ou seja é no <strong>Domingo de Ramos</strong>, que foi quando Jesus chegou em Jerusalém a fim de comemorar a Páscoa Judaica com seus correligionários judeus. A partir deste domingo, chamado domingo de ramos, pois o povo saldou a Jesus com Ramos, provavelmente de Palmeiras, começa a <strong>Semana Santa</strong> que foi a famosa semana em que Jesus fica em Jerusalém com seus apóstolos, faz a Santa Ceia, celebrando a páscoa judaica e depois é pego e crucificado morto e sepultado e ressuscita  no domingo de Páscoa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este ano de <strong>2010 o carnaval é em 16 de fevereiro</strong>. Este é o dia do carnaval, uma terça feira, como sempre. Mas na prática o carnaval começa bem antes e continua depois&#8230; os dias mais intensos e que são considerados feriados para a maioria das pessoas é desde 6ªf. à noite dia 12 de fevereiro e vai até 4ªf. de cinzas dia 17 de fevereiro as 12:00 hs.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Domingo de Páscoa este ano de 2010, cairá em 04 de Abril, que é o primeiro domingo depois da Lua Cheia após o dia 21 de março. Se você retroceder 47 dias chegará na 3ª f. de Carnaval dia 16 de fevereiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com relação a <strong>Origem do Carnaval</strong>, <strong>como ele surgiu</strong> e outros dados mais sobre o carnaval, visite meu texto &gt;&gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/14/o-que-e-carnaval-qual-e-a-origem-do-carnaval/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>O que é  carnaval, qual é a origem do carnaval?</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Material Escolar, Livros e Acessórios</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/23/material-escolar-livros-e-acessorios/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
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		<category><![CDATA[Material Escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[odo novo período escolar  há esta mesma preocupação, além do investimento financeiro que é bem razoável, temos que “correr” atrás de vários itens de material escolar. Hoje em dia as coisas ficaram mais simples, podemos comprar pela Internet e além do mais parcelar em até 12 vezes, o que facilita muito nossa vida. Adquirimos todo o material em sites como o Submarino, parcelamos a compra e recebemos tudo em casa ou no endereço que definirmos.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/material_escolar.jpg" title="" class="shutterset_singlepic52" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/52__160x120_material_escolar.jpg" alt="material_escolar" title="material_escolar" />
</a>
Todo novo período escolar  há esta mesma preocupação, além do investimento financeiro que é bem razoável, temos que “correr” atrás de vários itens de material escolar. Hoje em dia as coisas ficaram mais simples, podemos comprar pela Internet e além do mais parcelar em até 12 vezes, o que facilita muito nossa vida. Adquirimos todo o material em sites como o Submarino, parcelamos a compra e recebemos tudo em casa ou no endereço que definirmos.<span id="more-1118"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, mãos à obra e boas compras, <strong>clique </strong>em<strong> Papelaria </strong>ou<strong> Livros </strong>nas colunas deste site, você será direcionado ao site do Submarino.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Você pode comprar livros escolares, material escolar, cadernos, cadernos universitários, agendas, linha de desenho e pintura, mochilas, lancheiras,  estojos, pastas, material de escritório, canetas e lapiseiras, caixas organizadoras, papel A 4,  e tudo o mais que você precisar confira!!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraço, Benito Pepe</p>


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		</item>
		<item>
		<title>A Importância do Treinamento. Treinar pra que?</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2010/01/22/a-importancia-do-treinamento-treinar-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 00:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Mkt]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em treinamento, principalmente nas médias empresas, vem logo a pergunta: treinar pra que? Essa pergunta não parte só do funcionário, mas também é uma “preocupação” do empresário que pensa de maneira subliminar e mesquinha. Ele pensa que vai preparar melhor um funcionário para depois perdê-lo para o mercado, pensa que estará “cavando a sua própria sepultura” treinando pessoas para outrem.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/equipe.jpg" title="" class="shutterset_singlepic51" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/51__160x120_equipe.jpg" alt="equipe" title="equipe" />
</a>
Quando falamos em treinamento, principalmente nas médias empresas, vem logo a pergunta: treinar pra que? Essa pergunta não parte só do funcionário, mas também é uma “preocupação” do empresário que pensa de maneira subliminar e mesquinha. Ele pensa que vai preparar melhor um funcionário para depois perdê-lo para o mercado, pensa que estará “cavando a sua própria sepultura” treinando pessoas para outrem. <span id="more-1111"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bem, essa é uma maneira bem equivocada de pensar. Em Primeiro lugar porque quem pensa assim sempre terá funcionários de menor nível em suas empresas, em segundo lugar precisamos lembrar que todos, bem ou mal, sempre treinamos nosso pessoal, ainda que de maneira “prática” e sem uma metodologia adequada, sempre treinamos e ensinamos nossos funcionários a fim de que eles possam executar as tarefas e/ou vendas com a melhor eficiência e eficácia possível. Fazemos isso para conseguir melhores resultados, tanto financeiros, como no atendimento ao cliente a fim de conquistá-lo e mantê-lo em nossa empresa. Então, já treinamos. Mas precisamos treinar com método.  Mas  como fazer isso?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como disse, todos treinamos nosso pessoal, os preparamos para que se enquadrem nas normas e regras de nossa empresa, e acima de tudo,  preparamos nossos funcionários para que eles possam ter mais resultados para si e conseqüentemente para nossas empresas. O fato é que o fazemos de maneira arbitrária. Lembremo-nos que cada empresa tem a sua especialização e o seu pessoal sabe fazer o seu serviço, dessa maneira se queremos serviços bancários vamos a um banco, se queremos serviços de pintura, contratamos um profissional do setor, se queremos anúncios e publicidades, contratamos uma corretora ou agência de publicidade&#8230; então porque não fazer o mesmo quando nos referimos ao treinamento de nosso pessoal?  Precisamos de uma <strong>empresa especializada em treinamento</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um detalhe importante é que quando falamos em <strong>pessoal</strong> estamos falando da matéria mais importante e que é o maior diferencial de qualquer empresa. <strong>As pessoas são, sem dúvida nenhuma, a parte mais importante e essencial de uma empresa</strong>. Não são as Empresas que fazem negócios com os Clientes, <strong>são as Pessoas que fazem negócios com as Pessoas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">È importante quando treinamos nosso pessoal, lembrar ao funcionário que o seu aprendizado será um bem, em primeiro lugar para ele mesmo. Ele deve vestir em primeiro lugar a sua própria camisa, que será a sua <strong>marca</strong> e o seu desenvolvimento enquanto pessoa e ser humano, capaz de obter o seu sucesso, e depois sim, ele poderá vestir a camisa de nossa empresa. Quem não veste a sua camisa,  não pode vestir a nossa. <strong>Quem não quer aprender a servir não serve para viver</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vejamos alguns dos pontos que foram abordados durante um de  nossos encontros no grupo de empresários que coordeno no Rio de Janeiro, chamado “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/11/21/a-importancia-do-relacionamento-empresarial-e-do-tempo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Relaciono</strong></span></a>”, com relação a este tema “<strong>Treinamento</strong>”,  conforme os transcrevo abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os funcionários “nos treinam também”, então porque      não treiná-lo?;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Aprendemos a trabalhar também e principalmente      através de nossos clientes, tanto dos externos, quanto dos nossos      funcionários que são nossos Clientes Internos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não exija de uma pessoa que não pode ajudar, que      não corresponda;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>A ovelha negra não termina nunca;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Temos que amar o trabalho que fazemos (entusiasmo);</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quando treinamos teremos várias pessoas preparadas      e divulgando a nossa empresa;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Lembremo-nos da importância da empresa e do lado social (não pensar só em lucro);</li>
<li>Quando temos funcionários capazes, aptos ao aprendizado, mas não o treinamos o perderemos, porque estes querem aprender e vão buscar isso em outra empresa&#8230;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Sempre teremos funcionários que precisam de motivação; quando se fala em treinamento, se fala também em treinamento motivacional.</li>
<li>Há alguns <strong>tipos de funcionários</strong> característicos em qualquer empresa, aqueles que <strong>sabem fazer</strong> e <strong>estão motivados</strong>; estes “não precisam de treinamento”, mas podem ajudar a treinar; há aqueles que <strong>sabem fazer</strong>, mas <strong>não estão motivados</strong>, estes precisamos fazer treinamento de motivação;  há aqueles que <strong>estão motivados mas não sabem fazer</strong>, estes, treinamos para que eles aprendam a fazer; e por fim há aqueles que <strong>não sabem fazer e não estão motivados a aprender</strong>, estes dispense da sua empresa&#8230;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É interessante lembrar que mesmo quem “saiba fazer” precisa de treinamento sim, sabe por que? Porque quem não treina perde o foco mais sedo ou mais tarde.  Vamos ver dois exemplos de  homens que obtiveram o maior destaque na sua área de atuação e vejamos se eles treinavam ou não. Um deles foi o nosso amado <strong>Airton Sena</strong>, treinava demasiadamente, era muito disciplinado e determinado, sabia fazer, mas não parava de treinar;  o outro é o maior campeão de Fórmula 1 de todos os tempos: <strong>Michael Schumacher, </strong>treinava obcecadamente, cada vez que ganhava uma corrida treinava mais e mais para continuar ganhando&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro motivo para o treinamento é estar preparado para um  momento quando se defrontar com uma situação, às vezes inusitada, às vezes não rotineira, mas que é bom estar bem atendo e ágil para quando se passar por ela se “tirar de letra”.   (grande exemplo são os treinamentos de guerra)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por fim fazer treinamentos através de uma empresa que apresente <strong>boas dinâmicas</strong> é também muito gostoso,  divertido e prazeroso. <strong>Aprender com prazer é o nosso lema</strong>. Se você se convenceu da importância do treinamento, <strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/contato/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">entre em contato comigo</span></a> </strong>que te apresento uma ótima empresa de treinamento onde sou instrutor e facilitador com muito prazer,  pois também estou aprendendo e treinando eternamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Os Brancos, Amarelos e Índios são “mutações” do homem original Negro</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Interessante que muitos vão dizer que o homem foi criado a imagem e semelhança de Deus, partindo-se dessa premissa e se esse for o mesmo Homem Moderno como nós o conhecemos, então Deus era Negro. Muitas pessoas desde criança questionam, por que os homens criados a imagem e semelhança de Deus são tão diferentes entre si? Por que há Brancos, Negros, Amarelos etc.? Os Brancos, Amarelos e Índios são “mutações” do homem original Negro.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/04/os-brancos-eram-negros-ha-milhares-de-anos-atras/" target="_blank"><strong>Continuando o texto, veja o início clique Aqui!</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/deus-negro.jpg" title="" class="shutterset_singlepic50" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/50__160x120_deus-negro.jpg" alt="deus-negro" title="deus-negro" />
</a>
Interessante que muitos vão dizer que o homem foi criado a imagem e semelhança de Deus, partindo-se dessa premissa e se esse for o mesmo Homem Moderno como nós o conhecemos, então Deus era Negro. Muitas pessoas desde criança questionam, por que os homens criados a imagem e semelhança de Deus são tão diferentes entre si? Por que há Brancos, Negros, Amarelos etc.? Os Brancos, Amarelos e Índios são “mutações” do homem original Negro.<span id="more-1027"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo o trabalho tanto de Langaney quanto de Sforza: se existem diferenças genéticas entre <strong>grupos étnicos</strong>, elas estão somente na freqüência com que cada gene ou grupos de genes se apresentam nas diversas populações. O que faz, então, com que os etíopes tenham a pele escura, enquanto os belgas têm pele clara? Ainda é cedo para esperar uma resposta definitiva, mas hoje há um consenso de que as diferenças são circunstanciais. “Provavelmente, uma simples questão de clima”, explica Langaney. <strong>Do ponto de vista bioquímico, por exemplo, não existem classificações como brancos, negros e amarelos:</strong> <strong>apenas pessoas com menos ou mais melanina.</strong> É essa substância, presente nas camadas profundas da epiderme, que responde pela coloração da pele, dos cabelos e dos olhos. Quanto mais melanina, mais escura a pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não conseguimos explicar o mecanismo de incidência do sol na coloração da pele, nem como isso se transfere hereditariamente, mas sabemos muito bem, por outro lado, que a síntese da vitamina D depende diretamente dos raios ultravioleta”, revela Langaney. Presentes em maior quantidade nas zonas tropicais, esses raios são menos absorvidos por peles escuras do que pelas claras. A falta de vitamina D, por sua vez, causa raquitismo. “Basta uma simples olhadela no mapa-múndi para notar que, geograficamente, de acordo com a região em que se estabeleceram, as populações são menos ou mais claras.” <strong>Antes das grandes migrações que, a partir do século XVI, marcaram a história da humanidade, todos os grupos de pele mais escura se situavam nas zonas tropicais</strong>, <strong>enquanto os mais claros são sempre aqueles próximos das latitudes mais altas.</strong> <strong>Ao mesmo tempo, zonas intermediárias, como as Filipinas ou a Índia, são ocupadas por pessoas de cores igualmente intermediárias.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a teoria mais aceita atualmente, os homens que migraram da África Central ou do Oriente Próximo em direção ao norte teriam mudado de cor de pele para melhor absorver os raios ultravioleta . Assim, escapariam à ameaça do raquitismo, já que o Sol aparecia menos por lá do que nas terras de onde, supõe-se, vieram.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, tudo leva a crer que <strong>as diferenças de cor que notamos entre um negro e um asiático, por exemplo, ocorreram há pouco tempo na escala de desenvolvimento da humanidade.</strong> Principalmente quando comparadas com características essenciais: é quase certo que o código genético que determina que todos tenham 4,5 metros quadrados de pele antecedeu em muito o que determina a coloração da pele. Para usar o mesmo exemplo, <strong>a cor da pele parece levar de 20.000 a 40.000 anos para se modificar.</strong> A conclusão vem do fato de a América ter sido povoada, a partir da Ásia do Norte, há não mais de 40.000 anos. Este intervalo teria sido suficiente para que a incidência solar dos trópicos fizesse efeito e escurecesse as populações que ali se estabeleceram, os ameríndios. “E o que são 40.000 anos diante dos 4 milhões de anos que forjaram biologicamente a espécie humana?”, pergunta Langaney.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assim como a cor da pele, as estaturas também parecem estar ligadas ao tipo de meio ambiente eleito por uma população.</strong> E não deve ter sido necessário muito mais tempo do que o gasto nas mudanças de cor para que populações africanas desenvolvessem estaturas tão discrepantes como entre pigmeus (1,50 metro), habitantes da floresta equatorial, e os saras (1,80 m) que habitam zonas áridas do continente. É certo que a transformação das sociedades rurais agrícolas em sociedades urbanas industrializadas interferiu violentamente nessa divisão: um estudo da média de altura dos recrutas militares franceses entre 1880 e 1970 mostra que a população masculina do país chegou a crescer 7 centímetros nesses noventa anos. As exceções só confirmam a regra.</p>
<p style="text-align: justify;">A seu modo, Sforza também reforça a tese de que as diferenças aparentes são mais ligadas a fatores climáticos e ambientais do que a origens distintas. <strong>Em sua árvore genealógica, a cor da pele não é um critério e nada impede que brancos e negros saiam da mesma família.</strong> Os branquelos lapões do norte europeu vieram do mesmo grupo — caucasianos — que originou os escuros berberes da África. As diferenças, assim como a distância genética, portanto, foram adquiridas através do tempo. <strong>Quanto mais distantes geograficamente, menos as populações se parecem</strong>. “A rede genética mostra que as discordâncias se fizeram durante a colonização do mundo”, esclarece Langaney.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a cadeia genética de cada uma dessas famílias tenha sofrido alterações à medida que elas se afastavam e se subdividiam, nenhuma desenvolveu qualquer tipo de gene específico. Recentemente, Sforza demonstrou que, além da coincidência geográfica, <strong>a familiaridade genética se superpõe quase sempre a uma familiaridade lingüística</strong>. Ou seja, quanto mais geneticamente próximos os grupos, mais suas línguas se correspondem.</p>
<p style="text-align: justify;">Arqueologicamente, <strong>hoje poucos duvidam da origem africana do “homem moderno”</strong>: supõe-se que ele <strong>surgiu entre a África Central e o Oriente Próximo</strong>, há <strong>100.000 ou 150.000 anos.</strong> Pelo menos é o que indicam seus vestígios mais antigos, entre 100.000 e 125.000 anos, encontrados no continente africano. Mas foi com a descoberta do Homem de Qafzeh, um crânio desenterrado na Palestina, que a tese da migração do Homo sapiens sapiens começou a se concretizar: Eva, o nome dado ao mais perfeito exemplar do passado humano, viveu há 92.000 anos. Para Sforza, a data-chave do momento em que os ramos africanos e não-africanos se separaram para iniciar a grande andança, espalhando tipos tão diferentes pelos quatro cantos do mundo que, às vezes, é difícil acreditar virem todos do mesmo ancestral. Para Langaney e Sforza, apenas mais uma prova da sabedoria do velho ditado popular: as aparências realmente enganam.</p>
<p style="text-align: justify;">É amigo leitor, podemos dizer filosoficamente: os nossos sentidos nos enganar&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>Os Brancos eram Negros há milhares de anos atrás</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 22:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[uma pesquisa científica falando sobre a origem do homem branco e da “diversidade das raças” no Planeta Terra, dizia sumamente que todos (os homens modernos) vieram de uma única raça: a Negra. Portanto somos todos negros em nossa origem biológico-genética, a única coisa que nos diferencia é a cor de nossa pele, nada mais.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
Há alguns anos atrás assisti em um Canal Cultural  de uma TV fechada uma pesquisa científica falando sobre <strong>a origem do homem branco e da “diversidade das raças” no Planeta Terra</strong>, dizia sumamente que <strong>todos os homens modernos vieram de uma única raça</strong>: <strong>a Negra</strong>. Portanto somos todos negros em nossa origem biológico-genética, a única coisa que nos diferencia é a cor de nossa pele, nada mais.<span id="more-1019"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde então procurava saber mais sobre o assunto até que encontrei na <strong>Revista Super</strong> <strong>Interessante</strong> uma reportagem falando sobre esse tema. Seu título: <strong>“Brancos, negros, índios e amarelos: Todos parentes”. </strong>O texto abaixo é uma adaptação livre e atualizada dessa reportagem. Em suma veremos que Brancos, Índios e Amarelos  vieram todos dos Negros Africanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Anos atrás no “Museu do Homem de Paris” houve uma exposição intitulada “<strong>Todos Diferentes, Todos Parentes</strong>”,  a reportagem que agora posto lembra que se Morton estivesse vivo (Morton foi um grande cientista que morreu em 1851, estudava a “diferença” entre as raças humanas) ele certamente teria um enfarto fulminante ao ver que várias pessoas, incluindo crianças, remontavam, em uma tela de computador,  aquilo que ele levou décadas em sua vida fazendo no laboratório. Diariamente, centenas de jovens e curiosos em geral se divertiram na mostra  criando “homens” inimagináveis, numa miscelânea que inclui os mais variados tipos de cabelo, olhos, rosto ou mesmo o tamanho do nariz.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa brincadeira se confunde com a própria explicação da origem do homem moderno, o Homo sapiens sapiens: a de que, ao contrário do que pensava <strong>Morton</strong>, as diferenças físicas, tão gritantes a nossos olhos, não passam de detalhes na história de uma espécie que, embora numerosa e espalhada por todo o mundo, em última análise <strong>provém de um único ancestral.</strong> As aparências enganam. “O sentido da visão tem um papel primordial nas percepções humanas, enquanto várias espécies de animais que diferem na cor dos pêlos ou da pele parecem não dar a menor importância a isso”, brinca o francês André Langaney, chefe do laboratório de Biometria de Genética da Universidade de Genebra.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que as questões de um século atrás ainda persistem: <strong>se somos descendentes de um mesmo antepassado, por que alguns têm a pele negra, cabelos crespos e olhos escuros, enquanto outros têm olhos puxados, cabelos lisos e a pele amarela?</strong> Por que os pigmeus medem em média 1,50 metro, enquanto suecos chegam a 1,77 metro? As diferenças são tantas, que apenas enumerá-las já soa como uma missão impossível — quanto mais listar respostas para cada uma&#8230; Mas para geneticistas como Langaney ou o célebre italiano Luigi Luca Cavalli-Sforza, um dos maiores especialistas no assunto, <strong>muito mais numerosas e essenciais são as igualdades</strong>. Todo homem, seja ianomâmi ou finlandês, possui cerca de 4,5 metros quadrados de pele, 100 órgãos, 450 músculos motores, 211 ossos, 950 quilômetros de tubos (veias e artérias), 100.000 quilômetros de fibras nervosas, 5 litros de sangue, 60 trilhões de células, etc. etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Tão importante ainda é que jamais se encontraram genes que pudessem ser considerados característicos de uma única população, por mais isolada que ela viva. Isto é: os cerca de 3 bilhões de componentes do patrimônio genético são compartilhados pelos 6 bilhões de homens que ocupam o Planeta. Sem exceções. É o que asseguram décadas de pesquisas, em especial as realizadas por aqueles dois especialistas. Langaney concentrou seu trabalho em três genes que são fundamentais no ser humano. O primeiro, responsável pelo tipo sangüíneo, é o sistema ABO. O outro, o do fator Rhesus, determina o Rh positivo e negativo. Quanto ao terceiro, o Gm, é o gene que produz a imunoglobulina, substância essencial para o sistema imunológico. Tais genes se encontram em centenas de grupos étnicos, cujas células a equipe de Langaney vasculhou. E <strong>o pesquisador é taxativo: isto descarta a possibilidade de existirem genes “brancos”, “negros” ou “amarelos”, como se acreditou até há pouco.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Nenhuma população se isolou por um tempo suficiente para se constituir como uma raça completamente diferenciada”, garante Cavalli-Sforza. Professor da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, ele diz isso com a autoridade de quem <strong>nos últimos cinqüenta anos se dedicou a construir a mais completa e ambiciosa árvore genealógica da espécie humana </strong>e hoje se dá ao conforto de andar de chinelos nos corredores da universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sforza testou nada menos de 120 características humanas gravadas nos genes, inclusive o fator Rhesus e os sistemas ABO e Gm. E também não poupou o computador de Stanford para reagrupar milhares de trabalhos lingüísticos e arqueológicos, a partir dos quais <strong>selecionou os 42 grupos mais estudados, numa amostragem perfeita dos</strong> <strong>habitantes dos cinco continentes.</strong> Etíopes, pigmeus, europeus em geral, lapões, esquimós, japoneses, polinésios e índios americanos são apenas algumas das etnias escolhidas por ele. E, a partir desses estudos, o geneticista genovês radicado nos Estados Unidos chegou a uma conclusão inovadora: a de que era possível reconstituir a história da evolução humana com base na freqüência de certos genes, o chamado critério de distância genética.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator Rhesus é um exemplo que pode ajudar a entender essa conclusão. Sforza verificou que 16% dos ingleses tinham o fator Rhesus negativo, enquanto a freqüência nos bascos era de 9% e nos japoneses 0%. “Se nos limitarmos ao Rhesus, podemos dizer que os ingleses são mais próximos dos bascos que dos japoneses.” É lógico que, para obter a distância genética entre as populações, <strong>Sforza não usou apenas um gene; analisou mais de uma centena.</strong> Graças a esse critério, pôde chegar então às sete grandes famílias, os colonizadores da Terra: africanos, caucasianos, asiáticos do sul, asiáticos do norte, australianos, insulares do Pacífico e ameríndios.</p>
<p><a href="http://www.benitopepe.com.br/2010/01/05/os-brancos-amarelos-e-indios-sao-%E2%80%9Cmutacoes%E2%80%9D-do-homem-original-negro/" target="_blank"><strong>Veja a segundo parte deste texto</strong> &gt; <strong>Os Brancos, Amarelos e Índios são “mutações” do homem original Negro</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraço do Benito Pepe</p>


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		<title>A Contagem do Tempo e o Calendário Gregoriano</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/29/a-contagem-do-tempo-e-o-calendario-gregoriano/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 01:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da contagem do tempo e do nascimento do calendário, temos que lembrar que o homem desde que começou a pensar e isso parece ser bem remoto, sempre se preocupou com a observação do Céu, ainda que para se guiar através do Sol ou das Estrelas.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/tempo-calendario.jpg" title="" class="shutterset_singlepic48" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/48__160x120_tempo-calendario.jpg" alt="tempo-calendario" title="tempo-calendario" />
</a>
Em Primeiro lugar como vamos falar da  Contagem do Tempo e do Calendário<strong>&#8230; FELIZ  2010!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para falarmos da contagem do tempo e do nascimento do calendário, temos que lembrar que o homem desde que começou a pensar, de maneira racional e isso parece ser bem remoto, sempre se preocupou com a observação do Céu, ainda que para se guiar através do Sol ou das Estrelas.<span id="more-993"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O homem naturalmente observou que o Sol aparece em um ponto do Céu (leste) vai “subindo” até o ponto mais alto do Céu (zênite) e vai embora em outro ponto do Céu (oeste), dessa maneira se dá o dia e a noite. Notou-se que a Lua vai mudando de fase durante o transcorrer dos dias, assim passaram a chamar de mês cada vez que a lua completasse uma nova fase, isso se dá em mais ou menos  29 dias e 12 horas.  Observaram também que a cada dia o Sol “nascia” em um ponto um pouquinho diferente do anterior “caminhando” mais para o Norte ou para o Sul, e verificaram que quando o Sol nascia em determinado ponto, estavam em uma certa estação do ano: Verão, Outono, Inverno ou <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/09/25/primavera-a-estacao-das-flores/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Primavera</strong></span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira o homem, ainda que sem possuir os conhecimentos de astronomia que temos hoje, pôde <strong>fazer um calendário</strong> e identificar quando chegaria a estação que lhe interessava. Com isso ele passa a dispor de um conhecimento básico para saber a melhor época para plantar, para viajar, e muitos povos calculavam quando seria melhor conceber (ou engravidar), a fim de ter um clima mais apropriado, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Conhecer os <strong>dias</strong>, os <strong>meses</strong> e o <strong>ano</strong> foi uma “simples” questão de observação da natureza. Eles verificaram que o “tempo” era cíclico e que o clima voltava de época em época a ter as mesmas características.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que eles “não sabiam” é que a Terra dá uma <strong>volta ao redor do Sol</strong> e que isso leva um ano ou seja 365 dias. Para ser mais preciso, o tempo que a Terra leva para voltar ao mesmo ponto em torno do Sol é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,2 segundos, daí a necessidade do ano bissexto e dos acertos no calendário de tempos em tempos tais como a cada ciclo de 400 anos (começou-se em 1600), seria bissexto também, mas 1700, 1800 e 1900 não o foram. Assim o ano de 2000 foi bissexto e 2100, 2200 e 2300 não o serão.  Ou seja só serão bissextos os anos seculares divisíveis por 400.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A pesar de todo esse malabarismo com o acerto do calendário ainda há um resíduo de 26,8 segundos por ano, o que na soma a cada 400 anos equivale a um total de 2 horas, 58 minutos e 40 segundos em relação à realidade astronômica. Nessa proporção haverá uma defasagem de um dia a cada 3.223 anos, há uma ideia para corrigir isso tornando comum o ano 4000 que seria bissexto pela regra de Gregório.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este calendário que o mundo ocidental e grande parte do mundo globalizado usa é o <strong>Calendário Gregoriano</strong> fundado pelo <strong>Papa Gregório XIII</strong> em 24 de fevereiro de 1582, depois de longos 5 anos de estudos e a fim de substituir o calendário Juliano. A contagem oficial começou em 15 de outubro de 1582, quando se “eliminou” dez dias (de 5 a 14 de Outubro de 1582), a fim de se acertar a defasagem do tempo das estações com a realidade do Céu, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cada “Ano” é uma “volta completa” em torno do Sol dada pelo Planeta Terra ou qualquer outro Planeta, cada Planeta leva  uma quantidade diferente de dias para completar esta volta, do ponto de vista terrestre, considerando o nosso dia de “24 horas”,  Mercúrio demora só 88 dias, Marte leva 687 dias para dar a volta ao redor do Sol e a Terra, como dissemos, demora um pouco mais de 365 dias. Isso significa, na verdade, que um ano, quando não for bissexto (com 366 dias) não se dá exatamente na zero hora do dia 1º de Janeiro mas em algumas horas depois&#8230; algo como <strong>5h 48m 45,2s.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Interessante é que a cada <strong>ano novo</strong> o povo está ligado no Calendário que vai surgir: <strong>2010</strong>, <strong>2011</strong>, <strong>2012</strong>&#8230;  no entanto muitos nem sabem ou lembram que acabamos de dar uma volta ao redor do Sol, e vamos começar uma nova volta, falo com um tom poético&#8230; a propósito e de qualquer maneira podemos lembrar de “dar a volta por cima” no ano que passou e pensar no ANO NOVO e parafraseando nosso amado Compositor e Doutor em Zoologia Paulo Manzolini, dizer: “<strong>Levanta Sacode a poeira e dá a volta por cima</strong>” aliás esta expressão ficou famosa por causa dessa música. E falando-se em “poeira”, lembremo-nos que <strong>somos poeira das estrelas</strong>&#8230; como menciono no artigo&gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>A Origem do Universo e da Vida</strong></span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tem gente que diz que o “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/02/o-tempo-esta-passando-mais-rapido-2/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Tempo está passando mais rápido</strong></span></a>”, mas será que isso está mesmo ocorrendo? Há quem diga que o tempo não existe e que isso é apenas uma “convenção humana”. Bem, o que importa mesmo é vivermos o Nosso Tempo com felicidade e alegria. Precisamos estar em Sintonia com o Tempo, mas não necessariamente com o Calendário, aliás calendários existem muitos e diversos, alguns já até foram extintos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para saber mais ou ler sobre esta questão do Tempo e do Calendário sugiro alguns livros:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“<strong>Sobre o Tempo</strong>” de Norbert Elias, <strong>este autor alega que o tempo não existe em si</strong>,  <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/60434/?franq=285888" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>você pode adquirir clicando Aqui!</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recomendo</strong> o livro “<strong>Panorama visto do centro do Universo</strong>: a descoberta de nosso extraordinário lugar no cosmos” de Joel R. Primack e Nancy Ellen Abrams, este livro é muito interessante em vários aspectos e <strong>tem um capítulo especial sobre o Tempo</strong>, em uma panorâmica filosófica astronômica. <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21408863/?franq=285888" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Para adquirir clique Aqui!!</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“<strong>O Tempo que o Tempo tem</strong>: por que o ano tem 12 meses e outras curiosidades sobre o calendário” de Alexandre Cherman e Fernando Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Espero que tenha uma boa leitura e um Bom Tempo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraço do Benito Pepe</p>


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		<title>O Mundo que se Diz Cristão e suas leis não Cristãs</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 21:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes fico pensando... será que os dirigentes destas nações, apesar de baterem no peito para dizer que são cristãos, dirigem mesmo os seus países? Ou será que eles não são cristãos coisa nenhuma?


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/christ-on-the-cross.jpg" title="" class="shutterset_singlepic47" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/47__160x120_christ-on-the-cross.jpg" alt="christ-on-the-cross" title="christ-on-the-cross" />
</a>
Se você pretende ver o artigo &gt; “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">É Natal&#8230; Mas é para todo o Mundo?” Clique neste Link.</span></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bem, é mais um Natal que chega&#8230; e é desde o século IV, que no Ocidente, se celebra a festa do Natal em 25 de dezembro. Antes a data variou um pouco como 6 de janeiro e 20 de abril. Mas isso não importa  tanto, o que importa é comemorarmos e celebrarmos o nascimento de Jesus.<span id="more-976"></span></p>
<p style="text-align: justify;">(Para saber sobre a Origem do Natal veja o Artigo &gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">O  que é Natal? Qual  a Origem do Natal?</span></strong></a>)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Verbo que se fez carne e veio habitar entre nós, nos trouxe tantas e tantas orientações e maneiras de bem viver a vida. “Amai a Deus em primeiro lugar e ao teu próximo como a ti mesmo.” Mas é isso parte do  mundo que se diz Cristão faz?</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo chamado Cristão se inicia e sua  expansão se dá através da Fé, mas será que hoje no brotar do terceiro milênio, o Mundo Ocidental pode se dizer cristão?</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não podemos omitir os erros dos primeiros Cristãos, quando muitas vezes usaram da força e do poder que lhes eram “concedidos,” ou que eles “tomavam” para si. No entanto da mesma forma não podemos esquecer das possibilidades que nos foram proporcionadas em conseqüência deste mesmo poder; se não fosse por ele, talvez hoje não tivéssemos a fé cristã tão significativamente representada no mundo ocidental.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto não devemos lembrar somente dos erros da Igreja Cristã Imperial, mas também das suas virtudes. Contudo isso não é o que ocorre, o sol nasce todos os dias, no entanto não são todos os Cristãos que estão ali para apreciá-lo e agradecer a Deus por esta maravilha e talvez essência da Vida. Como querer cobrar que lembremos das boas obras&#8230; é muito mais fácil lembrar das tempestades do que do sol&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo o mesmo pensamento, nós só nos lembramos da luz quando não a temos, só lembramos de coisas que estão sempre ao nosso dispor quando elas nos faltam inesperadamente. Assim ocorre também no mundo ocidental que se diz cristão, mas infelizmente está longe de ter este mérito. Eu posso dizer mérito sem medo de errar, basta estudar, ainda que com reservas e distância da fé, e não acharemos nem só um item que contrarie o bom senso, a transparência, e a facilidade de vida que o cristianismo propicia a quem o vive, e se todos o fizessem é evidente que o mundo seria outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos no planeta apenas 33% de cristãos, incluindo os católicos e os inicialmente chamados protestantes, estes em geral se subdividiram em milhares de denominações. Começando com os luteranos (os mais justificados pela separação) os anglicanos e tantas outras denominações que vieram se subdividindo e que até hoje continuam se separando, mas acredito que isto um dia deverá cessar, e o contrário poderá ocorrer se reunificando como acho que é a vontade do Mestre e Pai desta Fé. Jesus Cristo disse: “<strong>que todos sejam um só para que o mundo creia que tu me enviaste”. </strong>Transcrevo a citação completa: <em>“para </em><em>que todos sejam um só</em><em>, como </em><em>Tu</em><em>, Pai, estás em mim e Eu em ti, para que assim eles estejam em Nós e o </em><em>mundo creia que Tu me enviaste</em><em>” (Jo 17,21).<strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Mas enquanto isto não ocorre devemos observar o antagonismo das filosofias e doutrinas que foram infelizmente adaptando a fé ao seu modo de pensar, e ao meu ver, erroneamente. Alguns acham que devem contemporizar os Princípios Cristãos como se as leis de Deus fossem cíclicas e pudessem ser “atualizadas.” Isso realmente é engraçado, para não dizer catastrófico. Interessante como os mesmo que criticam a fé Originária Cristã são os que, muitas vezes, se afastam dela. Vamos dar alguns exemplos de atitudes não cristãs, utilizadas pelos regimes de paises que se dizem Cristãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pena de morte</strong> (cadeira elétrica e outras formas de “crucificação”), legalização do aborto, capitalismo selvagem, matar através da guerra, submeter outros povos ao seu bel prazer e poder e outras situações de libertinagem e oficialização de “coisas” muito distantes da doutrina cristã e que são absolutamente proibidas por Jesus e seus discípulos, ocorrem no lado do “Mundo Cristão.”</p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/christ-on-the-cross.jpg" title="" class="shutterset_singlepic47" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/47__160x120_christ-on-the-cross.jpg" alt="christ-on-the-cross" title="christ-on-the-cross" />
</a>
Os países que foram precursores nestas práticas de libertinagem, têm em sua predominância a fé evangélica e/ou católica, mas parece que esqueceram das leis mais importantes. As leis de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes fico pensando&#8230; será que os dirigentes destas nações, apesar de baterem no peito para dizer que são cristãos, dirigem mesmo os seus países? Ou será que eles não são cristãos coisa nenhuma?</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou mostrar as bases bíblicas para não dar margens a discussões não cabíveis, esta é apenas uma crítica pessoal que faço para demonstrar que todos cometemos erros em algum período de nossa história e isso ocorre  mesmo na contemporaneidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É amigo&#8230; é Natal! Mais um aniversário de Jesus que comemoramos. Será que neste mundo ocidental onde está a maioria dos cristãos, sabe-se que é Natal? Aliás &gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/o-que-e-natal-qual-a-origem-do-natal/" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;"> O  que é Natal? Qual  a Origem do Natal?</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, FELIZ NATAL, e que o aniversariante seja lembrado intensamente ao menos no dia do seu aniversário&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do Benito Pepe</p>


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		<title>O que é  Natal? Qual a Origem do Natal?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 21:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pretendo mostrar neste texto a Origem da data do Natal Cristão, o “abafamento” quanto à festa original pagã, e de qualquer maneira,   propiciar  para que não  esqueçamos desta “Data Cristã”. Mas antes precisamos saber: o  que significa Natal? Natal significa Nascimento, e isso quer dizer aniversário, a data do nosso aniversário é o nosso Natal. Porém, embora muitos desconheçam esse fato, a data do nascimento de Jesus não é sabida com exatidão, ou seja o dia 25 de Dezembro não é o dia do Natal de Jesus Cristo.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/natalpagao.gif" title="" class="shutterset_singlepic46" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/46__160x120_natalpagao.gif" alt="natalpagao" title="natalpagao" />
</a>
Pretendo mostrar neste texto a Origem da data do Natal Cristão, o “abafamento” quanto à festa original pagã, e de qualquer maneira,   propiciar  para que não  esqueçamos desta “Data Cristã”. Mas antes precisamos saber: o  que significa Natal? Natal significa Nascimento, e isso quer dizer aniversário, a data do nosso aniversário é o nosso Natal. Porém, embora muitos desconheçam esse fato, a data do nascimento de Jesus não é sabida com exatidão, ou seja o dia 25 de Dezembro não é o dia do Natal de Jesus Cristo.<span id="more-971"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira a única coisa certa que temos quanto ao dia 25 de Dezembro é que este não foi o dia do nascimento do Mestre Jesus, mas isso não impede que o comemoremos neste dia, pois ninguém sabe ao certo quando foi que o Menino Jesus Nasceu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A definição desta data para ser comemorada em 25 de dezembro se deve ao fato da Igreja Cristã escolher uma data que era festiva na época, e ao mesmo tempo, fazer que se fosse aos poucos esquecendo dessa outra festa que tinha origem pagã,  era a festa do Sol ou como queiram, deus Sol.  Assim a igreja no século IV começa a <em>cristianizar </em>uma data<em> </em>pagã<em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Naquela época em Roma havia uma festa chamada Saturnália que era uma festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro, nesse  período havia muita alegria e se trocavam presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como podemos perceber, aquelas festas pagãs e a festa do deus Sol era exatamente na época do Solstício de Inverno no hemisfério Norte, e ao contrário, início do Verão no hemisfério Sul. Lá é início do Inverno o que combina com o Papai Noel com toda a sua roupa pesada e agasalhada, o mesmo não combina com quem está no Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que precisamos enfatizar agora é que embora a data tenha uma origem “menos nobre” o importante é que o povo cristão passou a comemorar em 25 de dezembro o Nascimento de Jesus Cristo, e isso foi sendo vivenciado por muitos e muitos séculos, até que aos poucos e ironicamente começou-se a perceber que a data de Natal não tem mais o sentido Cristão que teve durante muitos e muitos anos&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje as pessoas, em sua grande maioria, a pesar de não saberem a origem da Festa de  Natal, estão de qualquer maneira a vivenciando como uma festa pagã, estes não sabem, e talvez  nunca souberam que a data de 25 de Dezembro passou a ser a data de comemoração do nascimento do Menino Jesus Cristo, e portanto é uma festa religiosa Cristã. Pode parecer irônico este fato, e de fato o seria se “o Mundo que se diz Cristão” realmente o fosse.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No entanto como observamos no Mundo Ocidental que se diz Cristão tantas e tantas atrocidades e atitudes incoerentes que os maiores ditadores, não cristãos da história,  teriam até inveja por não terem imaginado tais atrocidades antes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira parece até normal que este “povo de Deus” aja como se este dia fosse um outro dia qualquer e que, da mesma maneira que os antigos que “comemoravam um solstício” estes estão comemorando “apenas” uma reunião de família, um Verão ou Inverno que começa e um dia de dar e receber presentes e lembranças, mas lembranças do que mesmo hem?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bem, começamos com uma data pagã, a transformamos em uma data Cristã e voltamos a ter uma data pagã&#8230; será que é assim que vai terminar a história?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um dia destes conversando com meu tio Enzo sobre este artigo que eu iria publicar, ele disse: Você não deve fechar este artigo apenas deixando este questionamento. Que tal sugerir o Retorno ao Sentido mais Sublime do Natal. E ele completou “precisamos ter um Bolo à mesa na  ceia de Natal”</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Assim amigos leitores eu solidário com meu tio Enzo gostaria de convocar os amigos que sejam ou que tenham um carinho pelo Cristianismo e principalmente pelo Mestre Jesus Cristo que retornemos às lembranças do Natal Primordial. Então da mesma maneira que nos aniversários dos mortais temos um bolo à mesa e cantamos parabéns, façamos o mesmo com este amigo aniversariante que estará completando 2010 anos (<strong>1</strong>) desde que veio a este Planeta Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Feliz Natal!  Coma o bolo lembrando do Aniversariante. Lembre-se, ainda que instantaneamente, o porquê desta data existir até aos nossos dias&#8230; Aliás se antes tínhamos um Sol, hoje temos uma Luz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Benito Pepe</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja outro texto meu sobre o Natal &gt;</strong> <a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/17/e-natal-mas-e-para-todo-o-mundo/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>É Natal&#8230; Mas é para todo o Mundo?</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota</strong>.: Na verdade não se sabe ao certo, nem o dia em que Jesus Nasceu e nem há quantos anos exatos esse fato ocorreu, há um erro na contagem desses anos que hoje atribuímos a partir do Calendário Gregoriano, o mesmo contém um erro que pode ser de mais 4, 6 ou mais anos. Portanto já estaríamos comemorando, pelo menos 2014 aniversários de Jesus (isto desde que ele veio ao Planeta Terra).</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Referências Bibliográficas do Texto Heidegger e os Gregos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 19:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto >  “Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu” você pode acompanhar este texto seguindo o link no final de cada tópico (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada > “A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o Thauma Aparece”  da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/bibliografia.gif" title="" class="shutterset_singlepic45" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/45__160x120_bibliografia.gif" alt="bibliografia" title="bibliografia" />
</a>
Esta bibliografia que posto agora  se refere ao texto &gt;  “<strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os gregos: o Ser e o Céu</span></a>” </strong>você pode acompanhar este texto <strong>seguindo o link no final de cada tópico</strong> (postagem). Este texto contém uma pequena parte que tem relação com minha monografia intitulada &gt;<strong> “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/27/a-filosofia-e-a-astronomia-instancias-em-que-o-thauma-aparece-capitulo-1/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A Filosofia e a Astronomia: Instâncias em que o <em>Thauma</em> Aparece</span></a>” </strong> da mesma maneira, caso queira, você poderá seguir o link no final de cada tópico apresentado.<span id="more-966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue a bibliografia:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">ANDREETA, José Pedro. <em>Quem se atreve a ter certeza?</em> : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">BROCKELMAN, Paul. <em>Cosmologia e criação</em>: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHÂTELET, François. <em>Uma história da razão</em>: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">CHAUI, Marilena. <em>Convite à filosofia</em>. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">__________. <em>Introdução à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Aristóteles, volume 1. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">DESCARTES, René. <em>Discurso do método</em>. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L &amp; PM Pocket, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HADOT, Pierre. <em>O que é a filosofia antiga? </em>2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo; </em>tradução de Márcia Sá Cavalcante Schuback; Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">_________________. E<em>nsaios e conferencia;</em> tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Márcia Sá Cavalcante Schuback. 3.ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">KANT, Immanuel. <em>Immanuel Kant</em>: Textos seletos. Introdução de Emmanuel Carneiro Leão. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">MARCONDES, Danilo. <em>Iniciação à história da filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 9.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">______________. <em>Textos básicos de filosofia</em>: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 4.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">NOVELLO, Mário. <em>O que é cosmologia?</em>: A revolução do pensamento cosmológico. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. <em>História da filosofia</em>, 7v.; tradução de Ivo Storniolo; 1.ed. São Paulo: Paulus, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Benito Pepe</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>O esquecimento de nossa origem Cósmica</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocorre uma perda, um esquecimento desta nossa origem cósmica. Uma das maneiras que teríamos para nos aproximar um pouco dela seria o estudo da Nova Cosmologia


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/esquecimento.jpg" title="" class="shutterset_singlepic44" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/44__160x120_esquecimento.jpg" alt="esquecimento" title="esquecimento" />
</a>
Continuando o texto &gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu</span></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em nossos dias, da mesma forma que é mais “fácil” estar aí jogado <em>esquecendo</em> o ser e se <em>ocupando</em> em várias atividades e coisas do dia a dia como: trabalho, assistindo à Televisão, indo ao cinema, teatro, “baladas” e outras tantas e diversas atividades; da mesma maneira se <em>esquece</em> o Céu, se esquece o universo, se <em>ocupando </em>com tantas “atividades noturnas”. Assim perdemos o sentido de nossa origem. Conforme comenta Brockelman:<span id="more-962"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que perdemos, portanto, foi a habilidade de ver nossa vida como parte de uma ordem e uma realidade mais amplas, para além de nossos transitórios desejos e sonhos diários. Ao ver  a natureza e todo o universo como uma “matéria” posta aqui para nossa transformação e uso infinitamente produtivos, reduzimos a realidade a um mero valor extrínseco para nós; ela não é mais vivenciada como intrinsecamente valiosa em si. Por conseqüência, perdemos todo senso de pertencer a um drama e a uma realidade mais vastos e significativos. (2001, p.23)</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ocorre uma perda, um esquecimento desta nossa origem cósmica. Uma das maneiras que teríamos para nos aproximar um pouco dela seria o estudo da Nova Cosmologia, conforme diz  Brockelman há</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(&#8230;) uma realidade além de nós e que, entretanto,  nos inclui. A cosmologia permite um vislumbre dessa realidade mais ampla ao mostrar que a natureza é o resultado de um mistério originador ou do que Vaclav Havel chama o “milagre do Ser” que brilha através dela. (2001, p.82). </em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas hoje em dia é difícil encontrar uma pessoa que se <em>envolva</em> com a astronomia, eu digo envolva no sentido mais profundo da palavra, no sentido mesmo de submergir. Isto se dá,  por três motivos principais: 1) as pessoas buscam normalmente se envolver com coisas que não as façam  pensar muito (querem o lazer simples e despreocupado);  2) muitas vezes buscam algo que possa trazer retorno financeiro e não vêem na astronomia algo com esta possibilidade (principalmente no Brasil);  3) com tanta poluição luminosa em nossas cidades é praticamente impossível se observar o Céu. (isso só ocorre quando viajamos para cidades distantes das grandes metrópoles).</p>
<p style="text-align: justify;">E é neste terceiro ponto que gostaríamos de nos ater. Heidegger menciona o “esquecimento do Ser” através do tempo no mundo ocidental,  como já comentamos anteriormente.  Mas gostaria de evidenciar: nós esquecemos o Ser, porque nos ocupamos demais com tantas e tantas atividades provindas da técnica; nós esquecemos o <em>cosmos, </em>o<em> </em> universo, o Céu porque desenvolvemos uma <em>técnica </em>que da mesma forma e paradoxalmente que nos aprofundou nos confins do universo, “desenvolve” no planeta e na atmosfera da Terra, tanta e tanta poluição de todos os níveis que não nos permitem  “<em>ver</em>” a noite,  aqui destacamos a poluição  luminosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós “somos morcegos” que erroneamente iluminamos o nosso Céu e assim na verdade o “apagamos”, o ofuscamos.  Nós precisávamos do Céu para nossa “busca noturna” mas com tanta luz perdemos esta possibilidade e com isso veio a “fome” e o esquecimento do cosmos, nossa origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Como supomos hoje através dos “conhecimentos” de astronomia, foi através de mortes e ressurgimentos de algumas estrelas: “poeiras” que formam estrelas que ao morrer tornam-se novamente poeiras “encontrando-se” com outras  que com elementos químicos cada vez mais complexos formam novas estrelas.  Portanto o nosso Sol e todo o sistema solar assim fora formado. Em outras palavras nós somos “poeira das estrelas”, e assim não há dúvidas que nossa origem é cósmica, nós viemos deste vasto, imenso, infinito ou finito universo, que tem aproximadamente 13,7 bilhões de anos desde o chamado Big Bang.  E da mesma forma que é espantoso, que é um verdadeiro <em>thauma</em> relatar mitos da criação através das diversas religiões,  é da mesma maneira um verdadeiro espanto os relatos da nova cosmologia, conforme diz Dennis Overbye<a href="#_ftn1">[1]</a> citado por Brockelman:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que poderia aproximar mais do caráter de mito do que a noção de que o universo de fato apareceu, talvez do nada; de que os átomos em nossos ossos e sangue foram formados em estrelas a anos-luz de distância e bilhões de anos atrás; ou de que as partículas ainda mais antigas de que são compostos esses átomos são fósseis de energias e forças que existiram durante o primeiro microssegundo da criação, as quais mal podemos compreender? Somos todos artefatos do universo, lembranças andantes do mistério último. Somos poeiras andantes, poeiras de estrelas andantes. (2001, p.93).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas o nosso questionamento é: se nós nos esquecemos do sentido do Ser, será que nos preocuparemos com esta nossa origem? Kant citado por Châtelet,diz</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Duas coisas enchem o coração de admiração e veneração, sempre novas e sempre crescentes, à medida que a reflexão se dirige e se consagra a elas: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim (&#8230;) o primeiro espetáculo,  de uma inumerável multidão de  mundos, aniquila, por assim dizer a minha importância, por ser eu uma criatura animal que deve voltar à matéria de que é formado o planeta (um simples ponto no Universo) depois de (não se sabe como) ter sido dotada de força vital durante curto espaço de tempo. O segundo espetáculo ao contrário eleva infinitamente o meu valor, como o de uma inteligência por minha personalidade, na qual a lei moral me manifesta uma vida independente da animalidade e até mesmo de todo o mundo sensível. (1994, p.102).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este deslumbramento já ocorre há tempos imemoriáveis. Poderíamos citar os diversos povos do oriente que se fascinavam  muito com o cosmos: os chineses, babilônios, assírios e egípcios; e também povos aqui das Américas como: os   Maias, os Incas e mesmo nossos índios e outros povos chamados “primitivos”; que já se preocupavam e se ocupavam com a observação do Céu, mas vieram os nossos dias e novas ocupações surgiram, a técnica faz com que possamos nos aprofundar no mais distante do cosmos e ao mesmo tempo, faz o povo esquecer deste Céu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certamente Galileu Galilei<a href="#_ftn2">[2]</a>, entre outros astrônomos da chamada modernidade, tinha uma visão de “fenômeno” bem diferente das que têm os estudiosos da Nova Astronomia na contemporaneidade, como é o caso dos estudos da física quântica e seus desdobramentos teóricos, ainda tão embrionários, mas inimagináveis naquela época. Entretanto  poderíamos considerar Galileu como aquele que por primeiro toma a iniciativa de observar os fenômenos do cosmos com “outros olhos” em dois sentidos: 1) não eram mais nus, pois se utilizava de um instrumento, uma luneta, para observar o Céu; 2) se utilizava da matemática nos seus estudos experimentais da natureza (elaborando algumas leis entre elas a lei da queda livre dos corpos).</p>
<p style="text-align: justify;">Com o advento da física quântica a ideia de fenômeno, no que se refere à cosmologia muda substancialmente, o sentido de “existência” também; da mesma maneira as “certezas” de outrora agora com o “principio da incerteza” de Heisenberg<a href="#_ftn3">[3]</a> modificam nosso pensamento quanto à questão da existência, como diz Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabemos que tudo o que existe no nosso universo (e também nós mesmos) é constituído de minúsculas partículas de matéria e de energia, e que forças naturais atuam sobre essas partículas, aglomerando-as para formar tudo o que existe. Porém, hoje não existe mais distinção entre matéria e energia. Segundo Einstein, matéria e energia são dois estados diferentes de uma mesma “substancia quântica universal”. Os conhecimentos científicos atuais parecem, portanto, convergir com os da filosofia antiga, que afirmam que tudo o que existe deve provir de uma única fonte. (2004, p.9).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade muitos fenômenos parecem inexplicáveis para o homem, contudo e de qualquer forma, este ser que é capaz de perguntar sobre o Ser,  ainda que nunca tenha as respostas, deve continuar na busca, aliás isto é uma das características deste homem, um constante desbravador, um constante questionador, um ser em  <em>thauma</em> por natureza, como também o é a própria natureza,  o cosmos,  o universo.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora o senso comum não tem mais o mesmo valor, a “necessidade” de especializações nas diversas áreas, faz com que um indivíduo ou pequenos grupos, tome para si “conhecimentos” que antes não eram tão segmentados e podiam ser compartilhados com um grupo muito maior de pessoas. Hoje o conhecimento mais do que nunca é estreitado e especializado (um generalista sabe um pouco de tudo, um especialista sabe um muito de pouco) e assim ocorre com a humanidade, mas essa “massa” toma “conhecimento” e utiliza-se das novas descobertas sem mesmo imaginar como elas chegaram àquele ponto, e toda essa tecnologia contribui para impulsionar o esquecimento do “ser”; assim o espanto passa a estar nos diversos fetiches, “brinquedos”, mimos que são criados para nos encantar.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem da contemporaneidade atribuído de tantas tarefas e rotinas, não percebe de imediato as novas revoluções no pensamento que ocorrem com Einstein e a física quântica, ou melhor, percebem mas não sabem de onde vem. Nem mesmo nós que estudamos as relações da Astronomia e da Filosofia podemos imaginar o que de fato ocorrerá com o pensamento nos próximos séculos depois de re-começarmos a entender que “tudo faz parte de um Todo” e,  continuando com as palavras de Andreeta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Vistos no plano atômico, todos os corpos que constituem o universo do ser humano possuem um comportamento dinâmico de troca de partículas. Os átomos que estão agregados aos corpos não são permanentes. Eles fluem constantemente através dos corpos sólidos: a pedra e o corpo físico humano compartilham os mesmos átomos. (&#8230;) Como os átomos fluem constantemente de um corpo para  outro, a separação entre os corpos é, portanto, ilusória. Mesmo que o ser humano queira, não pode se isolar dela e de nada. (2004, p.20).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos nos afastar do <em>thauma</em> originário, do espanto que faz com que estejamos aqui, o Poder de Ser. Precisamos voltar às origens, precisamos voltar a ser crianças,  precisamos  re-des-cobrir a epifania manifesta no mundo, na vida!  Nas palavras de Brockelman:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O que se reclama, então é uma nova maneira de ver as coisas que possa nos ajudar a viver de forma mais apropriada na natureza; na inesquecível expressão de Emily Dickinson,  trata-se de ver as coisas com “um olho desguarnecido”. Precisamos nos deslumbrar com o extraordinário milagre da vida, com a espantosa epifania que ela manifesta. Precisamos ser tocados e transformados em nosso âmago</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Talvez nossa cultura industrial moderna esteja passando por essa transformação em seu modo de ver as coisas, e talvez uma mudança de paradigma esteja permitindo ver a natureza e a vida com novos olhos. (2001, p.25).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Essa mudança de paradigma, sem precedentes  é sem duvida a física quântica e toda a nova revolução que ela vem causar ao pensamento. Então teremos mais uma vez a Astronomia ou Física colaborando na maneira de pensar; e dessa vez esperamos que proporcione com este novo <em>Thauma</em> um retorno ao sentido do Ser e a um relembrar do Céu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">No próximo tópico &gt; Referências Bibliográficas e Bibliografia</h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Benito Pepe</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Notas:</strong></p>
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> OVERBYE, Dennis. Lonely Hearts of  the Cosmos. Nova York: Harper Collins, 1991, p.3.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> Galileu Galilei (1564-1642) é conhecido como um dos pais da física moderna.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a> O princípio da incerteza de Heisenberg consiste num enunciado da mecânica quântica, formulado inicialmente em 1927,  impondo restrições à precisão com que se podem efetuar medidas <em>simultâneas</em> de uma classe de pares de observáveis. Por exemplo: não  se pode saber ao mesmo tempo a posição e a velocidade de um elétron.</p>
<p style="text-align: justify;">


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		</item>
		<item>
		<title>“A reviravolta” do Pensamento Filosófico</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/%e2%80%9ca-reviravolta%e2%80%9d-do-pensamento-filosofico/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 18:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=959</guid>
		<description><![CDATA[A filosofia não está ligada a “emoção” ou ao “irracional”, mas à Razão. Porém essa razão na filosofia vem com o tempo, no seu início ela não estava pautada na razão, a filosofia não era nem racional nem irracional, era a philosophia. Os pré-socráticos mantinham “mito” e “razão”, e desenvolveram um pensamento ou “imaginação” que deve ser analisado atenciosamente. Na sua origem a filosofia era uma soma de pathos (emoção) + ratio (razão).


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Continuando o texto &gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu</span></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/retorno.jpg" title="" class="shutterset_singlepic43" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/43__160x120_retorno.jpg" alt="retorno" title="retorno" />
</a>
No entanto, como dizia Albert Einstein: “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”.  E acreditamos que foi e é através dela que a humanidade chegou e segue até os nossos dias. Os conhecimentos de todas as categorias não poderiam existir se não fosse por nossa imaginação;  por isso  gostaria de questionar: porque temos que pensar sempre com a razão? Esta mesma humanidade existe há aproximadamente 2 milhões de anos e esta chamada razão só é mensurada há aproximadamente 2 mil e 500 anos (?)<span id="more-959"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A filosofia não está ligada a “emoção” ou ao “irracional”, mas à Razão. Porém essa razão na filosofia vem com o tempo, no seu início ela não estava pautada na razão, a filosofia não era nem racional nem irracional, era a <em>philosophia</em>. Os pré-socráticos mantinham “mito” e “razão”, e desenvolveram um pensamento ou “imaginação” que deve ser analisado atenciosamente. Na sua origem a filosofia era uma soma de <em>pathos</em> (emoção) + <em>ratio</em> (razão).</p>
<p style="text-align: justify;">A “apropriação” que se passa a ter do pensamento e do Ser é diferente do mútuo pertencer na origem do pensamento. A busca do ser se findou com o querer ser, e o pior é que se deixa de ser.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Thauma </em>quanto aos fenômenos da <em>Natureza</em> e quanto ao Ser, permanecerão esquecidos? Algumas situações ocorrem na modernidade e fazem com que o homem se afaste da ideia de imanência e da tentativa de compreender o mundo natural em sua <em>inteireza</em>, como nos lembra Brockelman (2001, p.59-60) e que transcrevo de forma reduzida:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>1. Uma delas é a mundivisão cartesiana que retratava a realidade como dividida em dois aspectos, “espírito” e “matéria”, assim a natureza foi dessacralizada, e uma teologia ou cosmologia natural foi considerada impossível; 2. outra é que até meados dos séculos XIX as ciências naturais tinham-se fragmentado em inúmeras disciplinas separadas, cada uma com focos e formas de discursos diferentes. Assim excluíam o Todo e a interdependência dessas partes; 3. Por último temos que o próprio modelo de fazer ciência parecia impedir uma imagem abrangente do Todo na medida em que o objetivo era estudar e reduzir esses todos (incluindo a “natureza”) às suas partes. Assim os todos – e o Todo – foram simplesmente menosprezados porque a ciência estava demasiado fascinada com as partes para notá-los (e notá-lo).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Questionamos: voltaremos agora na contemporaneidade a tentar compreender esse Ser e esse cosmos em sua inteireza, em sua inter-relação, em sua totalidade?</p>
<p style="text-align: justify;">De alguma maneira penso que Heidegger contribui com essa empreitada,  a partir do momento que ele faz, e propõe, uma releitura dos pré-socráticos de maneira diferente das que foram feitas por Platão e Aristóteles,  por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Heidegger nos diz que o mundo ocidental desde Platão degrada com o Ser, e isto vai se passando de geração em geração com todos os filósofos que vieram depois. Os primeiros filósofos como: Anaximandro, Parmênides e Heráclito conceberam a verdade como um <em>desvelar-se</em> do Ser como provaria o sentido etimológico de <em>alétheia </em>(desvelamento do Ser). Heidegger comenta a questão do “Mundo das Ideias de Platão” e o exemplo da “Alegoria da caverna”  para justificar seu posicionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">No que tange à <em>contemporaneidade</em> damos ênfase  à questão do esquecimento do Ser mencionada por Heidegger em uma analogia com o esquecimento do Céu, nossa origem cósmica; somos poeira das estrelas&#8230; Desta maneira o espanto, o <em>Thauma</em> que origina a Filosofia e a Astronomia não pode ser esquecido, não podemos perder o sentido da existência, o espanto não pode acabar. Nesse momento reaparece com a física quântica e a Nova Cosmologia a inteireza do cosmos com o homem e o Todo da existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Abrimos um parêntesis e lembramos, sucintamente, a questão da técnica tratada por Heidegger e os desdobramentos que esta “permite” e ao mesmo tempo “des-possibilita” o lembrar-se do Céu. Estamos na era da técnica&#8230; Estamos no cúmulo da metafísica ou de uma “outra metafísica” (?)</p>
<p style="text-align: justify;">Em “A questão da Técnica” (1953) ele critica a sociedade industrial  (uma das causadoras  da modernidade) onde se predomina a ciência. E questiona estes valores e princípios modernos. Como transcreve Marcondes, Heidegger diz que:</p>
<p style="text-align: justify;">“A ciência não pensa.” A ciência e sua aplicação técnica seriam incapazes de pensar o ser, de pensá-lo fora da problemática do conhecimento e da consideração instrumental e operacional da realidade típicos do mundo técnico. Na verdade, o desenvolvimento de nosso modelo técnico e industrial é conseqüência precisamente do “esquecimento do ser” na trajetória da cultura ocidental.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação do sentido originário de ser e da verdade como manifestação da essência se dá através de uma retomada, de uma releitura, de alguns filósofos pré-socráticos, em especial Heráclito e Parmênides (&#8230;) (2005, p.267-8).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em suma podemos dizer que Heidegger se preocupa com a questão do Ser, ou melhor em retomá-la de uma maneira que ele julgava própria e não mais como fora tomada impropriamente. Segundo Heidegger,  o  que o mundo ocidental fez foi esquecer o Ser&#8230;  Ele chama de “onto-teo-logia” a introdução de “deus” na ontologia e diz que o mundo ocidental passou a se ocupar e pré-ocupar com os entes, Heidegger pretendia diferenciar o ser do ente.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuaremos no próximo tópico analisando outro esquecimento: nossa origem cósmica, ou seja, passamos do esquecimento do ser para o esquecimento do Céu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Próximo tópico &gt; <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/o-esquecimento-de-nossa-origem-cosmica/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>O esquecimento de nossa origem Cósmica</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Benito Pepe</span></a></p>
<p><strong> </strong></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Heidegger e os Gregos: o Ser e o Céu</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/heidegger-e-os-gregos-o-ser-e-o-ceu/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 00:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>

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		<description><![CDATA[o Nascimento da Filosofia Racional, depois   a “Reviravolta” do Pensamento Filosófico falamos também da  Astronomia e do Esquecimento do Céu e apresentamos a bibliografia


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/heidegger2.jpg" title="" class="shutterset_singlepic42" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/42__160x120_heidegger2.jpg" alt="heidegger2" title="heidegger2" />
</a>
Este texto será dividido em partes, temos nesta primeira parte além de uma <strong>introdução</strong> geral, um tópico falando sobre <strong><span style="color: #000000;">o Nascimento da Filosofia Racional,</span> </strong>depois<strong> </strong>há um tópico<strong> </strong>falando sobre <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/%E2%80%9Ca-reviravolta%E2%80%9D-do-pensamento-filosofico/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>a “Reviravolta” do Pensamento Filosófico</strong></span></a> logo após falamos do<strong> <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/o-esquecimento-de-nossa-origem-cosmica/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Esquecimento de Nossa Origem Cósmica</span></a>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim postamos<strong> </strong>as<strong> <a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/16/referencias-bibliograficas-do-texto-heidegger-e-os-gregos/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Referências Bibliográficas</span></a>.<span id="more-952"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pretendemos neste texto mencionar a relação de Heidegger com os gregos antigos, especialmente os pré-socráticos, que em sua visão, viam uma outra “manifestação” quando se falava na questão do Ser e/ou da “possibilidade” do desvelamento (<em>aletheia</em>) ou da “ocultação” natural. Heidegger propõe uma releitura dos pré-socráticos de maneira diferente das que foram feitas pela tradição: Platão e Aristóteles entre outros posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência final,  quando falamos do Céu, pretendemos ampliar os sentidos para além de uma epifania (<em>epiphaneia</em>), e ver o Céu como nossa origem cósmica, da mesma maneira, distorcida posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à “Filosofia”, precisamos lembrar que ela não era totalmente racionalista como passa a ser em seguida e que continua na contemporaneidade. Esta Filosofia é conhecida como racionalista, mas na sua origem  não era assim. Vemos por fim, através da <strong>nova cosmologia</strong>, uma possibilidade de “reviravolta” que poderia reativar o nosso pensamento à filosofia originária.</p>
<p style="text-align: justify;">Como acreditamos que para esta “reviravolta” a Nova Cosmologia pode contribuir, dedicamos um tópico especial para falar da Astronomia e do esquecimento do Céu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Nascimento da Filosofia Racional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há um “consenso” para se falar sobre o “nascimento” da Filosofia, ela surge  pelo questionamento dos homens que queriam e buscavam a <em>verdade, </em>mas não queriam “explicações incoerentes”, assim começa um processo de pensamento diferenciado e racional que pudesse contrapor-se, de certa maneira,  às tradições “míticas”. Como comenta Chaui</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A filosofia surgiu quando alguns gregos, admirados e espantados com a realidade, insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera, começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas, demonstrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos naturais e as coisas da natureza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana, e que a própria razão é capaz de conhecer-se a si mesma. (2005, p.25).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas o questionamento que podemos e devemos fazer desde já é: será que a Filosofia tomou conta do pensamento&#8230;. ou  tirou um “mito” e contribuiu para a criação de outro?</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente todos os filósofos “antes” de Sócrates (séc. VI – V a.C.), por isso  chamados de   –  <em>pré</em>-<em>socráticos &#8211; </em> tiveram como características do pensamento <em>noções</em> que tentam explicar a realidade da natureza.   Aí  a filosofia e a ciência têm seu início.  Entre essas noções, mencionadas por Marcondes, cito a <em>Physis</em> e o <em>Cosmo</em>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A <em>physis &#8211; </em></strong>Por os primeiros filósofos serem estudiosos ou teóricos da natureza (<em>physis</em>),  portanto o objeto de investigação desses “filósofos-cientistas” era o mundo natural. Eles buscavam explicação através desta mesma realidade e não fora dela, ou seja,  investigavam a própria natureza.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O <em>cosmo &#8211; </em></strong>O termo <em>kosmos, </em>para eles, liga-se as ideias de ordem, harmonia e mesmo beleza (já que a beleza resulta da harmonia das formas; daí  o  termo “cosmético”). O cosmo é assim o mundo natural, o espaço celeste enquanto realidade ordenada de acordo com princípios racionais. O cosmo entendido assim, como ordem, se opõe ao <em>caos</em>, que seria a falta de ordem, o estado da matéria antes de sua organização.  Esta ordem do cosmo é racional, “razão” significando aí leis que regem e organizam essa realidade. (2005, p.24-27)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quanto a <em>physis</em> precisamos lembrar que a palavra vem do verbo <em>phiein</em> que significa surgir, nascer, brotar, “dar à luz”. Isso é importante para entendermos o sentido mais amplo que esta palavra tinha para os gregos antigos e que fará sentido com o que queremos mencionar mais à frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, podemos elucidar, como lembra Chaui que  foi “graças aos primeiros filósofos gregos e a ideia que a natureza é uma ordem que segue leis universais e necessárias  que”:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>No início do século XVII, Galileu Galilei deu novo impulso à física ao estudar o movimento dos graves ou “pesados” (ou a estabelecer as leis da queda dos corpos) e, para isso, a demonstrar as leis naturais do movimento uniforme e do movimento uniformemente variado.  (&#8230;)  Isaac Newton, no final daquele mesmo século,  a estabelecer as leis matemáticas da física, a demonstrar as três leis do movimento e a chamada “lei da gravitação universal”, que, como o nome indica, é  válida para todos os corpos naturais. (&#8230;)  E, no século XX, levou Albert Einstein a estabelecer uma lei válida para toda a matéria e energia do universo, lei que se exprime na fórmula E=mc2.  (2005, p.20).</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois vem o período da modernidade e há uma retomada do racionalismo de uma maneira bem particular, quando são refutadas e quebradas muitas teses da Astronomia do passado, como foi o caso do geocentrismo, entre tantas outras refutações. Mas, com todas as “quebradeiras” a única coisa que não se quebrou foram as “esferas cristalinas” por que elas não existiam&#8230; Após tantas reformulações, o que é que sobra para este <em>ser</em>? Émile Noel questiona François Châtelet:  Qual é, então, a pergunta filosófica que Descartes faz?<strong> </strong>Châtelet  responde:</p>
<p style="text-align: justify;">.<em>..poderíamos dizer que até Descartes a filosofia fez esta pergunta:  Que é o ser?  Como ele é? Descartes pergunta: Que é o conhecimento? Isso equivale a validar o trabalho de Galileu, a mostrar em que condições gerais o trabalho de Galileu se torna inteligível. (1994, p.63).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">“Portanto em que consiste o heliocentrismo?” Prossegue Châtelet, “consiste em dizer ao sujeito empírico que está aqui neste mundo: Você  acha que o mundo é como você o vê. Mas vou lhe fazer uma proposta: vamos, em espírito, até o Sol, para observar o mundo a partir dali.” (1994, p.63)  Châtelet continua concluindo que às vezes as coisas podem ser mais simples do que nós imaginamos, mas nós precisamos ver de outro ângulo. Nós precisamos sair de “nosso casulo” e irmos à busca do <em>verdadeiro</em> conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de <em>racionalismo</em> modifica-se dos tempos gregos para a modernidade no que tange o seu jeito de ser, agora ele está mais pautado na matemática no que diz respeito às ciências naturais e especialmente na Astronomia. Para Descartes até mesmo Deus é uma “evidência” da luz natural e não da luz sobrenatural. É a <em>razão</em> que demonstra a existência de Deus. Não é mais o Deus de Moisés, de Abraão e de Jacó.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No próximo tópico </strong>&gt;  <strong> </strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/12/15/%E2%80%9Ca-reviravolta%E2%80%9D-do-pensamento-filosofico/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>“A reviravolta” do Pensamento Filosófico</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">Benito Pepe</span></strong></a></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Veja a Peça de Teatro: “O Hotel”</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/veja-a-peca-de-teatro-%e2%80%9co-hotel%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/hotel.jpg" title="" class="shutterset_singlepic41" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/cache/41__160x120_hotel.jpg" alt="hotel" title="hotel" />
</a>
Olá amigos e leitores do meu Site/blog os convido para assistirem a peça de Teatro intitulada “<strong>O Hotel</strong>”  em que minha prima <strong>Renata Pepe</strong> (<strong>a proprietária</strong> do Hotel) estará atuando, o texto é de <em>Madjer Geanini</em>,  livremente inspirado em “A capital federal” de Arthur Azevedo. É um trabalho e direção de Zaira Zambelli Produções  Artísticas.<span id="more-946"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A história é ambientada dentro de um hotel, localizado no Rio de Janeiro, onde Madjer transfere para os dias atuais a Visão Crítica (de Arthur Azevedo) do crescimento urbano e suas contradições através de personagens estigmatizados . Criando um belo musical.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As <strong>datas</strong> de apresentação são nos dias <strong>21</strong> (2ª f.) e <strong>22</strong> (3ª f.) de <strong>Dezembro</strong> próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Horário</strong>: <strong>20:00 horas</strong> (8 horas da noite) chegue antes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <strong>preço</strong> do ingresso é simbólico,  apenas R$ <strong>10,</strong>00 (Dez Reais)</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <strong>Teatro</strong>:  Princesa Isabel</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <strong>Local</strong>: <strong>Avenida Princesa Isabel, 186 em Copacabana</strong>,  <span style="color: #0000ff;"><a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;q=Av.+Princesa+Isabel,+186+-+Leme,+Rio+de+Janeiro+-+RJ,+22011-010&amp;sll=-22.854796,-43.301608&amp;sspn=0.008937,0.013797&amp;ie=UTF8&amp;cd=1&amp;geocode=FV6cof4dajZt_Q&amp;split=0&amp;hq=&amp;hnear=Av.+Princesa+Isabel,+186+-+Leme,+Rio+de+Janeiro+-+RJ,+22011-010&amp;ll=-22.962414,-43.174531&amp;spn=0.004465,0.006899&amp;z=17" target="_blank"><strong>Clique Aqui para ver um Mapa do endereço. </strong></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Telefone do Teatro: 2275-3386</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Clique na Imagem acima para ampliá-la e ver o elenco, clique novamente para fechá-la e voltar ao site.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Espero o prestigio dos amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <a href="www.benitopepe.com.br" target="_blank"></a><a href="http://www.benitopepe.com.br" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>Benito Pepe</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">


<p>No related posts.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/12/veja-a-peca-de-teatro-%e2%80%9co-hotel%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>A Previsão para o Fim do Mundo em 2012</title>
		<link>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/05/a-previsao-para-o-fim-do-mundo-em-2012/</link>
		<comments>http://www.benitopepe.com.br/2009/12/05/a-previsao-para-o-fim-do-mundo-em-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 19:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Benito Pepe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos da Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do Mundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.benitopepe.com.br/?p=938</guid>
		<description><![CDATA[Alguém vai acertar a previsao para o fim do mundo? O mundo vai acabar? A Vida terá fim no Planeta? Estes são alguns dos Questionamentos contidos neste texto.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
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</a>
Já foram previstas  por várias vezes  diversas datas para o fim do mundo. Não sabemos ao certo qual foi a primeira e muito menos qual será, “verdadeiramente”, a última previsão, aliás será que haverá uma pré-visão? Será que de fato o Mundo vai Acabar? Agora está na moda <strong>o ano de 2012</strong>.<span id="more-938"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há um filme chamado “<strong>2012” – </strong>alguns dizem que existe uma<strong> </strong> profecia Maia para o fim do mundo nesta data. Sinceramente eu não vejo esta data como sendo tratada pelos Maias como o fim do mundo, mas simplesmente como uma data <strong>até onde eles definiram um dos seus calendários</strong>, aliás muito longo por sinal, para um povo que viveu nas Américas há alguns séculos atrás, seu apogeu foi entre os anos 300 e 900 de nossa era,  mas  ainda se encontram seus descendentes.  <strong>Eles não definiram uma data para o fim do mundo e sim para um Calendário. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O povo Maia viveu nas Américas, principalmente na área central, na Guatemala, em Honduras e no sul do México (Península de Yucatán), foi um povo muito avançado, construíram maravilhosas obras “faraônicas” como pirâmides imensas, e <strong>observatórios astronômicos</strong>. Entendiam muito de Astronomia, e tinham três tipos de calendários: um <strong>divino</strong>, um <strong>civil</strong> e um de <strong>longa contagem</strong> perfeitos e praticamente exatos. Sabiam exatamente quando começavam as estações, e no caso, <strong>a data 21 de dezembro de 2012</strong>, que é o início do  verão no hemisfério sul e do Inverno no hemisfério norte, nada mais é do que o “intercambio” de uma estação. É o dia mais longo do ano em se considerando o Sul, ou o mais curto para quem está no Norte, não é uma data para o fim do mundo como “profetizam” alguns.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A propósito  diversas profecias foram feitas antes e nenhuma se cumpriu, por que se pensa que esta “profecia”  ou outra qualquer vá se cumprir? Vamos dar alguns exemplos de profecias para o fim do mundo para <strong>alguns  anos e que não funcionaram</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&gt; <strong>1000</strong>. Dizia-se não passaríamos do ano 1000. (parece que as pessoas não gostam de números redondos) disseram o mesmo para o ano <strong>2000</strong>, e possivelmente dirão o mesmo para o ano 3000 etc.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; <strong>1843</strong>. O Adventista Willian Miller anunciou várias datas em 1843, errou todas.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; <strong>1914</strong>. As testemunhas de Jeová, esperavam o fim do mundo nesta data, já haviam errado sua previsão anterior que era <strong>1874</strong>, depois passaram para <strong>1975</strong>, no entanto também não acabou o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ocorre que há não só previsões para o fim do mundo no âmbito religioso, mas também uma previsão científica (?) Na realidade o mundo pode acabar a qualquer momento, basta chocar-se com o Planeta Terra um meteorito gigantesco, como se postula que foi a causa da extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em termos de previsão científico-astronômica se sabe que <strong>o mundo acaba mesmo</strong> como nós o conhecemos, mas isso é só para daqui a 5 bilhões de anos, quando o Sol perde a possibilidade de gerar energia (o sol “morre”),  é tempo suficiente para a humanidade acabar com o Planeta  antes e/ou desenvolver tecnologia suficiente para sair do Planeta ou mesmo já ter sido extinta por outros fatores externos e mesmo involuntários (como as diversas extinções em massa que já houve no Planeta).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Os devotos cristãos dirão que “quanto ao dia e a hora ninguém sabe” mas afirmam que haverá um fim do mundo ou um arrebatamento antes que haja o fim do mundo. <em>Porém, daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai.</em> (Mt 24.36)</p>
<p style="text-align: justify;">Veja que este é um sábio pressagio, não deixa uma data definida, mas evidencia que haverá um fim do mundo. Em outros credos e até mesmo dentro do cristianismo, já foram indevidamente, previstas várias datas para o fim do mundo, como se vê nos exemplos acima.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na realidade <strong>o fim do mundo</strong> <strong>já ocorreu</strong> para diversas “Espécies,” pelo que se postula, por <strong>5 vezes</strong> e houve épocas que foram muitas espécies que deixaram este planeta de uma só vez,  <strong>para</strong> provavelmente <strong>nunca</strong> <strong>mais voltar</strong>, a não ser que o homem, através do DNA ou alguma outra forma, “as traga de volta”. É bom lembrarmos que <strong>99% de todas as espécies que viveram</strong> neste Planeta, Lindo e Azul, <strong>estão extintas</strong>. Vejamos algumas épocas do “fim do mundo”:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&gt; A <strong>primeira extinção em Massa</strong> ocorreu há 500 milhões de anos atrás, quando a vida era confinada ao mar – 2/3 da vida acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Há 400 milhões de anos atrás se passou a mesma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Há 250 milhões de anos atrás ocorre a terceira extinção em massa.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; “Pouco depois” ocorreu a quarta extinção em massa.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Por fim a mais famosa de todas e que acabou com os famosos <strong>Dinossauros ocorre há 65 milhões de anos atrás.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nós humanos estamos aqui há pouquíssimos milhões de anos (2 ou 3).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enquanto não houver outra extinção em Massa</strong>, e para finalizar lembremo-nos que da mesma maneira que a contagem do tempo pode ser particularizada no “teu tempo”, como é o caso da data do nosso nascimento, <strong>teu aniversário é o teu calendário </strong>(veja o artigo “<a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/01/02/a-duvida-do-milenio-e-de-sua-comemoracao/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>A Dúvida do Milênio..</strong></span></a>.”),  assim também podemos pensar o fim do mundo. <strong>Quando você deixar este Planeta, este será o fim do mundo para você.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços do <strong>Benito Pepe</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja outros Artigos Interessantes</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/02/09/a-origem-do-universo-e-da-vida-ha-vida-so-aqui-na-terra/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A Origem do Universo e da Vida, há vida só aqui na Terra?</span></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.benitopepe.com.br/2009/06/05/o-mundo-vai-acabar-o-homem-pode-ser-eterno-no-planeta-2/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"><strong>O mundo vai acabar? O homem pode ser eterno no Planeta?</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.benitopepe.com.br/2008/12/04/a-estrada-do-tempo-e-da-vida/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">A estrada do tempo e da Vida</span></a> </strong>(neste artigo faço uma comparação do tempo do <strong>universo</strong> e da <strong>vida</strong> com uma estrada em quilômetros, mostrando em escala onde estamos, etc)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Livro “Ciência e Futuro 2009” (</strong>Enciclopédias Barsa e Mirador)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Revista Veja</strong> edição nº 2137 de 4 de novembro de 2009</p>


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